Um mês já se passou após a formatura, Sally tenta controla seu lado emocional mas não consegue, porém todas as vezes que pensa em momentos, historias e lembranças convividas com seus amigos ela chora, ela chora por não ter uma família que toda vez que a professora dizia "desenhe sua casa e sua família". Pois um dos sonhos que ela tinha era ter uma família unida, com seus pais, com irmãos que todos os finais de semanas poderiam se reunir na casa de suas avós, portanto nunca conheceu ninguém de sua família a não ser sua tia Amy, aliás nem sabia se tinha ou não uma família, além da tia. A falta que seus pais faziam eram tão grande que não conseguia alcançar uma coisa que sempre quis, porém ela nunca disse a ninguém nem mesmo a sua "BFF". Portanto quem sempre a consolou foi Jared, e como sempre Henry morre de ciúmes, apesar dos dois gostarem da mesma garota sem saber e de que ela gosta de Jonas. Henry por morrer de ciúmes acaba sempre indo nadar, para esfriar a cabeça e não cometendo nenhum crime.

Sally está chorando e sendo consolada por Jared, no entanto Henry sai para ir nadar. Minutos depois já um pouco distante da praia o de estavam Henry acha uma sacola grande lacrada e encontra também uma carta, então ele volta a praia e ao chegar ele chama os dois e lêem a carta que diz.

"Caro jovens, pena que não possa conhece-los pessoalmente, pois gostaria de conhecer vocês um dia, porém estou preso aqui no lado onde dizem ser "sombrio", mandei um presentinho para vocês, espero que gostem qualquer dia venham me visitar estarei a espera de vocês.

Assinado: P"

Ficam surpresos, portanto não sabem se realmente lá é um lugar ruim ou são só historias contadas por pessoas sem o que fazer. Ao abrirem a sacola eles vê o que tem, quando eles vêem que é comida ficam felizes, pois os suplementos que tinham já estavam acabando. Eles fazem um tipo de calendário nas pedras e exatamente hoje, dia 20 de fevereiro é aniversário de Henry. Eles então comemoram cantando, dançando, etc. Jared inventa um presente a ela e Henry também, ela fica encantada com a criatividade de cada um. Ao agradecer ela não apenas diz obrigada, mas com pequenas e simples palavras ela dita uma poesia que acabaste de criar em sua mente poética. Antes de conhecer essas pessoas que também tinham alguns problemas em casa, ela era arrogante e grossa, não sabia lidar com as pessoas, porém a Blair era uma de suas amigas desde a infância.

Dias já se passaram, a comida então acaba e eles recebem mais pedaços de corpos, já fazia tempo que partes de corpos não aparecia, minutos depois uma carta chega dizendo:

"Olá, espero que tenham gostado do presente, pois acho que precisam de mais comidas e roupas também,mandarei em breve, mas algumas coisas, eu só queria ter certeza de que um dia irão vir me conhecer.

Assinado: P"

Bom apesar de todos os agrados eles desconfiam de quem poderia estar mandando as coisas, começam então a desconfiar e ficam preocupados de que aquilo possa ser um sinal ou um aviso. De tarde Sally e Henry estão conversando enquanto Jared dorme.

H: Sally posso lhe fazer uma pergunta, além dessa?

S: sim

H: você gosta do Jared ou de qualquer outro garoto?

S: não, só gosto do Jared como amigo, como gosto de você também, e mesmo se eu gostasse de alguém não faria diferença nenhuma

H: por que não faria diferença? Lógico que faria!

S: não, portanto estamos presos nesta ilha

H: isso não é problema

S: é sim, porque quando voltarmos ninguém ligará, será como se nunca estivesse saído dali e aposto que nenhum de nossos parentes já leu ou pegou a carta que deixamos a eles — diz com uma voz de preocupação, de tristeza, de solidão...

H: nunca se esqueça, que mesmo que nós três só tenhamos se conhecido melhor agora que precisamos um do outro para sobreviver e que tenhamos virados realmente amigos só agora, que eu, você e o Jared nós nunca vamos nos separar, estaremos sempre juntos

S: eu sei que posso contar com vocês, é por isso que amo vocês dois, acho que vou ir nadar um pouco, ta muito quente

H:ok! — quando Sally se vai ele diz -mas saiba que meu amor por vocês é diferente — sussurrou para que ninguém ouvisse.