Notas iniciais
Bom, estamos repostando a antiga PBHS. Em alguns dias vamos excluí-la.
Espero que gostem. As fichas estão nas notas.
Erros favor avisar.

Uma garota passou esbarrando em qualquer um que surgisse em sua frente. Segurava um livro de capa de couro desgastada, a lombada já não existia, deixando as folhas soltas. Ela apertou o livro contra si quando chegou finalmente ao grande portão de madeira. Os guardas a olharam pelas altas torres e finalmente permitiram sua passada.

Passou pelo imenso portão e andou com passos largos sobre a ponte de pedra que dividia a área de inspeção e as casas.

Seguiu para a casa principal. Ela empurrou a porta escura e simplesmente entrou. Quadros enchiam as paredes brancas e o piso negro fazia um barulho irritante sempre que alguém caminhava. Seguiu pelo grande corredor até o seu fim. A última porta do lado direito era seu destino.

Entrou na sala sem autorização. A mulher que estava sentada atrás da mesa executiva se levantou e passou as mãos no rosto acenando para que a garota aproximasse. Ela jogou o livro na mesa e saiu batendo a porta.

A mais velha suspirou e olhou para o outro lado da sala.

− Makenna você poderia, por favor, me ajudar com isso? – a mais velha pergunta arqueando as sobrancelhas enquanto encarava a garota com seus olhos caramelo.

Makenna estava deitada no sofá enquanto folheava a revista em suas mãos. Ela levantou os olhos azuis incrivelmente claros e sorriu. Jogou a revista de lado e prendeu rapidamente seu cabelo escuro com a ajuda de uma caneta.

− Claro.

A mais velha abriu uma gaveta de sua mesa e tirou de lá algumas pastas. Pegou a primeira e a entregou para a jovem em sua frente.

− O que...

− Isto, senhorita Vemont, é o governo. Para ser mais precisa os delinquentes que eles prendem – a mais velha soltou um longo suspiro – Alguns deles chegam amanhã e eu preciso que você os controle explicando como é a vida nesse lugar – ela se vira para a grande janela que se localiza atrás da mesa.

− Tudo bem, mas... E os gêmeos? – a mais nova torce o nariz se lembrando da última vez que os vira. Extremamente desagradável.

− Creio que também cheguem amanhã – ela diz enrugando a testa, preocupada.

− Então temos um problema, senhora. Um problema muito sério.

A mais nova pega a pasta e sai do local com um único pensamento: Eles não vão sobreviver.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.