Blood stains About Us.

3 Capítulo 2 - Conhecendo as Noivas Part 2 - FINAL.


Pov: Maya:

—Você vai mesmo com esse cabelo? – Perguntou a zeladora do orfanato.

—Vou sim! E daí?! – Respondi dando de ombros, enquanto descia as escadas.

—E daí, que eles podem te mandar de volta para cá. – continuou discutindo. Meu cabelo não tem nada demais! Ele só é loiro, tipo bem loiro, e com as pontas azuis. Meus olhos são castanhos claros, e me chamo Maya Beaumont.

—Você só está preocupada com o dinheiro da “MINHA” Venda, e se eu for devolvida o dinheiro deve ser devolvido também. – Falei dando ênfase a palavra Minha.

—Maya, Querida! – falou a diretora quando desci as escadas. – Vou sentir tanto a sua falta. – falou me puxando para um abraço.

—Também vou, mais será que dá para me soltar? – ela quando escutou me soltou. – Obrigada!

Escutamos uma buzina.

—Deve ser o carro que vem te busca. – falou a zeladora

—E é! – falou uma das crianças.

_Adeus, Pessoal! – falei quando abri a porta e sai

—Adeus, Se cuida! – falou a diretora. Como se ela realmente se importar-se

Pov: Solange:

—Isso não vai presta. Não vai ser nada legal! – eu falava para a minha irmã Gêmea Luna.

Nós somos totalmente idênticas, só muda a cor dos olhos, o meu é Azul e o dela é Preto. Nossos cabelos mudam um pouco a cor o meu é castanho e o dela é castanho escuro. Ah! Me chamo Solange VilaGrande. Sobrenome Português. Por quê?! Não sei, Descendência.

—Vai sem legal sim! – Falou Luna.

—É isso aí, escuta a sua irmã. – falou o diretor do orfanato.

—Por quê? Ela é muito otimista! Eu sei que fui vendida para me cassar com um mero desconhecido. É vai ser super legal. – Falei ironicamente.

—Mais olha o lado bom! Eles não são velhos. – falou Luna.

—E esse é o lado bom? – Perguntei.

—Sim!

Pov: Luna:

Bem, Eu me chamo Luna VilaGrande. Eu acho que a minha irmã já falou de mim, estamos esperamos um carro que vem busca a gente para nos levar ao aeroporto.

—Esse carro está demorando! – Eu falei

—Vai ver ele se esqueceu! Ótimo! Vamos guarda nossas coisas. – Solange falou.

—Espera só um pouquinho, Mana. – falei.

—Nossa você quer mesmo ir? – perguntou

—É a única maneira de a gente sair uma vez daqui! – falei fazendo biquinho.

—Isso é uma injustiça. – ela falou.

—Nem tanto. – falei abrindo um sorriso.

—Espero que vocês se divirtam muito lá! – o diretor falou.

—Vamos sim! – falei

—Só se for você, Lá vai ser chato! – Solange disse.

Ai meu Deus!!

Como eu sou irmã dela?

Escutamos uma buzina de um carro

—Chegou. – Falei

—Vamos então. – Solange falou.

—Adeus Meninas. – falou o diretor assim que a gente virou as costas.