Blood Moon - Hiatus

10 O Passado Não Muda o Futuro...


Notas iniciais
Mais uma cap. pra vocês meus leitores *--*
Boa leitura.
Quero saber quem me recomendaria? Ninguém? ok.

~Capitulo Anterior~

" Logo aquela cama estava suada e tão sangrenta, pois Rebecca adora roubar um pouco de sangue de Andy. "


Mais uma dia nasceu, o vento fresco na manhã fazia as folhas das árvores voarem com delicadesa. O vento batia na janela do quarto de Andy, ele estava dormindo, coberto apenas um cobertor. Rebecca estava na janela, sentindo o vento bater em seu rosto frio e fazer seus cabelos negros balançarem. Seus olhar estava voltado na cidade, as pessoas que passavam lhe encaravam de um jeito estranho, como se ela fosse uma aberração. Ela não parecia ela era uma aberração, mas não era sua culpa ser assim. Logo ela saiu da janela e ficou a observar Andy, com um sorriso de canto, ela foi ate Andy, se sentou ao lado dele e começou a maxer no cablo dele. Logo se levatou, pegou um casaco que estava sobre uma cadeira e saiu. Ela tinha algumas coisas para resolver já que estava na cidade, e a primeira seria ir até a casa da familia Keller fazer uma visita aos parentes de Katy a causadora da maior tragedia vampirica já existente em Hillsterd Folls.

Andy ainda estava a adormecer, logo uma ave negra como a noite pousou na janela do quarto e começou a cantar uma musica estranha, a voz da ave era rouca, fazia os ouvidos sangrarem. Andy logo acordou ao ouvir aquilo. Olhou para a janela e encarou o passaro. Andy mordeu o lábio e logo perguntou:

– Quem é você?- Seus olhos se fixaram nos do passaro que logo voou para longe, Andy sentou sua espinha se arrepiar.

Logo ele olhou para todos os lados e não encontrou Rebecca, mil e uma coisas se passaram por sua mente quando não a encontrou. Ele se levatou e foi ate a janela, seus olhos não paravam de procurar, ele só não sabia o que procurar. Logo foi se vestir, passou a mão sobre seus pesoço e sentiu ainda as mordidas de Rebecca em si.

" Estranho, já deveria ter se curado essa ferida! ", ele disse a si mesmo, e era mesmo estranho aquela mordida não ter se curado. Mas Andy não ligou muito para isso. Ele se vestiu e resolveu sair.

As ruas estavam um pouco movimentadas, pessoas andavam e conversavam. O cheiro saboroso e fresco do sangue daquelas pessoas inocentes fazia Andy morder os lábios e ao mesmo tempo fazia-o tentar se distrair,