Blood Money
2 Through the storm
Depois de tudo o que aconteceu comigo, eu poderia ser a maior ganhadora que você poderia imaginar, porém não. Com 19 anos eu tive que começar a trabalhar de novo, mas o mundo não era mais como eu imaginara. Agora ninguém tinha pena de mim por ter perdido meus pais tão cedo, e não ficavam muito felizes com o fato de eu não ter nenhuma especialização.
Por meio de algumas pessoas conheci Prims, sei que aquele não era seu nome de verdade, mas todos o chamavam assim. Ele era o tipo de cara que você jamais gostaria de ver na sua frente, mas eu precisava:
–Então vadiazinha, o que quer? — Ele raspava uma pistola na minha cara empurrando meu cabelo para trás da orelha. — Já sei, você quer me dar como todas, sua putinha de quinta.
– Eu não tenho medo de você. — Eu precisava daquele emprego, então me entreguei a mentira que eu criava. — Duvido que você não me queira. — Apertei meus peitos com as mãos.
Prims olhava para meus peitos com desejo então provoquei ainda mais:
– Está calor né, Prims? — Fui abrindo os botões da minha camisa branca, já meio suja. — Você ta com calor? — Depois tirei a camisa abaixei até chegar no seu ponto fraco. — Tem certeza que não quer me dar o prazer de tudo isso? — Abri o botão da sua calça.
– Vai embora putinha. -Ele me empurrou com a pistola, fazendo-me sentar no chão. — Você é muito nova para me satisfazer. — Ele me olhou jogada no chão. — Belas tetas.
– Vai me deixar aqui sozinha, Prims? Eu quero te dar e você está negando? — Prims mandou o segurança dele esperar fora do quarto. — Qualé Prims eu quero dar para você.
– Vai embora Julia. Para de ser como qualquer vadia por ai. Chega de brincar.
– Tem certeza Prims? — Levantei e comecei a esfregar minha mão no pinto dele. — Vamos, para de ser fracote, sei que você quer. Para de segurar seu amiguinho, deixa ele aparecer. — Abri o botão do meu shorts. — Fiquei sabendo que você adora lingerie vermelha, Prims. — Comecei a passar a mão por baixo da camisa. Vai me negar sexo? — Falei baixinho na orelha dele e depois um leve beijinho no cantinho do pescoço.
– Você está me provocando Julia. Vai embora, você não é como aquelas vadias lá embaixo.
– Vai se fuder Prims. — Pego minha camisa e coloco de novo e falo no ouvido dele. — Se quiser uma fodida, me liga.
Abri a porta e sai com o cabelo desgrenhado. Eu não sabia o que tinha feito e nem quem era aquela pessoa que eu tinha criado. Eu ja tinha feito sexo outras vezes mas nada como aquilo que eu teria provocado a sensação em Prims. Eu estava preparada para mais.
Quando eu estava saindo do bar, o mesmo segurança que estava la em cima me parou:
– Prims quer vê-la de novo.
Dei um sorrisinho sarcástico para o segurança e subi, o segurança trancou a porta onde estávamos eu e Prims, que já estava sem camisa:
– Pensei muito bem na sua proposta putinha. Quando vai querer me dar? — Ele me jogou na cama esperando que a resposta fosse agora.
– Se quiser me mostrar todo o poder do seu amigo, vem no meu apartamento hoje a noite sem ninguém. — Ele se deitou em cima de mim.
– Só de noite? Nem pensar. Ele rasgou minha blusa me deixando de sutiã e começou a chupar meus peitos. — Quem sabe se for bom agora eu não passo no seu apê hoje a noite para nós fudermos de novo. — Agora ele beijava minha barriga já arrancando meu shorts.
Eu não podia mais negar, tinha provocado ele e agora teria que aguentar. Nós fizemos sexo, um puta sexo. Prims me deixou com tesão desde o começo até o fim, não foi amor, não foi transa, foi sexo sexo sexo. Sexo selvagem tranquilo. Ele segurava meu cabelo com tanta certeza enquanto metia em mim de quatro. Foi o melhor sexo que eu já havia feito. E quando acabamos que eu ja ia me vestir:
– Te vejo de noite, Julia.
Bingo. Tinha sido bom. Lembrava das palavras dele: Quem sabe se for bom agora eu não passo no seu apê hoje a noite para nós fudermos de novo.
– Estarei esperando, quem sabe não fazemos mais barulho já que nenhum de seus seguranças estarão por lá. — Só disse isso para que ele fosse sozinho hoje.
Fim de ano eram as melhores épocas no meu bairro, poucas pessoas ficavam ali, todas viajavam para perto de suas familias, então meu predio estaria vazio e fariamos o barulho que quiséssemos.
Antes de eu sair ele me deu o último beijo, última pegada nos peitos e o último tapa de muitos que ele me deu durante o sexo. Fui embora, e sem perceber 2 horas tinham se passado desde tinha chegado.
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