Blood Is The Price Of Love
1 Capítulo 1 - Onde tudo começou
Notas iniciais
- A história é escrita em primeira pessoa, pelo Ethan!
-Bom aproveito.
Mais um dia chuvoso, nublado e totalmente escuro. E eu dentro desta porcaria de faculdade. Por mim não a faria, porém mamãe insistiu tanto, que não pude dizer não. O que não entendo, pois somos ricos, para que preciso fazer faculdade então? Não sou nenhum burro, não preciso de faculdade. A única coisa que me anima um pouco mais, são as garotas, lindas e elegantes. Porém nenhuma me interessa seriamente. Digamos que eu não ligue muito para o amor, apesar de meus pais quererem que eu arranje uma namorada, me case e tenha filhos, acho isso uma perca de tempo. Ninguém é feliz para sempre com a mesma pessoa, então pra que insistir? Eu tento explicar isso á eles, mas quem disse que me dão ouvidos? Dizem que isso é apenas uma fase minha, e que logo conhecerei a pessoa que mudará todo meu conceito. Tolice. Ninguém conseguiu até agora. Enfim, isto não me importa.
Olho para o relógio de 5 em 5 minutos. Está droga de sinal não vai bater nunca!? Finalmente toca, e eu saio como um foguete em direção da porta. Passo tão rápido por tudo, esperando finalmente chegar em casa, que no jardim da faculdade, nem percebo meus amigos me chamando.
–Ei Ethan! –disse Dylan.
–Eai pessoal!
–Qual é, ta dormindo? –disse Thomas
–Desculpa, queria muito ir pra casa. Não aguentava mais ficar preso aqui!
–Tudo bem, tudo bem. Mas fala ai, já viu a nova aluna?
–Nova aluna? –pensei comigo, como assim? Não estava sabendo que teríamos alunos novos...-
–É meu, dizem que ela é a maior gata! Estamos esperando, mais ainda não a vimos.
–bufei- -Tem várias garotas lindas aqui, pra que vou querer conhecer ela? É só mais uma....
–revirei os olhos. Ah qual é, não acredito que eles estavam esperando por uma garota, quando se tem várias a seu redor.
–Dizem que ela é diferente.
–Diferente como? Os peitos dela são maiores? Ah, que idiotice. –disse me virando para sair, quando Dylan me puxou pelo braço.
–Ah para, fica com a gente pra conhecer ela. O que tem de mais? É só pra ver se ela é tão bonita, como dizem.
–As pessoas dizem muita coisa, ás vezes nada do que falam é aproveitável. Tem o resto do ano, algum dia eu me esbarro com ela, e vai dar na mesma. Fui.
Eu realmente achei uma grande idiotice, ficar esperando pela aluna nova. Por favor... o que ela havia de ter que era diferente? Fofocas... É melhor ir para minha casa.
No caminho de casa, poucos minutos depois de sair da faculdade, vi um tipo de “carro” que parecia mais ser uma carroagem, indo em direção a faculdade. Engraçado e ao mesmo tempo estranho. Parecia que eu estava no meio de um conto de fadas. Dei de ombros. Deve ser para algum evento, ou alguém com grande senso de humor. Cheguei em casa, tomei meu banho e até pensei em ir em alguma balada, ou festinha qualquer. Mas lembrei-me de um trabalho da faculdade. O que me deu raiva, mas tinha que fazer tudo certo, para que minha mãe parasse de pegar no meu pé. Já eram quase 00:00, fui me deitar e dormi.
Amanheceu e o sol entrou pela janela, quase que queimando meus olhos. E então pensei logo, ótimo! Mais um dia desgastante. Lavei meu rosto, escovei meu dentes, me arrumei e desci para a cozinha.
–Bom dia filho! Mais um dia de faculdade, hein. Que bom que te convenci a fazê-la! –sorriu minha mãe. Parecia resplandecente, não iria tirar sua felicidade. Apenas sorri e disse:
–É mamãe. –Me inclinei pegando uma maçã e sai em direção a porta.
–Só vai comer isso, meu filho? A empregada preparou seu café.
–Tudo bem, mãe. Estou sem fome.
Peguei minha mochila e fui até o carro. A faculdade fica 5 minutos de casa, não tinha nem tempo de respirar um pouco antes de entrar. Sai do carro lentamente, sem nenhum apresso. Fechei a porta do carro e fui entrando no jardim, quando me deparei com a escultura perfeita de uma mulher. Ela era... totalmente incomparável. Era como o sol. O sol num dia alegre, nem muito quente, nem pouco, mas o bastante para te aquecer. Era a face da perfeição. Sua pele era branca como porcelana, seus olhos eram castanhos tão claros, que chegavam a ser cor de ouro. Seus cabelos eram loiros platinados, que paralisavam meus olhos. Seu sorriso era branco como uma nuvem. Ela era a mulher mais linda, que eu já tinha visto na vida! Ela me viu olhando pra ela, e então sorriu. Sorriso que me deixou sem reação alguma. Ela era a aluna nova? Não pode ser... Ela era simplesmente perfeita, sem defeito algum. Exceto as roupas, que eram inadequadas para a época. Já que usava um grande vestido, com corselet, cor nude. Era estranho, porém estava divina. Acho que qualquer roupa lhe cairia bem. Essa então era a aluna de que todos falavam... Realmente, estavam certos. Ela era estranhamente, misteriosamente, perfeita! E eu precisava conhece-la. De qualquer maneira.
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