Bleeding Love
14 Capitulo 14
Notas iniciais
Meu coração dói gente. Mas agora é contagem regressiva. Ta no final. Espero que vocês aproveitem tanto quanto eu. Tenho outras duas histórias no site e eu me alternava para escrever para elas, mas agora eu vou escrever só para essa aqui. Então teremos mais atualizações durante a semana. Comentem. Por favor. Qualquer ideia é bem vinda. Bjs
A única coisa de que me lembro é água. Havia água em todo o lugar. Depois disso só me lembro de estar ajoelhada nas margens do rio, enquanto vomitava toda a água que havia entrado em meus pulmões.
Você esta bem? — olhei para o lado e vi Caspian. Ficarei bem. E você? — perguntei e ele assentiu. Ajudou-me a levantar e foi quando eu percebi que os Telmarinos haviam se rendido. Nós havíamos ganhado. Os narnianos poderiam finalmente ter seu lar de volta. Susana e Pedro estavam a nossa direita e Edmundo a nossa esquerda, mas eles estavam ajoelhados. Quando finalmente reparei, Aslam estava bem a nossa frente. Nós ajoelhamos imediatamente. Levantem-se, reis e rainhas de Nárnia. — Aslam falou. Susana, Pedro e Edmundo se levantaram. — Todos vocês. — Caspian e eu nos encaramos e nos levantamos. Antes que pudéssemos falar qualquer coisa, uma pequena trombeta foi tocada e nós demos passagem para um grupo de ratos, onde quatro deles carregavam uma pequena maca e, em cima dela, estava RipChip. Lúcia correu ate ele e pegou seu elixir da flor de fogo, pingando uma gota em sua boca. Depois de alguns segundos ele estava bem, fazendo-nos respirar aliviados. Mas havia alguma coisa diferente nele. Oh, meu senhor... — RipChip tentou fazer uma reverencia a Aslam, mas acabou se desequilibrando. Ele olhou, procurando por sua calda, mas ela não estava mais ali. — Talvez... Mais uma gota, alteza? Não acho que funcione para isso. Desculpe. — Lúcia respondeu. Vale a pena tentar. Acho que você ficou melhor assim, meu amigo. — Aslam falou. Meu senhor. — RipChip se ajoelhou em frente a Aslam estendendo sua espada. — Não mereço tal honra. Meu Senhor, não queremos manter tal honra que foi tirada de nosso líder. — os ratinhos mais atras falaram, enquanto erguiam suas espadas e as posicionavam perto de suas próprias caudas. Sabíamos a que eles se referiam. Não pela tua honra, mas pelo amor e pelo respeito que faz teus semelhantes o quererem como líder. — dito isso, a mágica começou a acontecer e, em alguns segundos, uma nova cauda podia ser vista onde antes não havia nada. RipChip não conseguia conter a sua própria felicidade. Muito, muito obrigado, meu senhor. O que acaba de me lembrar de outra coisa. — Aslam se virou em minha direção e soprou. Sua ação foi pequena comparada a consequência que trouxe para mim. Os cortes em minhas costas ardiam naturalmente, após isso eles queimavam. A dor era imensa. Arquei minhas costas e minhas pernas cederam. Amparam-me antes que pudesse atingir o chão. A sensação foi indescritível, mas o resultado foi maravilhoso. Eu sentia cada ferida, cada parte da minha pele que antes doía estava curada. Aslam havia fechado meus ferimentos. Alex. — ouvi alguém me chamar. — Alexandra fale comigo. Caspian. — murmurei, cansada. Ele me ajudou a sentar. — Minhas costas... Estão curadas. Não há mais nada, meu amor. — sabia que ele estava feliz. Caspian se culpava pelo o que eu havia passado nas mãos de seu tio e aquelas feridas o lembravam disso toda a vez que ele me olhava. Mas agora, um peso havia sido tirado de sua consciência. Meus olhos miraram em direção a Aslam. Muito, muito obrigada. — falei sorrindo. Ele apenas assentiu. Agora, Lúcia, onde está aquele seu amiguinho? — não prestei atenção em mais nada, apenas no homem, sentado a minha frente, que amparava meu corpo cansado. Eu te amo tanto. — falei encostando minha testa na sua. Eu te amo minha pequena. Nós vamos para casa! — ele falou sorrindo e me beijou. Nós vamos para casa.
Fale com o autor