Bleach - The World
11 God & Devil - Parte I
Notas iniciais
E aos leitores fantasma, ou leitores novos, peço que comentem, pois isso nos faria muito feliz... Se gostaram da fic, não vejo porq não comentar!
Inoue abriu preguiçosamente os olhos e segundos depois os fechou. O futon estava muito confortável para se levantar agora.
– Como está se sentindo, ojou-san?
Com um gemido, Inoue se forçou a abrir um pouco os olhos, para mostrar que ela estava viva.
– Um pouco mal...
– Impossível.
Seus olhos que estavam fechados se abriram novamente. Era ela que tinha que saber se estava mal ou não, certo?
– Perdão?
– Eu curei seus ferimentos. Você não devia estar sentindo nada.
– Ah... – É verdade que ela havia sido machucada. Mas aquele não era o problema. – Não, é só dor de cabeça.
– É claro. É a consequência pela utilização de seus poderes, um pouco ambiciosa para uma primeira vez.
Droga! Seus poderes! As seis fadinhas irritantes! Bom, irritantes não, eles não eram malvados, mas quando eles apareceram, a ruivinha estava um pouco estressada.
Ela tentou se levantar, mas algo a impediu. Na verdade, ela mal levantou a cabeça que se encontrou com o rosto de um homem bigodudo, moreno, com os olhos escondidos por trás dos óculos e um penteado estranho: meio careca, com algumas tranças em sua cabeça.
Bom, até agora não era tão desagradável assim, só um pouco surpreendente. Mas o problema mesmo era que o homem estava deitado em cima dela, desde que começaram a conversar. E ela não reagiu.
Um silêncio pesado prevaleceu. O desconhecido não parecia estar com vergonha, na verdade, ele não parecia estar sentindo coisa alguma.
– Hum... Você poderia...
– O quê ‘cê tá fazendo, canalha?!
Antes que alguém pudesse reagir, duas mãos agarraram o gigante pelo colarinho. Tatsuki tinha acabado de entrar naquela sala e sua cabeça rodou quando viu aquela cena. Se ela estivesse um pouco controlada, ela teria se perguntado como conseguiu levantar um colosso.
– Arisawa-san, deixe-me explicar...
– Cala a boca, bastardo de merda!
Com todas as suas forças, ela deu um pontapé no rosto do colosso. A cabeça dele não se mexeu e sua expressão não mudou. Ele se contentou em levantar o dedo antes de começar a explicar. Era melhor que ele fosse convincente.
– Inoue-san estava tremendo de frio enquanto dormia, deitei-me sobre ela para mantê-la aquecida.
– O quê?!
– Arisawa, eu te garanto que ele está dizendo a verdade. – uma voz grave e profunda respondeu. – Além do mais, ele não lhe fez nada, Inoue?
Tatsuki pareceu procurar a pessoa que acabou de falar, antes de perceber: com certeza era o gato preto que estava sentado na porta.
– Não... Que eu saiba.
– Ah, você com certeza saberia se ele tivesse feito alguma coisa.
Tatsuki engoliu em seco, olhando para o gato. Era bem estranho ver um gato falar, mas Orihime não parecia tão surpresa. Seu olhar expressava somente curiosidade semelhante a de uma criança.
– Venham comigo. Vamos te dar uma aspirina, mas por enquanto, você deve ter várias perguntas para fazer.
– Agora que você diz... É um pouco estranho, eu tinha completamente me esquecido!
– É porque você não prestou atenção... – Tatsuki disse com uma voz assassina e seguiu Inoue para fora daquela sala, deixando Tessai sozinho.
Depois as duas garotas e o felino entraram em outra sala um pouco mais mobiliada. Em volta da mesa redonda, diante das xícaras de chá, café ou outra coisa, estavam Rukia, Chad, Ishida, Keigo, Mizuiro, Chizuru, Ichigo e um homem loiro vestido com uma jaqueta e kimono verdes, usando sandálias tradicionais japonesas e um chapéu verde e branco. Enquanto o gato pulava em cima de Mizuiro, sabendo que ele iria acariciá-lo, o rosto de Orihime se abriu em um largo sorriso.
– Ah, vocês estão todos bem?! Estão curados?!
– Hime!
Chizuru se levantou de uma vez vendo a ruivinha de seu coração e se jogou sobre ela para dar um abraço apertado. Mas ela foi interrompida por uma mão que garrou seu colarinho e a puxou violentamente para a direita. Ela se encontrou cara a cara com Tatsuki.
– Sem tempo. Sem humor. Entendeu?
Chizuru podia ser audaciosa, mas não era masoquista. Ela se sentou sabiamente e se contentou em somente piscar o olho para Orihime, que não prestou atenção.
– Kurosaki-kun, você também está aqui?! Não está ferido?
– Eu estou bem, Inoue. Não se preocupe.
– Eu também estou bem, obrigado por perguntar. – Ishida murmurou baixinho.
– Ishida-kun! – Inoue exclamou. Sustentou o olhar de Ishida por alguns segundos, depois desviou o olhar e continuou. – Muito obrigada por terem cuidado de mim... Afinal, onde estamos?
– Estamos na minha loja, Inoue-san – respondeu o geta-boshi em um tom divertido, agitando seu leque na frente do rosto. – Sou Urahara Kisuke, e este é Tsukabishi Tessai, que te curou.
– É verdade que ainda não fomos apresentados. – acrescentou o gato. – Sou Shihoin Yoruichi, e já vou avisando: o primeiro que me chamar pelo meu nome de família, eu arranho.
– Sente-se, Inoue-san. – disse alegremente o vendedor. – Precisamos conversar.
A ruivinha se sentou ao lado de Tatsuki, que tinha uma xícara de café a sua frente. Orihime percebeu que essa era a quarta xícara de café de Tatsuki, provavelmente sem açúcar. No estado em que ela se encontrava, Inoue se perguntou como Tessai e Chizuru sobreviveram a raiva dela.
– Quer beber alguma coisa? – propôs Urahara. – Café? Chá? Chocolate quente? Talvez saké?
– Kisuke...
– Haha, sinto muito, Yoruichi. Agora você me fez lembrar... Temos leite também.
– Hum... Pode ser chá...
– Verde? De limão?
– Verde... Se não for incômodo.
Segundos depois, Tessai surgiu e colocou diante dela uma xícara fumegante e uma aspirina, junto com alguns biscoitos caseiros.
– Obrigada.
– Bem, Inoue-san. Eu já expliquei tudo para seus colegas, mas você deve estar se perguntando o que aconteceu, de onde vieram seus poderes, que criaturas eram aquelas que atacaram vocês e porque seu poder escolher se manifestar na forma de fadas com nome de flores, não é mesmo?
Inoue assentiu e então Urahara começou a explicar sobre o mundo dos shinigamis e hollows, a noção de energia espiritual e poderes humanos, e a canalização de seus novos poderes. Quando terminou, Rukia, Ichigo e Ishida explicaram suas condições atuais. A Kuchiki era uma tenente da Soul Society, o pai de Ichigo era um capitão, e foi assassinado, antes deixando seus poderes para seu filho, que agora era um shinigami. Já a raça de Ishida foi exterminada pelos shinigamis. Tudo bem, tudo bem... Pensando melhor, não estava nada bem.
– Que horror! – Inoue parecia assustada. – Que tipo de lugar é essa Soul Society para decidir algo assim?!
Ishida apreciou as palavras de sua colega. Ele arrumou seus óculos, olhando furtivamente para Rukia. O ronronar de Yoruichi se rompeu e foi substituído por sua voz grave.
– O que vocês devem entender, é que a Soul Society é uma sociedade arcaica. Ela não evoluiu da mesma forma que seu mundo e corresponde mais ao Japão feudal. Seus valores ainda são baseados na superioridade da nobreza. A diferença entre o Rukongai e o Seireitei nos mostra isso.
Ichigo percebeu que Rukia tinha o olhar melancólico. Então era por isso que ela se interessava tanto pelo Mundo humano. Aquela sociedade hierárquica não se encaixava em Rukia, disso ele tinha certeza... Seus pensamentos foram interrompidos pelos gritos de Keigo.
– Mas tem uma coisa que eu não entendo!
– Que estranho. – ironizou Tatsuki.
– Muito engraçado, Arisawa! – ele se levantou bruscamente. – Como é que eu, você, o Chad, a Chizuru e o Mizuiro mal podemos ver esses hollows, enquanto que a Inoue tem poderes super legais?
– Ótima pergunta! – disse Kisuke, agitando seu leque. – E isso tudo não é ao acaso. Bom, o Kurosaki já tinha uma energia espiritual maior do que humanos normais. E vocês sempre mantiveram contato com essa energia, mas isso não os afetava de verdade. Mas quando ele virou um shinigami, a reiatsu que ele emanava mudou. E seus organismos que já estavam acostumados a receber uma boa quantidade de energia se adaptaram, aumentando a própria reiatsu de vocês. Quando vocês foram atacados, vocês foram expostos à energia espiritual grande. Suas reiatsus acabaram aumentando outra vez, e agora vocês podem ver perfeitamente os seres espirituais. Já a Inoue-san, ela tinha um reiatsu maior do que os humanos normais, mas seu poder estava adormecido. Mas como ela também foi exposta a reiatsu, seu poder explodiu.
Houve um silêncio. Todos estavam assimilando as informações. Mas o silêncio foi quebrado.
– Haha! – Keigo subiu em cima da mesa e continuou. – Então quer dizer que ainda há esperança! Nós só precisamos ser expostos à mais energia e também nos tornaremos super-heróis! E vamos derrotar hollows, arrancars ou o que quer que seja!
– Hum. Na verdade eu acho que o Kurosaki-san deveria usar um gigai modificado para impedir sua energia de se emanar. A possessão de poderes atrai os hollows, e vocês todos estariam em perigo.
– Sério?!
– Mas é claro, vamos cuidar da segurança da Inoue-san.
– Ah...
– Mas, acho que vale a pena ser atacado. A Soul Society distribue prêmios para cada hollow importante derrotado, eu acho que a Kuchiki-san e o Ishida-san já ganharam algo hoje...
– Kisuke.
– Tem alguma coisa que eu não entendo. – dessa vez, foi Ishida que falou, e todos se calaram. Até mesmo Urahara tinha uma expressão mais séria agora. – Você também pode usar poderes, Urahara-san. Significa que você é um shinigami?
– Urahara Kisuke... – foi Rukia que respondeu. – É um nome conhecido na Soul Society. Antigo Capitão da 12ª divisão, fundador do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Soul Society. E também...
–... Fugiu da Soul Society, acusado de supostamente ter conduzido experiências proibidas com consequências desastrosas. – terminou Urahara, com um meio sorriso divertido. – Você está desconfiando de mim, Kuchiki-san?
– Não. Meu Capitão me contou sua história. Apesar das provas, ele e o Capitão da 8ª divisão acreditam que você é inocente.
– É, eu vi sua insígnia. Seu capitão é o Ukitake-san, não é? E você acredita tanto nele que você nem suspeita de mim, apesar das provas?
– Eu achava que eles só te defendiam por causa da amizade, mas a Capitã da 2ª divisão também não acha que você é culpado, então eu decidi...
– Soi Fon? Ela está bem? – Yoruichi perguntou com um ar entusiasmado.
– Eh... Não sei, eu nunca tive tempo de conversar com ela...
– Hum, entendo. Aposto que o Byakuya também não fala de mim!
– Nii-sama? Por que, você o conhece?
– Se eu conheço o Byakuya-bo*?! Mas eu passava horas brincando de pega-pega com ele! Fui eu que ensinei pra ele tudo que ele sabe sobre as técnicas de combate dos shinigami!
– Byakuya-bo?
– Espera aí! Chega de dispersão! – gritou Ichigo, que começou a se perder com tanta informação. Depois se virou para Urahara. – Se você fez parte do Gotei 13, quer dizer que você era um shinigami?
– Claro, Kurosaki-san. A Yoruichi, o Tessai e eu somos shinigamis!
– Quê?! Eles também?!
– Claro! Você sabe que lugar eles ocupavam, Kuchiki-san? – perguntou Urahara, virando-se para Rukia.
– Sim. – respondeu. – Shihôin Yoruichi, ex-Capitã do 2º esquadrão e do Onmitsu Kidou e Tsukabishi Tessai, ex-Comandante do Kidoushuu.
– Vocês também contratam animais, na Soul Society?! – exclamou Inoue, arregalando os olhos.
Rukia iria começar a explicar, mas não teve tempo, pois uma luz brilhante de repente emanou do felino enquanto que uma espessa névoa branca se levantou ao seu redor. Mizuiro se espantou quando sentiu o animal em seus joelhos levantar.
Quando a névoa se dissipou, o gato havia desaparecido e uma mulher magnífica estava enrolada em seu colo. Seus longos cabelos violeta formavam mechas pontudas ao redor de seu rosto, que tinha um sorriso divertido que fazia conjunto com seus olhos dourados cheios de malícia. Sua pele tinha um belo contraste caramelo, e estava muito exposta... O vapor ainda escondia um pouco de suas partes íntimas, mas que logo se dissipou, revelando o óbvio: a mulher estava completamente nua.
Os adolescentes estavam de boca aberta e, com exceção de Kisuke e Tessai, os indivíduos do sexo masculino começaram a sangrar do nariz, inclusive Ishida. Instintivamente Rukia se virou para Ichigo para observar sua reação. Ele estava petrificado, o sangue já começava a escorrer para sua boca bem aberta e os olhos estavam arregalados. Já Chizuru parecia ter ido para outro mundo, os olhos brilhando de felicidade.
– Mas, você não é um gato?!
– Inoue, tenha um pouco de bom senso. Gatos não falam. – Até sua voz havia mudado, afinal, seria estranho se ela continuasse falando como um homem. – Ah, Keigo, por favor, desça da mesa. Tessai a limpou hoje de manhã.
E ele assim o fez, mas sem tirar os olhos do corpo perfeito que ele havia diante dele.
– Eu adoro revelar minha verdadeira forma, sempre me faz rir. Kuchiki, você sabia que eu era uma mulher, mas não esperava por isso, não é?
– Por favor, vista-se! – exclamou Rukia, com as bochechas vermelhas de vergonha e raiva.
– Tudo bem, me dê trinta segundos. – respondeu Yoruichi levantando-se, se separando de um Mizuiro mais que vermelho, completamente paralisado ao ver que todo esse tempo tempo, ele havia carinhado uma mulher nua, não um gato.
Depois de um curto momento de silêncio, Yoruichi reapareceu. Ela usava um rabo-de-cavalo simples, e também tinha colocado uma calça preta apertada e uma blusa da mesma cor, coberta por um casaco laranja que ficaria estranho em qualquer um, mas que caía bem nela. Ela se sentou e a conversa continuou.
– Bom, se estiver tudo esclarecido, vamos passar para a parte que interessa. – Urahara anunciou, com seu eterno leque nas mãos.
– O que quer dizer? – perguntou Tatsuki em um tom desconfiado.
– Quer dizer que a Inoue-san vai ter que aprender a se servir de seus poderes, a controlá-los e eventualmente usá-los para se defender se for necessário. Assim como o Sado-san. – Todos pareceram surpresos e se viraram para Chad.
– Eu?
– Sim, você. Inoue-san, você disse que o hollow que você derrotou quase destruiu a corrente dele?
– Sim.
– Isso é um problema. Veja bem, Sado-san, uma alma normal que saiu forçadamente de seu corpo, é por natureza, instável. Ainda mais que sua corrente do karma quase foi quebrada, você pode até se transformar em um hollow.
– O quê?!
– Acalme-se... Você ainda é humano. Só que você saiu de seu corpo antes de morrer, significa que sua reiatsu corresponde a de um ser espiritual, mais elevado que a maioria dos humanos. Assim como Inoue-san, você também tem poderes.
– Mas... – Chad parecia surpreso.
– Não é justo! E nós?
– Cala a boca, Asano. – replicou Tatsuki.
– Arisawa-san, você parece um pouco tensa... – Urahara replicou, diante do olhar mortal da garota. – Enfim, Sado-san, é provável que os poderes que você desenvolveu estejam ligados a natureza maléfica do hollow que você viraria, o que pode ser perigoso. Então teremos que verificar isso o mais rápido possível.
– Quer dizer que eu posso me transformar... em um monstro.
– Claro que não. Acima de tudo, você é humano. Só não podemos deixar essa reiatsu nefasta dentro de você, ela tem que escapar. Uma vez que seus poderes forem ativados, vocês terão que aprender a controlá-los, assim como a Inoue-san, depois vocês irão para a Soul Society hoje a noite.
– E quem vai cuidar do treinamento deles? – Ichigo perguntou. – Você?
– Você também faz parte, Kurosaki. Você vai precisar progredir rapidamente. Se nos aceitarem como professores, é claro.
Ichigo se virou para Rukia, assim como todos os outros. Seus olhares eram de esperança, como se ela pudesse dizer o que fazer.
– Sinto muito, Urahara-san, mas eu prefiro levá-los a Soul Society para que sejam feitos testes e que eles possam seguir o treinamento necessário. – ela declarou por fim.
– Claro, eu entendo, mas... – ele parou por uns instantes e deu um leve sorriso. – Quem você acha que vai supervisionar os testes?
Um breve silêncio se seguiu. Nenhum dos adolescentes pareceu entender. Rukia somente franziu um pouco as sobrancelhas antes de perceber.
– O atual Capital da 12ª divisão, não é? – continuou tranquilamente Kisuke. – Ele é o melhor em estudar os fenômenos desconhecidos...
A tenente já não o ouvia mais. Se eles fossem para a Soul Society, com certeza ficariam entre as garras de Kurotsuchi Mayuri, que chegou para destruir o senso comum dos shinigamis ao invés de virar um hollow degenerado. Ela não podia deixar aqueles adolescentes irem parar no covil de Mayuri. Por um outro lado, ela não podia esconder o aparecimento de humanos com poderes para seus superiores. Eles teriam que ir para o Seireitei de um jeito ou de outro.
– É claro que é possível limitar os riscos. Se Inoue-san e Sado-san pudessem usar seus poderes a vontade, seriam alguns testes a menos...
–... Meu capitão fala muito de vocês. – ela disse, se referindo a Urahara e Yoruichi. – Ele sempre disse que vocês são dignos de confiança, mesmo seus métodos sendo um pouco estranhos.
Ela pareceu pensar por um segundo, antes de se virar para os humanos.
– Talvez vocês possam controlar melhor seus poderes… De qualquer jeito, eu vou ficar observando.
– Ótimo, Kuchiki-san. Mas nós ainda não falamos sobre o caso do Kurosaki-san. O tamanho da zanpakutô dele e o reiatsu dele também interessariam o Kurotsuchi-taichou e...
– Faça tudo que for necessário! – Rukia respondeu com um grito. – Isso é, se você estiver de acordo, Ichigo...
– Eu... – ele olhou para Rukia. Bem, se ela confiava nesse homem, ele também confiaria. – Tudo bem.
– Ótimo. – com essas palavras, Urahara se levantou. – Jovens, sigam-me.
– Chefe. – Tessai apontou para Tatsuki, Keigo e Mizuiro. – O que fazemos com eles? Devo apagar as memórias deles?
– Quê?! Como assim, apagar nossa memória?!
– O que você acha, Kisuke? – Yoruichi perguntou.
– Eu ‘tô avisando, o primeiro que tocar na minha memória, vai ver só.
– É claro que não – Urahara respondeu gentilmente. – Eu tenho certeza que esses jovens vão querer verificar se o treinamento dos amigos deles não vai ser muito violento, não é mesmo?
– O que isso quer dizer? – Tatsuki ficou mais assustada ainda, por causa do sorriso do geta-boshi.
Notas finais
Byakuya-bo: criança Byakuya, pirralho Byakuya...
Novamente, agradeço a vc, Pedro12345, por continuar nos acompanhando e comentando. E aos outros leitores, sigam o exemplo e participem da campanha para deixar reviews na fic!
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