Notas iniciais
Bom gente, eu to muito feliz pelos elogios que tive nos meus últimos dois capítulos, agradeço a todo mundo que leu e deixou review e quero agradecer especialmente à Paula por ser minha primeira leitora e a Debby-Chan que leu, deixou review e favoritou a minha fic, além de me dar uma dica que pretendo seguir daqui pra frente. Eu revisei algumas vezes esse capítulo e tentei deixar da melhor forma possível, pra que fique uma leitura gostosa e que não seja muito curta nem muito longa. Acho que já falei demais, boa leitura!

– 4º Esquadrão

– Quanto tempo mais irá demorar? Já fazem quase duas horas! — Disse a garota inquieta.

–Acalme-se Rukia! — Disse Renji.

–Tudo isso porque não tivemos paciência, mas nem não foi nada demais... Kuso! — Reclamava Ichigo enquanto coçava a nuca.

– Há quase duas horas atrás

–Ele despertou? — Disse Isane espantada.

Em poucos segundos todos haviam se aglomerado ao redor do paciente que olhava assustado para as novas faces.

–O que aconteceu? Onde eu estou? — Questiona o rapaz com dúvida.

–Aqui é a Soul Society. Qual é o seu nome? — Pergunta Rukia.

–O quê? Soul Sossicy...? Que lugar é esse hein?

–É Soul SOCIETY, darei detalhes depois. Você ainda não respondeu minha pergunta... qual é o seu nome? — Volta a questionar Rukia.

–Hã? Meu nome...? Meu nome é... eu não sei... — Diz o rapaz claramente com dificuldade de se lembrar.

–Acho que ele não consegue se lembrar de algumas coisas ainda. — Indaga Isane.

Rukia estava assumindo a frente para fazer outra pergunta ao paciente, havia muito à questionar, quando é interrompida.

–Hey Rukia, eu também tenho coisas que quero perguntar! — Reclama Renji.

–Mas eu só perguntei se ele conseguia se lembrar do próprio nome! — Retruca Rukia.

–Se deixar você vai ficar questionando o coitado até amanhã, você é uma matraca! — Acusa Renji.

–Ora como ousa, seu baka! — Diz a baixinha nervosa

Uma discussão se inicia entre os companheiros. Ichigo aproveitando a situação em que estava em vantagem, calmamente passa pelos companheiros e aproxima-se do paciente.

–Então senhor eu-não-sei-o-meu-nome, pelo menos se lembra do que aconteceu? — Diz o garoto de cabelos laranja com tom irônico.

–Do que você está falando? O que aconteceu? — Perguntou o rapaz sem saber do que se tratava.

–Você foi encontrado quase morto! — Revela Ichigo.

Rukia e Renji então percebe que estavam sendo passado para trás pelo parceiro e ficam nervosos.

–ICHIGO! — Gritam os dois.

–Você se aproveitou da situação, BAKEMONO! — Grita Rukia enquanto avança no substituto de shinigami.

A discussão então torna-se em uma enorme confusão, em que um tenta se sobressair ao outro, ambos querendo ter o direito a interrogar o rapaz, que por sua vez não estava dando a mínima atenção para a cena.

–Eu fui encontrado quase morto? — Questionava o rapaz a si mesmo.

–Acalmem-se por favor! — Disse Isane enquanto tentava parar com a discussão.

–E-eu quase morto? — O rapaz repetia incessantemente.

Mal conseguia se lembrar do ocorrido, mas ao olhar para as mãos lembrou do sangue daquela noite, o sangue que estava esparramado por todo seu corpo, lembrou-se do pavor, da dor e do desespero de alguém que estava morrendo, foi quando uma forte dor de cabeça o atingiu.

–AHHHHHHHHHH! — Gritava o rapaz colocando as mãos sobre a cabeça.

A confusão se desfez e todos deram-se a ficar em volta dele novamente.

–Acalme-se, esta tudo bem. — Disse Isane tentando o aliviar.

–AHHHHHHHHHHHHHHHH! — Continuava o garoto gritando, a dor parecia aumentar cada vez mais.

–Rukia chame Unohana Taichou, rápido! — Exclamou Isane. -E vocês, preciso que me deem licença! — Continuo a fuku taichou.

–Hai! — Disse os dois retirando-se da sala.

– Horas atuais

–Foi tudo nossa culpa... — Diz Rukia cabisbaixo.

–Relaxa Rukia, vai dar tudo certo. — Diz Ichigo enquanto coloca a mão sobre a cabeça dela, na sua forma "carinhosa" de ser.

Havia se completado duas horas, talvez alguns minutos a mais, ou horas a mais como aparentavam para Rukia.

–Pronto, ele já seu acalmou. — Disse a mulher de longos cabelos negros entrelaçados.

–Obrigado Unohana Taichou! — Respondem todos.

–Só que há um porém... — Continuou a taichou.

–Sempre há um porém. — Resmunga Renji.

–Silêncio, deixe ela terminar de falar! — Diz Rukia.

–Então, continuando... — Disse Unohana com seu típico sorriso único que consegue espantar a qualquer um. -Só poderá entrar um de cada vez para não mutuar novamente, mas é tarde e ele precisa descansar, então aconselho entrar apenas você por hoje, Kuchiki Rukia. E seja breve.

–H-hai! — Disse a baixinha surpresa.

Levantou-se e caminhou sentido ao quarto 205. Tantas coisas passavam em sua cabeça, teria muitas perguntas para fazer, mas precisaria dividir o que realmente era importante de sua curiosidade. Suas mãos tremiam, seu olhar estava perdido, estava claramente nervosa.

–Olá... — Disse ela se aproximando da cama.

–O-oi... — Respondeu o rapaz meio desconfortável.

–Desculpe pela bagunça que fizemos aqui. — Disse a garota meio sem graça.

–Não tem problema. — Ele realmente parecia não ter se importado.

O silêncio tomou conta do quarto. Como voltar a interrogá-lo? Rukia tinha medo de fazer o rapaz ter outra crise, tinha que tomar muito cuidado com as palavras que usaria, não perdoaria a si mesma se o visse sentir dor por sua causa novamente.

–Yuzuke... — Disse o rapaz.

–Oi? — Respondeu a baixinha sem entender muito bem.

–Meu nome... Yuzuke. Você havia pergunta se lembra?

–Ah sim é claro. Prazer meu nome é Rukia, Kuchiki Rukia. — Disse ela agora com um olhar mais confiante.

–O prazer é meu. — Disse Yuzuke enquanto colocava a mão esquerda sobre o braço dela.

No instante do toque Rukia se surpreende. "Como é caloroso e ao mesmo tempo macio", pensou ela. Começou a reparar mais no homem que estava diante dela. Seus cabelos vermelhos como fogo e curtos, mas que caiam sobre parte de sua face e pontas repicadas que cobriam-lhe as orelhas. Seus olhos, castanhos claro, o típico castanho "mel", Rukia se perdeu naquela imensidão brilhante que transmitia inocência e paz. Sua pele, branca e macia, quente e suave, e sua boca vermelha e aparentemente macia, chamava a atenção da baixinha. O conjunto de todos esses fatores o deixava com um rosto angelical, era claramente um dos homens mais bonitos que já havia visto. Perdeu a noção de tempo e espaço, nada mais importava, queria apenas continuar observando-o.

–RUKIA! — Gritou Ichigo do lado de fora.

–O-o que foi? — Respondeu a garota assustada, soltando-se rapidamente do rapaz.

–Temos problemas... — Disse Renji ofegante ao chegar na porta.

Notas finais
O que acharam? :33 Eu tentei deixar o capítulo um pouco maior, mas se eu escrever mais coisa ia ta "enchendo linguiça", então espero que tenha ficado bom. Deixem reviews!