Notas iniciais
Yoo minna-san! o/ Depois de um mês e um dia eu finalmente apareço! E eu sei que eu havia falado que postaria na semana do Natal... mas, tenho minhas justificativas u.ú Bom, a primeira é que pensei que relaxaria nesse final de ano, mas foi uma correria danada o.o' E segundo que minha mente também não tava ajudando e ajuntando com minha indisposição e preguiça deu nisso. E também tem o último fator que, essa é a fase que eu mais queria chegar na fanfic, então eu não quero fazer as coisas apressadas e mal feitas. Peço desculpas verdadeiras e também peço que não desistam de mim e da fic! Enfim, chega de enrolação, espero que gostem do capítulo que ficou um pouco maior que o convencional. Obrigado pela atenção e boa leitura!

–Agora, chegou seu fim! – Gritou Hitsugaya com sua armadura já refeita, segurando a Zanpakutou com as duas mãos e apontando para Mei.

–Kuse! – Reclamou Mei tentando se locomover.

–Não adianta. – Disse o taichou. –Hyourinmaru é a segunda Zanpakutou mais forte de gelo, você não vai conseguir escapar tão fácil assim. – Então sorriu fracamente, já quase sem forças.

Mei apenas o encarou seriamente com um olhar mortal, um olhar tão perigoso capaz de fazer qualquer pessoa se sentir próximo da morte apenas por fitar aqueles grandes orbes violetas que sequer piscavam.

–Acabou, KyariyaKami Mei. – Disse Hitsugaya pegando impulso com a pouca força que lhe restava e avançando sobre Mei.

–Quantas vezes eu tenho que dizer que seu poder medíocre não é páreo para o meu?! – Disse Mei cravando a Zanpakutou no solo congelado. – Houden Shitakusa! (Descarga Elétrica Rasteira) – Gritou liberando numerosos raios que seguiam de forma rasteira, cobrindo rapidamente o campo em que se localizavam e explodindo em poucos segundos, fazendo com que fumaça fosse liberada – devido ao aquecimento do gelo.

Mei então balançou os pés, espreguiçando-se logo em seguida como alguém que houvesse acabado de acordar. Levou as mãos aos cabelos lisos e longos, e direcionou seu olhar para o céu – que naquele dia estava como uma imensidão azulada, devido às poucas nuvens.

–Todos os shinigamis desse lugar são tão persistentes assim? – Liberou um leve suspiro de cansaço, fitando o taichou que voava sobre o local.

–Eu sou um capitão, tenho que honrar meu cargo. – Respondeu Hitsugaya seriamente enquanto planava. – “Kuse, essa foi por pouco, ela não apenas se soltou como também atacou Soifon e a mim simultaneamente”. – Pensou suando frio enquanto olhava para Soifon que estava desacordada sobre uma plataforma de gelo criada por ele, surpreendendo-se logo em seguida ao ver a parceira despertando.

– Unidade Oeste –

–Hadou no Sanjunni, Oukasen. (Raio de chama amarelo) – Pronunciou o rapaz misterioso lançando um enorme raio em direção a Ukitake e Kyouraku, que se separaram para desviar do golpe, fazendo com que o mesmo acertasse alguns Tenioenais que se aproximavam.

–Continue assim e você estará nos poupando de um grande trabalho. – Ironizou Kyouraku reaparecendo a uma distância segura do inimigo, enquanto segurava seu chapéu cobrindo parte de sua face.

–Raikouhou. (Canhão do rugido do trovão) – Pronunciou calmamente fazendo com quem uma grande onde de energia fosse lançada em direção ao taichou.

–Osoi. – Disse o taichou desviando novamente.

–Hadou no Yonjuukyuu, Gakirekkou. (Luz destrutiva) – Invocou o rapaz, disparando um grande círculo de energia verde que se dissipou em dezenas de filetes de reiatsu em forma de uma luz cortante, totalmente afiado.

–Já disse que isso não vai me acertar. – Disse Kyouraku desviando-se dos projéteis.

–Não estou tentando te acertar. – Disse calmamente o outro, fazendo o taichou arregalar os olhos.

–Kuse! – Olhou espantado para a direção que o golpe havia ido, notando que havia sido disparado em direção a Hisagi e Matsumoto que estavam observando a luta enquanto o primeiro se recuperava.

–Acho que você falhou em proteger seus companheiros. – Ironizou com a voz fraca.

–Não tão rápido! – Afirmou Ukitake surgindo em frente aos projéteis e absorvendo os mesmo com a habilidade de sua Zanpakutou. – Eu também estou nessa luta. – Fitou o inimigo com seriedade.

–Vocês são apenas mais obstáculos que estão impedindo o destino dele. – Disse o rapaz apontando para Hisagi.

–Já disse que não cabe a você decidir o destino de alguém! – Gritou Ukitake lançando os projéteis de volta em forma de um grotesco raio de energia.

–Danku. – Disse calmamente fazendo com que uma parede transparente feita de reiatsu surgisse em sua frente, detendo o hadou.

–Uma brecha! – Afirmou Kyouraku surgindo repentinamente atrás do inimigo, girando uma de suas lâminas em sentido crescente.

–Seki. (Repulsão) – Disse o outro fazendo com que o golpe fosse repelido devido a um escudo feito de reiatsu que fora conjurado e logo desapareceu.

–Parece que não será tão fácil se aproximar dele. – Disse Kyouraku voltando para o lado do parceiro.

–Ele utiliza cada kidou da melhor forma, seja ela como ataque ou defesa. Precisamos de um plano. – Afirmou Ukitake enquanto encarava o inimigo.

–Yasukou. – Disse o rapaz dando um passo a frente.

–O quê? – Questionou Ukitake.

–Meu nome, KyariyaKami Yasukou, não era o que vocês queriam saber desde o início? – Falou em um tom de voz calmo, seu tom convencional.

–Então você realmente é um KyariyaKami! – Disse Kyouraku.

–Nomes não são de importância pra mim. – Falou o rapaz ficando de costas. – Todas as pessoas são iguais, todas tem caráter corrompido, todas irão te decepcionar um dia. Não se deve confiar em pessoas. – Afirmou olhando para as mãos.

–“Esse cara... o que ele é?” – Pensou Ukitake incomodado.

– Unidade Leste –

–Soifon! Você está bem? – Disse Hitsugaya preocupado se aproximando da parceira.

–Estou bem. – Respondeu seriamente se colocando em pé na plataforma, mas em seguida voltou a cair de joelhos. – Urgh, aquela maldita... – Resmungou limpando o canto da boca de onde escorria o sangue, liberando um pequeno sorriso logo após.

–Ora, ora, ora, ora. A “ninjinha” ainda está viva? – Provocou Mei.

–He. – Sorriu Soifon. – Você acha que eu morreria com aquilo? – Terminou de falar colocando-se de pé firmemente.

–Então acho que não devo mais controlar minha força. – Ironizou Mei de forma meiga, cruzando os braços e fazendo bico em pose pensativa.

–Eu não vou cair mais em suas provocações. – Disse Soifon a fitando. –Bankai! – Gritou liberando a segunda forma de sua Zanpakutou. – Jakuhou Raikoben! (Vara Trovão da Vespa) – E então sua lâmina virou um grande míssil muito maior que seu próprio braço conectado a um suporte que ia de seu antebraço até o ombro direito.

–Mais um querendo brincar de bankai, é? – Provocou. – Certo, então me mostre o poder de suas bankais. – Disse avançando com sua velocidade sobre humana sobre Soifon.

–Hyourinmaru! – Gritou Hitsugaya lançando o dragão de gelo para intervir no caminho da inimiga.

–Eu já não disse que esse golpe é lento demais? – Disse Mei aumentando a velocidade e, quando estava centímetros do dragão, desapareceu.

–“Ela sumiu...” – Pensou Hitsugaya suando frio.

–Hitsugaya, atrás de você! – Alertou Soifon.

–Kuse! – Disse o garoto se defendendo de última hora, causando um grande impacto no ar devido ao encontro das duas lâminas.

–Então estão trabalhando em dupla, ham? – Provocou Mei forçando a lâmina contra a espada de Hitsugaya. Uma chuva de faíscas decorava o céu.

–Soifon! – Gritou Hitsugaya não aguentando a força da outra.

–Kuse, eu não posso fazer nada, se eu atacar você vai se ferir e nesse estado você não vai conseguir resistir! – Alertou a outra analisando a situação, suando frio.

–Eu não vou aguentar por muito tempo! – Afirmou o taichou suando.

–Que tal um pouco mais de força? – Provocou Mei liberando uma grande rajada de raios para trás que deram mais impulso para ela.

–Kuse! – Gritou o garoto vendo a cabeça do dragão de gelo que cobria sua Zanpakutou se desintegrar e a lâmina trincar.

–Ryuumon Houzukimaru! (Dragão Demônio Guardião do Portão de Luz) – Gritou Ikkaku descendo num rasante, girando suas duas lâminas gigantescas, em sentido circular, contra Mei, que foi obrigada a recuar para se desviar. – He, por que está fugindo? – Provocou.

–Ikkaku! – Disse Hitsugaya surpreso. –Você está bem? – Questionou após notar que o companheiro estava ferido com alguns cortes e arranhões.

–Estou bem Hitsugaya taichou, aqueles monstros não eram de nada. – Disse e então sorriu excitadamente. – E você aí. – Voltou seu olhar para Mei. – Por que fugiu? – Provocou uma segunda vez.

Mei apenas analisava a situação seriamente com uma expressão neutra em seu rosto. “Ichi, Ni, San. Três contra um...”, pensou enquanto olhava atentamente para cada um.

Voltou a olhar para Ikkaku, levando as mãos aos cabelos novamente, liberando outro suspiro.

–Três contra uma dama? Tudo bem. – Disse dando de ombros.

–Está com medo? – Provocou Ikkaku com o sorriso ainda estampado no rosto.

–De jeito nenhum. – Mei voltou a encará-los. – Quanto mais dor pra vocês, mais diversão pra mim! – E então avançou novamente contra os três.

– Em algum lugar da Soul Society –

Ichigo estava caído sobre um campo, a única sensação que tinha era de estar em algo fofo, estava até mesmo confortável, mas uma forte dor o fez despertar.

–Aí que dor! – Resmungou Ichigo passando a mão na nuca enquanto despertava.

Notou estar deitado de bruços sobre um enorme campo com rasteiros gramados verdes. Levou a mão aos cabelos de cor exótica, bagunçando-os. Soltou algum tipo de resmungo incapaz de ser compreendido e logo sentou.

–O que aconteceu? – Parou para pensar como havia parado ali, lembrando-se do impacto que teve de encontro ao Zelador. – É mesmo! Eu fui lançado do Mundo do Precipício pelo Zelador por causa daquele maldito, kuse! – Resmungou.

Voltou a pensar nas coisas que haviam acontecido anteriormente ao acidente, despertando para a realidade.

–É mesmo, a guerra! Eu tenho que ajudar a proteger a Seireitei! – Afirmou se levantando num pulo.

Porém, antes que pudesse sequer dar um passo, teve uma estranha sensação e olhou para o horizonte a suas costas, notando uma misteriosa figura que se aproximava com seus curtos cabelos balançando ao vento. Não conseguira identificar quem ou que era, tudo que sabia era que tinha forma humana.

–Eu não tenho tempo para perder aqui! – Disse seriamente segurando o cabo de sua Zanpakutou que estava em suas costas.

– Unidade Leste –

–Houzukimaru! – Gritou Ikkaku se aproximando de Mei pelo alto, descendo com as suas lâminas gigantes em direção à garota.

–Forte. – Disse Mei esquivando-se. – Porém lento! — Afirmou acertando um chute na barriga do outro em um contra-ataque rápido.

–Hyourinmaru! – Gritou Hitsugaya lançando mais um de seus dragões de gelo na direção da inimiga.

–Mas como você é insistente! – Disse Mei desaparecendo e reaparecendo a frente do taichou, inclinando sua lâmina para um corte crescente.

–Kuse, não vai dar tempo de desviar! – Espantou-se Hitsugaya.

–Não tão rápido! – Afirmou Soifon surgindo e colocando sua grande arma a frente, repelindo o golpe de Mei após o encontro das Zanpakutous.

–Vocês realmente sabem trabalhar em grupo. – Provocou Mei passando a mão pelos longos cabelos.

–E você não devia se distrair tanto! – Gritou Ikkaku surgindo à frente da inimiga e girando com suas duas lâminas em horizontal, formando uma espécie de tornado devido a grande velocidade e força.

“É forte demais, não vou conseguir defender por muito tempo...!” – Afirmou Mei enquanto colocava sua lâmina a frente que chocava em intervalos irregulares com a Zanpakutou giratória de Ikkaku.

–Ikkaku! – Gritou Hitsugaya lançando mais um dragão de gelo que se envolveu entre os ventos da lâmina do fukutaichou, congelando aos poucos tudo a sua volta.

–Kuse! – Gritou Mei vendo sua lâmina sendo congelada novamente, juntamente com seus braços e tronco.

–Minha vez! – Disse Soifon, fazendo Mei a fitar com um olhar desesperador. –Morra! – Gritou liberando o míssil que atingiu a garota em cheio, segundos depois de Ikkaku e Hitsugaya se afastarem.

Uma enorme explosão se destacou nos céus, podendo ser observado por qualquer parte da Seireitei, até mesmo as partes mais distantes da Soul Society. Uma enorme nuvem de fumaça se levantou logo em seguida.

–Conseguimos! – Afirmou Hitsugaya aparecendo ao lado de Soifon, que estava em terra e ajoelhada devido ao cansaço e aos ferimentos. Ikkaku surgiu ao outro lado.

Soifon então relaxou os ombros, distensionando os músculos e liberando um pequeno sorriso, a vitória finalmente havia chego e não conseguiu deixar escondido que estava aliviada por tal fato.

Mas, ao sentir uma estranha sensação, voltou a encarar a grande nuvem de fumaça que já estava se dispersando, notando a silhueta familiar se aproximando, arregalando-o os olhos e engolindo a seco.

–Eu já disse... – Disse Mei saindo em meio às fumaças, mostrando-se altamente ferida com queimaduras por todo corpo e sangue escorrendo de sua boca e sobrancelha, e fazendo com que Ikkaku e Hitsugaya a notassem, arregalando os olhos também.

Pousou em terra – a uma distância segura – e então começou a elevar sua reiatsu demasiadamente, de uma força descontrolada e assustadora, fazendo com que raios saíssem do chão e ficassem a sua volta.

–Vocês não podem me vencer com esse poder medíocre de vocês! – Gritou deslizando a mão sobre sua Zanpakutou, que estava em horizontal, fazendo com que outra espada gêmea a primeira surgisse na outra ponta.

–Não pode ser...! – Espantou-se Hitsugaya já sabendo do que se tratava.

–Bankai! – Então conectou as duas bases das espadas, girando-as e tornando-as e uma lança de dois lados, com uma base em prata resplandecente e sendo as duas pontas a antiga forma de sua Zanpakutou – lâminas deformadas em forma de um raio. – Arashi no shoukan, Narukami! (Narukami, o invocador de tempestades). – Terminou de falar posicionando sua lança-espada de dois lados em seu antebraço e fazendo com que uma rajada de raios, que saíam incessantemente da terra de forma destruidora, ficasse a sua volta. – Vou mostrar a vocês o que é uma bankai de verdade! – Disse encarando os três com olhar psicopático e com um sorriso maléfico em seus lábios.

Notas finais
E aí, gostaram? Não gostaram? Sei que é chato, mas gostaria que vocês respondessem a algumas perguntas no review, aí estão elas: 1 - Vocês conseguiram imaginar as cenas de luta durante a leitura? 2 - Conseguiram imaginar os locais das batalhas? (Essa é importantíssima!) 3 - Sobre os ferimentos, acharam muito artificiais ou tá bom assim? (Lembrando que estou fazendo no estilo Shounen) Enfim, é isso, se puderem coloquem as respostas nos reviews, porque isso vai me ajudar a perceber onde preciso melhorar! E é claro, não esqueçam dos comentários sobre o capítulo e tudo mais! Obrigado mais uma vez pela atenção e pelo capítulo!