Notas iniciais
Yoo minna, cá estou again :3
Gomene a demora, é como eu falei, eu ando meio sem tempo, então tá difícil conseguir escrever, mas sempre que eu tenho um tempinho eu tento.
Pra compensar a demora eu fiz esse capítulo um pouquinho maior e também a pedidos da minha querida leitora Kuchiki Kurosaki Rukia.
Então é isso, espero que gostem.
Boa leitura!

–O que foi que você disse? – Diz Yuzuke claramente espantado com a revelação de sua talvez “companheira”.

–Isso mesmo que você escutou. – Diz ela sorrindo ironicamente. -Não precisa mais ficar fingindo que não sabe de nada.

–Do que você está falando? – Pergunta o rapaz assustado dando passos para trás. –Eu, companheiro de vocês? – Diz ele enquanto olha para suas mãos.

–Yare yare Yuzuke-Chan, porque ainda está nesse papel de coitado? – Diz Mei o provocando.

–E-eu? Um de vocês? N-não pode ser... Não pode ser! – Grita o garoto ajoelhando e colocando as mãos sobre a cabeça.

–Pare de se fingir! – Grita ela.

–Deixe-o em paz! – Grita Rukia se recuperando e levantando lentamente. –Yuzuke perdeu a memória, mas eu não acredito que ele seja igual a você, sua víbora!

–Víbora? Isso não é nada eletrizante! – Diz Mei. –Ele perdeu a memória? Então vou ajudar a recuperá-la. Desculpe Yuzuke-Chan, vai ser dolorido, mas vai ser para o seu bem! – Diz ela, agora com um tom sério, e se aproximando do rapaz.

–Não ouse tocar nele! – Uma Zanpakutou preta barrou o caminho da garota.

–Óh, defendendo seu inimigo? Isso é novo para mim.♥ — Disse a garota rindo ironicamente.

–Não importa se um dia ele foi um de vocês, você não vai levá-lo! – Afirma Ichigo aumentando sua reiatsu em grande escala, já com sua bankai liberada.

Mei nota uma reiatsu maior surgindo de dentro da Seireitei, o que fez com que ficasse com um olhar e uma postura mais séria. Ficou em posição de ataque, pronta para iniciar um combate, fazendo Ichigo ficar tenso.

–Tudo bem, façam como quiser. – Disse a garota se virando e dando de ombros. –Minha missão aqui já está completa. – Disse indo embora.

Ichigo estava se preparando para impedi-la, quando sente uma enorme reiatsu e uma espécie de minhoca gigante passa ao seu lado, indo em direção à inimiga, numa velocidade incrível.

–Aonde pensa que vai? – Diz Mayuri com um longo sorriso amarelo, vendo que a inimiga estava encurralada por sua bankai.

Rukia solta um suspiro de alívio ao ver o taichou.

–E o que você pensa que pode fazer com essa minhoca gigante com cara de criança? – Diz Mei fitando o taichou com um olhar monstruoso.

–Hum, ousada. Gosto do seu tipo. – Diz o Mayuri. -São os melhores para serem dissecados. – Disse sorrindo sarcasticamente. -Konjiki Ashisogi Jizou! – Grita o taichou dando sinal para sua Zanpakutou atacar.

–Você pensa que pode me acertar com esses golpes lentos? – Diz a garota desviando do golpe do monstro e pulando sobre ele.

–Hum. – Diz o taichou sorrindo. -Era isso que eu queria que você fizesse!

–Hã? Diz a garota assustada.

–Névoa venenosa! – Sorri mostrando seus grandes dentes amarelados.

–O quê?! – Diz Mei, reparando que estava cercada por uma névoa roxa e usando sua habilidade parecida com um shunpo para sair da área de ataque.

–Tarde demais! Um miligrama que você tenha inalado já é mais que suficiente para afetar sua corrente sanguínea. – Diz taichou sarcástico, como de costume.

Manchas roxas começam a surgir no corpo da garota, que se sente mais fraca, incapaz de ficar em pé.

–Está acabado! – Diz Mayuri dando meia volta, mas é surpreendido por uma incrível reiatsu.

–HAHAHAHAHA! Você acha que pode me matar com isso? – Diz Mei liberando uma incrível e assustadora reiatsu. -Até agora eu estava brincando com vocês, mas chega de brincadeira! – Conclui.

Sua expressão havia mudado, um olhar terrível fitava todos, um olhar que transmitia fúria e impiedade, abalando a todos presente. Colocou sua mão sobre sua Zanpakutou, iria sacá-la.

–O que pensa que vai fazer? – Diz um cara misterioso de capuz, aparecendo diante dela e segurando sua mão.

–Você aqui? – Diz a garota assustada, mas logo recobrou a fúria. –Saia da minha frente, eu vou matá-los!

–Essas não são as ordens do Mestre. – Diz o cara, sua voz era fria.

–Kuse... – Disse a garota desprendendo sua mão, e dando meia volta. –Vocês tiveram sorte, mas da próxima vez eu vou mata-los. – Disse com um olhar sombrio.

–Ikuze. – Disse o cara se desmanchando em água.

–Hai. – Disse sumindo como um relâmpago.



–Hey Rukia, acorde. – Uma voz calma tentava a despertar.

–Hã? – Disse a garota despertando sonolentamente. -Yuzuke? – Disse ela ainda em estado de sonolência.

–Sim sou eu, fico feliz que esteja bem. – Disse o rapaz meio sem jeito.

–O que aconteceu? – Diz ela se levantando e assentando-se na cama. -Aqui é o quarto esquadrão?

–Hai. Rukia, você desmaiou e estava desacordada há três dias. – Disse Yuzuke.

–O que? Três dias? – Disse a garota dando um pulo da cama, mas notando que estava apenas com a roupa hospitalar voltou para de baixo das cobertas envergonhada. Yuzuke apenas ria com aquela situação. –Então quer dizer que estou desacordada há três dias... – Diz Rukia cabisbaixo ao se lembrar do acontecimento.

–Sim, depois que o ataque foi cessado você caiu desacordada, estava gravemente ferida. – Diz o rapaz com um tom de voz receioso.

–Entendo… — Diz a garota ainda triste. –Mas e Renji e os outros, como estão? – Disse desesperada ao lembrar que estavam em dois grupos.

–Eles estão bem. Parece que havia um inimigo lá também, mas Zaraki taichou chegou para ajudá-los e ele se retirou assim como aquela tal de Mei. – Conclui o ruivo.

–Ah, fico feliz que todos estejam bem. – Disse a baixinha soltando um suspiro de alívio.

–Parece que trocamos de lugar. Há alguns dias era eu nessa cama e você que cuidava de mim, agora é minha vez de retribuir. – Disse Yuzuke sorrindo.

Rukia saiu de sua cor pálida, de recém-despertada, passando para vermelho levemente corado. Ficou em silêncio, não sabia o que falar, estava desajeitada e envergonhada.

–Com licença. – Disse Unohana com sua voz doce, adentrando a sala. –Rukia, analisamos os resultados dos exames e felizmente não teve nada de grave, você está liberada para voltar para casa.

–Hai. – Respondeu a baixinha. – Arigatou gozaimashita, Unohana taichou.

–Rukia, vou te esperar lá fora para que você possa se trocar, aí vamos embora juntos. – Disse Yuzuke sorrindo gentilmente.

–Hai. – Respondeu a garota.

Não demorou muito para que Rukia saísse e eles caminhassem, chegando à mansão Kuchiki, onde adentraram.

–Rukia, que bom que você está bem. – Diz Kuchiki Byakuya.

–Nii-Sama, arigatou. – Disse a baixinha com um enorme sorriso.

–Estou indo para meus aposentos. E ah, Yuzuke, obrigado por cuidar dela. – Disse o taichou se retirando da sala.

–H-hai! – Exclama Yuzuke sem jeito.

–Bom, acho melhor eu ir descansar. – Disse Rukia pronta para se retirar.

–Hey Rukia. – Disse o rapaz fazendo-a olhar para trás. -Você tem mesmo que ir deitar? É que eu queria conversar um pouco… – Disse sem jeito.

–T-tudo bem… – Disse a shinigami sem graça.

Os dois então foram para o jardim da mansão e ficaram sentados no gramado, observando o céu que está mais claro, com uma enorme quantidade de estrelas amostras, fazendo-o brilhar como nunca.

–Então, o que você queria falar? – Pergunta Rukia curiosa.

–É que e-eu, aquelas pessoas… — Disse ele abaixando a cabeça.

–Pode falar, confie em mim. – Disse a baixinha segurando seu braço com uma de suas mãos.

–V-você acha que eu realmente sou um deles? Digo, que eu sou mal…? – Disse o rapaz enchendo os olhos de lágrima.

–Não, é claro que não! – Disse ela se levantando. -O Yuzuke que eu conheço não faria mal a uma mosca. Não importa o que dizem, o que importa é apenas o que você sente. Se dentro de si mesmo, você não se acha mal, então não tem porque se preocupar. – Conclui ela olhando para a Lua.

–Rukia-San… — Disse ele se levantando e aproximando-se dela. -Arigatou, você sempre esteve do meu lado, você é uma pessoa muito especial para mim. – Disse aproximando-se lentamente seus lábios ao de Rukia, fechando os olhos lentamente.

Rukia estava nervosa, suas mãos tremiam e agarravam seu kimono na tentativa de aliviar. Sua respiração estava tensa, não conseguia se mover. Ele estava ali, o cara a quem ela se apaixonou, estava ali diante dela e iria beijá-la. Mil coisas passavam por sua cabeça, os segundos que estava demorando para que os lábios fossem selados pareciam séculos, seu coração acelerara de uma forma descomunal.

–Desculpem interromper o casal. – Interrompeu Byakuya antes que o beijo ocorresse. -Mas é que tem alguém que está querendo falar com você Yuzuke.

–Comigo? A essa hora? – Disse o rapaz se afastando da shinigami, disfarçando. -Não pode ser ao amanhecer? – Conclui ele.

–Desculpe Yuzuke, mas para aonde você vai o Sol raramente nasce. – Disse Mayuri surgindo com mais dois shinigamis de guarda. -Você está preso!



Notas finais
E aí gostaram? Reviews please *-*
O autor baka aqui adora reviews, eles me ajudam muito ><
Obrigado por ler!