Bleach Millenium

3 A perícia! O Destino de Kaminari...


Notas iniciais
(Nota do autor: Agora postarei oficialmente na expectativa de meus leitores, pois terei mais tempo para me dedicar ao enredo e aos detalhes e notas que posso acrescentar. Obrigado a compreensão)

Depois de muita confusão, a perícia foi concluída e Satori propõe-se a anunciar os resultados: Quem será o culpado disso tudo?

- O que significa isso, Pierre? – Ichigo estava surpreso, mas ao mesmo tempo irritado.

- Há algo diferente do que pareça ser, Kurosaki? – O rosto de Pierre era calmo, seus olhos eram fundos e frios. Sua espada estava ainda apontada para o corpo de Kaminari, que estava caído no chão. Kaminari não estava desacordado, mas sentia fortes dores, e estava caído com a mão esquerda sobre o ferimento, e a mão direita ainda na Zanpakutou, trêmula.

- Ohô, pensei que não fosse mostrar as asinhas, Pierre... Eu estava pretendendo ver até onde iria... hehe... – Ayon estava estático.

- Então é isso... Eu terei de matar você também? – Ichigo estava em fúria. Jamais fora traído dessa forma, ainda mais em uma situação tão inconveniente.

- Como se pudesse, Kurosaki. Seu poder ainda não é nada, perto de tudo que está por vir. Você não conseguiu sozinho em toda sua vida, quem dirá agora. Não somos o amador do Aizen, Kurosaki... – Ayon tinha poder de intimidar apenas com palavras. Ichigo mal conseguiu tocá-lo, e só neste momento é que se lembrou que tanto Kaminari quanto ele não causaram dano algum com os projéteis lançados.

A situação era complicada, de fato. Ichigo agora estava sozinho, e tinha um oponente forte, e um subordinado que até então era mediano, mas que conseguiu derrubar até mesmo um Taichou experiente da Soul Society. Seu corpo já estava muito ferido e sangrando. Era claro que mesmo com sua força na totalidade, não poderia derrotá-los.

— Então esse é seu real poder, Pierre? – Ichigo estava respirando forte e ofegante. O sangue escorria em seu rosto e sua vista já estava embaçada.

— Pierre é um forte guerreiro, eu o encontrei a muito tempo. Ele conseguiu brigar comigo de igual para igual, e até mesmo com minha Espada liberada, e as minhas relíquias, ele foi capaz de lutar igualmente comigo. É claro que ele foi derrotado, mas eu soube reconhecer o grande valor que ele possui. Só de balançar a sua Zanpakutou, ele consegue cortar a quilômetros do de distância de sua lâmina. E esse nem é seu poder de verdade, sua liberação a torna muito mais incrível. – Ayon estava falando seriamente, enquanto recordava do passado que citara.

— Nossa, quem diria que você falaria assim de mim, Ayon... – Pierre estava sorridente.

— Acho que eu pude notar isso, Ayon! Mas isso não muda nada. Agora está ficando divertido. Hehe

— Não force, Kurosaki, você sabe que não pode nos derrotar, ainda mais no estado em que se encontra...

Ichigo resmungou dentro de sua mente. Não queria admitir essa verdade, mas naquele momento não poderia fazer nada. Mal podia enxergar devido à perda de sangue e também o sangue que tapava sua vista, mas podia ver movimentos: Era Pierre, balançava sua espada segurando na faixa que enrolava o cabo de sua Zanpakutou, a segurando no alto, e em seguida “cortando o ar”. Um brilho passou ao chão, e em seguida parecia o ar cortando todo o solo na direção em que a espada de Pierre desceu. Ichigo esquivou para o lado, mais jogando seu corpo, que mal podia ficar de pé, do que desviando de fato. Tomou um impulso forte, e voando como todo Shinigami pode fazer, seus músculos já queriam traí-lo, mas ainda sim, sua força de vontade era enorme:

— Getsuga....

PLIN!

Um barulho metálico, a espada negra de Ichigo, Tensa Zangetsu estava sendo bloqueada por Pierre e sua zanpakutou. Ele estava sorrindo e de olhos fechados, flutuando juntamente a Kurosaki, surpreendendo-o e impedindo-o de terminar a pronúncia. Neste momento, Ayon apareceu por cima de ambos, e com a mão direita, apenas, desferiu um soco nas costas de Ichigo, fazendo-o chorar-se contra o chão, levantando poeira e pedras. Pierre estava parado, logo a frente do corpo de Kurosaki, que caíra perto do corpo de Kaminari-Taichou, olhava-os friamente, e não sentia pena alguma. Levantou sua espada, de forma que a posição do corte cortaria ambos ao meio, sem qualquer tipo de falha, e ia abaixando-a lentamente...

SLAAAASH!

— O que...? – Os olhos de Pierre arregalaram-se, e seu lado esquerdo estava sangrando.

— HEEEEYYYYY, não achou que nós fôssemos deixar você matá-los, não é? – Algumas vozes falaram isso junto. Ao redor, havia um monte de Shinigamis, várias idades e diferentes rostos.

— O que significa isso, Pierre? – Ayon estava cercado também.

— Esses são os shinigamis substitutos, todos eles possuem níveis consideráveis, alguns mais, outros menos, mas nenhum oferece risco algum. Eu mesmo posso derrubá-los. – Pierre ainda estava frio.

— E quanto a esse corte? Vai dizer que permitiu também que ele fosse feito?

— Não. A responsável por esse corte, chama-se Kurosaki Hisana... Ela é a Fukutaichou do Bantai implantando em Karakura. Sua capacidade de batalha é maior até mesmo que a de Ichigo. Ela é uma substituta exemplar, mas ainda não descobriu seus reais poderes...

— Entendo... Mas por hora não temos tempo para brincadeiras como essa. Precisamos ir.

— É uma pena... – Pierre fechou os olhos e deu um ledo e discreto sorriso. Tudo pareceu estar em silêncio naquela hora.

Fxiu, fxiu!

Todos os shinigamis substitutos ao redor, haviam caído inclusive Kurosaki Hisana, enquanto Pierre parecia nem ter saído de seu lugar. Todos eles possuíam um corte quase fatal, que, dentro de alguns minutos, os levaria a morte.

— Isso garante a minha satisfação. – Pierre anunciou enquanto o sangue que escorria em sua espada era limpo, ao passa-la por seus dedos no ato de guarda-la, como os antigos e honrados samurais.

— Vamos... e dê-me o Olho da Fênix... – Ayon estendeu a mão.

— Não pense que eu precisei disto para fazer isso. Eu nunca precisei dessa pérola idiota....

Um portal abriu, e ambos entraram. O Transversal Paralelo os aguardava do outro lado. Aquela batalha, assustadora para os aliados de Ichigo, encerrava ali.

Soul Society:

BLEEEM, BLEEEM, BLEEEM, BLEEEM, BLEEEM…!!!

TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP….

O barulho da sirene soava por toda a Soul Society, assim como todo o barulho de passos. Novamente, tudo estava agitado.

— 4ª Bantai da Divisão médica, dirija-se agora mesmo para a floresta de Karakura. Salvem todos que puderem. Imediatamente dêem todo o apoio que puderem aos feridos...! – Uma voz anônima gritava, comandando o 4ª bantai. Enquanto isso, em um dos alojamentos, se encontravam shinigamis conversando:

— Acho que foi um pouco cedo comemorar o século de paz.

— Verdade, tudo ficou tão conturbado.

— Mas não disseram que os poderes retornaram nos limites?

— É, mas mesmo assim, os shinigamis do mundo humano foram derrotados.

— HAHA, eu que não quero ir a essa batalha.

— Verdade, prefiro ficar por aqui também...

O falatório se embolava no meio desta confusão, quando de repente, a voz que ouviram se intimidou:

— Se pensarem assim, serão os primeiros que serão eliminados por Ayon e por Yousuke. E acredite, eles viriam até aqui somente para mata-los...

— K-Kiraza-Taichou?

— Ao invés de perder tempo, falando asneiras assim, deviam estar em seus Bantai, treinando suas habilidades.

— Mas se...

— Não morri por que me consideram bom o suficiente para que me junte a eles. Mas para shinigamis que não tenham poder ao menos equiparados ao meu, eles destruirão. Tenham certeza disso... Um novo mundo vai surgir, e nós temos que estar preparados para defendê-lo.

— SIM, KIRAZA-TAICHOU!

....

— Como estão os procedimentos com nossos companheiros shinigamis? – Zarashi estava preocupado.

— Está indo bem. Poucos deles, infelizmente não resistiram. Mas temos grande parte de nosso exército intacto ainda. Vão se salvar. – Noova-Fukutaichou estava sempre disposta a ajudar seu Taichou.

— Não entendo como um milênio de paz foi se dissipar assim. Em um momento estava tudo bem, e no segundo momento, eu tenho shinigamis fortes feridos, um grande dano causado, e dois traidores.

— Em breve estaremos prontos, Hokaido-sama! Eu mesma cuidarei deles!

— Não, Noova, se tentar fazer isso, você será derrotada. Não seja tola... mas, você cresceu com Pierre. Não sabe nada que possa nos fornecer como informação?

— Senhor, eu não sabia deste potencial de Pierre. Na verdade, eu costumava ganha-lo nas lutas. Ele não parecia ser mais forte do que víamos. Acho que devemos considerar os anos que ele treinou com Kurosa...

— Besteira! Um milênio, mesmo com o treinamento de Kurosaki, não o daria um poder tão grande. Nem mesmo Kurosaki seria capaz de derrotar tantos shinigamis em um segundo, ou menos que isso...

— Mas, Hkaido-Taich...

— Não! Eu estou certo disso. Mas também temos um intruso aqui dentro. E não poderemos dar mais passos sem saber quem é ele. No dia em que estava acontecendo a festa do milênio de paz, não foi um dia por acaso. Nenhum de nós estava preocupado em algo assim acontecer, era o dia perfeito para libertar aqueles dois. Então, a pessoa que fez isso, devia saber bem como faríamos o evento. Isso me preocupa... Quem será?

Neste momento, a pergunta ficou no ar após umas batidas na porta da sala da 1ª bantai. Alguém estava ali. Quem seria?

— Entre... – Noova deu o comando para quem estava do outro lado.

— Olá... Tenho novidades interessantes, Taichou-sama, Fukutaichou-sama... – Aquele rosto poderia incomodar a muitos. Aquela máscara de material resistente branco, e algumas manchas vermelhas, escondia o verdadeiro rosto de Satori. – Temos o resultado da perícia... – Pelos buracos dos olhos, dava para perceber que por baixo daquela máscara, Satori estava sorridente.

— Entendi... Chamem os outros capitães, vamos anunciar o resultado!

O momento estava carregado por uma nuvem de tensão. Não havia um Taichou que estivesse ali tranquilamente, com exceção de Satori, que seria quem anunciaria o resultado. Todos olhavam um para o outro, e até mesmo Kiraza, que tinha seu corpo enfaixado para recuperação de seus ferimentos estava presente. Satori estava por baixo de sua máscara, como sempre, seguindo a linhagem dos capitães loucos da Soul Society. Dessa vez, sua máscara estava pintada com uma serpente nela, tornando o clima ainda mais pesado na cabeça de alguns.

— Espero que estejam todos preparados para o resultado. Zarashi-sama, Taichous-sama, eis que o culpado por termos fugitivos é... – Satori fez uma pequena pausa. – Nosso companheiro, KAMINARI KAMI!

— Kami-san? – Nana estava surpresa.

— Oh... Eu nunca pensei que Kaminari-chan ia ser capaz de fazer esse tipo de coisa... – Nokuteshimo estava sorrindo, como sempre. Notoriamente, este homem nunca aparentava emoção alguma.

— Eu me recuso a acreditar, deve ter tido algum erro. Eu conheço Kaminari a muito tempo, e sei que ele nunca seria capaz de fazer...... – Kiraza fora interrompido por Zarashi.

— Mande essa informação para a equipe de Ichigo, prendam-no no mundo humano, e em seguida enviem uma equipe de escolta para trazê-lo até aqui. Kaminari será executado.

— Mas Zarashi-sama, precisamos de mais provas para...

— Está decidido, Kiraza! Kaminari tem que pagar pelo que fez. Dispensados.

Imediatamente todos deixaram o salão, mas Kiraza permaneceu até que só sobrassem Noova, Zarashi e ele mesmo na sala de reuniões da 1ª Bantai.

— Hokkaido, eu estava preso até 15 anos atrás, quando o Senhor assumiu como capitão desta divisão, a 1ª Bantai. Mesmo sendo um prisioneiro, depositou sua confiança em mim. Na época em que eu estava junto a meu irmão nessa história, Kaminari lutou comigo com todas as forças, sendo fiel ao antigo Capitão, Yamamoto Genryuusai. Ele nunca abandonou o velho. Durante todo esse tempo, nós o selamos no Transversal Paralelo, e só lhe contei onde ele estava por que sabia que podia confiar nele.

— Kiraza, eu entendo. Mas nem mesmo você sabe o que se passou na cabeça dele todos esses anos, e que tipo de alterações ele pode ter sofrido mentalmente. Aquele lugar, não é um lugar bom de ficar.

— Eu tenho certeza de que Kaminari é inocente. Não irei de contra as suas ordens, Taichou... Mas eu apenas achei que deveria alertá-lo sobre suas escolhas. Sua licença...

Blanchard deixou a sala, restando somente Noova e Zarashi.

— Devo seguí-lo? – Noova perguntou a Zarashi.

— Não. Kiraza não fará nada.

Fim da noite.

(Base de Karakura, Mundo Humano)

- Hisana-Fukutaichou... Mas as ordens são de prendê-lo!

- Se deseja sobrepor as minhas ordens, dentro da unidade na qual eu sou Fukutaichou, na ausência de meu Taichou e meu pai, Kurosaki Ichigo, você é quem será presa! – Kurosaki Hisana estava enfurecida.

- Desculpe Kurosaki-sama!

- Não podemos prender um homem que esteja ferido desta forma, como ele está. E também não podemos desconsiderar que ele veio ajudar o meu pai. Não sei quem é este homem, mas não posso permitir que façam isso, não quando ele não tem nem ao menos condições de falar nada.

A noite estava ficando cada vez mais quieta, mas a cada manhã, o caos aumentava. O medo de Zarashi era de que chegasse uma manhã em que nada mais pudesse ser feito para controlar todo o caos que sempre vinha.

Ichigo estava recuperando-se, mas já estava acordado. Os ferimentos de Kaminari eram fatais. Kurosaki não podia deixar de lembrar que Pierre estava com ele este tempo todo, e era nada mais nada menos que um intruso. Nem Ichigo, como capitão, reconhecia seu real poder. Não pôde fazer nada para ajudar Kaminari e foi derrotado ridiculamente. Sua mente estava envolta de pensamentos acelerados, imagens e falas. A aparência de Pierre e de Ayon estava em seus olhos. “TSK!”, pensava.

Qual será o... Sobrenome de Pierre, afinal? Perdido em seus pensamentos, Kurosaki foi despertado por uma voz que o chamava pelo lado de fora do quarto no qual repousava.

— Kurosaki-Taichou! Eles chegaram! Querem levar Kaminari-sama para a Seireitei.

— Tsk! Logo agora? – Kurosaki pensou dentro de sua própria cabeça, saiu do quarto correndo e fora em direção ao quarto onde Kaminari sendo atendido. A correria parecera uma eternidade, como se todos os corredores ficassem maiores. Chegando finalmente ao quarto, quem aguardava bem na porta era um homem, possuindo olhos nos quais naquele momento, como em muitos, não se via os olhos, apenas uma feição de sorriso simpático, com cabelos longos, loiros, presos por um rabo de cavalo.

— Yoo, Kurosaki-chan! Vejo que está melhor... – Nokuteshimo direcionou seu sorriso para que Ichigo pudesse ver seu rosto, meio de soslaio.

— De todas as pessoas, logo você? Saia daqui, até que Kaminari se recupere, ele ficará sob os meus cuidados.

— Creio que isso não será possível, Senhor Kurosaki. Tenho ordens diretas de Zarashi para leva-lo comigo. Vou escoltá-lo até a Seireitei, onde será retido e executado.

— Executado? Mas o que este homem fez...? – Ichigo estava surpreso.

— Este homem é responsável pela fuga de dois grandes guerreiros, e pela omissão da denúncia de Pierre.

Kurosaki Ichigo ficou sem palavras, e abaixou sua cabeça. Não acreditava nisso, mas no momento, não podia lutar.

— Eu vou achar o culpado... – Ichigo disse baixo, de relance. Essas palavras, só fizeram o sorriso de Nokuteshimo aumentar.

— Creio que já tenhamos encontrado, Kurosaki-kun... – Olhou para dois shinigamis que estavam do lado de fora. – Peguem-no, estamos saindo...

— PAI! Não vai deixa-los fazer isso, vai? – Kurosaki Hisana desejava de toda sua alma, puxar sua Zanpakutou.

— De imediato, Hisana... As coisas ficarão assim.

Os dois shinigamis pegaram Kaminari e o puseram em uma maca, tirando-o da Sala em que estava. Ichigo e Hisana estavam expressivamente raivosos em seus rostos.

— Passar bem, rapazes... – Nokuteshimo sorriu, e virou as costas, saindo da sala.

...

“Quero que vá ao mundo humano, Pierre. Encontre a localização de minha segunda relíquia. A Pena da Fênix é uma das mais importantes para nossos objetivos. Eu irei a um lugar com Yousuke, para recuperar alguns aliados. Não sei em quanto tempo voltarei, mas tente não causar muitos estardalhaços. Precisamos que a Seireitei não saiba o que estamos fazendo. Não precisamos que eles leiam nossos passos”.

— Eu tenho que fazer as partes mais chatas... Sorte que te devo muito, Cabeça de fósforo! Por que não pode procurar por suas próprias relíquias? Tsk....

O portal que Pierre abrira para o mundo humano, saindo da Transversal Paralela, estava concluído. Saindo, e andando alguns passos, Pierre se deparara com uma imagem de seu passado.

— Ohô... Então... O que está fazendo aqui... Senhorita Nana?

— Pierre, eu sei que você sabe a verdade... E vai me contar agora. Quem são os responsáveis pelos crimes que estão ocorrendo na Soul Society?

— Creio que isso não seja possível, eu não sei do que está falando... – Pierre sorrira.

— Terei de arrancar de você?

— Eu já disse... Mas se insiste... quem sabe eu não acabe me recordando de algo, se conseguir refrescar minha memória... – Nesse momento, o portal para a Transversal Paralela se fechou. Uma folha se desprendeu de uma das árvores, e voava lentamente, passou pelo meio dos dois, e finalmente começou a descer. No momento em que ela tocou o chão, um passo.

— Te farei me dizer, Pierre! – Nana-Taichou avançou, desembainhando sua espada.

— VENHA, Nana-Taichou, HAHAHAH!

Em meio a tanta guerra, uma nova batalha acontece com o cruzar de espadas de duas pessoas que possuem um passado concorrente. Que ligação poderiam ter?

Notas finais
Nana resolve procurar por conta própria a verdade por trás dos fatos, seguindo sua intuição de que Kaminari não é o real culpado pela liberdade de Ayon e de Yousuke.
Decide recorrer a tirar a verdade de alguém de seu passado, Pierre, que se revelou como aliado dos ex-prisioneiros.
O que está por trás disso tudo?

Próximo capítulo: "A Batalha pela verdade!"
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.