Notas iniciais
Pois é, Minna, acabou-se! Todos chora, todos sofre, mas foi bom enquanto durou, né?! ~~Espero
Mas enfim, chega de enrolação e lágrimas, isso aqui é uma Fic de humor, pfvr!
Haha, Terá até um apendicezinho no final! >.
BOA LEITURA!

-Mayuri-sama, há algo que quer que eu faça a essa confusão?

-Apenas trate de imobilizar a criança, o velho já está caído, será mais fácil agora que perdeu a consciência.

-Mas temos de ir depressa, senão pode acontecer o pior... –Prevenira Urahara. –Se ele já desmaiou...

-Mas o que me irrita é não termos descoberto o quê ou quem destruiu minha linda máquina. –Mayuri reclamava, tinha nas mãos uma coisa estranha, parecia um bastão, dele saía uma luz azul;

-KISUKEEEEE! VOCÊ CHEGOU! –O grito de Yoruichi de repente calou a multidão. Nemu arrastava o corpo do velho, ocupado por Yachiru até o corpo verdadeiro, que estava caindo, tremendo ao chão. Mayuri, no corpo de Kenpachi, e Urahara estava no de Oomaeda, toda hora levando a mão a cabeça pensando encontrar lá seu chapéu, mas sem sucesso.

Enquanto Mayuri apontava aquele estranho bastão no rosto do velho, Urahara apontava outro para a garotinha, e depois, Nemu forçou-os para que os lábios se tocassem. Três segundos passados e uma luz vermelha encheu o campo dos treinos do primeiro esquadrão, e o velho despertava.

-PORQUE NÃO COMEÇARAM A TREINAR, MALDITOS? DEIXEI ORDENS!–E percebeu sua voz. –EI, SOU EU OUTRA VEZ? MAYURI, TE QUEIMAREI AGORA, MALDITO! –Sua fúria faiscava.

-Eeeespeeere, Comandante! –Dizia Urahara. –Não o queime antes que terminemos o processo.

-Ken-chan, voltei a ficar pequena... –Disse Yachiru, desapontada.

-Pelo menos assim, o velho não implica com você. –Kenpachi respondeu. E de repente o sorriso voltou ao rosto dela.

-Quem será o próximo? –Mayuri tinha no rosto aquele sorriso psicopático de sempre.

-Não serei eu. –Disse Ichigo.

-Hmpf, ninguém está falando de você, Kurosaki Ichigo, você nem se quer se transformou. –Byakuya disse.

-EU, PELO AMOR DE DEUS! –Disse Kira.

-ISSO, TROQUE A GENTE POR FAVOR! –Concordou Hisagi.

-NÃO ANTES DE MIM, NÃO ANTES DE MIM! –Agora quem falava era Iba. –Quero que meus óculos voltem a servir no meu rosto, e não sentir que há pulgas em lugares que não consigo alcançar.

-Pois é, pulgas... –Disse Yoruichi, novamente coçando atrás das orelhas.

-É, nos troque, esse frio, e essa vontade do Sake... –Concordava Komamura.

-São mesmo uns idiotas. –Disse Mayuri. –Não perceberam que continuam no mesmo corpo...

-COMO ASSIM? –questionou Soi Fong.

-As vontades são psicológicas... Vocês não trocaram de corpo, e sim mudaram a aparência do corpo. Provavelmente trocaram com a pessoa que estava mais perto e que tinha tocado a última vez. –Disse logo Urahara. –É por isso que os corpos se repelem. Mas é preciso que se toquem outra vez para voltar.

-Mas porque beijo? –Perguntou Ichigo.

-Porque é um toque mais... Como explico, mais profundo?! Então é mais fácil. Por três segundos... Vamos, formem a fila, não temos o dia todo, eu tenho trabalhos no mundo dos vivos... –Adiantou Urahara.

-Esse aí, pensa que só porque descobriu que o beijo era a forma mais fácil, é o mais ocupado. –Reclamou Mayuri. –Que homem desnecessariamente cheio de si.

-ENTÃO EU TEREI DE BEIJAR ESSE INÚTIL? –Dizia Kira.

-EU NÃO VOU FAZER ISSO! –Agora era Hisagi.

-Ah... Esses ignorantes. –Mayuri. –Soi Fong Taichou, Nemu, acho que precisarei de vocês...

-Se quiser, eu os desmaio pra ficar mais fácil. –Soi Fong estalava os dedos.

-E na sua vez, quem vai te desmaiar, Soi Fong? –Perguntava Yoruichi capciosamente, com seu famoso Chesire. –Sabe que eu sempre quis beijar eu mesma?

-Hmpf, essa história de beijo é mesmo necessária? –Byakuya. –Não quero beijar a minha irmã.

-É, nunca pensei em beijar o meu Nii-sama... –Concordava Rukia.

-Pelo menos é uma mulher. –Disse Ikkaku, irritado. –Eu ia MATAR o maldito, agora de repente tenho de BEIJÁ-LO?

-Ah, gente, pensem pelo lado positivo, terão de beijar seu próprio corpo... –Era Rangiku. –Eu sempre tive essa curiosidade...

-Matsumoto, tento na língua. Ninguém precisa saber dos seus fetiches. –Hitsugaya a reprimiu.

-Shiro-chan, você vai beijar a Rangiku-san? –Um vislumbre de ciúme percorreu os olhos de Hinamori.

-Hinamori...?! –Hitsugaya estava confuso.

-Mas... Yoruichi-sama... Eu nunca... Eu não devo... Sou baixa demais para... Uma pessoa como você, eu... Não estou ao seu nível, eu... Eu juro que nunca pensei... YORUICHI-SAMAAAAAAA! –E desmaiou.

-Vamos, Kisuke, aproveite que ela está dormindo... Não quero traumatizar a garota. –E Kisuke junto de Mayuri passaram seus bastões e ela chocou os lábios pelos três segundos e a luz novamente surgiu, e estavam trocadas.

-Ah, finalmente! –Yoruichi exclamou, satisfeita, estalando as costas. E Soi Fong acordou.

-EU ESTOU DISPOSTA A TENTAR, YORUICHI-SAMA! –Ela acordou dizendo, de olhos fechados e rosto rubro.

-Mas já aconteceu, Soi... Está de volta ao seu corpo. –Ela disse, olhando-a de canto. Soi Fong começou a se tocar como se não conhecesse o próprio corpo.

-Já?! –Soi Fong não sabia se chorava, se gritava, ou se fazia as duas coisas, por fim decidiu chorar. –Yoruichi-samaaaaa...

-Vamos, vamos, formem fila, não tenho o dia todo! –Mayuri estava definitivamente muito impaciente, embora o sorriso de psicopata nunca abandonasse o seu rosto.

-Troque a gente, Mayuri. –Disse Kenpachi. –O Ichigo está aqui, poderei chutá-lo e me divertir com isso! –Sorria.

-Kenpachi... –Dizia Ichigo. –Não vim para lutar.

-Não, faça a gente primeiro. –Disse Ukitake. –O Kyouraku dormiu outra vez, será mais fácil se for assim. –E o processo se repetiu,e Kyouraku acordou.

-Ah, finalmente, estava cansado de não poder beber ou fazer nada...

-Não há mesmo outra maneira? –Perguntava Isane. –Eu estou de mal com a Unohana Taichou e...

-Não é para ser algo carinhoso, é só para trocar. –Disse Mayuri, impaciente. –Mas que dificuldade eles tem em entender as coisas!

-NINGUÉM SE IMPORTA COM MEUS SENTIMENTOS! –E chorou, mais rios e rios.

-É sério, ela está me irritando. –Disse Soi Fong, depois de se recuperar. –Está realmente me irritando!

-Hmpf, estressada porque não fez o que sempre quis. –Byakuya acusou.

-Cale a boca, Kuchiki, ninguém te perguntou nada! –Ela irou-se.

-Você também nunca fez o que quis, Byakuya... Conte-me mais sobre o dia em que me alcançou! –Yoruichi decidiu defender Soi Fong, e ele não respondeu. Enquanto isso, Unohana ia atrás de Isane e Mayuri e Uharara fizeram o lance das luzes enquanto a capitã forçava o choque dos lábios.

-Pronto, agora pode me odiar. –Disse Unohana, no sorriso Kawai, mas sem ser o opressor, dessa vez. E Isane estranhamente ficou feliz.

-Unohana taichou! –Disse rindo.

-Essas pessoas são bipolares. –Constatou Ichigo. — Riem e choram o tempo todo. –Seu olhar era transtornado.

-Troquem a gente agora, por favor! –Disse Renji, de repente. –Esse corpo...

-Troquem! –Concordou Hinamori, cortando a frase de Renji fervorosamente. –Antes que eu o mate!

-Hinamori...?! –Hitsugaya outra vez não sabia o que dizer, enquanto via Renji com o rosto rosa de nervosismo selando os lábios com os de Hinamori, e estavam trocados.

-Ah, que alívio! –Disse Hinamori.

-Faço de suas, palavras minhas. –Ele disse. –Aquele corpo...

-CALE A BOCA! –Ela rugiu, e ele se calou.

-Se não fosse tão idiota, ela não teria se irritado tanto. –Disse Rukia.

-Hmpf, não precisava nem falar. –Disse Byakuya. –Mas o Renji é tão burro, que daqui a pouco teremos de desenhar as coisas pra ele.

-Eu adoraria explicar as coisas com o CHAPPY! –E Rukia ficou feliz. –Vamos trocar logo Nii-sama! –E o processo ocorreu rapidamente.

-Ah, finalmente. –Disse Byakuya. –Voltar é perfeito.

-Ah, voltei, AGORA QUERO VER ALGUÉM DIZER QUE ESTOU FEIO! –Vinha Yumichika, com outra peruca.

-Hmpf, mas está feio, quer que digamos o quê? –Disse Byakuya.

-Agora trocou a raça do bicho morto. –Disse Kenpachi.

-Nãaaaaao! –Ele chorava, e já ia embora, se Ikkaku não o tivesse puxado pelo braço, e no instante em que um segurava o braço do outro, Yoruichi e Soi Fong apareceram num shunpo, uma de cada lado, juntando as cabeças, os cientistas terminaram antes que os dois pudessem entender o que estava acontecendo.

-Ah, meu corpo, meu magnífico corpo! –Yumichika tinha os olhos luminosos, de tanta felicidade.

-Ah, agora vamos logo lutar. –Disse Ikkaku.

-Não vou lutar com você coisa alguma. –Respondeu com desprezo.

-Agora, o Hisagi e o Kira! –Disse Yoruichi, animada. –Vamos, Soi! –E as duas desapareceram e reapareceram juntando os dois, antes que pudessem praguejar.

-Meu rosto continua ferido, mesmo eu voltando ao normal. –Disse Kira, desapontado.

-Mas é claro, idiota, não ouviu o que o Mayuri disse? –Hisagi. –Não trocamos os corpos de verdade, eu também acabei perdendo uns fios de cabelo...

-Agora somos nós dois, Oomaeda-saaaann! –Urahara estava animado.

-AAAH Não, ainda nem aproveitei! –Entristecia-se.

-Vá logo Oomaeda, ou quer que eu te chute e te force? –Soi Fong. — Acredite, não seria um problema pra mim.

-Mas, Taichoooouuu! –Foi a última coisa que ele disse, sua capitã realmente cumpriu a promessa, e foram trocados.

-Ah, finalmente sou eu! Que falta do meu cabelo, e de ver os meus pés! –Urahara estava nas nuvens. –Me dê o meu chapéu! –Disse a Oomaeda, que olhou desoladamente para o chapéu e então o devolveu ao seu dono.

-Agora estou quase pronta para te detestar menos, Oomaeda. –Disse Soi Fong.

-Essa implicância tinha de acabar, hein, Soi Fong! –Reclamou Yoruichi. –Afinal, o que raios o Kisuke te fez?

-Hmpf, como se não estivesse óbvio. –Byakuya meteu-se na conversa.

-Ninguém te convidou, Kichiki, porque não fica quieto?! –Soi irou-se com ele. –Vá cuidar dessa sua maldita honra, e desse seu maldito orgulho e desse cabelo ridículo e me deixe em paz!

-Nossa, o que deu nela? –Perguntou Hitsugaya, inocentemente.

-Talvez esteja tensa demais. –Disse Rangiku. –Coitada, precisa relaxar um pouco.

-Então os próximos serão vocês? –Vinha Mayuri, depois de já ter trocado Komamura, e Iba, Kenpachi com ele mesmo. –Vamos, não tenho a vida toda. –E Mayuri já havia inclusive parado para pintar o rosto no caminho, enquanto o verdadeiro Kenpachi limpava o rosto na mesma agilidade.

-Eu adoraria... Mas não quero tirar a inocência do Taichou, ouvi dizer que ele e a Hinamori nunca... –Dizia Rangiku, quando foi cortada pela fúria de Hitsugaya.

-Maaaaaaatsumotoooooooooooo! Tento na língua! O que eu e Hinamori fazemos ou deixamos de fazer não vos diz respeito! –Corava e ao mesmo modo berrava nervosamente. Hinamori não podia ficar mais corada de vergonhas do que já estava. E de repente a risada de Yoruichi explodiu.

-Esse daí é mais inocente do que o Ichigo, eu vou te contar! –Não se agüentava de tanto rir. –Eu não sei se acho bonitinho, se tento mudar isso ou se sinto vergonha por você.

-Yoruichi-sama... –Soi Fong sentia vergonha por Hitsugaya.

-Yoruichi-san, não me envergonhe em público! –Disse Ichigo, chateado.

-Ichigo, com o quê ela pode te envergonhar? –Rukia perguntava.

-Pois é, adoraria saber também... –Disse Renji, tensionando zoá-lo.

-Hmpf, vindo dessa mulher, não é algo pouco vulgar, eu diria. –Disse Byakuya.

-Sabe de algo, Nii-sama? –Rukia perguntava.

-Hmpf, a conheço suficientemente bem. –Ele respondeu, farto.

-Hoooo, Hitsugaya-saaannn, vamos ou não vamos? –Perguntou Urahara em tom festivo. –Não podemos mudar o foco da conversa!

-Vamos logo, Matsumoto. –Disse-lhe ele, sem olhá-la nos olhos, por vergonha, e os três segundos pareciam durar mais do que o necessário.

-Até que foi como eu pensava que seria. –Matsumoto demonstrava um sorriso satisfeito. –Não é tão inocente quanto parece, Taichou. –Ela riu. –Ah, como é bom ser alta!

-Não diga isso. –Isane.

-Então, só não é tão medroso quanto o Ichigo. –Yoruichi acusou.

-Maatsumoto, não diga nada desnecessário. O que a Hinamori vai pensar? –Ele estava muito envergonhado.

-Então você se preocupa com o que ela pensa? –Acusou Yoruichi, mais uma vez com seu chesire, colocando lenha na fogueira.

-Agora foi cercado, Hitsugaya-kuuuunnnn. –Disse Kyouraku, que foi rapidamente reprimido por Nanao.

-Não fui cercado coisa alguma, minha vida não vos diz respeito! –Reclamou.

-Então prefere tudo escondidinho? –Agora seu chesire era astuto.

-Estou farto dessa conversa desnecessária. –Ele disse, por fim.

-Agora que está tudo como deve, posso ir embora, Jii-san? –Perguntou Ichigo. –Preciso saber o que o idiota do Kon está aprontando na minha escola.

-Pois é, também vou indo com o Kurosaki-saaannn. –Disse Urahara.

-E eu vou com o Kisuke. –Disse Yoruichi.

-Mas, Yoruichi-sama, não podia ficar aqui mais um pouco? –Soi Fong quase implorava.

-Ah, é, tinha me lembrado de que Kuukaku queria conversar comigo, talvez saindo daqui eu vá lá, Soi, se quiser vem comigo...

-MAS QUE RAIOS, E NINGUÉM ESTÁ PREOCUPADO COM O VELHO QUERENDO ME MATAR? –Perguntou Mayuri. –PRECISAMOS DESCOBRIR O VERDADEIRO RESPONSÁVEL POR TUDO ISSO!

-EU...! –Gritou de repente Isane.

-Sempre que falamos sobre descobrir quem foi você diz coisas sem sentido, Isane. –Constatou Unohana. –O que está escondendo?

-Não sei, taichou, eu... –Isane estava zonza. –Eu só penso que deveria dizer alguma coisa... Só que minha mente está vazia.

-Ah, fala sério, você só quer atenção. –Disse Soi Fong.

-Hmpf, olha quem está falando... –Disse Byakuya.

-Posso muito bem abrir seu cérebro para ver o que tem dentro, depois disso não terá segredos para mim, Isane Fukutaichou... E ainda te devolvo ao quarto esquadrão, totalmente remodelada... E DE GRAÇA! –Ele estava animado novamente, enquanto Isane se escondia atrás de Unohana, e Ichigo e Renji tremiam nas bases involuntariamente.

-Bom, isso não é problema meu, vamos Kurosaki-saaannn... –E saia Urahara e Ichigo.

-NINGUÉM SAI ATÉ QUE EU DEIXE. –Disse o Senhor Comandante. –Se Mayuri pensa que pode se defender, todos devem permanecer aqui.

-Mas que saco. –Disse Kenpachi.

-Eu queria comprar balinhas, tem tanto tempo que não como... –Disse Yachiru.

-Estou perdendo a oportunidade de me admirar no grande espelho do meu quarto. Agora que estou de volta, não posso perder tempo. –Dizia Yumichika.

-E eu NECESSITO, matar alguém. –Disse Ikakku. –No esquadrão deve haver missões para eu me saciar.

-E eu tenho de acertar as contas com esse maldito que ofendeu minha tatuagem. –Disse Hisagi. –Não posso deixar passar em branco.

-Digo o mesmo. –Respondeu Kira.

-O Ukitake Taichou não tomou os remédios. –Dizia Kiyone, desesperada.

-Pois é, temos de levá-lo logo! –Concordava Sentarou. E estranhamente, depois deles dizerem isso, Ukitake teve uma sequência de tosse sinistra que fez todos ficarem com dó.

-E eu estou tonto, Nanao-channn vai cuidar de mim atenciosamente no esquadrão quando voltarmos. –Disse Kyouraku, e Nanao o reprimiu.

-Eu preciso voltar para o meu sake, estou tonto demais com essa história de mudança de corpo. –Disse Iba.

-E eu preciso de um bom remédio para pulgas. –Disse Komamura.

-Eu sei quem pode conseguir! –Disse Yoruichi. –Kisuke, você vende, não vende?

-Claaaaaaro, Yoruichi-saaan, Komamura-Saaann. –Urahara os olhava por baixo do chapéu, festivamente.

-Os motivos e vontades de vocês não me interessam. –Disse o Comandante. –Eu ordeno que fiquem, então fiquem.

-Muito bem, criei uma tese. –Dizia Mayuri. –Nemu, pegue o telão. –E ela trouxe um telão, onde se passava uma animação auto explicativa, dizendo que alguém havia se chocado contra a máquina, e quando viu a silhueta do boneco, e como era desastrado, Unohana descobriu quem era, e Isane se recordou, então disseram juntas:

-FOI O HANATAROU YAMADA!

-Aquele baixinho das curas? –Perguntou Ichigo.

-Você REALMENTE tem problemas com altura, hein. –Reclamou Rukia.

-Mas infelizmente não o vimos o dia inteiro. –Disse Unohana. –Ele deve estar escondido em algum lugar.

-Mas se eu achá-lo, posso fazer o que quiser, como pagamento pela HUMILHAÇÃO, de ser chamado de culpado? –Disse Mayuri.

-O que vai fazer não me interessa. –Disse o Comandante. –Apenas não CRIE MAIS MÁQUINAS COMO AQUELA.

~~Apêndice~~

-E aí, Kuukaku, tirou as fotos? –Perguntava Yoruichi.

-As fotos dos beijos? –A morena assentiu. -Tirei, o que a gente faz? -Agora tinha um sorriso no rosto.

-CHANTAGEM E EXTORÇÃO! –Ela respondeu, num chesire ameaçadoramente perigoso.

Notas finais
E aí, agora que acabou já podem dizer, A Invenção de Mayuri foi boa pra vocês?! HSUAHSAUHSA Por favor, se leu até aqui, acho que mereço um reviwzinho, né?!
Ja ne, espero que tenha sito satisfatório!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!