Bleach! A Invenção De Mayuri!
7 Final parte II
Notas iniciais
Mas enfim, chega de enrolação e lágrimas, isso aqui é uma Fic de humor, pfvr!
Haha, Terá até um apendicezinho no final! >.
BOA LEITURA!
-Mayuri-sama, há algo que quer que eu faça a essa confusão?
-Apenas trate de imobilizar a criança, o velho já está caído, será mais fácil agora que perdeu a consciência.
-Mas temos de ir depressa, senão pode acontecer o pior... –Prevenira Urahara. –Se ele já desmaiou...
-Mas o que me irrita é não termos descoberto o quê ou quem destruiu minha linda máquina. –Mayuri reclamava, tinha nas mãos uma coisa estranha, parecia um bastão, dele saía uma luz azul;
-KISUKEEEEE! VOCÊ CHEGOU! –O grito de Yoruichi de repente calou a multidão. Nemu arrastava o corpo do velho, ocupado por Yachiru até o corpo verdadeiro, que estava caindo, tremendo ao chão. Mayuri, no corpo de Kenpachi, e Urahara estava no de Oomaeda, toda hora levando a mão a cabeça pensando encontrar lá seu chapéu, mas sem sucesso.
Enquanto Mayuri apontava aquele estranho bastão no rosto do velho, Urahara apontava outro para a garotinha, e depois, Nemu forçou-os para que os lábios se tocassem. Três segundos passados e uma luz vermelha encheu o campo dos treinos do primeiro esquadrão, e o velho despertava.
-PORQUE NÃO COMEÇARAM A TREINAR, MALDITOS? DEIXEI ORDENS!–E percebeu sua voz. –EI, SOU EU OUTRA VEZ? MAYURI, TE QUEIMAREI AGORA, MALDITO! –Sua fúria faiscava.
-Eeeespeeere, Comandante! –Dizia Urahara. –Não o queime antes que terminemos o processo.
-Ken-chan, voltei a ficar pequena... –Disse Yachiru, desapontada.
-Pelo menos assim, o velho não implica com você. –Kenpachi respondeu. E de repente o sorriso voltou ao rosto dela.
-Quem será o próximo? –Mayuri tinha no rosto aquele sorriso psicopático de sempre.
-Não serei eu. –Disse Ichigo.
-Hmpf, ninguém está falando de você, Kurosaki Ichigo, você nem se quer se transformou. –Byakuya disse.
-EU, PELO AMOR DE DEUS! –Disse Kira.
-ISSO, TROQUE A GENTE POR FAVOR! –Concordou Hisagi.
-NÃO ANTES DE MIM, NÃO ANTES DE MIM! –Agora quem falava era Iba. –Quero que meus óculos voltem a servir no meu rosto, e não sentir que há pulgas em lugares que não consigo alcançar.
-Pois é, pulgas... –Disse Yoruichi, novamente coçando atrás das orelhas.
-É, nos troque, esse frio, e essa vontade do Sake... –Concordava Komamura.
-São mesmo uns idiotas. –Disse Mayuri. –Não perceberam que continuam no mesmo corpo...
-COMO ASSIM? –questionou Soi Fong.
-As vontades são psicológicas... Vocês não trocaram de corpo, e sim mudaram a aparência do corpo. Provavelmente trocaram com a pessoa que estava mais perto e que tinha tocado a última vez. –Disse logo Urahara. –É por isso que os corpos se repelem. Mas é preciso que se toquem outra vez para voltar.
-Mas porque beijo? –Perguntou Ichigo.
-Porque é um toque mais... Como explico, mais profundo?! Então é mais fácil. Por três segundos... Vamos, formem a fila, não temos o dia todo, eu tenho trabalhos no mundo dos vivos... –Adiantou Urahara.
-Esse aí, pensa que só porque descobriu que o beijo era a forma mais fácil, é o mais ocupado. –Reclamou Mayuri. –Que homem desnecessariamente cheio de si.
-ENTÃO EU TEREI DE BEIJAR ESSE INÚTIL? –Dizia Kira.
-EU NÃO VOU FAZER ISSO! –Agora era Hisagi.
-Ah... Esses ignorantes. –Mayuri. –Soi Fong Taichou, Nemu, acho que precisarei de vocês...
-Se quiser, eu os desmaio pra ficar mais fácil. –Soi Fong estalava os dedos.
-E na sua vez, quem vai te desmaiar, Soi Fong? –Perguntava Yoruichi capciosamente, com seu famoso Chesire. –Sabe que eu sempre quis beijar eu mesma?
-Hmpf, essa história de beijo é mesmo necessária? –Byakuya. –Não quero beijar a minha irmã.
-É, nunca pensei em beijar o meu Nii-sama... –Concordava Rukia.
-Pelo menos é uma mulher. –Disse Ikkaku, irritado. –Eu ia MATAR o maldito, agora de repente tenho de BEIJÁ-LO?
-Ah, gente, pensem pelo lado positivo, terão de beijar seu próprio corpo... –Era Rangiku. –Eu sempre tive essa curiosidade...
-Matsumoto, tento na língua. Ninguém precisa saber dos seus fetiches. –Hitsugaya a reprimiu.
-Shiro-chan, você vai beijar a Rangiku-san? –Um vislumbre de ciúme percorreu os olhos de Hinamori.
-Hinamori...?! –Hitsugaya estava confuso.
-Mas... Yoruichi-sama... Eu nunca... Eu não devo... Sou baixa demais para... Uma pessoa como você, eu... Não estou ao seu nível, eu... Eu juro que nunca pensei... YORUICHI-SAMAAAAAAA! –E desmaiou.
-Vamos, Kisuke, aproveite que ela está dormindo... Não quero traumatizar a garota. –E Kisuke junto de Mayuri passaram seus bastões e ela chocou os lábios pelos três segundos e a luz novamente surgiu, e estavam trocadas.
-Ah, finalmente! –Yoruichi exclamou, satisfeita, estalando as costas. E Soi Fong acordou.
-EU ESTOU DISPOSTA A TENTAR, YORUICHI-SAMA! –Ela acordou dizendo, de olhos fechados e rosto rubro.
-Mas já aconteceu, Soi... Está de volta ao seu corpo. –Ela disse, olhando-a de canto. Soi Fong começou a se tocar como se não conhecesse o próprio corpo.
-Já?! –Soi Fong não sabia se chorava, se gritava, ou se fazia as duas coisas, por fim decidiu chorar. –Yoruichi-samaaaaa...
-Vamos, vamos, formem fila, não tenho o dia todo! –Mayuri estava definitivamente muito impaciente, embora o sorriso de psicopata nunca abandonasse o seu rosto.
-Troque a gente, Mayuri. –Disse Kenpachi. –O Ichigo está aqui, poderei chutá-lo e me divertir com isso! –Sorria.
-Kenpachi... –Dizia Ichigo. –Não vim para lutar.
-Não, faça a gente primeiro. –Disse Ukitake. –O Kyouraku dormiu outra vez, será mais fácil se for assim. –E o processo se repetiu,e Kyouraku acordou.
-Ah, finalmente, estava cansado de não poder beber ou fazer nada...
-Não há mesmo outra maneira? –Perguntava Isane. –Eu estou de mal com a Unohana Taichou e...
-Não é para ser algo carinhoso, é só para trocar. –Disse Mayuri, impaciente. –Mas que dificuldade eles tem em entender as coisas!
-NINGUÉM SE IMPORTA COM MEUS SENTIMENTOS! –E chorou, mais rios e rios.
-É sério, ela está me irritando. –Disse Soi Fong, depois de se recuperar. –Está realmente me irritando!
-Hmpf, estressada porque não fez o que sempre quis. –Byakuya acusou.
-Cale a boca, Kuchiki, ninguém te perguntou nada! –Ela irou-se.
-Você também nunca fez o que quis, Byakuya... Conte-me mais sobre o dia em que me alcançou! –Yoruichi decidiu defender Soi Fong, e ele não respondeu. Enquanto isso, Unohana ia atrás de Isane e Mayuri e Uharara fizeram o lance das luzes enquanto a capitã forçava o choque dos lábios.
-Pronto, agora pode me odiar. –Disse Unohana, no sorriso Kawai, mas sem ser o opressor, dessa vez. E Isane estranhamente ficou feliz.
-Unohana taichou! –Disse rindo.
-Essas pessoas são bipolares. –Constatou Ichigo. — Riem e choram o tempo todo. –Seu olhar era transtornado.
-Troquem a gente agora, por favor! –Disse Renji, de repente. –Esse corpo...
-Troquem! –Concordou Hinamori, cortando a frase de Renji fervorosamente. –Antes que eu o mate!
-Hinamori...?! –Hitsugaya outra vez não sabia o que dizer, enquanto via Renji com o rosto rosa de nervosismo selando os lábios com os de Hinamori, e estavam trocados.
-Ah, que alívio! –Disse Hinamori.
-Faço de suas, palavras minhas. –Ele disse. –Aquele corpo...
-CALE A BOCA! –Ela rugiu, e ele se calou.
-Se não fosse tão idiota, ela não teria se irritado tanto. –Disse Rukia.
-Hmpf, não precisava nem falar. –Disse Byakuya. –Mas o Renji é tão burro, que daqui a pouco teremos de desenhar as coisas pra ele.
-Eu adoraria explicar as coisas com o CHAPPY! –E Rukia ficou feliz. –Vamos trocar logo Nii-sama! –E o processo ocorreu rapidamente.
-Ah, finalmente. –Disse Byakuya. –Voltar é perfeito.
-Ah, voltei, AGORA QUERO VER ALGUÉM DIZER QUE ESTOU FEIO! –Vinha Yumichika, com outra peruca.
-Hmpf, mas está feio, quer que digamos o quê? –Disse Byakuya.
-Agora trocou a raça do bicho morto. –Disse Kenpachi.
-Nãaaaaao! –Ele chorava, e já ia embora, se Ikkaku não o tivesse puxado pelo braço, e no instante em que um segurava o braço do outro, Yoruichi e Soi Fong apareceram num shunpo, uma de cada lado, juntando as cabeças, os cientistas terminaram antes que os dois pudessem entender o que estava acontecendo.
-Ah, meu corpo, meu magnífico corpo! –Yumichika tinha os olhos luminosos, de tanta felicidade.
-Ah, agora vamos logo lutar. –Disse Ikkaku.
-Não vou lutar com você coisa alguma. –Respondeu com desprezo.
-Agora, o Hisagi e o Kira! –Disse Yoruichi, animada. –Vamos, Soi! –E as duas desapareceram e reapareceram juntando os dois, antes que pudessem praguejar.
-Meu rosto continua ferido, mesmo eu voltando ao normal. –Disse Kira, desapontado.
-Mas é claro, idiota, não ouviu o que o Mayuri disse? –Hisagi. –Não trocamos os corpos de verdade, eu também acabei perdendo uns fios de cabelo...
-Agora somos nós dois, Oomaeda-saaaann! –Urahara estava animado.
-AAAH Não, ainda nem aproveitei! –Entristecia-se.
-Vá logo Oomaeda, ou quer que eu te chute e te force? –Soi Fong. — Acredite, não seria um problema pra mim.
-Mas, Taichoooouuu! –Foi a última coisa que ele disse, sua capitã realmente cumpriu a promessa, e foram trocados.
-Ah, finalmente sou eu! Que falta do meu cabelo, e de ver os meus pés! –Urahara estava nas nuvens. –Me dê o meu chapéu! –Disse a Oomaeda, que olhou desoladamente para o chapéu e então o devolveu ao seu dono.
-Agora estou quase pronta para te detestar menos, Oomaeda. –Disse Soi Fong.
-Essa implicância tinha de acabar, hein, Soi Fong! –Reclamou Yoruichi. –Afinal, o que raios o Kisuke te fez?
-Hmpf, como se não estivesse óbvio. –Byakuya meteu-se na conversa.
-Ninguém te convidou, Kichiki, porque não fica quieto?! –Soi irou-se com ele. –Vá cuidar dessa sua maldita honra, e desse seu maldito orgulho e desse cabelo ridículo e me deixe em paz!
-Nossa, o que deu nela? –Perguntou Hitsugaya, inocentemente.
-Talvez esteja tensa demais. –Disse Rangiku. –Coitada, precisa relaxar um pouco.
-Então os próximos serão vocês? –Vinha Mayuri, depois de já ter trocado Komamura, e Iba, Kenpachi com ele mesmo. –Vamos, não tenho a vida toda. –E Mayuri já havia inclusive parado para pintar o rosto no caminho, enquanto o verdadeiro Kenpachi limpava o rosto na mesma agilidade.
-Eu adoraria... Mas não quero tirar a inocência do Taichou, ouvi dizer que ele e a Hinamori nunca... –Dizia Rangiku, quando foi cortada pela fúria de Hitsugaya.
-Maaaaaaatsumotoooooooooooo! Tento na língua! O que eu e Hinamori fazemos ou deixamos de fazer não vos diz respeito! –Corava e ao mesmo modo berrava nervosamente. Hinamori não podia ficar mais corada de vergonhas do que já estava. E de repente a risada de Yoruichi explodiu.
-Esse daí é mais inocente do que o Ichigo, eu vou te contar! –Não se agüentava de tanto rir. –Eu não sei se acho bonitinho, se tento mudar isso ou se sinto vergonha por você.
-Yoruichi-sama... –Soi Fong sentia vergonha por Hitsugaya.
-Yoruichi-san, não me envergonhe em público! –Disse Ichigo, chateado.
-Ichigo, com o quê ela pode te envergonhar? –Rukia perguntava.
-Pois é, adoraria saber também... –Disse Renji, tensionando zoá-lo.
-Hmpf, vindo dessa mulher, não é algo pouco vulgar, eu diria. –Disse Byakuya.
-Sabe de algo, Nii-sama? –Rukia perguntava.
-Hmpf, a conheço suficientemente bem. –Ele respondeu, farto.
-Hoooo, Hitsugaya-saaannn, vamos ou não vamos? –Perguntou Urahara em tom festivo. –Não podemos mudar o foco da conversa!
-Vamos logo, Matsumoto. –Disse-lhe ele, sem olhá-la nos olhos, por vergonha, e os três segundos pareciam durar mais do que o necessário.
-Até que foi como eu pensava que seria. –Matsumoto demonstrava um sorriso satisfeito. –Não é tão inocente quanto parece, Taichou. –Ela riu. –Ah, como é bom ser alta!
-Não diga isso. –Isane.
-Então, só não é tão medroso quanto o Ichigo. –Yoruichi acusou.
-Maatsumoto, não diga nada desnecessário. O que a Hinamori vai pensar? –Ele estava muito envergonhado.
-Então você se preocupa com o que ela pensa? –Acusou Yoruichi, mais uma vez com seu chesire, colocando lenha na fogueira.
-Agora foi cercado, Hitsugaya-kuuuunnnn. –Disse Kyouraku, que foi rapidamente reprimido por Nanao.
-Não fui cercado coisa alguma, minha vida não vos diz respeito! –Reclamou.
-Então prefere tudo escondidinho? –Agora seu chesire era astuto.
-Estou farto dessa conversa desnecessária. –Ele disse, por fim.
-Agora que está tudo como deve, posso ir embora, Jii-san? –Perguntou Ichigo. –Preciso saber o que o idiota do Kon está aprontando na minha escola.
-Pois é, também vou indo com o Kurosaki-saaannn. –Disse Urahara.
-E eu vou com o Kisuke. –Disse Yoruichi.
-Mas, Yoruichi-sama, não podia ficar aqui mais um pouco? –Soi Fong quase implorava.
-Ah, é, tinha me lembrado de que Kuukaku queria conversar comigo, talvez saindo daqui eu vá lá, Soi, se quiser vem comigo...
-MAS QUE RAIOS, E NINGUÉM ESTÁ PREOCUPADO COM O VELHO QUERENDO ME MATAR? –Perguntou Mayuri. –PRECISAMOS DESCOBRIR O VERDADEIRO RESPONSÁVEL POR TUDO ISSO!
-EU...! –Gritou de repente Isane.
-Sempre que falamos sobre descobrir quem foi você diz coisas sem sentido, Isane. –Constatou Unohana. –O que está escondendo?
-Não sei, taichou, eu... –Isane estava zonza. –Eu só penso que deveria dizer alguma coisa... Só que minha mente está vazia.
-Ah, fala sério, você só quer atenção. –Disse Soi Fong.
-Hmpf, olha quem está falando... –Disse Byakuya.
-Posso muito bem abrir seu cérebro para ver o que tem dentro, depois disso não terá segredos para mim, Isane Fukutaichou... E ainda te devolvo ao quarto esquadrão, totalmente remodelada... E DE GRAÇA! –Ele estava animado novamente, enquanto Isane se escondia atrás de Unohana, e Ichigo e Renji tremiam nas bases involuntariamente.
-Bom, isso não é problema meu, vamos Kurosaki-saaannn... –E saia Urahara e Ichigo.
-NINGUÉM SAI ATÉ QUE EU DEIXE. –Disse o Senhor Comandante. –Se Mayuri pensa que pode se defender, todos devem permanecer aqui.
-Mas que saco. –Disse Kenpachi.
-Eu queria comprar balinhas, tem tanto tempo que não como... –Disse Yachiru.
-Estou perdendo a oportunidade de me admirar no grande espelho do meu quarto. Agora que estou de volta, não posso perder tempo. –Dizia Yumichika.
-E eu NECESSITO, matar alguém. –Disse Ikakku. –No esquadrão deve haver missões para eu me saciar.
-E eu tenho de acertar as contas com esse maldito que ofendeu minha tatuagem. –Disse Hisagi. –Não posso deixar passar em branco.
-Digo o mesmo. –Respondeu Kira.
-O Ukitake Taichou não tomou os remédios. –Dizia Kiyone, desesperada.
-Pois é, temos de levá-lo logo! –Concordava Sentarou. E estranhamente, depois deles dizerem isso, Ukitake teve uma sequência de tosse sinistra que fez todos ficarem com dó.
-E eu estou tonto, Nanao-channn vai cuidar de mim atenciosamente no esquadrão quando voltarmos. –Disse Kyouraku, e Nanao o reprimiu.
-Eu preciso voltar para o meu sake, estou tonto demais com essa história de mudança de corpo. –Disse Iba.
-E eu preciso de um bom remédio para pulgas. –Disse Komamura.
-Eu sei quem pode conseguir! –Disse Yoruichi. –Kisuke, você vende, não vende?
-Claaaaaaro, Yoruichi-saaan, Komamura-Saaann. –Urahara os olhava por baixo do chapéu, festivamente.
-Os motivos e vontades de vocês não me interessam. –Disse o Comandante. –Eu ordeno que fiquem, então fiquem.
-Muito bem, criei uma tese. –Dizia Mayuri. –Nemu, pegue o telão. –E ela trouxe um telão, onde se passava uma animação auto explicativa, dizendo que alguém havia se chocado contra a máquina, e quando viu a silhueta do boneco, e como era desastrado, Unohana descobriu quem era, e Isane se recordou, então disseram juntas:
-FOI O HANATAROU YAMADA!
-Aquele baixinho das curas? –Perguntou Ichigo.
-Você REALMENTE tem problemas com altura, hein. –Reclamou Rukia.
-Mas infelizmente não o vimos o dia inteiro. –Disse Unohana. –Ele deve estar escondido em algum lugar.
-Mas se eu achá-lo, posso fazer o que quiser, como pagamento pela HUMILHAÇÃO, de ser chamado de culpado? –Disse Mayuri.
-O que vai fazer não me interessa. –Disse o Comandante. –Apenas não CRIE MAIS MÁQUINAS COMO AQUELA.
~~Apêndice~~
-E aí, Kuukaku, tirou as fotos? –Perguntava Yoruichi.
-As fotos dos beijos? –A morena assentiu. -Tirei, o que a gente faz? -Agora tinha um sorriso no rosto.
-CHANTAGEM E EXTORÇÃO! –Ela respondeu, num chesire ameaçadoramente perigoso.
Notas finais
Ja ne, espero que tenha sito satisfatório!
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