Blackburn
3 Capitulo 02 - Dentes e Ossos
Notas iniciais
~Lembranças do passado, memorias de um futuro ~
No dia seguinte Kain, percebeu que estava mais ativo, e sabia mais coisas e aprendia muito mais rápido possibilitando armazenar ainda mais informações em sua cabeça, Karen o acha muito pensativo e o convida a sair. Juntos foram para vários lugares entre eles uma sorveteria, lá Kain tomou um de chocolate.
— Hm...mais que saboroso! Afirma Kain.
— Você não viu nada ainda... – Fala Karen.
— Ver? Pensei que fosse para comer. Diz Kain.
Karen, não consegue se segurar, e começa a rir.
— O que foi? Diz Kain confuso.
Enquanto isto as criaturas, começam a invadir a cidade, a população não se assusta de primeira, pois estavam bem vestidos, mas ao caminharem pela cidade eles se tornam agressivos, e neste momento que as pessoas se desesperam, muitos machucam pessoas, de longe Kain percebe uma multidão agitada.
— Mais que diabos é isto. Diz Kain.
Com sua visão potente ele vê as criaturas, invadindo a cidade, e se lembra deles quando estavam no laboratório, sendo explorados e vigiados. Karen se assusta só de ver a multidão.
— Karen! Vá pra casa, aqui você estará em perigo.
— Mas eu quero ficar ao seu lado! Diz Karen.
— Vá depois nos falamos.
Kain vai em direção as criaturas, ele tenta falar com um deles mais é totalmente ignorado por eles, e leva um soco na cara.
— Mais que droga! O que deu neles? Se pergunta Kain.
Karen correndo para longe, é interceptada por um deles, ela vê o número no corpo de um deles.
— Sai da minha frente garoto! Grita Karen.
A criatura sem entender o que Karen disse, lhe dá uma bofetada, que a faz cair no chão, de longe Kain escuta Karen gritar de dor.
— Não pode ser! Droga!
— Droga! Droga! Droga! Droga! Droga! Droga! Drogaaaaaaaaaaa!
—IiiaaaaaaaaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH!!!!!!!!!!
Chamas começam a se soltar de Kain, e um grande poder e liberado, uma transformação incrível, seu rosto fica coberto por um mascara branca com dentes e uma listra negra, no olho direito, sua roupa se transforma em sobretudo negro com detalhes brancos e em suas costas uma espada longa de fio duplo.
Kain voa em direção a Karen, e a protege de um segundo soco consecutivo da criatura, com sua espada.
— Vou te ensinar a respeitar as garotas.
Chamas e faíscas negras envolvem a espada, ele a levanta e corta o inimigo nas costas. Karen olha nos olhos de Kain e ver seus olhos vermelhos.
— Levante-se e tome cuidado! Diz Kain.
Kain volta e luta contra as outras criaturas, mas não demora muito pra mostrarem suas verdadeiras forças, alguns começam a mostrar suas transformações assim como Kain. Ele percebe as dificuldades na luta pois numa tinha lutado na vida, mas ficou de pé. Segundos depois todos param de lutar e olham para cima, Kain acha estranho, mas também olha para cima e vê o cientista maluco, e mais com Karen como refém, Kain fica enfurecido.
— Você gosta dela? ...então venha comigo! Diz o cientista maluco em cima de um prédio.
— Hoje eu não voltarei, mas se prepare pois quando voltar, irei destruí-lo. Diz Kain.
— Como ousa me insultar, logo eu quem te criei. Diz o cientista.
— Não quero saber, por hoje já chega vá embora.
— Está bem! Mas se não voltar e- (...)
— Cale-se! Grita Kain.
Ambos se encaram, olho no olho, segundos depois de um silêncio “barulhento” o cientista vai embora levando Karen junto.
— Me solta seu maluco! Grita Karen.
— Hein!? Maluco, eu?
— Kain vai te matar, seu desgraçado.
— Isto é o que veremos. Diz o cientista, com um sorriso maquiavélico no rosto.
Chegando no laboratório, ele a solta...
— Não vai me prender? Pergunta Karen.
— Ãnh? Te prender? Diz o cientista.
— Velho maluco! Sussurra Karen.
— Hein!! O que disse?
— Velho Maluco! Grita Karen.
— Oras! Não suporto mais você! Afirma o cientista.
Em seguida prende Karen em um grande copo transparente.
— Há! Assim está bem melhor. Diz Karen.
— Gente maluca! Mas tudo bem em breve terei o que é meu. Diz o cientista, dando gargalhadas.
Enquanto isto Kain, estava pensando, em seus poderes, em Karen, e o resto da sua vida, com sua cabeça superdesenvolvida ele se lembra de seu nascimento desde que era apenas um feto, e se pergunta:
— Quem eu sou?!
Nisso se passam as horas, os dias, e ele se levanta, ergue a cabeça e diz:
— .... Vamos acabar logo com isso.
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