Black&McKinnon

16 Testa com rulguinhas e namoro de mentira.


Notas iniciais
Oi bruxos lindos que não receberam suas cartas. Aqui está a autora ruiva divando com esse capítulo novo pra "o6". Dessa vez eu não chamei de "bosta que brotou", sabem por que? Por que eu gostei de escrever ele! E olhem, talvez tenha gente me julgando pelas briguinhas ridiculamente ridículas do Sirius e da Lene mas eu tenho explicações: bem... não tenho não, é o jeitinho deles, oras bolas. Bem, eu sei que voces irão sentir falta dos personagens principais mas eu estava sentindo falta da Sam e de romances novos, então, espero que gostem..

POV Samantha

Depois das férias de Natal mais loucas que eu já tive, estavamos todos voltando pra casa (Hogwarts), tava todo mundo pelado na cabine se pegando feito loucos, mentirinha, estavam falando sobre os N.I.E.M's. Sirius era mais convencido de que iria passar do que Lily.

– Eu sou muito inteligente, nem preciso me preocupar! — Disse Almofadinhas.

– Desde quando você é inteligente? Você só tem sorte! — Falou Lene rindo da cara dele.

– Eu não tenho sorte, bem, tenho sim, mas não é por isso que minhas notas são boas, eu sou realmente inteligente! — Retrucou ele.

– Já disse que não é! — Falou a Loira novamente.

– Sou!

– Não é!

– Sou!

– Não é!

– Sou!

– Não é!

– So..

– CALEM A BOCA! — Gritou Lice para os dois. Eles olharam para ela com os olhos arregalados, com uma cara de "quem é você e o que fez com minha amiga?"

– Vocês dois brigam feito duas maçãs sem olho (?)! — Exclamou Dorcas com o seu jeito "inteligente" de sempre. Ninguém perguntou o que era aquilo por que ela iria vir com algo como " Um dia eu conheci duas maçãs sem olhos que se brigavam" ou coisas mais estranhas ainda.

Depois de algum tempo falando sobre algumas merdas e comendo doces do carrinho de doces (não!) Eu decidi sair um pouco para ver o que rolava do lado de fora da cabine dos encapetados, meus amigos, quero dizer.

Estava pensando em ir ver onde estava o John já que eu nem falei com ele nessas férias, mas não estava afim de falar com ele agora, quando ele começa a falar não para mais.

– Oi! — Senti uma mão em meus ombros. Me virei para traz e vi quem me tirou de meus devaneios, o Nott, aquele imbecil.

– Oi. — Falei seca voltando a andar mas ele se pôs ao meu lado com um sorriso de "eu tenho 32 dentes lindos, viu?" — O que quer?

– Bem, eu quero ser seu amigo, quero que você pare de me tratar mal assim e quero que largue o McLaggen por que ele está te traindo! — Falou ele super calmo.

– Vai falar merdas para as suas amiguinhas sonserinas, tchau! — Comecei a acelerar os passos até chegar no vagão da Corvinal, peraê, eu nem queria ver ele, acho que estou viajando. Austin se colocou ao meu lado novamente. — Deixe eu te explicar: Aqui é o vagão da Corvinal, não o das cobras!

– Você não acredita em mim? Ele está te traindo com uma loira baixinha. — Disse ele como se fosse a coisa mais normal do mundo ficar contando mentiras sobre os outros...bem, para os Sonserinos deve ser normal.

– Cale a boca Austin, vai chupar uma rola! (o.o) — As vezes eu falava umas coisas muito indignas de uma dama mesmo, mas ele me irrita!

– Credo, você acha que eu tenho cara de quê? E esse seu vocabulário, eu hein. — Falou rindo.

– Pois esse é o meu jeito, já devia saber, espero que agora desista de mim. — Falei sem olhar para ele.

– Peraê! Você me chamou pelo nome? VOCÊ ME CHAMOU PELO NOME! — Disse ele me abraçando, ou melhor, me apertando.

– Cai fora! — Gritei me soltando de seus braços.

– Me desculpe, fiquei feliz! — Disse sorrindo. Nossa, ele me pediu desculpas, impressionante!

– Okay, me fale logo o que quer, e não me venha com suas bobagens, não estou afim de ser vista com você por muito tempo.

– Tem vergonha de mim? — Perguntou fazendo beicinho. Não era bem isso, mas talvez ele me largasse se eu dissesse "sim".

– É isso mesmo, tenho muito vergonha de você!

– Você anda muito grosseira, ruivinha. Vem, o que eu quero te MOSTRAR, é isso... — Segurou na minha mão e me levou até a porta de uma cabine. Foi aí que eu vi que ele estava falando a verdade sobre John. Ele estava sentado com uma garota loira em cima dele, dando vários selinhos nela. Senti tanta raiva que acho que fiquei vermelha e também acho que saiu fumaça de todos os buracos do meu corpo (N/Autora: Credo! Peraê, não maliciem!) Eu pensei em quebrar o vidro da cabine, jogar o McLaggen pela janela, arrancar os cabelos da loira, cortar as teta (vaca) fora, colocar o cabelo no nariz e na boca e por fim, chutar sua barriga (N/Autora: era pra ter um fim épico?), mas eu não fiz isso, apenas bati na porta estilo "tok tok" e quando os dois olharam para mim com cara de "não é o que você está pensando" beijei o Sonserino que ainda estava ao meu lado.

O segundo seguinte foi muito louco, Nott que já estava com as mãos na minha costa me beijando estilo anaconda foi jogado pra longe de mim. Depois o Sonserino deu um soco em McLaggen e a briga começou, olhei para a loirinha com um sorriso maléfico. Ela saiu correndo e eu comecei a rir. Olhei para os dois que ainda estavam brigando. Fui até McLaggen que estava prestes a dar um soco em Austin, puxei ele pelos cabelos até ele ficar a uma distancia bem segura do outro.

– Qual seu problem? (N/Autora: Ela falava "problem") — Perguntei calma, você não estava com a loirinha vagaba? Deixe eu ser feliz!

– Vo-voce... Sam, me desculpa, eu não sei o que deu em mim, quero dizer, ela que veio pra cima de m...

– Ah, cala boca, pensa que eu vou acreditar nesse "lenga-lenga"? O Austin é meu namorado agora querido, e você, pode ficar com quem quiser, adeus! — Eu realmente não conseguia acreditar naquilo, eu sempre pensei que se um dia eu passasse por isso eu mataria os dois, mas não... eu estava calma!

Dei tchauzinho para ele e saí puxando o Sonserino dali.

– Oh meu Deus! — Gritou ele felizinho quando tinhamos saído do vagão da Corvinal e estávamos indo para o da Lufa-Lufa. Por que? Porque o da Sonserina é o dele, o da Corvinal é o meu e do imbecil do McLaggen e o da Grifinória tinha os meus amigos julgadores de Sonserinos...pensando bem, era eu que julgava os sonserinos, mas tanto faz, estavamos indo para o vagão da Lufa-Lufa e ponto final, não discutam comigo! (N/Autora: Senhor, que retardada!)

Entramos em uma cabine, eu nem sei por que eu ainda estava com ele.

– SOMOS NAMORADOS? — Perguntou ele com a felicidade estampada no rosto.

– É claro que não seu iludido, eu falei aquilo só por falar. — Respondi fazendo a felicidade desaparecer do rosto dele como se eu fosse um dementador.

– Mas você disse, e tinha plateia.. — Só agora que lembrei que tinha um monte de gente olhando. Continuou: — Ou seja, todo mundo pensa que estamos namorando, inclusive seu ex boiola, então... teremos que ser!

– Não teremos nada, fica quietinho!

– Olha... se o John Pinto Pequeno McLaggen souber que não estamos namorando, ele vai ficar te incomodando o ano inteiro até você voltar com ele, e como eu te conheço, você não perdoa traição!

– Como sabe disso? — Perguntei com a testa franzida (N/Autora: É assim que se fala? Por que se não for, é tipo, testa com rulguinha, kkkk)

– Eu presto muita atenção em você! — Disse com um sorrisinho malicioso.

– O pior é que você tem razão, mas eu não vou namorar com você, Nott.

– Pode ser tipo... de faixada, a gente só finge. — Falou ele.

– E por que você faria isso? Você não irá ganhar nada com isso.

– Eu vou estar te ajudando e isso me deixa feliz! — Falou ele simplesmente.

– Tem certeza que você é da Sonserina? — Perguntei sorrindo e começando a falar as regras que teria esse nosso "namoro", como: não encoste em mim a não ser que tenha alguém olhando, mas nada de toques profundos, e nada de beijos, nem de abraços, ahh, pera, os abraços podem acontecer se o McLaggen estiver olhando, os meus amigos saberão que o nosso namoro é faixada por que eu sei que eles não irão contar pra ninguém, mas você não irá contar para os seus por que eu não confio neles, e, por último... (TÃ TÃ TÃ!) você vai comer na mesa da Grifinória comigo e com os meus amigos. ( Ha ha, ela nunca faz um final épico!)

– Você come na mesa da Grifinória? Eu não sabia que isso é permitido!

– É permitido sim, mas ninguém faz isso por que normalmente seus amigos são da sua casa, e eu não como na mesa da Grifinória, eu decidi fazer isso nessas férias.

– Okay, agora me da um beijinho! — Falou fazendo biquinho e fechando os olhos. Apenas revirei os olhos e saí da cabine deixando um iludido lá dentro.

Notas finais
Olá novamente, bem, me desculpem por não ter colocado os outros personagens, mas como eu disse nas notas iniciais: "eu estava sentindo falta da Sam e de romances novos"... O "ator" que faz o Austin é Jake Abel, tipo quando ele faz o Luke em Percy Jackson. Bem, espero que tenham gostado, beijões, I love you guys (aprendi a falar inglês :P). Ahh, mais uma coisinha, eu tenho um número de leitores acompanhando, e eu até aceito que eles não favoritem e tudo o mais, mas eu quero que o número de comentários seja o mesmo que o número de acompanhamentos, por que se não... se não... eu fico muito triste.... :'(