Black staff

4 Capítulo 4 -Test drive


5 minutos tinham se passado, e não se ouvia mais nada, a não ser o silêncio na floresta. Para averiguar se era seguro, o druida disfarçadamente tocou a terra, e tentou sentir alguma presença do guardião, mas já não estava por perto. E Rose cochicou:
— Acho que podemos ir
— Ok. — então a garota saiu primeiro do buraco e ajudou Rxharck a sair.
A caminha foi um pouco longa até a estrada que dava a cidade Adão, e ambos ficaram em completo silêncio
— Obrigado por me ajudar lá atrás — disse Rzharck, se despendindo da garota.
— Uhn, tome mais cuidado da próxima vez.
Sem saber o que conversar, a garota se virou e disse:

— Até. – disse caminhando na direção nas plantações.

— Até logo. – disse acenando de volta para Rose.

Preocupado com a possibilidade de ela ter visto algo, decidiu segui-la, mas é claro, na forma de uma coruja. Assim não teria chance de reconhece-lo. Então o druida seguiu até uma plantação de milho, e Rose entrou em uma cabana antiga, que parecia ter alguém dentro por estar saindo da chaminé. Assim que ela entrou, o elfo pousou em um galho de uma árvore e continuou a vigiar a garota.

Lá dentro estavam duas pessoas, um garoto que parecia ter 7 anos, e uma idosa que estava a mesa, triturando ervas em um pote. Quando Rose entrou em casa, a criança correu e a abraçou, e a idosa virou o rosto e sorriu, mas inusitadamente ela começou a tossir e garota foi a seu encontro com preocupação, levando a idosa para a cama. A casa era simples, tinha um fogão a lenha, três janelas, uma mesa com duas cadeiras e duas camas. Não pareciam ter muito dinheiro, talvez até passassem certas dificuldades

Sem ter dinheiro para pagar uma hospedaria, o elfo decidiu dormir na forma de coruja em uma árvore atrás do casebre de Rose, para que quando ela saísse ele a visse. Sem ter percebido, tinha perdido a noção do tempo e caiu no sono. A garota já tinha saído e Rzharck a perdeu. O jeito era ir à cidade a procura de alguma forma de ganhar dinheiro, e se atualizar sobre as coisas desse novo mundo. Quando estava prestes a alçar voo, o druida viu os três minis guardiões na plantação a sua frente, acenando para ele, então voou na direção da plantação de trigo e se transformou em um homem.

— Vocês, obrigado pela ajuda ontem á noite. Agora vocês estão dispensados – então os bebês feitos de raízes se curvaram e submergiram na terra e desapareceram.

Decido em achar alguma coisa para ganhar dinheiro, voou em direção a cidade de Adão. Ao entrar pelos portões, alguns soldados de guarda o encararam, então evitou bater de frente com eles. Então Rzharck caminhou em direção a hospedaria, ao entrar tinham homens com armaduras simples, druidas com seus cajados de madeira simples, arqueiros, tanques, ladinos... sentados na hospedaria. Se perguntando se eram jogadores de verdade ou NPCs, então chegou perto de uma garota de 17 anos com longos cabelos loiros, que parecia ser uma maga de nível 27, com um colar de aventureira e uma barra de prata ao peito. Curioso perguntou à garota:

— Você joga a muito tempo?

Então a garota olhou Rzharck com desprezo e disse:

— Jogar o que? Sai da minha frente – a garota esbarrou propositalmente em Rzharck e foi em direção uma mesa ocupada por homem careca e roupas marrons escuras.

O elfo na expectativa de encontrar novos jogadores, se desanimou e percebeu que seria outro NPC. Haviam poucas pessoas, comendo, jogando, todos esperando por alguma coisa. Sem saber o que essas pessoas estavam esperando, o druida foi na recepção e perguntou a um senhor de idade com cabelos brancos, jogando baralho.

-Senhor, com licença, por que essas pessoas estão aguardando?

— Pelo que elas esperam? – disse com olhar sobre as cartas – A sim, elas estão esperando trabalho, ou alguma missão que lhes recompensem bem?

Com inesperada notícia, Rzharck, descobriu uma maneira de conseguir dinheiro e conhecer mais sobre o mundo a que estava preso.

— Senhor, como eu posso participar?

— É só você se inscrever na lista, então surgirão certos trabalhos de diferentes dificuldades. E é claro, a recompensa varia com a dificuldade do trabalho – disse o senhor que tinha desistido de jogar baralho sozinho – Mais alguma coisa?

— Tem algum trabalho vago, que dê um bom dinheiro?

Nesse momento o senhor revirou os olhos e respondeu:

— É só olhar naquela lista ali, filho. Lá você poder ver quais trabalhos estão a dispor, recompensa, alvo...

— Obrigado – disse Rzharck, se virando apressadamente para a lista pregada na parede.

— Nada... – disse voltando para as cartas e as embaralhou apressadamente.

Lista de trabalhos

Trabalhos

Dizimar uma praga de coelhos roedores, cerca de 10 coelhos. / 25 lines cabeça.

Matar Arpias de Berrow, cerca de 4 arpias / 50 lines cabeça.Matar bando de trolls invasores que estão circundando a região. Aproximadamente 10 trolls / 80 lines cabeça.Matar parasita gigante / 80 lines.Matar um casal de Gigantes de Wang, na Colina Escarlate / 450 por cabeça.

Rzharck ao ler toda lista, percebeu que todas criaturas eram do seu antigo jogo. Poderia ser uma boa notícia, tinha que conseguir uma quantia para se estabelecer por um período na estalagem e ter comida descente, sem ser plantas e frutas invocadas por ele. Já tinha escolhido, iria matar o casal de gigantes. Existiam diferentes tipos de gigantes no último jogo, e os de Wang estavam apenas no nível 40, assim seria fácil matá-los. Agora só restava saber onde ficava essa Colina Escarlate.

— Com licença, senhor.

— Sim – disse o velho por cima dos óculos, encarando Rzharck com olhos fuziladores.

— Onde fica essa tal colina?

— Não me diga que você vai tentar matar os gigantes sozinhos?! Filho, quem avisa amigo é, mas você vai morrer – disse sorrindo.

— Ué, eles não são difíceis de matar, só se quem os enfrentar estiver em nível baixo.

— Então você acha que pode mata-los sozinho?

— Sim – disse Rzharck percebendo que algumas pessoas estavam sorrindo dele pelas costas- Aliás, quanto custa um quarto, a diária?

— Então tá, já que você acha que pode matá-los sozinhos. Mas não venha dizendo que eu não o avisei. – disse apontando o dedo para o druida – a diária custa 90 lines, com 1 refeição fica 100 lines, e com 2 ficam 115. Mas acho que você não tem dinheiro meu caro, tente um trabalho mais simples, você deve estar em que nível? 18

— Não. Eu irei matar o casal de gigantes e depois pagarei a hospedagem com a recompensa. E para qual direção fica essa colina?

Inusitadamente uma voz ao fundo da estalagem disse:

— Um rapaz como você contra dois gigantes? irá morrer rapidamente. Se você participasse de algum time de prata, talvez, você teria alguma chance. – disse o homem que acompanhava a jovem maga arrogante, com um copo de cerveja a mão. – Mas como você está só, a morte é certa – disse desdenhando do jovem.

— Por acaso é preciso de algum grupo? – disse perguntando ao senhor do balcão.

— É o recomendado — disse com ironia na voz.

— Então o farei – disse Rzharck e virou para ir embora.

— Ele já foi avisado, assim sua alma, não virá me assombrar a noite. – disse debochando do jovem druida – Se tiver vontade morrer, vá para oeste e verá uma grande colina dentro de uma floresta. Dois gigantes de 3,5 metros habitam aquela região.

Detestando ser caçoado, então saiu da estalagem batendo os pés e bateu a porta.

— Uma pena ele não saber que os espíritos dos mortos podem ficar presos a esse mundo — disse com raiva do senhor da estalagem.

Rzharck caminhou em direção ao portão norte, até lá, o druida atravessou o centro da pequena cidade, onde havia a feira. Lugar em que movimentava a economia da cidade e podia achar diversas especiarias, comidas, jarras, bolsas, armamentos de malha, couro, ferro e ... Rose. A garota que tinha ajudado Rzharck a escapar do guardião da floresta, estava atrás de uma barraca vendendo brócolis, alface, espigas de milho, legumes, salsa e sementes. Ao seu lado na barraca, estava o garoto da cabana, que estava a gritando os produtos que estavam a venda.

Ao passar pela cabana os olhos de Rose e de Jonas se cruzaram, e por um segundo fitaram-se. Mas a jovem tinha voltado o seu olhar para uma senhora que estava a frente da barraca escolhendo o que comprar. Desse modo, o druida ficou alguns momentos observando a feira e a garota, até que lembrou que tinha de encontrar essa tal colina e matar esses gigantes. Rzharck não podia sobreviver de frutas da floresta, estava morrendo de fome, assim que pegasse a recompensa dos gigantes iria a taverna fazer uma decente refeição. E continuar a arranjar dinheiro para sobreviver, de preferência os trabalhos que dão recompensas.

Passado alguns instantes, o jovem elfo disfarçado, estava saindo da cidade em direção a oeste como o senhor da estalagem tinha lhe instruído. Sem saber a distância da cidade e essa colina, Rzharck afastou-se da cidade e em meio a algumas árvores o druida virou um grande abutre e alçou vou a oeste.

Voando por aproximadamente 5 minutos, tinha avistado a colina. Fazia sentido se chamar Colina Escarlate, em sal encosta encontravam algumas poucas árvores com folhas ou flores avermelhadas, que davam uma impressão de ser um véu de sangue cobrindo a colina. Ao sobrevoar a colina, não tinha avistado o casal de gigantes. A colina ficava no meio de uma mata com grandes árvores de 3 metros ou talvez mais; grandes pinheiros que proporcionavam vida a colina, em meio ao grande verde. Rzharck estava a uma grande altura, tentando localizar tais gigantes

Sem avistar qualquer movimentação de pessoas e gigantes na floresta ou na colina, tinha decidido se aproximar do solo e voltar a forma humana. Ao tomar a forma humana na base da colina, decidiu prosseguir a procura pelos gigantes. Então já que estava com apenas roupas normais, invocou sua armadura. Assim pequenas fagulhas azuis surgiram do nada e sua armadura já estava presa ao corpo, sendo que o equipamento era mágico e mudavam de tamanho para o melhor desempenho do herói.

Ao estar devidamente armado, examinou o ambiente; a colina tinha em sua base grandes pedras e rochas, com pequenas plantas incrustadas, como musgo. Era perfeito para camuflagem de Gigantes Wangs, por essa espécie ter incrustadas em suas costas rochas para se camuflarem e pegarem de surpresa jogadores amadores. Então os gigantes deveriam estar escondidos sob as pedras. Entretanto, poucos sabiam que em suas costas tinham flores brancas, o que daria uma vantagem ao procurar os gigantes

Andando pela encosta, Rzharck só encontrava pétalas vermelhas rubras, caídas das árvores do topo da colina. Mas ainda não tinha dado a volta completa pela colina. Tinha de encontrar os gigantes, o jovem não tinha comido desde da manhã, assim que os minis guardiões tinham sido liberados, o druida invocou algumas frutas para matar a fome. Diferentemente de seu antigo jogo, Vzium, não era necessário comer, mas agora ele sentia fome e sede.

Analisando atentamente as rochas a procura de alguma flor branca, Rzharck tinha avistado duas flores brancas ambas perto uma das outras. Assim que as encontrou sabia que se tratava dos gigantes. Imediatamente o elfo ergueu o cajado e pronunciou um feitiço:

— Imunidade contravenenos (habilidade nível 25) – uma luz cinza surgiu e cobriu seu corpo e desapareceu. O druida sabia que poucos gigantes tinham aspectos venenosos, mas não queria ser queimado por ácido. – Então vou acordar vocês belezuras – o druida se ajoelhou, tocou a terra e murmurou:

— O Acordar do urso (habilidade nível 35) – essa habilidade tinha sido inclusa as suas demais habilidades ao chegar no mundo que ainda desconhecia o nome.

— UAARG – uma massa de rochas tinha começado a se mexer. A giganta tinha acabado de acordar e seguida pelo gigante macho que também estava despertando.

A pele dos gigantes era cinza, o que era esperado ao ficar debaixo da terra por muito tempo. Ao despertarem os gigantes pareciam irritados, como se não tivessem conseguido dormir por um grande período de tempo. Para percebessem a presença do druida foi preciso que o Rzharck chamasse atenção deles.

— Oiii, vim aqui matar vocês, para isso preciso de um pouco da atenção de vocês... – aumentando volume da voz para o gigantes o ouvissem

Logo, os gigantes perceberam e rosnaram na direção do druida. Tais monstros não tinham muita inteligência, mas possuíam grandes músculos e ROCHAS, podendo ser uma desvantagem, caso Rzharck estivesse no level 40, mas não era caso.

— Vamos lá, vou mostrar para aqueles idiotas da hospedaria, que se acham realmente fortes.

— Rawww – rugiu a giganta.

Então fêmea ergueu os braços e bateu os punhos no chão de raiva. O gigante ergueu uma grande rocha que estava a suas costas e lançou com as duas mãos na direção de Rzharck. E rugiu para o druida

— Rawww – deixando baba cair da sua boca.

A rocha tinha sido lançada a uma boa altura para atingir Rzharck, mas a rocha tinha caído a uns 5 metros distância do alvo. Percebendo que a rocha não tinha atingido o druida, o macho recolheu de suas costas, pedras, e as lançou novamente contra o druida. Cerca de 5 pedras cinzas com mais 1 metro de diâmetro foram lançadas no ar, mas dessa vez com destino certo.

Rzharck ergueu a mão esquerda e disse:

— Erosão (habilidade nível 40) – então as pedras no ar, se fragmentaram e se tornaram poeira e foram levadas pelo vento.

Assim que a fêmea percebeu que as tentativas do macho forma em vão a giganta avançou em direção a Rzharck com irá nos olhos. Sabendo que em alguma hora seria tacado corpo a corpo, o druida plantou armadilhas a sua frente com o intuito de prender e matar os gigantes. Restando alguns metros entre eles a giganta acionou a armadilha. Em questão de instantes raízes tinham amarrado o corpo da giganta impossibilitando que a giganta escapasse, mas não tinha acabado. Uma grande planta carnívora tinha surgido debaixo da giganta, abrindo sua “boca” como se fossem grandes folhas e com presas. Um líquido pegajoso foi liberado, o que deixou a giganta paralisada, sendo que se esforçava em se soltar. Repentinamente a planta ergueu sua boca em voltada giganta e a consumiu por inteira, ejetando suas presas frontais, como Rzharck tinha mandado; para ter como provas de que tinha conseguido matá-la.

Observando tudo, o gigante continuava babando e encarando a situação como se não fosse possível sua companheira ter sido derrotada, já que as fêmeas eram mais fortes que os machos em questão de força. Assim que a planta carnívora submergiu na terra, a ficha tinha caído, só restavam ele e o druida. A reação do gigante foi rugir novamente, o que gerou uma massa de ar fedorenta.

— Nossa – disse com a mão no nariz, para abafar o fedor — Meu caro, depois vou te passar o número de um fábrica de pasta dental, você vai precisar de muita.

O gigante correu na direção de Rzharck, passando por onde a giganta tinha sido engolida pela planta carnívora do druida. Rzharck sabia lutar que corpo a corpo não era uma das opções de um druida de médio alcance, contudo, o novo mundo em que estava preso lhe parecia não ter regras. Mesmo assim, em seu antigo jogo poderia enfrentar criaturas de nível inferior sem se preocupar com a morte. Quando Rzharck tinha alcançado o nível 110, ele não tinha parado de jogar, o druida procurou masmorras, raides de alto nível para conseguir armaduras cada vez mais fortes e conseguir melhorar o nível de seu cajado lendário. Mas também o jogador ia em raides e masmorras de nível 100 para conseguir itens raros e montarias, sem se preocupar em morrer.

O gigante conseguia correr a uma grande velocidade, se aproximou do druida em questões de segundos. O punho do gigante era 5 vezes maior do que a palma da mão humana. A criatura vinha correndo pegando impulso para dar um soco no druida, quando tinha chegado perto suficiente, deu o soco em sentido diagonal. Rzharck ergueu a mão e simplesmente parou o ataque com uma mão, e com a outra segurava o cajado. Por um instante o gigante tinha parado e a baba voltava a escorrer, sem entender como um ser pequeno poderia aguentar seu punho.

Instantaneamente o gigante levou outro punho na direção do druida, vindo pela lateral. Desse modo teria pego Rzharck de surpresa, já que sua outra mão estava segurando o Ghair. Só que para o azar da criatura, quando o punho se aproximou do corpo de druida, o punho se chocou contra uma barreira verde, que protegia Rzharck de qualquer tipo de dano. Chocado, o gigante recolheu o punho que tinha se chocado contra barreira e novamente atacou o jovem humano à sua frente, e novamente o escudo se formou do lado em que tentava atacar Rzharck.

— Parece que você gostou – ainda segurando o punho do gigante murmurou novamente habilidade – Erosão.

Subitamente a mão do gigante tinha se tornado terra, e o corpo começou a tomar cor amarronzada, e pouco a pouco progredia pelo corpo do gigante, braços, pernas, tronco e se transformando em um monte de terra e começou a se desfazer até tornar-se uma pilha de poeira de terra. Restando apenas as presas frontais do gigante.

Então o druida olhou o para terra e em seguida para o sol e refletiu.

— Pensava que ficar nesse mundo seria um sonho impossível, espero que não mude de ideia... – disse caminhando em direção aos dentes dos gigantes caídos. Recolhendo os dois. – Mas até eu conseguir sair desse... lugar, tenho que me virar – disse revirando os olhos.

Com os dentes dos gigantes em mãos, decidiu guardá-los para pegar a recompensa após chegar na cidade, imediatamente um pequeno portal do tamanho de uma mão surgiu, e guardou as presas lá dentro (Sua bolsa).

— Bem, acho que tenho que humilhar certas pessoas – disse pensando no senhor da estalagem e no homem careca.

Assim que tinha concluído todas suas obrigações, o druida transformou-se em ave e voou de volta para a cidade de Adão. Enquanto voava de volta para a cidade, começou a pensar. Todos que tinha visto eram de níveis inferiores, agiam de maneira como se fosse impossível alguém conseguir matar gigantes de níveis inferiores, claro, não era simples para novatos, para era ele algo comum. Esse mundo apresentava coisas novas, como o cheiro, NPCs terem personalidade e intenções foram do comum. Então se perguntou mentalmente:

— Para onde eu fui mandando... – tinha que afastar esse pensamento e encontrar outros jogadores. E descobrir como sair antes que fosse descoberto. Então uma coisa veio a cabeça, mas antes teria que tirar as provas assim que chegasse a cidade.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.