Black Transformation (Budlaft)
16 Capítulo 16 - Caverna Montanna
Notas iniciais
N/B: IAHSUAHSU Oi.---. :o Hentai, na boa, o capitulo tá incrível u-u aproveitem ^-^
Caverna Montanna
Lariana acordou tarde no dia seguinte, não conseguira dormir bem na noite anterior.
Teve pesadelos horríveis com a caverna Montanna, mas nada a abalaria, ela precisava treinar, pois era a única humana na guerra que a esperava.
Às 14horas ela e Mityz já estavam prontos para treinar.
Eles foram de táxi até o pé da montanha, que era um lugar turístico da cidade, mas que, em épocas de frio como esta, não atraía muitos turistas.
Entrar na caverna era algo um pouco complicado. Eles deveriam escalar até a entrada, e depois seguir caverna adentro, para um lugar que Mityz dizia conhecer. Mal eles sabiam o que os esperavam.
– Ufa! Finalmente, estou toda suada, grudenta e cansada, e com muita sede. – Disse Lariana após chegarem à entrada da caverna.
– Já está cansada? E ainda quer treinar? Você tem certeza disso?- Perguntou Mityz preocupado.
– Claro. Com certeza, não quero que pegue leve comigo O.K. – Disse Lariana.
– Perfeito. Só não reclame depois. – Disse Mityz provocando.
Lariana o ignorou. Ela acabara de lembrar-se de seus pesadelos. Homens com capas estranhas, alguém inconsciente no chão, Mityz ferido ao seu lado, e alguém a ameaçando.
Eles seguiram mais ao fundo na caverna. Lariana não se lembrava do caminho que seguiram, dobraram muitas vezes para a esquerda e direita, ela não fazia Idéia de como voltar.
Chegaram a um lugar lindo, de dentro da caverna, havia uma clareira, terreno rochoso e uma cachoeira caiam a sua frente.
De cima vinham os raios de sol. Lariana checou o relógio, 18:00h, não poderia treinar agora, estava muito cansada, e pelo que percebera, Mityz também estava, eles montaram acampamento sem falar nenhuma palavra. Enfim, Mityz quebrou o silêncio:
– Eu vinha neste lugar com minha avó. Aqui ela me ensinou quase tudo sobre magia ângelus, foi praticamente onde cresci.
Lariana permaneceu em silêncio. Esses dias que passaram na casa, esperando os outros chegarem de suas missões os aproximaram mais, e ela descobriu que falar sobre a avó dele não era algo fácil, e agora, ele simplesmente disse algo tão profundo, verdadeiro e importante.
– Você sente muita saudade dela, não é? – Perguntou Lariana já imaginando a resposta.
Mityz ficou em silêncio enquanto cutucava o fogo da pequena fogueira.
– Você sabe que sim, ela foi como uma mãe para mim.
Lariana o abraçou. Ela estava tão emocionada, e ele estava tão quente e aconchegante.
Ela começou a beijá-lo, mas ela sabia que não era um beijo qualquer, era um beijo intenso, um beijo que no fundo queria dizer adeus, um beijo que talvez eles não tivessem a chance de ter nas próximas semanas.
Mityz agarrou Lariana pela cintura e a deitou sobre ele.
O beijo se tornava mais intenso e rápido conforme eles se distraíam. O calor aumentava. Mityz tirou sua camisa branca, os gomos que sobressaltavam em seu abdômen fizeram Lariana estremecer, ela não sabia bem o porquê. O peito nu sobre a lua que chegava aos poucos, devagar, como se não quisesse atrapalhar os dois amantes.
Mityz abriu suas asas de anjo, asas grandes e com uma áurea roxa em torno da mesma. Foi abrindo os botões da camisa verde de Lariana. O movimento foi automático. Lariana não impediu. Ela abraçava Mityz com mais intensidade, quando viu suas asas ao luar derreteu-se, um tremor passou por seu corpo, e uma vontade de voar com ele tomou posse dela, ela se entregava lentamente.
E então a lua chegou. O casal entrou na pequena barraca instalada no pequeno pedaço de gramado que ali crescia. E então aconteceu. Lariana nunca se lembrava de sentir tanto amor em sua vida, algo intenso, forte, e maravilhoso.
Mityz, por sua vez, estava calmo, ele não queria machucá-la ou assustá-la, era a primeira vez que ele sentia as mesmas coisas, queria que fosse especial para ela, queria fazê-la feliz, do mesmo jeito que ele estava agora.
Um céu estrelado cobria a pequena cabana azul, onde dois corpos se uniam ao luar, dois corpos satisfeitos, que através de um amor intenso em sem origem, criaram laços de afeto e amor.
Mas essa união pode trazer conseqüências, pois um novo ser acaba de começar a ser gerado. Um ser desconhecido. Um ser dividido em duas classes. O que pode ser tão perigoso para o mundo humano e o mundo sobrenatural?
XOXOXOXOXOXO
–Você tem certeza de que ninguém conhece este lugar Zac? – perguntou Tom ofegante enquanto carregava Allan.
– Sim, é um lugar secreto da caverna, apenas o mundo sobrenatural o vê, a não ser que um budger ou um lafter traga um humano. Só então a coisa complica.
– E qual é probabilidade de isso acontecer?- Perguntou Tom preocupado.
– Relaxe, pelos meus cálculos, apenas uma em um milhão.
Zac largou Ikaro inconsciente no chão. Tom fez o mesmo com Allan.
– Vou montar as barracas, vá buscar água e lenha para a fogueira. – Disse Zac.
Tom não respondeu. Ele não estava com vontade de sair daquele lugar, mas a simples presença de Zac o irritava. Zac sempre fora o preferido de Matt, e Tom por sua vez, era esquecido. Nem Matt, nem os outros sabiam, mas Tom tinha um pequeno amor platônico pelo chefe. Nem Tom acreditava que era homossexual. Ele sempre ficara com mulheres, sempre junto com os amigos. Mas um simples comando de seu chefe o fazia derreter por dentro. Ele achava que Al (Allan II) desconfiava, mas, por serem amigos, eles nunca comentaram nada para a sorte de Tom.
Ele chegou a uma pequena clareira. E o que viu o deixou de cabelos em pé. Havia uma cabana ali, e, através da luz da fogueira, ele vira um casal. Ele engoliu um grito. Pensou em voltar ao seu acampamento e contar a Zac. Mas então ele teve uma idéia melhor. Iria impressionar seu chefe, ele iria seqüestrar a garota. A qualquer momento. Quando ela saísse para o banho matinal. Ele iria ficar acordado, até a manhã seguinte, sempre a espreita.
XOXOXOXOXO
Lariana acordou primeiro que Mityz. Ela queria acordar cedo, preparar o café matinal e logo começar a treinar, pois o dia era longo, e ela não poderia se demorar, qualquer minuto de treino conta a favor para experiência.
Ela se dirigiu ao lago próximo à cabana, tirou a camisa branca e abarrotada de Mityz que ela usava desde a noite anterior.
Mas quase que imediatamente ela ouve um estalido, bem próximo.
Ela sentiu um arrepio passar por todo seu corpo, ela tinha certeza que alguém a observava.
Olhou ao redor para checar se não havia ninguém a espionando.
Foi então que aconteceu.
Alguém a agarrou, um aperto forte, que chegara a machucar. Ela não sabia mais o que fazer apenas gritar, gritar alto o suficiente para espantar os pássaros que se escondiam na mata, alto suficiente para acordar a morte das profundezas de Nihil...
Continua...
Notas finais
N/B: Laaari, poxa, ela só se ferra, tadinha. omg, que capítulo incrível, a véi, na boa, merece uns reviews! cadê hein, queridos malditos leitores fantasmas?
Fale com o autor