Black Transformation (Budlaft)

14 Capítulo 14 - A adaga de Prata


Notas iniciais
Belle e Brendi vão atrás de Matt, mas o que os espera de tão ruim? ( NADA DE PLAGIAR U.U)
N/B: Yo :B como que tão? sem reviews... T-T maltratadores de animais, eu pego vocês. u-u

A Adaga de Prata.


– Matt Keelertick? É isso? – Perguntou Brendi.

– Exatamente. – Respondeu Belle.

Eles estavam em uma cidade arenosa, ficava na entrada de um grande deserto.

“Vegan City realmente não é nada parecida com Las Vegas” Pensou Brendi lembrando de quando havia feito piada do nome da cidade, ele e Leo concordavam que parecia com Las Vegas, mas vendo isso, ele discordava. “Espero que Leo esteja se saindo melhor” pensou Brendi.


Eles passaram pelo letreiro de Vegan City, quando um homem, de barba branca e olhos caídos, olhos de cores azuis, e um pequeno pedaço de feno na boca, falou:

– Saiam daqui, essa cidade não é para forasteiros. Isso não e uma ameaça, é um aviso, por favor, não entrem, Matt irá matá-los, ou pior, vai fazer o mesmo que fez com todos nós, vai prendê-los aqui. – Disse o homem assustado.

– Pare de assustar os meninos Pearl – Disse uma mulher com aparência de 40 anos. – entrem, por favor. – Disse dirigindo-se para Brendi e Belle.

Eles se encararam receosos, mas entraram na cidade. O homem chamado Pearl grunhiu algo que os meninos não entenderam, e foi em direção a um monte de feno.

– Não liguem para o Pearl, ele é mesmo um rabugento. Mas em que posso ajudá-los? – perguntou a mulher.

– Procuramos Matt Keelertick. – Disse Belle.

– Matt, Nossa! Vai ser difícil, ele não é uma pessoa fácil não, e é muito desconfiado. – Disse a mulher.

– Não tem problema, onde podemos encontrá-lo? – Perguntou Brendi.

– Estão vendo aquela torre bem alta ali? – perguntou a mulher apontando para uma torre enorme, de cor acinzentada. – Boa sorte!- e a mulher entrou em uma casa pequena.

Belle e Brendi caminharam até a torre, que ficava um pouco longe daquele lugar. Eles até poderiam fazer um feitiço em conjunto para levitarem de alguma forma, como descobriram, mas combinaram de evitar feitiços na frente da cidade para não assustá-los.


Eles finalmente chegaram à frente da torre, e avistaram dois homens com capas longas e pretas, havia apenas um detalhe do lado esquerdo de cada capa, em roxo vivo.

O primeiro homem era careca, com uma tatuagem de código de barras na cabeça. Tinha olhos negros e sobrancelhas grossas, nas costas havia uma grande espada, larga, com um cabo de madeira bruta. O outro homem era loiro, alto e entroncado, com olhos azuis, e nas costas, duas espadas em formato de X, as duas eram de lâminas de cor vermelha e levemente encurvadas nas pontas, dando a impressão de duas foices.

Belle estremeceu, aquela torre era muito sombria, e os guardas não eram nem um pouco atrativos, mas o loiro não era estranho para ela, ela sentia uma sensação de déja vu, foi quando ela lembrou, de onde o vira.


XOXOXOXOXO


Wiltshire, Inglaterra, 2002.


– Papai, porque os bruxos moravam em lugares como este? – perguntou a pequena Belle em seus 10 anos de idade olhando aquelas ruínas de castelos antigos, o lugar que ela vira em um livro e implorou para seu pai levá-la em seu aniversário, do contrário de sua mãe, Belle amava as pesquisas do pai – eles não precisavam de tetos durante as chuvas?

– Sim, precisavam – Respondeu o Sr. Collegan – isso se chama ruínas, lembra-se do seu livro? Ruínas são os restos de monumentos, castelos e qualquer coisa que tenha valor histórico, estas são do castelo que um dia esteve de pé aqui, foi destruído em 1557 quando antigos povos humanos rebelaram-se contra os bruxos.

– Mas eles não eram poderosos para se proteger? – perguntou Belle entusiasmada.

– Eram, mas do lado dos humanos havia um bruxo em especial, que era tão poderoso, que com um movimento de mãos destruiu o equivalente a três famílias bruxas, ele tinha uma aliada, chamada Hat, que ajudou ele a matar a família. Ela queria uma família em especial, os chamados Wikenfears, porém, quando ele terminava de destruir a ultima casa, um humano, o líder da rebelião, apunhalou-o pelas costas, com uma adaga de prata banhada em sangue de Dragão Brasileiro. Após o líder da rebelião, retirar a adaga, o corpo do bruxo se desfez em cinzas, a garota chamada Hat sumiu. Dizem que o corpo do bruxo ainda esta preservado, muitos acreditam que está no porão da ultima casa, a ultima casa que ele tentou destruir, e esperando alguém para libertá-lo para ele terminar o serviço, e se vingar dos descendentes dos humanos que o traíram.

– E a adaga de prata? – Perguntou Belle curiosa.

– Foi passada de geração em geração, acreditam que a adaga está com a família dos descendentes do antigo líder da rebelião. – Respondeu o Sr. Collegan animado com o entusiasmo de sua pequena filha.

– Mas quem seria essa família? – Perguntou Belle cada vez mais curiosa e interessada na história.

– O nome do humano, era Luka Keelertick.

– Mas esse sobrenome não é de uma família bruxa papai? – Perguntou Belle.

Sr. Collegan sorriu.

– Exatamente, ele traiu os bruxos, o que muitos não sabem, não era apenas Hat da família Wikenfears a ovelha negra da época, havia um Keelertick unido a ela, e foi isso que ajudou na destruição das famílias e na morte do bruxo.

– E qual era o nome do bruxo? – Perguntou Belle atenta aos detalhes.

Um homem saiu de trás de uma das ruínas e respondeu:

– Allan Maximiliano, um filho de lafter com uma budger, raros, mas poderosos.

Belle se escondeu atrás do pai.

– Calma garotinha, não vou lhe machucar. Só estava revivendo a batalha onde meu tataravô morreu.

– Quem era seu tataravô criança? – Perguntou o Sr. Collegan.

– Allan Maximiliano, quem mais? – Disse o garoto debochado.

– Você é tataraneto de Allan? – perguntou Collegan sem acreditar.

– Allan Maximiliano II, foi esse o nome que recebi de minha mãe. – Disse Allan debochado.

– Mas sinto lhe dizer, que vou ter que fazer você esquecer isso Sr. Collegan, mas a garotinha não, ela sim vai lembrar de tudo o que foi dito neste dia.

– Esquecer?... Mas... Mas... – Perguntou Collegan.

– Purgato! – Disse o garoto.

O Sr. Collegan congelou no lugar, ficou com o olhar vidrado. Allan virou-se para ir embora, mas antes ele virou a cabeça para Belle, que já havia saído de trás de seu pai.

– Adeus garotinha, espero te encontrar algum dia. – E então, como que em um piscar de olhos, sumiu.

Belle só lembrava-se daqueles olhos azuis como o céu. Aqueles olhos frios e debochados de Allan II.

– Papai tudo bem? – perguntou Belle preocupada.

– Sim querida, por que não estaria? Continuando, o nome do tal bruxo era Allan Maximiliano. Está ficando tarde, vamos embora agora, tudo bem?

Eles já haviam saído da propriedade, quando Belle se virou, ela sentia um calafrio, desde a aparição de Allan ela ficara com uma sensação estranha.


XOXOXOXOXOXO


Vegan City, Salém, 2009.


Belle e Brendi chegaram perto dos guardas, e então Belle lembrou-se de onde conhecia o guarda de cabelos loiros, ele tinha os olhos azuis, com um tom frio e cruel, foi quando juntou as coisas:

– ALLAN?! – Gritou perplexa.

O guarda loiro espantou-se, mas logo em seguida abriu um sorriso debochado:

– Garotinha! Eu sabia que te encontraria ainda.

XOXOXOXOXOXO


– Então você vai atrás do túmulo de Allan Maximiliano — Ordenou Chocker a Aso.

– Mas não sabemos em qual das casas ele está.

– Eu sei, ele está em Darkness Falls – Disse uma voz feminina entrando na sala de Chocker.

– Olá querida Hat, traz notícias? – Disse Chocker vendo Hat entrar em seu escritório.

– Olá Sócio,– respondeu ela arrogante – trago sim, eu estava lá quando ele morreu, eu o traí, ele esta na Rua Chepter’s Burgo, 730, Cleentown, a antiga casa dos Wikenfears.

– Precisamos de outra pessoa para revivê-lo, afinal se você for lá, ele te matará, ele não pode ter idéia de que você está viva, muito menos do nosso lado. – Disse Chocker.

– Aso pode ir, – disse ela antes de virar-se para o ser em questão – você é bastante persuasivo Aso. – Disse Hat.

– Não, Aso deve ficar aqui comigo e me ajudar, já sei quem pode fazer isso, Ikaro.

– O seu projeto de Deus a tempestade? – perguntou Hat com escárnio.

– Ele é muito forte, não o subestime pequena Hat. – Disse Chocker em um tom sério e desafiado.

– Mas precisamos da adaga, a adaga para controlá-lo, só ela pode fazer com que ele nos obedeça, ela é sua fraqueza, precisamos achá-la.

– Não será preciso, sabemos onde ela está. – Disse Aso com rispidez.

– E onde seria? – Perguntou Hat.

– Junto com Allan Maximiliano, cravada em seu peito.

Continua...

Notas finais
O.O Oh God, mais personagens? mais passado? Allan Maximiliano, eu nao vou conseguir guardar tantos segredos assim e ter de lembrar de explica-los, por isso comentem se eu esqueci de algum detalhe nao explicado U.U bj bj e + Reviews
N/B: vish, meu cérebro ta tentando guardar todas as informações, I-N-C-R-Í-V-E-L. Sem reviews... ah, eu sou ótima com torturas, sei lá, só pra avisar :)