Black Sun (Sol Negro)
11 Capítulo 11 - Surpresas
Notas iniciais
Querido diário, minha vida não podia estar mais perfeita, tudo estava como sempre deveria ser, eu, Cebola, Magali e o Cascão, estavamos mais unidos ainda...É como se nossa vida tivesse sido reescrita, depois de uma confusão por causa do cinema.
Em falar em cinema, eu e o Cebola assistimos, um filme muito romântico, parecia até que eu era a garota e ele o galã, mas é lógico que ele não viu o filme, ficou apenas dormindo, porque não deixei ele levar o 3ds dele.
E eu acho que foi nesse dia que a confusão começou ou não, bom o que importa é o agora, e não o passado. Bom, mais posso dizer que o filme foi lindo, nunca vi filme tão romântico...
Bom já que ele foi comigo no cinema, então eu acabei indo naquela convesão de games, até que era legal, mas fingir dormir, para dar o troco, você deve estar pensando e o coelhinho?, aquela época acabou agora resolvo as coisas na paz e...
_E...o que você está escrevendo, aí — perguntou o Cebola
_Que susto isso daqui não é para você ver
_Quer dizer que ou você está falando sobre mim ou está contando segredos que nem a Magali sabe e... — disse o Cebola sendo interrompido por Magali
_Vocês estão falando de mim? — perguntou Magali
_Que susto, porque será que no bairro do limoeiro entra todo mundo pela janela?
_Você mesmo faz isso — respondeu o Cascão
_Nossa vocês três tão piores que filme de terror e suspense
Bom eu não achei uma piada, mais a turma riu, somos assim mesmo amigos pirados que fazem tudo juntos, somos unidos para sempre, nada poderá nos separá, nem mesmo a morte.
_Tenho que ir para casa, está na hora do almoço, tchau pessoal — disse Magali
_Nó vamos com você também, tá na hora do almoço, que ir com a gente Mônica? — perguntou o Cebola
_Não, obrigada — respondeu Mônica com um sorriso no rosto.
_Tchau Mônica- disse Magali, Cascão e Cebola, ao mesmo tempo.
_Tchau
_Também tô com fome, melhor ir almoçar...
Depois do almoço...O telefone toca...
_Deixa que eu atendo, mãe
_Alô, Magali?
_O que a Carmem fez o que? Eu não acredito, nisso, é ímpossível...
Continua...
Fale com o autor