Black Hell
4 No, I don't wanna fall in love...
Notas iniciais
O titulo para esse capitulo seria no caso, "No, I don't wanna fall in love; this world is always gonna break your heart" por causa da musica do HIM ~que eu particularmente amo ksad~çlaskd~lças~ vulgo Wicked Game ♥333333 ouçam essa música, e amem essa banda skldkslçakds mentira, ouçam e gostem se quiserem, idgaf
E desculpem-me por todo o atraso, agora chega de enrolação e boa leitura. XD
deixem reviews :B
“... Eu já estou até prevendo que esse será um dia longo e chato, e ainda preciso ir pro inferno (escola)...”.
Saí da cama sorrateiramente para não acordar Gerard; fui andando nas pontas dos pés até chegar à porta do banheiro, abri o mesmo e entrei para tomar banho. Achei estranho quando sai, ele ainda dormira. Achei estranho, mas não dei à mínima; fui andando calmamente até o closet e escolhi isso -http://www.polyvore.com/cgi/set?id=41834285&.locale=pt-br–, ficou até aceitável pelo meu nível de sono, mas tudo bem.
Acordei Gerard que logo se levantou e saiu pela porta da frente junto á mim e não demorou e a velha fofoqueira da minha rua começou a cochichar; obviamente sobre eu estar saindo com um garoto que para eles, não se passa de revolta. Argh.
Gerard estava com o carro e me levou até aquele inferno. O caminho foi em silêncio; apenas com o rádio ligado em uma estação que só passava heavy metal e afins... Quando estávamos prestes a estacionar já pude ver aquelas barbies loiras e vadias paradas na frente do muro da escola, mascando chiclete de boca aberta; isso é nojento, cara.
Saí depressa do carro dele e ele me puxou novamente.
–Hei, onde pensa que vai sem ao menos se despedir? -ele pode ser um pouquinho menos chato? É, acho que não.
–Entrar nesse inferno?
–Ah, para; vem cá logo.
Ele deve ter sérios problemas, pois é. Ele pode ser legal, sem ter bebido e sem ressaca.
–Af — bufei, e dei um selinho nele e sai logo.
Enquanto passava pelos portões da escola até a minha sala, pude ouvir que aquelas vadias de esquina riam escandalosamente fino; os garotos do time de futebol já haviam parado de treinar para as finais. Fui me aproximando da sala, adentrei e me sentei na ultima carteira fugindo da visibilidade de qualquer professor. Peguei meu ipod e comecei á ouvir um pouco de AC/DC e por ai foi.
Acabaram todos os tempos, isso foi ótimo saber que eu iria andando sozinha pelas ruas gélidas e relativamente bonitas; tudo se parecia ótimo no inverno. Sai daquele inferno, e fui andando calmamente e ouvindo Evanescence. Estava quase á chegar em casa quando ouço alguém gritar “HEI GAROTA, GAROTA PÁLIDA DO CABELO AZUL, PARA AI, POR FAVOR, PARA, PARA”, eu por impulso comecei a andar mais rápido até que olhei pra trás e aquela fisionomia não me era estranha, talvez já nos cruzamos algum dia desses, eu saio muito de noite, pode ter sido isso.
–Oi? –disse um tanto surpresa por ver aquele garoto correndo e parando no meio do caminho se curvando colocando suas mãos sobre os joelhos; ele é fraco, ou não deve simplesmente ter hábito de andar, mas quem sou eu pra julgar? Ninguém, isso mesmo.
–PARA DE ANDAR MENINA, PARA, EU VOU MORRER DESSE JEITO! –ele não consegue andar rápido. Ele era pálido, esguio, com os orbes azuis que encantavam qualquer um, era um azul profundo, totalmente... Lindo; aquelas roupas e maquiagem um tanto bizarra, deixava-o mais pálido, mas é claro que isso é atração física; eu não o amo.
–O que foi? –ele estava se aproximando, resolvi dar vinte segundos de vantagem (risos).
–Me deixa respirar, espere... – ele disse e puxou muito ar, achei que não teria mais pra eu respirar. –Oi, lembra-se de mim?
–Hm, não. –disse seca.
–Não mesmo?! Memória fraca a sua... –eu tinha que o interromper, claro.
–E você não consegue andar rápido. –disse num tom sarcástico.
–Ah, não seja tão chata... Vou lhe fazer lembrar quem eu sou... – e eu o interrompi novamente.
–Fale meu querido, mas, por favor, não gaste meu tempo. –curta e grossa, assim que tem que ser.
–Está bem, não desperdiçarei seu precioso tempo... Bom, eu sou o Andy Biersack, da Black Veil Brides, fui arrogante e estupido com você uma vez que tu estavas voltando para casa; lembra-se agora?
–Ah sim, eu sei quem você é... O Senhor Convencido. –disse rindo da própria merda que acabara de falar.
–É, sou eu sou mesmo (risos). Posso te dar uma carona? –que fofo, meu deus, me socorre, my body is ready ~chega de bancar a puta~.
–Hm, claro. Porque não? –disse soltando um sorrisinho de canto.
–Não sei... Ahn, entre, por favor. –ele deu um sorrisinho tão lindo que involuntariamente eu sorri de volta, parecendo uma garotinha tola.
Entrei no carro assim que ele abriu a porta para mim; o caminho inteiro foi um silêncio mortal, eu queria morrer ou abrir a porta e me jogar, foi horrível ficar ali; preferiria se eu tivesse andando sozinha naquele frio tão bom e ouvindo á consagrada e honrada Warrant (n/a: eu tenho um amor muito especial por eles, é). Ele parou na esquina, eu não podia ser vista saindo de um carro de outro garoto, já que eu estava com o Gerard, seria sacanagem com ele, ia ter fama de corno e tal. Sai do carro, e deixei o meu numero com ele; despedi-me com um tchau, apenas. Eu sei que por ele ter me levado praticamente até a porta da minha casa, ele merecia um abraço, mas eu odeio abraços.
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7:30 a.m.
(Andy’s POV)
Acordei com uma puta ressaca, mas mesmo mal por causa disso não paro um segundo de pensar naquela garota, cujo belo nome é Alexia; eu acho que eu estou realmente gostando dessa garota, ela me faz sorrir mesmo estando sem expressão alguma; ela é o que eu preciso, é o que eu necessito para me sentir vivo de novo. Eu estou cansado de sempre me sentir vivo durante shows e quando estava com a minha família, eu preciso dela, essa garota pode ser a minha saída, ela pode me fazer feliz novamente, só ela. Alexia...Ah, como esse nome soa bem, é um nome tão belo para uma pessoa mais bela ainda, ela aparenta ser uma garota fria, que nunca demonstrará nenhum sentimento por mim, mas mesmo assim, eu vou em arriscar a gostar dela.
Eu estava no meio dos meus devaneios, quando entra alguém no meu quarto. Caralho, era quase 8:00 a.m. ! A banda tinha um ensaio marcado, e eu precisava realmente ir. Levantei da cama, tomei um banho rápido, me troquei, passei uma maquiagem preta básica e peguei chaves, carteira, celular, meu maço de cigarros e o meu isqueiro; já estava pronto. Desci as escadas, acelerei o carro e fui á casa de Jake; hoje seria lá, isso é bom, porque sempre é na minha, e eles fazem a maior bagunça e sobra para eu arrumar tudo sozinho. Cheguei lá e ensaiamos, só fizemos isso porque eu compus uma nova musica e a colocaríamos no novo álbum. Já sei até pra quem irei dar o primeiro cd autografado.
Notas finais
~cabo a mendigagem~
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