Black Hell
6 Damn Thoughts and Questions that make me crazy ...
Notas iniciais
então, eu sei que eu demorei muito, mas é que eu tô tendo que fazer prova, trabalho, lição de casa e tals, dai não dá realmente para atualizar sempre que eu quiser; até porque, nem sempre que eu queria escrever esse capitulo, eu tinha inspiração ou até mesmo disposição...
E ah, eu queria deixar um recadinho lindo pra Líís que é uma vadia ♥ sçdl]ãsd obrigado por mandar os reviews que eu tanto lhe cobrei pelo msn, bitch ♥ só isso, nao seiser fofa, sorry bby.
Enfim, e pra VOCÊS que lêem a minha fanfic e não deixam reviews, por favor, deixem review gente...eu necessito saber que tem mais gente lendo e mesmo que for uma critica ruim, construtiva ou até mesmo dizer que gostou, pode mandar, ok? ^.^
Eu posso nao ser tão fofa, mas não mordo? daç~sldla]sdlsa
e ah, parabéns à você que leu até aqui, enfim, bye e até o próximo capitulo, espero que gostem e deixem reviews viu leitores fantasmas? e voces que mandam tambem, podem continuar...
xoxo ;*
A tarde passou rápido e confesso que foi a melhor tarde de todas, talvez por que foi com ele.
Andy’s POV
Alexia... Em pouquíssimo tempo, ela me fisgou. Como isso foi acontecer com alguém como eu? Por que justo eu? O que fiz para me apaixonar por uma desconhecida? -É Andy, dessa vez pode ser a garota certa. -
Eu tinha que agir, e rápido. Vários devem querer ela, pois essa tal de Alexia tem personalidade, caráter e não deu gritinhos, não quis autógrafo, nem nada disso. Acho que foi por isso que gosto tanto dela. Alexia, Alexia, Alexia, Alexia. Droga garota, porque não sai do meu pensamento? Tudo o que eu faço agora é por você; até mesmo respirar.
Essa garota realmente me comanda, tudo o que eu tenho feito é por ela, caralho. Não gosto de ter que depender de uma garota que mal me quer, é extremamente chato, entediante. Já sei! Preciso vê-la. É necessário até senão eu morro, mais um dia sem ela e eu definho por completo. Só de ficar dois dias sem, fumei mais de quatro maços de cigarros. Ela realmente consegue mexer comigo.
Fiquei pensando a manhã inteira deitado na cama pensando em algo pra surpreendê-la e mesmo se não surpreendesse, eu necessitava vê-la.
Eu não tinha nada em mente do que dar de presente para ela. Eu podia dar o presente que eu tanto queria lhe entregar. O nosso primeiro álbum de estúdio, We Stitch These Wounds. Agora sim eu estava realmente feliz somente porque veria Alexia.
(POV’s Alexia)
Depois de passar a tarde inteira na casa do Gerard, ele me levou até a minha casa e foi embora. Entrei, fui até a cozinha tomar um pouco de água (o que foi algo que eu nem consegui tomar hoje com o Gerd me entupindo de chocolates e Coca-Cola). Subi as escadas rapidamente e me tranquei em meu quarto. Tomei um banho, coloquei meu pijama de ursinhos e me deitei sobre a cama cheio de edredons brancos e pretos com vários travesseiros e fiquei pensando no quão aquele simples garoto que eu conheci no bar poderia me confundir tão rápido, me deixar tão sei lá... Apaixonada, mas foi de uma hora pra outra, eu não tive nenhum tempo para pensar em nada, em nenhuma possível paixão adolescente; o pior de tudo é que ainda tinha aquele menino, o tal de Andy... Bom, eu ainda teria que pensar sobre muitas coisas, mas o meu sono não deixou e acabei dormindo sem me cobrir nem nada, apenas dormi preocupada e cheia de pensamentos confusos. A minha mente estava como um novelo de lã cheio de nós que pareciam não querer se desenroscar. Totalmente horrível.
xXxXxXxX Na manhã seguinte xXxXxXxXx
Acordei com frio, cabelo meio molhado, e com muito sono. A minha visão estava meio turva, mas pude perceber que o meu quarto estava bem bagunçado; era roupa pra todo lado, sapatos, livros, meu notebook escondido lá na puta que pariu e só havia consigo ver o meu ipod pelos fones que deixaram uma pista de onde ele estava. Levantei e tropecei no meu próprio pé e cai, levantei e me direcionei ao banheiro. Abri a porta e quase morri de susto quando olhei no espelho, o meu cabelo estava pior do que eu imaginava; o mesmo estava todo desgrenhado, com as pontas cacheadas, simplesmente horríveis. Resolvi tomar um banho para ver se o meu cabelo ajeitava um pouco. Sai do mesmo, em enrolei na minha toalha branca e fui em direção ao closet, escolhi isso: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=43833176&.locale=pt-br , é como vocês podem ver eu ando de skate, mas é uma longa história que por enquanto eu não estou afim de contar (risos). Desci as escadas correndo, quase cai porque eu tenho um equilíbrio de dar inveja –n. Fui até uma padaria que tinha pertinho da minha casa e comprei um maço de cigarros; depois andei mais um pouquinho e fui até a Starbucks, onde comprei um Java Chip como sempre. Eu adorava ir pra escola tomando meu lindo café todo cheio de coisa juntamente dos meus cigarros, o frio ajudava também. Frio... Ah, como eu amo o frio.
Cheguei ao inferno e dessa vez eu não me importei com o que os idiotas estavam falando sobre o quão eu era estranha ou até mesmo o quão eu era feia. Agora nada mais me importa, apenas o meu amor pelo Gee e aquele garoto esnobe e gentil vulgo Andy. Fiquei todas as aulas de cabeça abaixada com os meus braços envolta, quase dormi se não fosse pelos meus pensamentos inquietos que jogavam na minha cara o tempo inteiro que eu deixaria Gerard feliz por eu estar ao seu lado, mas por outro lado, deixaria Andy triste e isso era o que eu menos queria, por mais que eu não o conhecesse direito.
Os outros tempos passaram rápido, sorte a minha. Estava quase chegando no portão pra me libertar daquele inferno, quando recebi um sms dizendo:
“Alexia, por favor, não quero parecer um idiota, mas, me encontra na saída, por favor, eu quero te dar uma coisa”.
Andy
Isso foi extremamente fofo, mas então, o que será que ele quer me dar?
(POV’s Andy)
Depois de mandar a mensagem á ela, saí do carro já com o presente na mão e um cigarro, como o de costume. Fiquei encostado no mesmo por poucos minutos, mas que pareceram milênios. Eu não iria parar na frente da escola dela, então fiquei na esquina; seria mais inteligente. No meu modo de pensar, ficar parado na frente da escola da pessoa é muita coisa de familiar, então não. Segundos depois de ficar olhando pro nada, ouvi um “psiu” e nem precisava olhar que eu já sabia quem era o dono do mesmo. Olhei na direção do som emitido e lá estava “A Linda Garota”, com uma roupa, digamos que rebelde e eu gostava de cada parte de seu corpo, eu a desejava, eu a queria como nunca. Porque os meus sonhos não podem virar realidade logo, porra?
Estava tão perdido em sua beleza que nem notei que ela continuava ali esperando que eu falasse ao menos um “Oi!”, mas nem isso eu conseguia pronunciar até que ela pegou o cigarro da minha mão, jogou-o no chão, pisou para apagar e disse:
-Você é muito fofinho e bonitinho para ficar fumando, arrume algo que te faça relaxar ou melhorar (risos). Você é jovem demais pra isso! –E mais uma vez ela estava totalmente certa. Droga. –E então, o que queria tanto me dar? –ela disse com uma voz manhosa e bonitinha.
-Ah, não sei se vai gostar, mas...
-Fale logo! Cansei de esperar, não quero saber se vou gostar ou não, apenas o que é? –Ui, ela é mandona! (risos).
-Tá, se quer tanto saber, bom...É o meu primeiro disco de gravadora, “We Stitch These Wounds” –Entreguei-o em sua mão delicada e de repente, ela me abraçou. Foi um ótimo abraço, talvez eu estivesse precisando de um abraço que nem aquele... Apertado. Pelo que pude sentir naquela fração de segundos, o perfume dela era ótimo. –E aí, o que achou do seu presente? Esse foi o primeiro CD á ser fabricado, porque agora você é a primeira em tudo que eu faço, você é a primeira pessoa que eu penso ao acordar e a última ao dormir. Eu vou parar com esse discursinho que você já deve estar enjoada e dizer logo! Alexia Jones, quer namorar comigo? –Perguntei, e estendi a minha mão direita que continha um anel delicado de prata com um rubi em cima. Aceita Alexia, aceita....
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