Notas iniciais
heeeeeeeeeey
obrigada as novas leitoras, amei os reviews do capitulo passado :3 thx
enfim, esse capitulo não é lá aquelas coisas e pá
eu juro que vou tentar atualizar essa fic o mais rápido o possivel, mas esse bimestre vai tá foda e eu vou ter que estudar, então não vou ter muito tempo livre :c
mas enfim, sem mais delongas
tá ai mais um, aproveitem! :333333333333
e ah, leitoras fantasmas, se apresentem por favor, sem reviews eu nao continuo
e ah, já ia quase esquecendo...tem escape the fate, mas nao vai ficar por muito tempo...flw
kiss kiss bitch e até o proximo cap! ^^

O que falar pra ele agora? Eu nunca poderia falar que saí com Andy, ele me pediu em namoro e eu pedi para pensar, que conversamos, tomamos café no Starbucks e depois ele me deixou na esquina de casa. Nunca!

Eu teria de responder a coisa mais tosca, não tinha outra forma de sair dessa. E ah, lembrando que eu não posso falar nada que envolva amigos, simplesmente porque eu não tenho. Pois é.


–Ah, você sabe... Eu fiquei por aí. Precisava pensar um pouco em certas coisas.

–Sei. Então tá. Mas, só rolou isso mesmo?

–Sim.

–Então, tudo bem. –ele sorriu. Que sorriso lindo, puta que pariu.


E então, ele saiu do quarto, para atender o celular. Quem seria? Um amigo talvez? Uma amiga? Mas, quem liga? Não me importo com ligações, não mais. Eu não poderia ter ciúmes e nem muito menos desconfiar dele sendo que eu também não sou nenhuma santinha nessa história.

Gerard era “O cara”, mas também tem o Andy, então não sei bem quem escolher afinal. Eu gostei dos dois, mas eu só posso ficar com um. Eu tenho que achar uma solução pra isso, mas sem deixar os dois se conhecerem. Puta que pariu. Está tudo muito confuso, não consigo achar uma saída. Droga, porque justo eu? O que eu fiz para merecer isso? Tudo bem que eu não sou nada santa. E se eu sair “para pensar”? Pode ser bom.

Então eu abri a porta do quarto e Gerard quase caiu para trás. Eu ri dele tentando se equilibrar, foi engraçado até. Só disse “tchau” e saí de casa. Eu sabia muito bem pra onde ir, só não sabia que horas voltaria para casa. Fui caminhando até uma casa de shows que tinha ali perto. Era um lugar digamos que ilegal, mas era bom ficar ali. Ocorria de tudo naquele lugar, por isso tinha quartos, bar, palco e algumas mesas. Quem queria algo mais ia para o quarto, e quem apenas queria ver aquelas bandas iniciantes fazendo covers ou tocando suas próprias músicas, ficava por ali mesmo. Esse lugar para os desconhecidos era chamado de “Bar”, mas já para quem era devoto a ir lá, assim como eu, sabia o verdadeiro nome. Era a “City of Sin”, traduzido para o português, “Cidade do Pecado”. Quem frequentava o lugar, sabia muito bem que o dono daquele lugarzinho honrava o nome “City of Sin” e muito bem. Ali era um bom lugar para se ficar, ao menos que, você não goste de ouvir heavy metal, post-hardcore, metalcore, rock n’ roll, ouvir gemidos e ver bêbados e drogados. Mas, se você gosta ou nem liga, bem-vindo (a).

Estava andando por aquelas ruas frias tão boas. Ah, como eu amo o frio, às vezes estressa sempre ter frio, mas daqui a pouco chega o outono e aí tem um pouquinho de calor, que não faz mal pra ninguém. Quando está uns 20ºC dá pra abusar mesmo, como por exemplo, colocar shortinho, blusa curta e tudo mais. E usar bastante couro, se bem que isso eu faço em todas as estações. O meu estilo de me vestir é parecido com o da Taylor Momsen, mas para ir ao inferno, eu tenho que me comportar nas roupas, e vestir algo mais “apropriado”, digamos. Voltando ao trajeto, eu segui com o meu casaco preto pelas ruas de Newark. O barzinho disfarçado se encontrava no centro, então era um bom tempo andando até chegar lá, mas dá pra ir de ônibus ou metrô. Talvez metrô seja melhor, mais rápido, afinal já estava escurecendo e não é tão legal ir lá quando a festa já começou á muito tempo; o legal mesmo é chegar depois de alguns minutos que já começou.

Fui de metrô até onde dava e o resto do caminho, que já não era lá grande coisa, eu andei. Cheguei lá, e abri a porta de vidro. O segurança me parou. Droga.


–Você não pode passar daqui garota.

–Você não sabe quem eu sou?

–Deveria?

–Sim, o antigo segurança sabia, eu venho aqui todos os dias que eu posso.

–Eu comecei ontem e não ouvi falarem de você.

–Claro que não né. Se você entrou hoje não tem que saber, ligue para o antigo e pergunte por Alexia Jones.


Então assim foi feito. Ele ligou e perguntou de mim. John, o antigo segurança, garantiu-o de que eu vinha realmente naquele lugar e que já fazia um bom tempo. O novo segurança, vulgo Carl Smith, me deixou passar. Eu adentrei no real “City of Sin”, realmente quem via aquele barzinho ali da frente nunca acreditaria que se fosse para os fundos, abrisse a porta, que indicava “dispensa”, teria algo como isso. Nem mesmo eu acreditaria. Bendito seja o Kyle que me apresentou esse lugar, já faz alguns aninhos desde que ele morreu de overdose, mas isso não vem ao caso.

Esta noite ia ter uma banda de verdade, pelo que eu soube, espero que seja uma banda ao menos respeitável, ou que saibam cantar e tocar, pelo menos isso. Fui até o bar e pedi uma Budweiser, era cerveja, mas e daí? Eu não estou aqui para bebidas bonitinhas e refinadas. Se for pra beber e fumar, vamos lá! Então a banda tão esperada entrou no palco, se ajeitaram e não eram nada mais, nada menos que “Escape The Fate”. Tudo bem, agora sim ficou bom. Eles começaram honrando o nome do lugar, “City of Sin”.


Resumindo, o playlist deles foi:


City of Sin

Day Of Wreckoning

Gourgeous Nightmare

Zombie Dance

Issues

Lost In Darkness

Massacres

Prepare Your Weapon

World Around Me

Smooth


E assim acabou o show, todos aplaudiram e depois deixaram músicas aleatórias tocando de fundo. Olhei no visor do celular e já passara de uma da madrugada, até que estava cedo, não era hora ainda de voltar para casa. Fiquei ali conversando com o barman que já devia estar farto de mim, mas ainda sim, ria das coisas que eu falava. A cada cinco minutos ele me perguntava se eu queria água, ou alguma coisa para comer, para assim talvez o álcool não subir tão rápido, mas já não tinha jeito, o álcool já tinha subido e agora se me estuprassem, eu não sentiria nada, afinal não sabia nem onde estava, nem o que eu estava fazendo mais. Eu fui andando pelo corredor que dava para os quartos, até que braços me envolveram por trás; braços gelados, mas bom. Olhei para trás em uma falha tentativa de saber quem era. Aquele tal ser, me levou para um dos quartos que estavam vagos, era começo de noite, então ainda tinha quartos vagos e limpos. Adentramos em um deles, e o ser misterioso me deitou sobre a cama e retirou a minha blusa com uma facilidade. Começou a beijar o meu pescoço descendo até o final da minha barriga. Subiu um fogo em mim, que eu mesma já não conseguia me controlar, retirei a blusa dele e o ser sorriu malicioso. Depois ele tirou suas próprias calças e eu fiz o mesmo em mim. Ele tirou uma camisinha do bolso, e a abriu com os dentes. Foi sexy o bastante pra me fazer sorrir. Aquilo seria sexo de uma noite e depois arrevoiur. Ele me tocou de um jeito diferente, um jeito malicioso e ótimo. O ser estava a joelhado na cama, mas com seu tronco levantado, então me puxou fazendo com que eu ficasse na mesma posição que ele. Não havia mais espaço entre nós, estava tudo ficando mais excitante e claro, melhor. Ele começou a me beijar intensamente e foi aí que eu me senti viva de novo. Ele me ajeitou na cama, colocou a camisinha, retirou o meu sutiã e suspirou. Então, ele se encaixou no meio das minhas pernas e começou com os movimentos “vai e vem”, que a cada estocada ficavam melhores. Eu senti aquele fogo queimando dentro de mim, então tive o meu orgasmo. Então ele logo chegou ao seu ápice, poucos segundos depois de mim.


–Geme o meu nome. –o ser sussurrou no meu ouvido.

–Me dê motivos e assim farei.


Ele sorriu, e começou a me chupar e foi ótimo. Então ele lambeu os dedos e em seguida colocando dois dentro de mim com os movimentos “vai e vem”, então comecei a gemer, não conseguia me conter. Ele sabia muito bem como me fazer gemer. Quando eu finalmente gozei, ele retirou seus dedos de dentro de mim e lambeu. Então eu rapidamente mudei de posição ficando por cima, começando a chupar seu membro, ele começou a gemer e a morder seu lábio inferior. Depois que ele gozou dentro da minha boca, eu não tinha coragem de engolir, então ele riu e ficou me olhando. Eu não sabia o que fazer com aquele gozo dentro da minha boca.


–Engole! –ele disse rindo.

Eu apenas assenti que não. Então ele continuou.

–Ah, engole ou cospe!


Eu engoli e ele sorriu. Então eu subi e deitei em seu peito. Ele me abraçou e disse “Boa Noite”.


Notas finais
reviewwwwwwwwwwwwwwwwwwws?????? :ccccccccc