Notas iniciais
Hei povo sei que querem me matar, mais foi mal, esses meses aconteceram tantas coisas, mais o principal foi que peguei duas quedas de moto e ai ja viu ne? entao estou escrevendo capiulo das outras fics, devo postar logo, não é tao facil escrever pois meu pulso nao ta muito legal, espro que gostem desse reinicio. proximo cap novo encontro de Emma e Ruby...

* Ruby*

– Ah Ruby... eu nem sei o que pensar sabe, por tanto tempo eu esperei pra estar frente a frente e jogar na cara dela que mesmo com tudo que ela me fez eu consegui dar a volta por cima e construir meu império, mais quando a vi isso pareceu tão sem sentido sabe, todas as lembranças vieram em minha mente e senti apenas pena dela ser uma criatura tão... tão...

– Egoísta, idiota, vadia, lixo e tudo que não presta? Sim ela é isso tudo Rê, e pena é a última coisa que você deveria sentir dela. Por Deus ela acabou com a sua vida, e não quero nem pensar no que teria acontecido aquele dia se... Você poderia ter morrido Regina... — Eu sei que a cabeça dela está uma confusão, mais não posso deixar em hipótese alguma essa volta da vadia da Emma bagunçar tudo que levamos anos pra arrumar, nem que pra isso eu tenha de dar choques constantes de realidade em minha amiga.

– Eu já entendi Ruby, eu sei de tudo isso e me arrependo muito de ter tentado fazer aquilo, mais você não entende o turbilhão que está acontecendo em minha mente, eu sei que esteve ao meu lado o tempo todo, mais você não sabe o que é olhar pra mulher que dizia te amar e depois acabou com você e ver que ela está agindo como se nada tivesse acontecido, como se eu não tivesse sido absolutamente nada!

Foi aí que minha ficha caiu, ela não estava abalada com o fato da volta ou até mesmo a presença de Emma como acredito que todos estavam pensando e sim com o fato da indiferença quanto ao que houve, provavelmente ela ainda tinha na cabeça dela que Emma poderia se mostrar arrependida ou demostrar culpa e que realmente havia agido por impulso, mais era a pessoa boa que ela acreditava existir na época.

Abracei forte minha amiga que se desmanchava em lágrimas constatando que o que todos sempre falamos a ela desde o início do namoro era verdade, Emma era apenas uma grande vadia que queria apenas se aproveitar dela.

Ficamos um tempo apenas abraçadas em silencio enquanto lhe fazia carinho, por mais que Regina hoje em dia seja uma mulher forte e decidida, ainda resta dentro dela um pouco da menina inocente e boba que acredita em amor e nas pessoas, e é isso que faz com que eu a defenda com minha própria vida se for preciso.

Conheço o suficiente de Emma pra saber que ela não vai deixar barato a pequena surra que levou e que provavelmente essa sua volta tem algo a ver com Regina e Henry, e bem se ela vai vim com tudo eu terei de estar bem preparada, porque ela vai ter alguém a altura pra brincar com ela dessa vez.

Eu não vou deixar que ela ao menos tente fazer algo que faça mal novamente a Regina e principalmente a Henry, afinal ele não sabe a vadia que ela é e vai estar com todas as defesas baixas por achar que ela pode vim a ser uma boa pessoa.

– Tá melhor meu amor? Que tal irmos pra minha casa, você toma um banho enquanto preparo algo pra você comer, hum? — A apertei mais forte e dei um beijo em sua bochecha, sabia que ela precisava ser mimada um pouco, afinal estava extremamente frágil e tinha certeza que ela não queria ir pra casa e ver Henry nesse estado, afinal ele é esperto suficiente pra saber que tem algo errado com ela.

– Hurum, preciso apenas avisar a Zel que irei me atrasar um pouco, não quero deixar ela preocupada.

– Seria tão mais fácil se você e a Zel se apaixonassem, eu tenho fé que um dia vocês ainda irão descobrir que são o amor uma da outra você vai ver. – Provoquei um pouco pra descontrair e ao mesmo tempo torcendo pra que isso algum dia acontecesse de verdade, pois sei que a mulher perfeita pra Refina é Zelena.

– As vezes acho que você que é apaixonada por ela sabia? Zel é a mulher da minha vida, a mãe do meu filho e sempre amarei ela, mais não desse modo que você quer, sabe bem que já tentamos uma vez e não deu certo, não sei porque você e Tinker ainda insistem nisso.

– Talvez porque vocês são o casal mais fofo que existe e como você mesmo disse, ELA é a mãe de seu filho, a única que merece esse título além de você, e nunca vou desistir de casar vocês, nem que pra isso tenha que arrastar as duas até Las Vegas e obrigar vocês a casarem. – O humor dela já estava bem melhor e ao menos isso me deixava um pouco mais calma, e mesmo sabendo que ela e Zel não tem nada, não custa tentar.

– Você não seria capaz!

– Até parece que você não me conhece Regina Mills. Ouch! – Fingi dor quando ela bateu em mim me repreendendo, logo ela se levantou e foi até a mesa pegar o celular e fez sinal de silencio enquanto esperava Zel atender, fiquei admirando o jeito carinhoso que elas se tratavam e desejando do fundo do coração que um dia virasse algo sério de verdade, pois as duas mereciam isso.

Senti meu celular vibrar e vi que era Graham, meu chefe me ligando, fiz sinal pra Regina que iria descer e esperar ela na garagem enquanto ela falava com Zelena. Fui pro elevador e resolvi ligar apenas quando tivesse embaixo, afinal o sinal não ia funcionar direto mesmo, assim que cheguei retornei a ligação e respirei fundo, as vezes ele era um pé no saco.

– Achei que além de não vim trabalhar você também não iria me atender.

– Você sabe muito bem que eu pedi folga hoje Graham. Não tenho culpa se o jornal não consegue viver sem mim.

– Sempre um amor em Ruby, e o jornal vai muito bem sem você, liguei apenas porque quero um favor seu.

– Vou fingir que acredito que não sente minha falta, mais manda ai, qual o favor? Quem vou ter de aturar por sua causa dessa vez?

– Não vai ter de aturar ninguém, é que uma amiga minha vai começar a trabalhar aqui amanhã, era pra ser hoje, mais parece que houve algum imprevisto com ela, enfim, quero que você ajude ela a se adaptar nesse início aqui.

– Como eu disse, vou ter de aturar alguém... O que eu não faço por você não é ‘chefinho’. Qual o nome da mala, ops, da sua amiga pra ver se eu a conheço?

– Ruby! O nome dela é Emma Swan, você provavelmente não a conhece, ela estava morando na Europa ultimamente.

Levei um baita susto e fiquei alguns minutos em silencio, ou o mundo era muito pequeno ou a vida estava brincando com a nossa cara, abri um enorme sorriso, afinal ela trabalhando no mesmo local que eu seria bem mais fácil de eu saber ao menos alguns de seus passos e claro manter ela na linha o máximo que conseguisse, sai do meu transe com Regina me chamando, voltei minha atenção pro telefone, ia ser bem divertido.

– Pode ter certeza que vou adorar ajudar sua amiga, amanhã cedo estarei ai, quero aguardar ela chegar, agora tenho de desligar, até amanhã chefinho.

Caminhei até o carro com sorriso no rosto, Regina me olhou estranho provavelmente curiosa pra saber o motivo, no entanto eu não poderia contar a ela, ao menos não ainda. Antes de ela perguntar algo tratei logo de contar a verdade parcial.

– Graham me ligou, parece que chegou um novo jornalista na redação e ele quer que eu o ajude, parece que o cara é meio novato. – Ela me olhou desconfiada mais apenas assentiu e entramos logo no carro.

O caminho foi feito por conversa leve e logo estávamos em meu apartamento, fui direto pra cozinha enquanto Regina foi pro quarto tomar seu banho, estava preparando algo leve quando Regina entra na cozinha com um sorriso fraco e jeito de quem chorou no chuveiro, fui até ela e a abracei forte, nesse momento meu pensamento era apenas um: a partir de amanhã eu ia fazer a vida de Emma Swan um inferno!