Biorg - Fanservice

4 Não vê que isso é medo?


Notas iniciais
Podem me matar pela demora, eu aceito o castigo!
Esse capitulo é mais interessante,eu diria...
Beijo da sua doentinha: Orgastic-Th *Brisa*

Tom terminava de arrumar suas coisas no quarto. Amanhã cedo estaria no aeroporto a caminho de Milão. Teria que desviar de chacotas, apelidos e afins. Pensava nisso enquanto dobrava as roupas jogadas na cama e as socando na mala. A reunião de minutos antes só servira para magoá-lo e deixá-lo confuso. Porque eles tinham que se gostar? Será que isso durava muito tempo, tipo muito tempo mesmo, desde o início da Tokio Hotel? Os pensamentos de Tom flutuavam enquanto executava a tarefa.


Bateram na porta.Georg parou no portal do quarto abrindo-a em seguida sem pronunciar nada, encarando o amigo.


— O que foi aquilo na reunião, Tom? Eu sei que é estranho mas agente vai consertar tudo — Disse fazendo um gesto com a mão, apontando para fora. Georg tinha afala calmae objetiva, simplesmente encarndo um Tom incrédulo com tudo aquilo, visivelmente ofendido


-Desculpa, Gê. Eu fiquei nervoso,cara. Já tentou se por em meu lugar? — O de rastas disse num tom nervoso ainda concentrado na tarefa sem ter coragem olhá-lo

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-Não. Não consigo, Tom — Respondeu paralisado na porta, encarando-o na execução de sua tarefa, que agora se tornara difícil, com as mãos trêmulas.


O silêncio perdurou uns três ou quatro minutos ate que Bill e Gustav entraram logo em seguida no recinto. O baterista abraçava o de moicano que chorava incontrolávelmente.


-Mas o que tem de errado nisso Georg?! O que tem de errado eu estar gostando de você? — Bill gritou ao entrar quarto adentro, sendo guiado por Gustav até a cama. Um som abafado ecoou pelo quarto.


-Sei que o Pete foi um pouco rude mas tenta entender. Ele está tão assustado com o assédio quanto vocês...Como nós também — O baterista tentou amenizar — Caralho, vocês têm que reagir!


-É Gustie mas ele e o Dave só pensam no dinheiro, nas fãs, na banda. E nós, não temos o direito de pensar en nós? Nos sentimentos perturbadores? Os meus e os do Georg — Apontou para o loiro — Como ficam?


Não houve resposta. Não haveria uma para aquilo. Georg somente abaixou a cabeça, sem ação. Realmente aquilo não era pra ser o fim do mundo. Pelo menos não no mundo real.


Bill se soltou do abraço do amigo, literalmente se jogando na cama, onde Tom também se encontrava. Gustav se agachou para sentar-se no chão. Georg permaneceu parado na porta.


-Fecha a porta aí, Gê — O de moicano falou levantando o rosto que estava enterrado nos edredoms.


A porta bateu nas costas do baixista. Todos se encaravam, na esperança de algo ser pronunciado. Menos Bill que estava com a cabeça enterrada no travesseiro, certamente afogado em devaneios
Um silêncio se formara no quarto. O som do choro abafado rasgava a falta de som do recinto.


-Eu amo vocês, caras. Passei minha vida toda com vocês. Se querem continuar com isso, tudo bem. Se é isso que faz vocês felizes. Não ficaria contra meu irmão e nem contra meu melhor amigo. Se tivermos que sofrer, sofreremos juntos. Tudo pela banda. E principalmente pela nossa amizade


As palavras saíam fracas, pausadas, hesitantes. Tom as pronunciuou de forma monótona encarando a peça de roupa que ainda pendia em suas mãos. Lacrimejante, emocionado...Soluçante
Bill levantou o rosto para encarar o irmão que agora chorava. Gustav franziu um pouco a testa e Georg seguarava as suas dores para não cair em prantos também. As lágrimas do rude Tom kaulitz mostravam o amor dos quatro rapazes. O quanto cada um deles era importante ali e o que esse amor poderia suportar pela amizade

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-Eu também apoio seja lá qual for a decisão de vocês — O de óculos se pronunciou. — não posso me opor se vocês se gostam. Nunca deixarão de fazer parte da minha familia. Só não sei como vão se resolver com as fãs...


-Fico feliz. Não quero que vocês me odeim por isso. isso é tão inédito. Estranho... Dói aqui ó. — Georg pôs a mão no peito forte, o pano da blusa preta marcava os músculo bem definidos. — Eu amo vocês caras... Tomy, Gustie...Billy — Pronunciou a última palavra olhando para as costas do garoto jogado na cama. Todos se olhavam


-E eu gostaria que vocês conversassem á sós E foda-se se essa porra parecer gay. A viadagem tá rolando solta aqui. — Tom se levantou pondo a mala que estava em seu colo no chão. Vem Gustie. Vamos deixar eles conversarem um pouco — Estendeu a mão para o amigo se levantar do gelado chão do quarto. Gustav o olhou com cara de reprovação. O clima definitivamente não estava para essas birncadeiras.

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Bill se pôs de pé, caminhando até o irmão que já se preparava para sair, entrelaçando seu corpo num abraço. Gustav e Georg fizeram o mesmo.


-Eu te amo Tomi — O gêmeo falou com o rosto enterrado em seu pescoço. As lágrimas ainda insistiam em cair.


–Eu amo vocês, cambada muleque porco! — Gustav disse sorrindo e abraçando Bill e Tom de uma vez. Georg abraçou os três amigos. Naquele momento viu que só precisava deles. Isso bastava.


Se desligaram do abraço coletivo. Tom e Gustav saíram. Antes de fechar a porta Gustav deu uma piscadela para Bill, como um incentivo de que a conversa corresse bem.

***



Pete andava de um lado para o outro. Natálie estava apoiada na bancada da cozinha, observando o nervosismo do menager. O notebook de Dave repousava em seu colo. Estava sentado no chão da sala. O acesor buscava informações de como clima estaria em relação à banda na Itália, para a gravação do dvd. De qualquer forma, a qualquer custo teriam que gravar esse bendito Dvd


-Eu tô morrendo de medo de tratarem eles mal, de vaiarem ou até mesmo não irem ao show por causa daquele maldito beijo! — Pete parecia nervoso, empurrando seu liquido escuro de cheiro forte guela abaixo.


-Você acha que elas não vão ir ao show. Tá brincando né? as mulheres adoram essas coisas, Pete — Natálie riu. Ela mesma adorou ter visto a cena


-Elas Naty? Tem garotos também. O que eles achariam disso?


-Bem, não é possivel agradar gregos e troianos, não é? — A loira simplesmente sorriu. Havia um verto tom ironica na voz.


Tom e Gustav vinham vindo pelo corredor, passando pela sala da reunião, a principal. Lá estavam os três membros da equipe


-Onde estão os dois? — Dave indagou, finalmente prestando atenção ao movimento na sala.


-Lá em cima, conversando — Gustie se prontificou em responder.


-Espero que eles se resolvam e logo. Tempo é dinheiro e estamos perdendo muito do nosso! — Dave interrompeu mais uma vez


-Espero mesmo — Nathálie suspirou.



***


-Desculpa por tudo, Gê. Eu não queria que as coisas fossem assim. — Bill disse se posicionando segurando os joelhos na cama para encarar Georg.


O baixista permaneceu de pé parado na porta, na mesma posição que os outros dois o deixaram — Eu fiquei sem graça de te encarar depois daquele dia. — Os olhos castanhos abaixaram, talvez por medo ou vergonha.


–A culpa foi minha. Eu quem te beijei. — Enacarou o rosto em frente ao seu. os olhos verdes rolaram pelo lugar, afim de conter a imensa vergonha que era admitir aquilo.


O amor, a paixão, tudo o que estava guardado detro do peito dos dois prescisava ser liberado. Não fazia tempo que se gostavam, ou pelo menos não sabiam disso.


–Eu não sei o que estou sentindo agora, Gê. É tipo uma mistura de angústia e desejo. Eu não consigo saber com todo mundo censurando isso. E você, como se sente? — As mãos fininhas pousaram no próprio queixo e a cabeça se inclinou. Estava aí uma dúvida.


–Estranho. Ultimamente quero ficar perto de você. Tudo o que você tem feito tem me entorpecido. Sei lá, tipo umas vontades loucas de.. — Fechou os olhos. Não sabia bem o que dizer. Uma risada sem graça escapou pelos lábios do mais novo.


-Eu não sentia isso antes. Todo mundo sempre falou mas eu mesmo me recusava a creditar. Não sei bem se me considero hétero ou bi...Mas isso pouco importa agora, eu só não quero perder sua amizade. — Bill afrouxou um pouco o corpo.


-Eu não me importo com as críticas. Somos adultos e podemos fazer o que quisermos. Eu não desisto se você não desistir. — Georg agora encarava Bill com a face pesada em meio às suas próprias afirmações.
Bill ficara surpreso por estar sendo correspondido. Se levantou para abraçar o amigo. Talvez eles nunca imaginassem que poderiam estar numa situação dessas.


Georg o impediu no meio do percurso puxando o rosto do vocalista para beijá-lo Os olhos castanho-avermelhados fitaram os verde-esmeralda. Eles deveriam continuar com aquilo? A resposta em seus corações certamente era Sim.


Bill avançou invadindo o espaço que o separava de Georg. Segurou de imediato as mechas do cabelo liso em suas finas mãos e se aproximou. As respirações que agora se chocavam estavam ansiosas, esperando por mais.
O beijo começou hesitante, tímido, com carícias leves das línguas, uma na outra. Uma das mãos do baixista repousava na cintura de Bill, acariciando-a, fazendo-o arrepiar com o toque. O alto garoto segurava o cabelo do mais baixo, puxando-o mais para perto. Ficaram assim por um tempo, até que prescisaram de ar.


–Desculpa Bill. — Georg parecia nervoso. Seu semblante estava devidamente numa coloração rubro.


–Desculpa pelo quê? — Bill ainda mantinha o contato visual e as mãos em Georg.


–Por te beijar de novo. — Disse simplesmente.


–Não.


–Não?- Parecia confuso. O que Bill queria dizer com aquilo?


–Não te perdoo por não ter me beijado antes. O clima ficou tenso. Continuaram por se encarar.


–Então...Você gostou?


–Uhum. — Um sorriso de canto se desenhara pelo rosto pálido do vocalista.


–Uhm...então...Você quer mais?


–Quero... — Bill respondeu puxando o rosto rude para mais perto de si.


O beijo quwe recomeçara se intensificava a cada toque, e as respirações agora saíam sem controle, urgentes e fortes. As carícias inocentes do início se tornaram arranhões e beliscões. Os dois já estava se puxando para acabar com o mínimo espaço que ainda estava os impedindo de avançar, e isso não parecia o bastante.

De repente, Georg foi levemente empurrado na enorme cama, ainda entrelaçado no beijo .Se apoiou nos cotovelos para encará-lo. O que poderiam fazer, se a oportunidade os favoreceia?


-E então, Gê, me diz agora que não quer... — O vocalista mudou a expressão casta do início da conversa, encarando as esmeraldas verdes deitadas na cama, para um sorriso mais que pervertido nos lábios.


-Não quero — Continuou com o joguinho. O sarcasmo escorria pela voz do outro, acompanhado do sorriso que Bill mais gostava: aquele de canto com os olhos fixos e a sobrancelha arqueada. O verde dos orbes era vivo e brilhante.


A beleza de olhos castanhos engatinhou sobre a cama, ficando por cima de Georg, que agora estava de olhos fechados somente aguardando o próximo passo. A conversa que era inocente e esclarecedora se transformou num jogo de conquista quente e as sensções aflorando. Era a vontade reprimida de se experimentarem


-Sempre me imaginei traçando você um dia. — Georg pronunciou bem perto do ouvido de Bill. Ele mordiscou um pouco o próprio lábio com a investida que recebera. Bill não podia aguentar mais fingir não querer aquele corpo perto do seu, no mesmo espaço que por mais que fosse perto nunca seria o bastante para satisfazê-lo.


-Eu sempre soube também que você beijava bem, mas não que tivesse essas imaginações comigo. — Disse se afastando um pouco


-Nem eu sabia disso Billy, desse meu lado pervertido pra cima de você.


-Eu te acho uma delícia, Gê. As nossas brincadeiras, olhares, brigas sempre me fizeram gostar mais ainda de você. — Falava analizando o corpo abaixo do seu. Um sorriso sem dentes se desenhou nos lábios do vocalista, expressando claramente o que estava pensando. Sua sobrancelha se arqueou de leve com o pensamento que teve ao olhar o esculpido toráx, ainda coberto pela camisa, que pendia em baixo do seu.


-Não fala essas coisas.. Eu também te acho muito...Sexy — Georg disse desviando um pouco o olhar para não ter que encará-lo


-Então porquê nunca demonstrou? — Bill agora estava sentado em cima da ereção de Georg. O loiro tentava a todo momento não perder o controle com aquela bundinha macia roçando por cima dos panos de sua calça


-Pára de perguntar Billy. Você tá me deixando sem graça...Sei lá porque. Eu nem sabia que o que eu sentia podia ser paixão ou desejo, principalmente por você. Na verdade, eu nem sabia que podia gostar de algum homem — Balançava a cabeça negativamente, incrédulo com as próprias afirmações.


-Tenho certeza de que não gosta. Eu sou uma perfeita excessão — Bill gargalhou.


Se inclinou um pouco para recomeçar de onde pararm. O beijo se reiniciou rápido e com espaço curto entre os dois corpos. Bill rebolava em cima da ereção abaixo de si de uma forma tão quente e perturbadora que Georg deixou escapar um gemido abafado.
Os dois se provavam como podiam, beijando, acariciando, mordiscando...O ar já saía com dificuldade em meio às carícias mais intensas que iam recebendo, tentando soltar toda a repressão que os impedia se se provarem, pelo menos uma vez.


-Gê, eu quero agora — Disse manhoso, beijando o pescoço branco do loiro.

–O quê? — Uma dúvida veradadeira apareceu em seu rosto.


-Como assim o quê? Eu quero transar com você. — Bill enfiava as unhas por baixo da camisa do outro, remexendo os quadris involuntariamente. As mãos agarrando suas mechas

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-Aqui? — Os olhos estavam fechados se deliciando com a língua que percorria seu pescoço


-Aqui — Parodiou o amigo. — Porquê não?


-Podem entrar a qualquer momento.


–Prometo que vou ser bonzinho e não gritar demais. Eu tô ficando louco com você aqui Gê.. — As palavras estavam arrastadas tentando ser ditas ao mesmo tempo em que ofegava e lambia a pele macia embaixo de si


–Você sabe que eu quero isso mais que você, não é? — Disse fazendo um movimento com os quadris que se chocava com os de Bill, fazendo as ereções espremidas pelas calças pulsarem.


-Uhm..s-sei — Respondeu gaguejando, agarrando a pele dos músculos do braço do loiro


-Mas sabe que temos que resolver um monte de coisas ainda, não é?


- Continuou o movimento beijando o pescoço de Bill, agarrando nacintura fina puxando-a para baixo, simulando um ato sexual


-Uhum...Uhhm..- Bill só concordou com a cabeça, revirando os olhos. a sensação era tão boa que sua cabeça pendeu para trás, num espasmo de prazer


-Então é melhor resolvermos logo. — Disse se soltando de Bill e se levantando.Foi impedido mas retirou delicadamente as mãos finas de suas costas, retirando-se completamente da cama.


Bill caiu nos edredons, desolado e totalmente provocado.


-Vamos arrumar as coisas, Billy. Amanhã temos que acordar cedo. O dvd cara! — O baixista alertou parado na porta, olhando o corpo decepcionado sobre a cama.


-Tá. — Respondeu ainda ofegante. — Vou querer uma revanche. Você não vai se livrar de mim assim tão fácil — Alertou


O que parecia ter que ter um fim poderia agora ser só um começo. Não poderiam mais aguentar a vontade louca de se experimentarem. A censura só fez com que a vontade se formasse e crecesse.


-Ok então. — Georg riu batendo a porta.



Ambos prescisariam dormir bem pois a gravação e as perguntas macabras logo viriam pela manhã.

Notas finais
Bem , é Isso. E à minha querida leitora K_Jumbie, desculpa pelo LEMOM imcompleto. E já a quem fazer carinha de triste, desculpa também. Mas o Lemom frenético já vem vindo. O Primeiro de Biorg que já vi por aqui no Nyah! ARRAZEI MEGABICHA! *convencida essa aí, ó*
Cade os reviews? Será que mereço algum?