Big Lies

17 Presente Pt. 2


Notas iniciais
Queria deixar bem claro que esse é um capítulo totalmente hentai, então se alguém não gosta de ler coisa do tipo, sugiro que pule kkkkkk Também queria pedir desculpa por ainda não ter respondido todos os comentários, mas é que eu to dando prioridade a postagem de novos capítulos. Não deixem de comentar por isso, vou tentar responder todo mundo o mais rápido possível E por último, eu queria agradecer as recomendações da Anny Gii Winchester Salvatore e da sam561. Muitoooo obrigada pelo carinho e por todos os comentários positivos. Nem preciso dizer o quanto fico feliz quando alguém recomenda a história :DD Enfim... Espero que gostem!! Bjoos

P.O.V MAGALI

Eu adorava o Cascão e amava conversar com ele, mas eu tinha que admitir que desde que eu notara que o Nimbus não parava de nos olhar eu estava exagerando um pouco nas minhas reações. Fingi não perceber os olhares nada discretos que o Nimbus nos lançava e continuei a fingir que prestava atenção na história engraçada que havia acontecido no treino de futebol mais cedo que o Cascão me contava até que escutei um grito da Mônica.

– ANÃ É O SEU PINTO! – Mônica gritou do outro lado da sala e eu pude ver o Nimbus saindo pela porta

Droga, não era assim que eu imaginava que as coisas fossem ocorrer. O certo era o Nimbus vir falar comigo, dar uma daquelas cantadas idiotas dele, então depois eu iria ceder e nós teríamos uma bela noite de sexo que ambos esqueceriam no outro dia. Mas esse garoto tem que ser todo imprevisível e me forçar a ir atrás dele. Fui até a Mônica para saber mais informações

– Heey Mô! O que houve com o esquentadinho ali? – perguntei na maior cara de pau

– Sabe como ele é né? Inventou uma desculpa qualquer e foi se deitar, bem típico dele. Duvido muito que estivesse mesmo passando mal.

– Poxa que pena Mô, mas eu acredito que ele estivesse realmente cansado. Nós trabalhamos muito hoje pra que tudo ficasse bem feito.

– Eu sei amiga, vocês e todo mundo que participou disso foram demais. Eu fiquei tão feliz, até o Cebola veio!

– Ainda bem que deu tudo certo – sorri e a abracei – Eu acho que vou ver como o Nimbus está ok?

– Hmmm digo é nada! Mas fico feliz que vocês tenham finalmente se tornado amigos

– Amigos é um pouco demais, mas digamos que eu não tenho mais vontade de tocar fogo nele toda vez que o vejo – sorri maldosa – Vou indo nessa antes que ele pegue no sono

Assim que sai dali eu fui direto para o quarto do Nimbus, torcendo para que a porta não estivesse trancada. Se eu tivesse que bater na porta provavelmente eu desistiria do meu plano e arrumaria uma desculpa idiota.

Quando eu menos percebi eu estava parada em frente a porta branca do seu quarto. Na minha cabeça apenas as seguintes palavras ecoavam “Saia logo dai, você é virgem. VIRGEM!” Sacudi minha cabeça me livrando desse pensamento. Eu sabia o que eu queria, eu tinha certeza que assim que entrasse naquele quarto eu iria até o fim, então foi isso que eu fiz.

Entrei no cômodo que tinha as paredes pintadas em um tom de azul escuro e uma decoração um pouco antiquada. Eu esperava ver pôsteres de carros e mulheres nuas espalhados por todas as paredes, mas ao invés disso haviam apenas algumas frases emolduradas em quadros. Continuei andando pelo quarto, mas acabei deixando esbarrando em alguma coisa, então resolvi sentar na cama e apenas esperar. E eu esperei, mas bem menos do que eu imaginava, porque logo o Nimbus apareceu apenas com uma toalha branca enrolada na cintura e com uma cara de quem havia visto um fantasma. Apreciei um pouco mais a visão que eu tinha de seu corpo nu tomando coragem para falar até que as palavras saíram de minha boca

– Eu quero você... Aqui e agora! – as palavras saíram de minha boca com uma firmeza que eu não esperava. Tive vontade de fechar os olhos e esperar as risadas que sairiam de sua boca, mas ao invés disso mantive meus olhos abertos e firmes nos seus

P.O.V NIMBUS

– Eu quero você... Aqui e agora! – Demorei um pouco pra acreditar que aquelas palavras haviam saído da boca da Magali, mas ela continuava me fitando com aquele maldito olhar. Respirei fundo e pensei no que eu faria se fosse qualquer outra menina que estivesse ali, eu apenas iria rir, talvez até rolasse algo se ela fosse gostosa e no dia seguinte eu mandaria ela pra casa, mas aquela não era qualquer uma, aquela era a Magali. A menina que eu desejei desde a primeira vez que eu a vi, ela era especial – Então Nimbus... Eu estou esperando minha resposta

– Não... – minha voz saiu trêmula. DROGA! Eu parecia um maldito adolescente virgem negando a vizinha gostosa – Vá para casa Magali, você só pode estar louca.

– Você sabe que eu não estou louca Nimbus! E se você quiser, eu posso mostrar muito bem que eu estou em minhas mais perfeitas condições mentais – ela levantou da cama e veio até mim desabotoando a camisa amarela de botões que ela usava e deixando os seis rosados e redondos a mostra

– Magali saia daqui! – dessa vez minha voz pareceu mais firme, mas não foi o suficiente para ela parar – Eu sou o Nimbus, o cara que você odeia e tem nojo. Eu sou um galinha – pude notar que ela exitou por um momento, mas mesmo assim ela não parou, continuava vindo em minha direção com a sua camisa quase toda desabotoada e revelando agora um sutiã de renda preta

– Não me importo – agora sua camisa amarela já estava jogada no chão e a única coisa que cobria a parte de cima do seu tronco era o sutiã. Faltavam apenas alguns passos para ela me alcançar e eu tinha três opções... Correr dali, empurrar ela e ser um estúpido ou apenas fazer o que eu queria desde a primeira vez que pus os olhos nela – Nimbus – ela falou meu nome gemendo e aquilo para mim foi o fim.

Acabei com a distância que havia entre nós e a segurei pelas pernas, fazendo com que ela se pendurasse em mim. Agarrei-a firmemente e a levei até a cama colocando ela com cuidado. Depois disso eu me preocupei com o zíper de sua saia e a peça saiu com facilidade pelo seu corpo. Antes de tirar o resto de sua roupa eu me preocupei em gravar nos mínimos detalhes cada pedaço de seu corpo. A cintura fina, os seis fartos, as pernas grossas na medida certa, o cheiro doce que emanava do seu corpo e a pele macia. Antes que eu pudesse perceber sua mão tremula tentava alcançar minha toalha então peguei sua mão e a ajudei.

– Você tem certeza? – eu perguntei antes que não pudesse mais me controlar

– Absoluta – ela olhou em meus olhos e eu pude ver o brilho do desejo neles, então a partir dali nada mais podia me parar

Ergui suas costas com cuidado para que eu pudesse retirar seu sutiã e revelar seus seios totalmente duros e erguidos. Massageei-os com cuidado e pude escutar gemidos abafados vindos de sua boca. Comecei a dar leves beijos em sua nuca e pude notar que sua inquietação aumentava, então eu queria que ela de descontrolasse ainda mais, por isso desci minha boca até seus seios e comecei a massageá-los com a minha boca e língua. Pude notar seu corpo se erguendo por baixo do meu enquanto suas unhas arranhavam com força minhas costas. Todo aquele “desespero” dela me deixava louco, eu nunca tinha experimentado nada igual. E eu queria mais.

P.O.V MAGALI

No momento em que seus lábios tocaram meus seios nus eu não pude me controlar. Todo aquele misto de novas sensações me fazia perder o controle e eu não podia demonstrar minha inexperiência, eu não queria que ele soubesse que eu nunca tinha feito algo do tipo.

A língua dele rodeava com cuidado e experiência o meu mamilo como se ele já tivesse feito aquilo diversas vezes, enquanto suas mãos rodeavam as minhas cochas trêmulas. Eu podia sentir sua ereção cada vez mais pulsante no meio de suas pernas, então foi ai que tive uma idéia. Parei de arranhar suas costas e com minha mão livre segurei seu membro com firmeza, mas não força. Eu apenas segurei enquanto ele me dava beijos no pescoço. Eu literalmente não sabia o que fazer com aquilo ali, então de repente fazer aquilo me pareceu uma péssima idéia. Até que ele pegou a minha mão e me guiou em um movimento de vai e vem para cima e para baixo. Bom, aquilo não era difícil.

Logo suas mãos que antes se ocupavam com meus seios desceram para a barra da minha calcinha, ele tirou a ultima peça de roupa que me restava e começou a fazer movimentos circulares na região. Aquilo me deixou louca, eu finquei com força meus dedos em suas costas e pude escutar um gemido saindo de sua boca.

– Você ainda tem certeza? – ele me perguntou uma última vez enquanto colocava a camisinha e droga, como eu queria aquilo!

– Sim, absoluta – eu repeti

O momento depois daquilo se passou rápido e doloroso. Ele enfiou tudo de vez e eu tive que me segurar para não gritar, mas eu não podia culpá-lo, ele nem desconfiava que nunca houvesse feito algo nem parecido. A cada estocada a dor ficava menos e o prazer maior, perto de chegar ao ápice ela já era quase nenhuma e quando ele gritou meu nome e chegou ao seu limite ela havia passado. Exausta eu adormeci em seus braços.

Notas finais
GENTEEEEEE! Só a minha tela que pegou fogo ou a de vocês também? kkkkkkkk Vamos ver no que isso vai dar no próximo capítulo o/ Espero que vocês tenham gostado, espero vocês nos comentários!! Façam uma autora feliz