Big City Dreams
7 Capítulo 7 - We Don't Need No Wings To Fly
Notas iniciais
Deixem reviews achando o que achou, com opiniões criticas e elogios, bj
LEIAM AS NOTAS FINAIS.
Ui, quem ai sentiu ciúme vindo do Justin? Mais porque ele sentiria ciúmes? E por que ele me beijou e queria fazer coisas comigo? Justin sempre me deixando confusa.
Deitei na cama e coloquei um travesseiro no meu rosto e gritei.
Ficar a noite toda acordada sem consegui dormir pensando na vida e pregar o olho quando já está amanhecendo e for acordada pela luz batendo no rosto é uma das piores coisas que se pode acontecer com uma pessoa que ama dormir, e no caso essa pessoa sou eu.
Não consegui dormir porque fiquei pensando no Justin, e no Chaz e principalmente nos meus tios que me abandonaram ali no Canadá por duas semanas, e o pior de tudo, só havia se passado dois dias que eu estava no Canadá e já havia acontecido coisas que nunca aconteceria se eu estivesse em Nova York.
Levantei-me e fui em direção ao banheiro e assim que olhei no espelho me assustei com o meu estado. Meu cabelo estava em pé, meu rosto estava todo riscado de batom e em minha testa estava escrito “I’M LOSER” bem grande. Com certeza aquilo era coisa do Justin.
Não podia nem cochilar por alguns minutos e ele já tinha aprontado pra cima de mim. Meu sono estava tão leve, como ele conseguiu? Mais uma prova de que o Justin é um ninja.
– Justin seu viadinho de merda, eu juro que te mato – Resmunguei baixo.
– Você me matar? Duvido?
Dei o grito mais alto da minha vida quando vi Justin escorado na porta do banheiro com um sorrisinho de lado. COMO AQUELE MENINO HAVIA PARADO ALI?
– Para de gritar, sua garota maluca – Justin disse tampando os ouvidos.
– EU? MALUCA? VOCÊ PARECE DO NADA NA PORTA DO BANHEIRO ME DÁ UM SUSTO DO CARALHO E EU SOU A MALUCA? – Gritei, meu coração estava a mil.
Respirei fundo e contei até mil, porque contar até dez não adianta mais, e Justin começou a rir de uma maneira muito irritante, então eu peguei o sabonete e joguei em sua cabeça com a maior força que tinha.
– E depois fala que não é maluca – Revidou Justin com a mão onde o sabonete havia tocado.
– Você deu sorte que eu não joguei a pia, a banheira e outras coisas mais nessa sua cabeça grande.
Justin começou a rir e fez uma coisa inesperada, veio em minha direção agarrou as minhas pernas, me levantando do chão, comecei a bater em suas costas e gritando para me soltar, odiava que me carregassem.
– Justin, me solta, seu grande idiota – Eu gritava e ele ria, o que só fazia minha raiva aumentar.
Ele andou e me jogou na cama e ficou por cima das minhas pernas, eu me debatia e gritava para ele me soltar, mas o retardado ainda continuava rindo, então ele começou a fazer cócegas em mim.
Não agüentei e comecei a rir junto dele igual a uma retardada, sentia lagrimas escorrendo pelo rosto e o ar começava a faltar, se ele não parasse sentiria que ia morrer.
– Pelo amor de Deus, pare – Eu tentava falar, mas as palavras saiam atropeladas em meio á risada e a falta de ar.
– Só se disser que me ama – Ele disse ainda rindo continuando a fazer cosquinhas em mim.
– Você. Tá. Maluco? Nunca. – Dizia pausadamente porque estava muito ocupada rindo.
Justin aumentou a intensidade das cosquinhas me fazendo perder o ar completamente, eu não conseguia respirar nem um pouco se quer, só conseguia rir, se ele continuasse eu iria morrer.
– Eu te amo Justin – Eu disse com o único restinho de ar que me restava.
– Não escutei direito – O QUE? ESSE MENINNO SÓ DEVE ESTAR BRINCANDO COM A MINHA CARA.
Ele diminuiu o ritmo das cócegas e pude respirar mais um pouco. Mais ele não parava e minha barriga já doía de tanto rir.
– EU TE AMO, CARALHO – Gritei e ele parou de fazer cócegas em mim e começou a rir, então o empurrei o fazendo sair de cima de mim.
– Eu sei disso – Ele disse todo convencido se sentando ao meu lado da cama, sem demoras eu me levantei, peguei uma toalha e corri para o banheiro tomar o meu banho.
[...]
– Bom dia tia – Disse beijando o rosto de tia Pattie.
– Bom dia ou boa tarde? – Disse minha tia me fazendo rir – Se eu fosse você eu não comeria agora e esperava o almoço, está quase pronto.
Concluiu a fala assim que abri a geladeira para pegar algo para comer, reparei em volta e vi que havia a cozinheira preparando o almoço enquanto tia Pattie ficava sentada na bancada ajudando a cozinheira cortando as verduras.
– Ok, minha fome pode esperar – Disse com bom humor, que estranho, eu de bom humor? TEM COMO FICAR DE BOM HUMOR NO CANADÁ COM O JUSTIN VIADO DE MERDA?
– Amanhã você tem aula, lembre-se – AULA? OI? COMO ASSIM?
– Como assim tia, aula? Mas vou ficar apenas por 2 semanas não tem como ir pra escola.
– A escola que você estuda lá é a mesma que tem aqui, então conversei com o diretor e ele concordou que você pode ficar essas 2 semanas indo pra escola já que é o mesmo conteúdo. Assim você não perde matéria.
Ótimo, a única coisa de bom que tinha nessa ida para o Canada era ficar longe da escola, mas agora não tinha absolutamente nada.
– O que vai ter para o almoço mãe querida? – E falando em merda... Olha quem aparece.
– Lazanha, comida favorita da Paloma – Sorri quando tia Pattie disse isso, pelo menos alguma noticia boa naquele dia.
– Adoro lasanha.
[...]
O almoço correu normalmente, tirando o fato de que eu comi uns 5 pedaços da lasanha que estava muito boa e a parte de que o Justin não olhou mais na minha cara e nem sorriu pra mim quando eu perguntei Pattie se eu poderia sair com o Chaz naquela tarde já que ele havia me convidado.
Alfredo chegou logo no final da refeição e se juntou a nós, eu já disse que eu adora o Alfredo e que ele era a pessoa mais engraçada que eu já conheci na minha vida? Logo depois do almoço os meninos foram para a sala de jogos e eu fui atrás deles porque não queria ficar sozinha.
Ficamos ali jogando vídeo game e nem vimos a hora passar, Justin não olhou e nem falou comigo nenhuma vez apenas falava comigo algo relacionado ao jogo mas nada mais, Chaz chegou e se juntou a nós e depois de algumas partidas do jogo que estávamos jogado fui me arrumar para sair com o Chaz.
Tomei um banho rápido e como estava calor naquele dia resolvi usar um vestido bem simples e uma sandália rasteira, amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo frouxo e fiz uma maquiagem bem básica.
– Vamos Chaz – Disse voltando para a sala de jogos chamando o Chaz.
– Você está linda – Disse Chaz vindo em minha direção me abraçando pela cintura e beijando minhas bochechas que agora estavam coradas.
– Bom encontro pra vocês – Disse Justin irônico. EU ATÉ TINHA ME ESQUECIDO DA EXISTENCIA DESSE BUCETUDO.
Dei um sorriso torto pra ele e em seguida mostrei a língua sem que o Chaz visse, Alfredo começou a rir exageradamente e Justin fechou a cara como sempre.
Chaz e eu saímos da casa e ele me levou para o Starbucks e em seguida para uma praça onde ficamos conversando sobre vários assuntos, Chaz realmente era um bom ouvinte e me escutou do começo até o fim falando de como é a minha vida em Nova York. Ele não era muito de falar, mais sempre quando falava me fazia rir porque ele realmente era um cara engraçado.
Não iria contar para ele sobre o que aconteceu comigo e com o Justin porque aquilo não tinha significado nenhum para mim e merecia ser esquecido e deixado para trás.
– E os seus pais? – Quis saber Chaz.
– Eu moro com os meus tios em Nova York por que os meus pais morreram em um acidente de carro quanto eu tinha apenas 1 ano – Respondi sorrindo de lado.
– Me desculpe, se eu soubesse não teria perguntado – ATA, SE JURA?
– Não, tudo bem, na verdade eu nem ligo, porque eu não me lembro deles então nem dói mais. Meus tios me criarem como pais e eu os considero como meus pais, então relaxa ai — Disse sorrindo e Chaz retribui com outro sorriso.
Quando estava começando a escurecer, Chaz me levou de volta para casa e no portão me deu um beijo daqueles de tirar o folego de despedida. SENHOR JESUS, ESSE MENINO BEIJA BEM DEMAIS.
Entrei dentro de casa e reparo que tudo estava escuro e que tia Pattiee nenhum dos empregados estavam ali, subo para o segundo andar e escuto barulhos estranhos mais parecido com.... GEMIDOS?
Fiquei parada no meio do corredor e em silencio para escutar de onde vem os barulhos e descubro que vem do quarto do Justin, ando para a direção daquele quarto e os barulhos, ou gemidos, ficavam cada vez mais alto.
Abri a porta devagar a porta devagar e vejo uma cena nada agradável de se ver.
– JUSTIN SEU FILHO DE MERDA, QUE PORRA É ESSA? – Gritei.
Querem que eu descreva a cena? Ok, Justin estava nu deitado na cama e tinha uma menina em cima dele, ou melhor, quicando em cima dele, ou melhor, quicando em cima do troco dele.
– PALOMA? – Justin gritou de volta e empurrou a menina logo em seguida pegou a coberta e se tampou.
Fechei os meus olhos e a porta e sai dali correndo, não sabia se eu ria da cena se eu gritava ou se eu me jogava daquela escada a me matava. Só sabia que aquela cena tinha sido bastante traumatizante pra mim.
Continua....
Notas finais
QUEM RECOMENDAR A FANFIC GANHA TRECHOS DO PRÓXIMO CAPITULO.
bj até o proximo
Fale com o autor