Biblioteca Foreastun
5 Ilha das ilusões profanas
E lá estava aquela criatura, era o primeiro que vi a adentrar naquelas terras, tinha perto de 2,90 de altura, mas era magro , com vários pelos ao seu redor, mas não pesava muito mais que 110kg, carregava um enorme machado, e possuía braçadeiras, nenhuma mochila, nenhum equipamento, ele adentrava andando como animal, possuía uma agilidade admirável para seu tamanho, seguindo o caminho, por dentre as árvores, eram terras selvagens e ele sabia disto, ele seguia entrando cada vez mais nas florestas da perversidade, destemido, matava qualquer criatura, usando o máximo que seu corpo oferecia, sua força, sua mobilidade, tudo, mas não era novidade que ele procurava algo em especial naquelas matas, ele conseguiu seguir cortando a mata, até as planícies onde uma certa vila permanecia, há várias teorias de onde esta vila surgiu, do que é feita, e como se chama, e em todas elas não se era muito agradável adentrar, mas aquela criatura ignorava tudo que tinha de preceito para aquela vila, havia algo que ela procurava, de teto em teto ela seguia, no começo da vila havia deixado seu machado, enquanto ela seguia outra pessoa o pegou, havia outro adentrando a vila, e ele parecia saber disto, ele passou horas observando o humano que adentrou, a lua guiava o humano, mas não a criatura.
Já era perto da meia noite, quando finalmente uma atitude foi tomada, era o humano que a criatura procurava, e com ele lutou, nenhum golpe foi capaz de acertá-la, a criatura desarmou o humano e jogou o machado dele longe, segurou seus braços, e o jogou para trás, "se quiser viver no outro mundo cujo tal vila é portão terá de aprender algumas coisas", disse ela, "sua será outra neste mundo, tal como eu, para sobreviver lá, você terá de aprender a acha-los", foram suas últimas palavras, enquanto voltava a sumir dentre a noite...
Fale com o autor