Notas iniciais
O que um homem pode fazer de ruim, é devastador, o que Frederick Bausendawch fez... Nem palavras descrevem tal absurdo.

"A minha vida se baseia em uma coisa... O que eu acho que é certo" — Gruppenführer Frederick Bausendawch

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Frederick Bausendawch

Praga, Boêmia, Castelo da família Bausendawch


1º de Janeiro de 1941

Em uma mesa um homem bebia vinha, ele estava na ponta da mesa retangular. Vários oficiais da Waffen-SS estavam sentados á mesa também, o que parecia ser o anfitrião estava usando seu sobretudo da SS e seu quepe a mesa, ele tinha o mesmo bigode fino que Adolf Hitler e usava óculos, com varias medalhas em seu peito. Ele então fala:

–Por que demora tanto?

Um homem também muito condecorado responde:

–Ele já deve estar chegando... Herr Frederick costuma ser um homem atrasado...

Após alguns minutos o Gruppenführer (General da SS) Frederick–Ola Himmler — sorri Frederick ao olhar para o oficial.

–Ainda sou comandante da SS olhe como fala comigo!

Frederick ri e responde:

–Claro que é, ele pega sua varinha e aponta para Heinrich Himmler — Imperio.. agora Himmler vá reunir os homens, Hitler quer discutir com você sobre a operação Barbarossa.

Himmler se levanta e anda para fora do castelo. Onde pega seu carro e vai embora com sua escolta.

Frederick olha para os oficiais e fala:

–Vocês são tão falsos... — Ele ri com os oficiais — Esses trouxas tem de aprender que este mundo é nosso... Foi tão fácil.. Só precisei enfeitiçar o idiota do "Führer"... Temos a França... Logo teremos a Inglaterra... E a Russia em breve será nossa... Mande uma carta para o imbecil do diretor de Vol... Volsh.. qual é o nome daquela porcaria?

Um oficial fala:

–Volshesstvo, Herr Frederick.

Frederick continua:

–Isso... Volshesstvo... Escola nojenta... Wilhelm?

Um jovem oficial pergunta:

–Herr Frederick?

–A minha prima ainda mora na Rússia não é?

–Sim Herr Frederick.

–Ah... maravilhoso... — Ele ri e toma um gole de vinho


1941


10 de Agosto de 1942, Letônia, Riga.

Dez crianças estava enfileiradas e outros 22 adultos, todos bruxos ou mestiços. Frederick andou até eles olhou atentamente e olhou para um garoto:

–Qual o seu sonho, garoto?

O garoto apavorado responde:

–Ir para casa...

Frederick ri e responde:

–Mas você vai.. Não se preocupe...

Ele começa a anda para longe deles, quando ele esta a sete passos de distancia ele se vira e grita:

–Avada Kedavra! — O garoto cai morto quando o raio de luz verde do feitiço o atinge. — Frederick ri fortemente ainda apontando a varinha para eles. Alguns oficiais (bruxos) de Frederick estavam lá, só observando. — Vocês ouviram? Ele queria ir para casa! — Ele ri com sua risada de maluco. — Garoto idiota

Frederick grita:

–Wilhelm! Traga aquela cachorra sangue-ruim até mim! — Wilhelm puxa uma garota de 17 anos, loira de altura normal para sua idade e olhos verdes, pelo cabelo. Wilhelm fala:

–Aqui esta sua cachorra, Herr Frederick.

Ele joga a garota na frente de Frederick, ele se agacha e levanta o queixo da garota com sua mão direita e com a outra ele tira o cabelo dela do rosto. Ele fala suavemente olhando nos olhos dela:

–Ele te machucou? Hmm?

A garota fica olhando para Frederick com desgosto, ele sorri e fala:

–Você é tão linda... Me lembra minha prima, mas ela é um traidora.. Assim como você.

Ela então fala:

–Eu espero que você morra.

Ele ri e a segura fortemente pelo cabelo e a beija, logo em seguida fala:

–Tão linda... Mas tão impura..

Frederick se levanta a puxando pelo cabelo e coloca ela de joelhos.

–Não vou gastar minha varinha com uma vadia. — Ele ri friamente e pega sua luger. — Não sou um monstro, doçura, só estou melhorando o mundo.

Ele mira a pistola na cabeça da garota e da um tiro certeiro, um pouco de sangue voa na cara de Frederick que limpa rapidamente o sangue com seu lenço e joga nela. Ele então fala baixinho para Wilhelm:

–Mate todos...

Ele vai embora do local enquanto se podia ouvir feitiços e tiros, ele entra em seu carro e o motorista da partida, ele então vai embora.

Exatos três meses após a chacina, Frederick estava abaixando o seu binoculo enquanto olhava para sua prima e falava:

–Wilhelm, prepare os homens... — ele ri

Frederick então rasteja até perto de uma barraca, ele entra nela por trás e aponta sua varinha para Nathalie que tinha acabado de entrar. Ele então coloca o dedo em sua boca, mostrando a ela para não gritar:

–Shhhhh... Feche a porta...

Ele fecha a porta da barraca e Frederick abraça ela por trás, ele continua mirando sua varinha na cabeça de Nathalie.

–Sempre gostei do seu perfume, priminha.... Menos do seu sobrenome Sueco... Lindberg.. — ele ri — Eu tenho nojo de você, traindo sua família com um mestiço.

Algumas lagrimas caem dos olhos de Nathalie que fala:

– O que você quer...?

–Você é muito burra, prima... Eu quero melhorar o mundo, não finja que não sabe vadia.

Ele abraça ela mais forte, ela suspira e fecha os olhos e tenta se soltar mas ele a segura mais forte.

–Não vá embora... Eu te amo, priminha... Você vem comigo, a menos que queira que eu mate Petrikov — Ele fala furiosamente — Você não quer isso, quer?!

Ela faz sinal de rejeição com a cabeça enquanto chora em silêncio.

–Ótimo, boa garota — Ele sorri enquanto puxa ela para o fundo da tenda, eles saem da barraca e vão embora do campo pela floresta.

Algumas horas depois.

De noite Wilhelm voltou para o campo de crianças refugiadas com outros 80 homens, eles então entraram no campo e foram para as portas dos dormitórios, cada soldado acendeu seu "Coquetel Molotov" e Wilhelm grita:

–Queimem! — E os soldados jogam suas bombas.