Between Lovers- HIATUS
4 Corna e... Corno?!
Notas iniciais
Clary
Olhei para meu reflexo no espelho na minha frente. Eu estava horrível. Simples e puramente. Havia olheiras abaixo dos meus olhos, estavam tão escuras que pareciam que eu havia levado um soco. Pálida e cheia de sardas não é algo que me agrade. E o pior de tudo, é que eu me lembro do que fiz noite passada.
Jace.
Eu ainda não consegui acreditar de me assanhei daquela forma para cima dele. Provavelmente ele pensa que sou uma vadiazinha descarada. Mas quem não pensaria?! Eu acariciei seu membro naquele lugar lotado de gente! Soltei um muxoxo lembrando o resto. Eu lambi seu peito e abdômen sem nenhuma vergonha.
Engana-me que eu gosto, sei muito bem que você gostou do que fez, falou a droga da minha deusa interior. Sim... Quer dizer, eu gostei, mas... Eu sou casada e não posso fazer esse tipo de coisa! Se alguém tiver filmado? Fotografado? Eu simplesmente estaria ferrada!
Despi-me e entrei no chuveiro para ver se uma ducha fria aliviava esse peso nas costas. Depois fui me vesti, pois era um almoço em família, então tanto os Morgenstern e os Sethyn viriam para cá. Coloquei algo simples, além do mais todos estavam acostumados comigo assim.
Desci as escadas para ajudar nos preparativos e não demorou muito para a campainha tocar, pedi licença a Ana, minha empregada e corri para abrir a porta.
– Bom dia! – exclamou minha mãe, animadamente! E a seu lado, estava Luke, seu atual namorado, que é como um segundo pai para mim.
–Bom dia, mãe! Vamos entrem! – convidei-os. Eles passaram por mim e então reparei que traziam algo na mão.
–Ah, Clary, isso é para você. – disse Luke sorrindo. Em minha opinião, eu o acho um fofo. Ele era alto, magro, porém musculoso, seus cabelos desgrenhados castanhos e olhos gentis em um tom azul celeste. Tão calmos como céus, em dia de primavera.
Ele me entregou travessa de vidro com tampa, ela estava morna e então eu a abri. Havia o paraíso ali dentro. Parecendo uma criança que ganhou um grande presente, soltei um grito entusiasmado. Torta de frango! Sou apaixonada nisso! E a do Luke era a melhor. Eles começaram a rir de mim.
–Obrigado! – respondi. – Vamos. Caso vocês queiram esperar na sala de estar, podem ir. Vincent vai descer daqui a pouco e eu vou ajudar lá na cozinha.
Antes que eles respondessem, ouvimos passos vindos da escada e viramos nossos rostos. Lá estava ele. Meu marido. Ele como sempre estava elegante, numa camisa social branca e jeans quase pretos. Seus belos olhos cinza tinham um ar divertido, o cabelo castanho estava desgrenhado e muito belo.
– Bom dia, Sra. Fray. Luke. – cumprimentou os dois educadamente.
– Bom dia, Vincent! – respondeu minha mãe. E meu padrasto apertou sua mão. – Bem vou deixar vocês dois sozinhos, pois vou ali ajudar, então... Comportem-se.
– Clary. Por que continua com isso? – perguntou minha mãe assim que entramos na cozinha.
–Isso o que? – fingi. Sabia muito bem do que ela falava.
– Não se faça de boba. Estou falando desse seu casamento arranjado. – respondeu seca.
– Desculpe-me intrometer, mas eu concordo com a senhora Jocelyn. – disse Anna. Ótimo! Até ela!
–Não tenho nada realmente o que fazer. Eles precisam de ajuda e eu quero ajudá-los. – respondi séria.
– Sim! Ajuda! Deve ter outra maneira além dessa merda de casamento. – sibilou mamãe furiosa.
– Talvez sim, talvez não. Mas eu já estou casada e é melhor continuar assim.
– Melhor?! – indignou-se Anna. – A senhorita sabe muito bem o que ele faz. Ele trai você descaradamente!
–Eu não sou a única que discorda disso! – falou Jocelyn.
Ao abrir a boca para responder, um som estridente ecoou pelas paredes, fazendo minha cabeça doer muito mais do que já estava doendo. Maldita ressaca. Ouvi vozes e risadas masculinas e acabei presumindo que meu irmão acabara de chegar. Maravilha! Mas um para se juntar ao time #Acabecomseucasamento!
–Eu sei mãe! Sei que ele me traí, provavelmente já dormiu com alguém na minha cama. Mas eu não quero decepcionar meu pai! –sibilei mais baixo, pois as risadas estavam cada vez mais próximas.
–Você e essa obsessão de agradar Valentim... – resmungou ela, assim que várias pessoas entraram na cozinha.
–Então, ruivinha... Essa comida sua presta ou eu vou morrer intoxicado aqui? – perguntou uma voz irritantemente familiar.
– Se você não morreu até hoje com suas comidas, não será eu que irá matá-lo, Sebbys. – Respondi, fazendo-o rir.
Meu irmão mais velho era o oposto de mim. Ele era alto e esguio, com músculos pouco salientes, cabelos tão loiros que de longe você confundiria como brancos. Mas a única coisa que eu queria ter herdado dele são seus olhos. Eles deixavam qualquer coisa considerada negra no chinelo. São tão negros que é impossível diferenciar a pupila da íris.
–Olha o linguajar, menina. Eu não te ensinei coisas assim. – brincou outro. Virei para olhá-lo. Valentim. Sebastian é o clone mais novo do nosso pai, porém o “coroa” Morgenstern possui feições mais duras e severas do que o filho. E seus olhos eram castanhos e não negros.
– Pai! – e o abracei meio desajeitada, pois eu tinha uma faca na mão para cortar a salada. Eu sorri para ele e olhei para ver sua acompanhante.
Era Lilith, meu pai a namora faz cerca de 5 meses. Bem, ela foi a única que durou mais até agora depois do término de casamento com minha mãe. Eu não gostava dela, mas admito que ela é elegante. Loira, alta, olhos castanhos e pelo que sei, é 8 anos mais nova que meu pai.
–Bom dia, Clarissa. – cumprimentou-me.
–Bom dia, Lilith, mas eu já disse para me chamar de Clary. – falei. Ela assentiu.
–Clary, então. – Eles todos se cumprimentaram, meio desajeitados. Pois estava mais que óbvio que meu pai ainda possuía sentimentos em relação a minha mãe e vê-la com seu melhor amigo com certeza não é algo agradável.
Vincent veio logo atrás com mais convidados. Seus pais. Meus sogros. Ah chega! Vocês entenderam a situação. Bella, a mãe de Vincent, como sempre muito elegante em seus trajes, e Pedro, meu sogro, sempre com aquela expressão carinhosa. Só pra deixar claras as coisas aqui: até Bella fazia parte do time #acabecomseuacampamento.
–Bella! Pedro! Pensei que estivessem viajando! – comentou meu pai, fazendo a senhora Sethyn começar a rir.
–Nós estávamos Valentim, mas tivemos que voltar mais cedo. Graças aos céus podemos vir até aqui. – comentou Pedro, simples e objetivo.
O almoço correu bem, quer dizer, muito melhor do que eu esperava. A única coisa que me irritava era Vincent. Hora ou outra ele saia da sala e demorava minutos para voltar, alegando que negócios a resolver. Vadias. Era isso que ele estava caçando. Conhecia bem meu marido e todos na mesa ali também. Eles sempre me lançavam olhares estranhos, mas eu só os ignorava. Fiz isso o jantar todo.
Eu respeito meu pai, mas não vou aturar chifres o resto da minha vida. Eu vou acabar com essa palhaçada ou...?
××××
Assim que todos se foram algumas horas depois, fui tomar banho para deitar na cama e ler um bom livro. A água quente relaxa meus músculos, mas não me satisfazia por completo. Por favor, me entendam, não são só homens que tem necessidades, mulheres também têm! Meu marido nunca as supria. Era fraco, gostava de mulheres desrespeitadas e não de mulheres de valor.
Sorrateiramente, meu cérebro buscou memórias de um certo louro, sexy, com hipnotizantes olhos que pareciam refletir os próprios raios do sol. Um calor familiar e bem-vindo acumulou-se na região do meu ventre, aquecendo cada célula do meu corpo. Ele sim era um homem que deixaria qualquer mulher de joelhos, simplesmente pelo prazer.
E eu queria ser uma delas. Desesperadamente.
Desliguei a ducha e meus pensamentos impróprios, pois em questão de segundos eu acabaria fazendo coisas imorais com minhas mãos da qual eu nunca pensei que as usaria para esse tipo de coisa. Enrolei uma toalha em mim e sai do banheiro com o cabelo encharcado, que mais parecia sangue em minha pele pálida.
Chocada, encontrei meu marido sentado na poltrona do quarto falando ao celular,com certeza resolvendo alguns negócios pessoais dele. Fingi que não havia ninguém ali e segui diretamente para meu closet. Quando finalmente encontrei algo confortável para dormir, ouvi sua voz:
–Não fala mais comigo, Clarinha?- odeio quando ele me chama assim, é tão... Patético.
–Agora quer que eu fale com você? – perguntei suave, pois não demonstraria minha irritação.
–Não entendi essa referência, Morgenstern. – respondeu seco.
– É Sethyn, imbecil. Mesmo que eu não queira isso. – respondi.
–Ah, não quer, né?! – e ele desatou a rir. Rir muito. Como se lhe tivesse contado uma piada.
– Qual é a graça disso, seu idiota?! – gritei furiosa. Mesmo não sabendo o motivo, eu não queria ouvir essa risada de deboche.
– A graça disso é que é verdade. Você não quer, mas faz tudo que seu papaizinho manda. – Trinquei meu maxilar, a raiva cresceu em mim como uma chama furiosa, que estava louca para sair. – Você simplesmente é uma mimada. Um pau mandado de Valentim.
– Lave a boca para falar de mim, imprestável! Você é irritante. Você é ganancioso, você faliu teus pais e você descaradamente me trai! — rosnei para ele. Mas o otário apenas riu mais ainda. – Eu que te sustento e você faz isso!
–É claro que eu faço! Já se olhou no espelho, olhou para você e para mim?! Somos diferentes, o que o homem iria querer em você?! Sem sal e esquisita? Só o dinheiro, sua tola! Talvez alguém te coma, mas acredite em mim que vai ser com os olhos vendados. Pois eu faria, principalmente a partir de agora.
Aquilo doeu. Eu não queria admitir, mas meu coração acelerou, meus olhos ardiam em lágrimas presas que eu nunca deixaria ele ver. Não preciso afirmar a ele que ele me humilhou dessa forma. Me humilhou como mulher.
–Ótimo! – gritei em raiva. – A partir de agora, Vincent Sethyn, não terá mais meu sustento, nenhum dinheiro meu cairá na sua conta. Você não é o galã? Perfeito! Sustente suas prostitutas sozinho, por que quem faz isso sou eu! Seja homem um minuto qualquer em sua vida-
Eu não consegui terminar, ele agarrou meu braço e me lançou na parede com quadros. A toalha foi para em algum canto do quarto, pois eu estava nua e caída no chão. Minha visão estava turva, meus batimentos descompassados e a respiração irregular. Senti uma dor aguda no braço. Cinto. Ele estava me batendo de cinto. Uma, duas, três cintadas, eu não gritaria, não mesmo.
Ele parou na terceira e saiu do quarto, não sei para onde, mas não me importava. Eu não queria saber dele. As lágrimas que segurei, agora caiam sem dó. Quentes e grossas. Mas não vou chorar por ele. Ah, não, não.
Iria atras dele, com certeza.
××××
Era a segunda vez que eu batia em sua porta, mas não tinha resposta alguma. Eu havia trocado de roupa simplesmente para nada! Para não encontrar ninguém aqui! Que decepção. Virei para ir embora quando ouvi a tranca sendo aberta. E ele estava ali.
–Clary! O que faz aqui? –Jace perguntou confuso. Mas eu não sabia o que falar. Eu não havia pensado nisso. Parabéns, Clary.
–Ah... Hum... Estava por perto e resolvi passar aqui, para... pedir desculpas sobre ontem.
–Hum... – ele parecia mais concentrado do que eu. Principalmente quando me olhou de cima a baixo. – Não tem problema. Mas... me diga. Por que realmente veio aqui?
– Está sozinho? – respondi uma pergunta com outra pergunta.
–Sim, meus amigos saíram. Por que tanto interesse? – perguntou malicioso. Como sempre ele estava lindo. O cabelo loiro bagunçado como estivesse dormindo, a cara amassada o deixa sexy e as roupas simples que moldavam seu corpo, não facilitava meu foco.
– Vim te fazer uma proposta. Meio estranha, mas mesmo assim é uma proposta.
–E o que seria?
–Meu marido, desde que nos casamos é meio... Ausente, por assim dizer. Sei me entende e estou cansada de ser a trouxa da história, quero me vingar e o que não é melhor do que dar o troco na mesma moeda, certo?
–Por que acha que eu aceitaria? Ser seu amante, quero dizer. – disse mordendo o lábio. Sua mão desceu a minha cintura levantando a barra da blusa e acariciando a pele exposta. Com a outra mão, colou nossos corpos, nunca deixando as carícias de lado.
– Você é independente, seguro, sexy e o melhor de todos, é imoral. O que mais eu poderia querer?! – Ele não me respondeu, apenas gargalhou e não pensei duas vezes em beijá-lo.
Sua boca é quente e macia, sua língua enrosca na minha, lutando para nunca conseguir um vencedor. Ele me ergue em seus braços numa facilidade, enrosco minhas pernas em sua cintura, fazendo o gemer alto.
Ele fecha a porta com um chute e caminha comigo em seu colo. Ele tateia um lugar para me colocar e ouço o barulho de coisas caindo. Separo-me dele rindo e sinto ele me colocar em cima de uma bancada fria de mármore. Suas mãos são ágeis e em questão de segundos minhas jóias e minha blusa estão em algum lugar da sala. Seus beijos desceram até a base do meu pescoço, lentos, apressados, outros desesperados, quentes demais para mim.
Ele chupou a pele entre o vale dos meus seios, fazendo suspirar alto. Outro chupão na garganta me abalou por completo. O empurrei, agarrando a base da sua camisa e a tirei. Olhei cega pelo seus músculos que agora eu poderia apreciar e deliciar-me. Desenhei todos com a ponta do dedos, arranhado-o de leve, fazendo o arfar e ergui o olhar, para encontrar suas pupilas dilatadas pelo desejo.
Ele me puxou pra seu quarto e me jogou na cama. Tirou o sutiã e começou a chupar um seio e massagear o outro, arrancando suspiros meus. Sua mão direita desabotoou miinha calça e a tirou rapidamente. Parou por um instante para me analisar de cima a baixo, com um sorriso torto, disse:
–Meus deuses... Queria foder você todos os dias.
Soltei uma risada. Jace abriu minhas pernas e eu ansiava o que ele faria agora. Beijou meu sexo por cima do fino tecido, fazendo-me contorcer de prazer. Beijou de novo, só que mais em baixo, no clitóris. Gemi alto. Com a boca retirou o tecido perversamente.
–Molhadinha, né Clarissa? – ele lambeu a entrada, gemi fortemente. – Hum... Que gosto bom.
Jace penetrava sua língua em minha vagina, literalmente, me fodendo com a boca Lambia e chupava meu clitóris, ao mesmo tempo me estimulando com as mãos. Chupou até eu encontrar meu ápice e gozar em sua boca, e ele engolindo tudo. Jace esticou-se e pegou uma camisinha na cômoda ao lado da cama. Vi o grande inchaço no meio de suas pernas, mesmo estando vestindo calça. Assim que começou a desabotoar, eu o impedi.
– Na na ni ni não, Jace. Não é só você que tem esse luxos, ok? Falei e ele riu.
O empurrei delicadamente no colchão e comecei a despi-lo. Primeiro o jeans, depois a cueca. Seu membro era grande e grosso, e estava muito ereto. O peguei em minha mão fazendo um leve vai vem. Aquilo fez o loiro suspirar.
– Você é bem safada para ter um rostinho tão inocente. – sussurrou sorrindo torto.
–Como é que dizem? Nunca julgue um livro pela capa. – respondi antes de abocanhar seu membro.
Lambi a glande, agora rosada, arrancando suspiros de Jace, que este observava a cena toda com os olhos brilhando. Comecei a lamber sua extensão, e aumentando o ritmo das bombadas de vai e vem que eu fazia.
Jace segurou meus cabelos, me conduzindo, fazendo-me engolir seu membro todo, simulando
uma penetração. Cada vez ia mais fundo, batendo no fundo de minha garganta, me engasgando. Ele gemia com o ato, me deixando louca. Senti seu músculo se contrair, indicando que estava prestes a gozar, eu o tirei de minha boca. Não daria esse gostinho a ele. De maneira alguma.
– Por que parou? – perguntou Jace não conseguindo esconder a irritação na voz. Eu comecei a rir.
– Ora, ora. – inclinei-me, mordisquei o lóbulo de sua orelha. – Por que quer a entrada, se tem o prato principal? – sussurrei sedutoramente.
Ele pareceu ter entendido o recado, pois me jogou deitada na cama e abrindo minhas pernas. Pegou o preservativo e o rasgou a boca, colocando em seu membro.
Jace se encaixou entre minhas pernas e sem nenhum aviso, ele me penetrou. No inicio, havia aquele incomodo, então começou as estocadas lentas que me matavam de ansiedade para algo mais intenso. Eu queria mais. Ele continuou com esse ritmo lento e dolorosamente prazeroso por muito tempo. Então aumentou a velocidade, provavelmente cansado daquilo.
Estava rápido e bruto, batendo fundo no meu útero. Eu gemia alto. Se tivesse mais alguém na casa, provavelmente pensariam que tinha alguém me matando. Ele mantinha minhas pernas, enroscadas em sua cintura. Sua cabeça no meu pescoço abafando os gemidos e grunhidos que emitia, sendo discreto. Mesmo assim, eu queria mais.
– Jace... Huuuum. Eu quero mais. – falei ofegante. Ele ergueu o rosto e me avaliou atentamente, como se tentasse descobrir a verdade. Ele fez um sinal e acabei entendendo.
Trocamos nossas posições. Eu o cavalgava e controlava a velocidade certas das investidas. Ele apertava meus seios, os mordia, fazendo me enlouquecer. Senti as paredes de minha apertarem ao redor de Jace, indicando que cheguei ao meu ápice. O Orgasmo veio com tudo, eu tremia e contorcia, mas o loiro não facilitou e estocou até chegar ao orgasmo.
Deitei-me sobre seu peito, ambos com respirações ofegantes e suados. Estava tão cansada de tudo que em menos de cinco minutos, eu já tinha dormindo com o sexy garoto acariciando meus cabelos.
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