Alguma coisa acendeu dentro de mim quando cheguei a uma cabana, alguém estava pedindo ajuda e vim para resgatá-lo. Era estranho que os residentes de Undaryn estavam sendo atacados por criaturas das trevas, de onde vinha era o que perguntavam. A Era das Trevas tinham começado depois da queda do Rei Harris.

Durante nesse tempo, alguns guerreiros do rei provaram a ser dignos de matar as criaturas das trevas e se tornaram guardiões de Undaryn. Mas em um dia, todos eles desapareceram após tentar derrotar uma poderosa entidade.

A porta da cabana estava arranhada e com alguns respingos de sangue, passei pela porta devagar e procurei o único sinal de vida que restava dentro da casa. Os móveis do andar de baixo estavam destruídos e tinham corpos, andei e toquei no sangue, estava fresco.

Depois de deixar os corpos, subi as escadas e entrei no único quarto. Ouvi soluços atrás de uma mesa caída. Andei até o indivíduo e fiquei tensa, ele se levantou tão rápido que levantei meu arco para atirar.
“Não atire, por favor. Eu não sou um deles."

Abaixei a arco, mas ele continuou tremendo de medo.
“Se acalme. Vim aqui pra ajudar."

"Está? Graças à luz." Curei o machucado da testa dele, ele me olhou surpreso.

"Você sabe o que os matou?"

Ele hesitou e me olhou com olhos tristes.
“Eles eram meus amigos. Eles lutaram, mas eu já sabia que morreriam se tentasse então eu me escondi."

"Mas, você sabia o que era?"

"Não. Mas sei que era enorme." Ele olhou em volta.

"Vamos sair daqui antes que essa coisa volte para nos matar."

"Espere, pode me dizer o seu nome?"

"É Lillian"

Andei cautelosamente até a saída com Paul, parei quando percebi uma presença negativa se movendo.
“Espere um pouco."

"Qual é o problema?" Não respondi. Comecei a navegar o lugar inteiro procurando de onde vinha a presença. Até que vi a criatura se aproximando.
“Se esconde, Agora!" Disse sem olhar para ele.
Sem dizer nada ele correu e se escondeu.

Quando vi a criatura percebi que era Inculus. Ele era uma criatura das trevas que vinha das profundezas mais escuras, suas garras eram tão afiadas que podiam cortar você ao meio.

Inculus veio na minha direção com o braço levantado para me arranhar. Esquivei seu ataque, saquei duas lâminas afiadas, e comecei a subir suas costas. Enfiei uma lâmina no olho esquerdo e a outra na boca. Rasguei sua face em dois, sangue foi derramado sobre o chão.

Inculus caiu com um estrondo no chão, saí de cima dele, fui até Paul que estava escondido atrás de uma mesa. Saímos juntos e nenhuma ameaça veio na nossa direção depois do ataque de Inculus.

Nossa vila se localizava o mais longe possível da cidade principal. A maioria dos habitantes que preferiam ficar longe da realeza e leis situava ali.

Quando chegamos ao local os curandeiros cuidaram imediatamente de Paul. Rufus, o líder do vilarejo, soube que saí da Vila sem a permissão dele. Quando andei até a sua sala, escondi meu nervosismo, prendi a respiração e entrei.

Na sala principal, Rufus estava sentado. Permaneci em pé diante deles e esperei ele falar.

"Lillian, espero que tenha uma boa razão por ter saído escondida."

"Na verdade, tenho sim." Levantei minha cabeça em direção a ele.

"Então diga."

"Ouvi um chamado de ajuda em algum lugar perto daqui e fui até onde o sinal estava sendo transmitido, achei um sobrevivente sendo atacado por um Inculus. O sobrevivente está a salvo agora." Entrelacei minhas mãos nas minhas costas.

Um silêncio desconfortável foi criado entre nós, ele me olhava com desgosto. Depois de algum tempo, ele levantou e caminhou até a mim.
“Sabe de uma coisa, Lillian. Essa já é quinta vez que você saiu sem minha permissão, e eu já estou cansado disso. Não importa se alguém está perigo, você não deve sair daqui. É uma ordem."

"Não sigo ordens de você, Rufus."

Agarrando meu braço com força, Rufus rangendo os dentes.
“Você devia, porque eu sou seu líder. Sugiro que siga as minhas ordens ou então, Você sabe quem vai sofrer por isso."

Arrancando meu braço dele, virei e saí da sala. Bufando de raiva, cheguei à minha cabana. Tirei o traje e guardei as minhas armas. Fui até a banheira e enchi de água.

Sentei na cadeira ao lado, e retirei os pinos de cabelos. Meu cabelo dourado caiu sobre os meus ombros e suspirei me despi totalmente e entrei na banheira. E fiquei na banheira, a noite toda.

Depois de sair da banheira, coloquei minha roupa normal e deitei na cama. Rufus estava me infernizando desde incidente de Darker, sempre me ameaçava em dizer a alguém sobre o que realmente aconteceu no incidente. Não tinha escolha, se eu não fizesse o que ele dissesse ele iria acabar com a minha vida.

Naquele, tempo, Darker era um amigo que nunca deixou de ser leal, até que ele nos traiu. Matando vários inocentes foi o que nos chocou, utilizando uma estranha energia negra. Rufus desapareceu antes que o ataque começasse e isso me deixou desconfiada.

Fui atrás de Rufus, e quando o encontrei foi o que me chocou. Ainda me lembrava muito bem o que tinha acontecido me dava arrepios apenas de lembrar, e pior era que ninguém iria acreditar em mim.

Estava caindo no sono, até que comecei ouvir vozes na minha cabeça, era sempre assim. Eram vozes que precisavam de ajuda, queria ajudá-los, mas se eu saísse da vila mais uma vez, os guardas iriam notificar a minha saída a Rufus.

Caí no sono, mesmo com as vozes e soltei uma lágrima depois de uma voz gritar, já era tarde demais.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.