Better Than Revenge.

8 Capítulo 8- A gente nem ficou.


Notas iniciais
Voltei *--*

e como prometido aqui está mais um capítulo

e esse é especial para todas as minhas leitoras que queriam me matar pelo beijo da Windy e do Rafa ♥

enfim, espero que gostem desse capítulo porque eu AMEI escreve-lo.

Quero Reviews otei? u.u

Esse capítulo foi muito fofo para passar em branco (:

Windy.


Entrei em casa e tirei meus sapatos para não acordar ninguém, eu não sentia mais meus pés de tanta dor causada pelo mesmo. Fui até o quarto e liguei a luz, Dan estava sentado em minha cama com uma cara péssima.


– Pode me explicar o porquê de você ter ficado com o Rafael? Você não sabe a felicidade do Arthur achando que você gostava dele... O cara te convidou para um encontro e você vai lá e fica com aquele...

–Achei que o Rafael fosse o seu melhor amigo. -Disse irônica. -E só pra você saber, ele que me beijou.

–Ah... E você correspondeu. Cara, eu achei que você ia voltar pra cá para pisar em cima do Rafael e mostrar pra ele que você deu a volta por cima. Mas pelo visto não... -Dan disse se retirando do meu quarto.

Tomei um banho e me deitei, peguei meu celular e tinha uma mensagem de um número desconhecido:

Jantar amanhã? _ Arthur.


Respondi que sim, e coloquei o celular em baixo do travesseiro.



(...)


Olhei no relógio e era 14h23min, a campainha tocou e eu fui atender.


–Oi amor. -Rafael disse vindo em minha direção para dar-me um selinho, eu rapidamente desviei.

– Saí fora. -Revirei os olhos, empurrei a porta para que fechasse. Ele colocou uma das mãos para segurar a porta e entrar enquanto a outra segurava um notebook.

– Dan, a coisa chegou. -Falei ironicamente.

Eles ficaram fazendo um trabalho e eu fui pra piscina, fiquei mergulhando um pouco e depois entrei na sala, o Dan estava no telefone.

–É pra você, é o Arthur. -Dan disse, peguei o telefone e Rafael bufou.

–Oi. -Eu disse.

–É... Oi. Então, eu liguei pro teu celular, mas você não atendeu. -Arthur disse.

–Ah desculpa, eu estava na piscina e meu celular tá no quarto.

–Tudo bem, hoje então?

–Sim.

–Passo pra te buscar as 20h00min ok? — Ele disse.

–Ok. -Eu disse.

–Então, beijo.

–Beijo.


Desliguei e me virei encarando o Dan e o Rafael. Subi ás escadas eufórica e comecei a pegar todas as roupas, mas parecia que nenhuma estava boa. Achei um vestido e era com esse que eu ia ir.


Quando deu 18h30min comecei a me arrumar, coloquei o vestido preto. Era bem normal, tomara que caia e coloquei um cinto vermelho com um laço, e um sapato vermelho escuro. Desci ás escadas á procura do Dan, pelo jeito ele tinha saído, mas o notebook do Rafael estava ali. Não pensei duas vezes e o peguei, comecei a procurar, mas não tinha nada comprometedor, apenas uma foto do Rafael com o Dan, fingindo que iam dar um selinho. Subi as escadas correndo e copiei a foto pro meu pen drive e apaguei do computador dele, e a partir de agora começou a minha vingança, mas acho que eu prefiro chamar de "acerto de contas".

Acabei de me arrumar, fiquei ouvindo música até o Dan entrar no meu quarto.

–O Arthur... — Ele disse e deu uma pausa, me encarou de cima a baixo. -Você tá linda.

–Obrigado. -Eu disse.

–Por favor, não ilude ele. -Dan disse.

–Não se preocupe, não sou o tipo de pessoa que você está acostumado a lidar. -Eu disse.

–Cara, esquece isso fala mal dele, mas ontem estava aos beijos com o mesmo. -Dan disse.

–Ele me beijou! -Eu disse irritada.

–Tanto faz. -Ele disse dando os ombros, saímos do quarto e me posicionei para descer as escadas, me apoiei no corrimão e pude ver os olhos do Arthur brilhando ao encontrar os meus. Sorri de canto, meus olhos então pousaram sobre Rafael que nem piscava. Desci as escadas e parei, ficando de frente pro Arthur que me deu um beijo na bochecha.

–Você está linda... -Ele sussurrou no meu ouvido.

–Obrigado. -Sorri e ele me fitou com um sorrindo.

–Vamos? -Disse ele e eu assenti. Nós nos posicionamos para sair e o meu irmão puxou o braço do Arthur.

–Cuida bem dela ok, brother? -Dan disse e eu sorri. Gostava desse jeito dele protetor, que muitas vezes deixará a desejar.

–Cuido sim.


(...)


Então eu percebi que isso era um encontro, eu gostava do Arthur e muito. O seu jeito de me olhar, me tocar e de falar me encanta, assim como eu tinha certeza de que qualquer garota se encantaria com ele.

Ele é o tipo de cara que toda mãe quer que a filha namore, e que toda a garota gostaria de ter como namorado. Ele é um perfeito que é imperfeito, mas eu prefiro acreditar que todo mundo é perfeito, mas do seu jeito. Ele apareceu numa hora ruim para mim, num momento em que a minha meta é a vingança e se eu me apaixonar vai acabar me atrapalhando de uma maneira ou de outra. DROGA! Ele chegou na hora errada, deveria ter aparecido na minha vida quando eu acreditava no amor e achava que todo mundo um dia seria feliz. Rafael, ele era o culpado disso tudo, se ele não tivesse aparecido na minha vida agora eu não seria essa pessoa fria, calculista, e que só visa vingança. Eu seria a garota meiga que tentará se der bem com todos.

–Windy? -Arthur disse estalando os dedos, afastei meus pensamentos e encarei sua face, ele me fitava com um sorriso perfeito. Estávamos num restaurante que era lindo, e um tanto romântico.

–Desculpe, eu estava viajando aqui. -Eu disse rindo.

–Percebi. -Ele disse tomando um gole da bebida que havíamos pedido. -Mas então, você já sabe se passou no vestibular?

–Ainda não, essa semana irei descobrir. -Disse sorrindo.


Priane.



Resolvi sair com uns amigos e então me arrumei, ouvi a campainha tocar e fui atender bufando. Porque uma pessoa vem aqui as 21h00min? Abri a porta irritada, dei de cara com o Carlos.


–Tudo isso pra mim? -Ele disse me olhando de cima a baixo.

–Não, tudo isso pro Cadu. -Eu disse, não acredito que eu meti o Cadu de novo nessa história. Carlos num movimento rápido e preciso entrou no apartamento e me pressionou contra a parede.

–Qual é a tua com o Cadu? -Ele disse bufando, coloquei minhas mãos no seu peito e o empurrei.

–Não te interessa! Perdeu seu tempo, e parabéns você ganhou o título do cara mais idiota que eu já fiquei, e olha que a concorrência era pesada. -Disse com as mãos na cintura, Carlos me observará com os lábios entreabertos. -Eu tenho pena da Roberta, ela não merece um moleque como você! Por que homem de verdade não faz isso. -Fechei a porta na sua cara, me escorei na porta e fui escorregando até o chão e logo levei as mãos no rosto. Eu precisava falar com a Windy, ela era uma ótima conselheira.


Windy.


Eu e o Arthur fomos para o pátio do restaurante que dará de frente para a praia. Coloquei minhas mãos sob o muro pequeno que separava o restaurante da praia, fechei os olhos e senti o vento batendo no meu rosto e uma música ao fundo que eu conhecia e amava!



A gente nem ficou

Mesmo assim eu não tiro você da cabeça

O pouco que durou

Nosso encontro me faz duvidar

Que um dia eu te esqueça


Arthur colocou a sua mão sobre a minha, me dando cala frios, nossos olhares finalmente se encontraram e ele sorriu.


Sei que pra nós dois o romance é

Coisa delicada demais

Não da pra esquecer o que vivemos

Antes um do outro

Bem melhor a gente deixar rolar

Se entregar

Ver o fogo que apagou

Queimar de novo


Arthur se aproximou de mim e colocou uma de suas mãos na minha cintura e a outra no meu rosto. Estremeci com o seu toque.



E ai quando vem me ver


Tô aqui esperando você

E nem dormi a noite já passou

Não consigo mais me dominar

Você me enfeitiçou

E a gente nem ficou.

A gente nem ficou — Jorge e Mateus.


Nós nos aproximamos devagar, e seus lábios encontraram os meus, o beijo significou numa explosão de sentimentos, nunca ninguém me tratou como ele me trata. Consegue fazer com que eu me sinta especial.



Notas finais
Espero que tenham gostado, acho que volto para postar logo. Tenho que adiantar mais a fic então talvez eu demore um pouquinho a mais do que o normal.

beijo ♥