Better Living Academy

20 Happy Together


Notas iniciais
AI, MEU DEUS. EU ESTOU TÃO FELIZ POR TER TERMINADO ESSE CAPÍTULO, QUE SEI LÁ. Gente, desculpem. Foi mais de um mês sem atualizar. Eu passei por alguns momentos tensos por causa de provas, recuperações, etc... Sabem como é. Tentei começar essa porcaria três vezes e só na terceira que a coisa fluiu. A terceira, coincidentemente, foi a que fiz quando estava nas férias, hehe Enfim, peço desculpas mais uma vez pelo atraso. Mas, finalmente, voltei. APROVEITEM, PORQUE VOLTEI PARA FICAR, AQUI É MEU LUGAR. VÃO LER O COMEBACK DA BEBELLA O///
P.S.: Leiam as notas finais u.u

MinHo's POV


As gotas dançavam por meu corpo, arrepiando-me. A água estava quente e desfazia os nós criados pelo tempo frio, pela tensão dos últimos dias e pelos movimentos bruscos da dança de hoje. Além de tudo, pelo clima estar frio, esse banho quente me aquecia e retomava minhas forças. Nem eu sabia que minha resistência física era tão pouca. Estava exausto e sentia como se precisasse relaxar durante semanas para voltar ao normal.

Mas só de imaginar que sairia daqui e veria Taemin... Já me alegrava e tinha vontade de apressar aquele banho para que pudesse estar junto a ele. Mesmo que ele tivesse seus problemas, dos quais ninguém parecia ter conhecimento do que era, eu o amava e nada mudará isso. Afinal, se esse sentimento mudasse, tenho certeza que aumentaria.

– MinHo... Você esqueceu sua toalha... — disse uma voz tímida através da porta entreaberta.

Olhei para a direção da porta e a mão magra e delicada de Taemin segurava o pano amarelo. Saí do chuveiro e encaminhei-me até ali, mas, ao invés de pegar a toalha, agarrei sua mão e o puxei para dentro do local. Com a outra mão, peguei sua cintura e o puxei para mim, colando meu corpo molhado e nu no seu magro, de modo que o molhasse. Confesso que agi por instinto, mas já estava na hora de me libertar dos fantasmas do passado. Antes eu vivia remoendo isso dentro de mim, porém Taemin me fez perceber que isso apenas me machucava e que eu deveria deixar tudo para trás se quisesse ser feliz outra vez. E, considerando o modo pelo qual eu perdera tudo em meu ser há tantos anos... Esse seria o melhor jeito de começar uma vida plena ao lado daquele a quem amava.

– M-Min... O que... ? — ele olhou para mim, totalmente corado e sem saber o que fazer.

– Taemin... — dei-lhe um selinho, o qual foi retibuído prontamente. — Você confia em mim?

Eu podia sentir a sua respiração ofegante contra meu peito, pois ele abaixara a cabeça, procurando fugir dos meus olhos. Acenou com a cabeça positivamente, provavelmente já sabendo o que aquela minha pergunta significava. Significava que eu o queria, que eu o desejava. E a maior prova disso seria perpetuada hoje.

Levei a mão que segurava sua mão à sua face, levantando-a para que olhasse para mim. Aqueles olhos que eu tanto prezava traziam para mim a essência de Lee Taemin, do meu Taemin. Aquele que conhecera, aquele pelo qual me apaixonara. Não era nenhuma distorção da imagem que eu tinha dele, era puramente meu maknae. E ver que era realmenteele ali içou-me para frente para capturar seus lábios em um beijo terno e simples, porém que deixava emanar pelos movimentos provindos das duas bocas que se reconheciam todo o sentimento que sentíamos um pelo outro.

Nossas línguas adentraram a boca um do outro quase que no mesmo instante, mostrando o quão sincronizados éramos. Aprofundamos o beijo, o que já nos levava o fôlego, e pus ambas as mãos em sua cintura, apertando-a com força. Senti o toque suave de suas mãos em minha nuca e seus dedos embranhando-se em meus fios, puxando-os com delicadeza, mas firmeza. Encostei-o na parede e migrei meus lábios para seu pescoço, sentindo seu gosto e excitando-me por seus gemidos baixos, tímidos e contidos, que chamavam por meu nome.

– MinHo... Eu te amo... — aquelas palavras faziam meu baixo ventre e meu coração aquecer de modo que nenhuma outra coisa faria.

Segurei a barra de sua camisa e puxei para cima, no que ele levantou os braços para que a tirasse. Joguei-a em algum lugar aleatório do chão e voltei aos seus lábios, beijando-o com intensidade, paixão, sofreguidão por tê-lo tido em meus braços e nunca feito algo assim, mais ousado, por causa daquele maldito trauma, que fazia-me fechado a tudo relacionado a isso. Mas agora eu me libertava, assim como sentia que ele também se libertava em meus braços de sua ingenuidade. Ele amadureceria com isso, enquanto eu abriria as portas da felicidade.

Suas mãos corriam, trêmulas e incertas, por meu corpo, indo até seu próprio zíper, o qual não conseguia abrir, pois suas mãos tremiam em excitação. Ajudei-o e abri a sua calça, puxando-a para baixo junto com sua cueca. Avistei seu membro, já ereto, e peguei-o em minha mão, apenas acariciando-o, enquanto tomava seus lábios mais uma vez, furiosamente, porém ele acompanhava meu ritmo com ainda mais fervor. Suas mãos maltratavam minha nuca, arranhando-a e puxando meu cabelo dessa região.

Segurei suas pernas e puxei-as, de modo que entrelaçasse as duas em minha cintura. Segurei em sua cintura e em uma de suas coxas para dar sustenção, enquanto andava com ele até o box. No caminho, desviei meus lábios de sua boca e espalhei pequenos selos na região de seu pescoço até sua orelha, lhe sussurrando: "Eu também te amo, Taemin". Chegando ao box, adentrei-o e lhe encostei na parede, deixando que a água nos molhasse.

– MinHo... — ele sussurrou, ofegante.

– Eu não quero te machucar... — sussurrei contra seus lábios, roçando-os nos meus e prendendo seus olhos nos meus em um olhar intenso.

Ele sorriu daquele jeito que eu tanto amava. Seus olhos brilhavam daquele jeito que eu tanto amava. E então ele falou daquele jeito que eu tanto amava: "Não vai me machucar. Não se preocupe com isso, Min, não agora. Eu te amo". Ele riu de forma travessa, como se fosse uma criança que acabara de roubar um pedaço de doce que a mãe ainda estava fazendo. E aquele som fez-me o homem mais feliz do mundo, por ter a felicidade que eu tanto necessitara todos esses anos ali, em meus braços. Sorri-lhe de volta, sendo mais uma vez o bobo que ele falara que eu era. E eu era bobo mesmo em sua presença. Eu ficava todo bobo quando ele sorria, quando ele ria, quando ele falava que me amava... E ele fez os três juntos, me encantando da forma que nada nem ninguém jamais faria.

Beijei os lábios já avermelhados e inchados que deixava escapar aquelas palavras que acariciavam meus ouvidos. Com doçura, apreciando de seu néctar tão doce quanto o próprio beijo. Enquanto nós dávamos o beijo mais inocente e doce que qualquer um poderia dar, segurei meu membro pela base e forçei minha glande para seu interior. Ele se contorceu entre meus braços, mesmo que tentasse demonstrar o mínimo possível de dor. Continuei a beijá-lo, de modo que ele se distraísse da dor que sentia, e continuei forçando. Podia sentir os espasmos de seu corpo, assim como de meu próprio, que ardia em prazer por ter suas paredes pressionando meu membro.

Segurando na parte interna de suas coxas roliças e pressionando-o na parede, já com meu pênis inteiro em seu interior, comecei a movimentar meus quadris devagar, apenas sentindo a sua entrada tão apertada me apertando. Mordi seus lábios e me afastei rapidamente para observá-lo. Seus olhos fechados, seu cenho franzido e seus dentes prendendo o lábio inferior apenas me confirmavam sua dor, que ele tanto reprimia para que me desse prazer.

– N-Não é dor... Continua... M-Mais rápido... — deitou a cabeça em meu ombro e apertou os dedos em minhas costas, adivinhando o que eu pensava sem nem ao menos ver minha expressão.

Fiz o que ele pediu, começando a estocá-lo de verdade, mas ainda devagar. A cada vez que meu membro entrava nele novamente, seus suspiros ficavam ainda mais altos e intensos. Isso me incentivava a continuar, no que também já ouvia alguns grunhidos provindos de minha garganta, do fundo de meu ser. Ao perceber que seus suspiros haviam se tornando verdadeiros gemidos, aumentei a velocidade e força das minhas estocadas e afastei suas coxas, de maneira que abrisse mais suas pernas, para que pudesse alcançar mais fundo.

– MinHo... — gemeu ele, começando a rebolar contra meus quadris na mesma velocidade e ritmo que eu, enquanto jogava a cabeça para trás para encostar a cabeça na parede.

Ver seu pomo de Adão subindo e descendo tão rápido em frente aos meus lábios; escutar seus gemidos cada vez mais altos, chamando por meu nome sem nenhum pudor, e sentir suas unhas afundando em minha pele ao passo em que eu me aprofundava mais em seu corpo a cada vez que meu pênis saía de seu interior e entrava novamente me fez ir ainda mais rápido e agressivamente contra aquele corpo tão magro, mas que se movimentava tão rapido, que parecia ter uma força descomunal, tal qual eu empregava em seus coxas, no que já podia ver as marcas vermelhas na região.

Por ir mais rápido e forte, em certo momento ele gritou e arranhou-me de tal forma que sabia que estava sangrando, pois ardia no contato com a água.

– Aí... Mais forte, MinHo! — ele exclamou em um gemido sufocado e eu entendi que havia acertado em seu ponto sensível.

Passei a estocá-lo exatamente ali, tentando ao máximo não me desviar daquele caminho. Seus gritos soavam como música aos meus ouvidos, que também ouviam meus próprios gemidos, mais roucos pelo prazer e luxúria de vê-lo tão submisso à minha frente. Minha glande lhe acertava e sentia estar próximo ao meu ápice pelas "carícias" que recebia em meu membro.

Taemin soltou mais um grito antes de despejar seu sêmen em seu abdômen sem nem ao menos ser tocado. Meu membro, por sua vez, foi mais maltratado pelos anéis de sua entrada, e acabei desfazendo-me em seu interior também, soltando um pesado suspiro.

Continuamos na mesma posição por alguns minutos, esperando que nossa respiração voltasse ao normal e desfrutando daquela sensação maravilhosa que era a do pós-orgasmo. Desci-o de meu colo e ele pôs os pés no chão, no que quase caiu, segurando-se em meus braços. Dei-lhe sustentação e ele levantou os olhos para mim, suas bochechas avermelhadas pelo esforço, assim como seus lábios e coxas com as marcas de meus dedos.

Apenas olhou-me e eu devolvi o olhar. Não havia nada a ser dito. A aura que nos cercava já deixava bem clara a felicidade que sentíamos, o amor que sentíamos um pelo outro. E então ele sorriu-me o mais belo dos sorrisos que já me presenteara, o qual prontamente correspondi.

Finalmente... Finalmente seria plenamente feliz ao lado de Lee Taemin. E aquele sorriso apenas me confirmava isso. Que seríamos felizes e nem a morte nos separaria.


~*~


Onew's POV


– Tudo pronto, Jinki — sorriu-me Key ao terminar de ajeitar os últimos detalhes de minha beca.

Passaram-se pouco mais de seis meses desde que eu e Key estávamos juntos. Era o dia de minha formatura e, finalmente, mais um sonho meu se realizaria: começaria meu estágio como fotógrafo em um bom estúdio na semana seguinte graças ao fato de já ser maior de idade e estar livre da escola. Hoje era como um dia de redenção. Formaria-me com menção honrosa por ser o primeiro de minha classe. Mas não era esse o motivo exato de minha felicidade. Eu estava com Key e, se tudo desse certo em meu novo emprego, logo teria recursos suficientes para me manter sozinho. E melhor, manter Key também.

Ao terminamos os preparativos, fomos ao auditório, onde vários formandos e seus amigos e familiares já se ajeitavam em suas devidas cadeiras. Sentamos em nossos acentos para esperar que a cerimônia começasse.

– Jinki... Ninguém vai vir hoje? — ele perguntou, pondo a mão na minha coxa, acariciando-a enquanto olhava para mim, apreensivo por minha resposta.

– Ninguém? Olha quanta gente tem aqui, Key — ri, desviando o olhar para o palco.

– Você entendeu o que eu quis dizer — seu tom era aveludado e pude sentir o peso de sua preocupação sobre meu rosto. — Será que ele vem?

Suspirei. Eu entendi, mas quis fugir da pergunta, mesmo sabendo que não adiantaria. Ele queria saber se meu pai vinha. Mas eu sabia que não. Já havia contado a ele que ele sumira depois da morte de minha mãe e foi dado como desaparecido. Com isso, minha guarda foi para meu tio, porém ele era ocupado demais para que eu o visse mais de duas vezes por dia quando eu estava em casa. Não que eu sentisse falta de uma família. Eu já recebera o amor de meus pais por boa parte de minha vida e as lembranças daquela época já me eram suficientes. Ainda mais pelo fato de eu sempre ter preferido ser solitário. Sempre fora mais fácil para mim.

– Ele não virá. Muito menos meu tio — respondi sem emoção.

Seu suspiro era como um lamento por mim. Finalmente, virei o rosto para encará-lo.

– Mas com você, já não me falta mais nada — sorri de leve, pondo minha mão em cima da dele, ainda em minha coxa, e entrelaçando nossos dedos.

Ele sorriu também, embora aquilo ainda o incomodasse, como eu podia ver em seus olhos.

A cerimônia se passou lenta e quase insuportável, por mais que eu estivesse com Key ao meu lado. Subi ao palco e ditei as palavras escritas no papel do discurso automaticamente, o qual Key fez questão de corrigir os poucos erros gramaticais dispostos ali. Quando voltei do discurso, encontrei Key conversando com JongHyun e Sunny, que também estava se formando naquele dia.

– Olá — eu disse, abrindo um sorriso simpático ao me aproximar dos três.

Apesar de tudo, nós e JongHyun e Sunny tornamo-nos bons amigos. Key se reaproximara do atleta, enquanto esse também parecia ter se "aproximado" bastante de Sunny, o que podia ser comprovado pela mão dele disposta na cintura da loira.

Conversamos por alguns bons minutos, até que escutamos uma voz grave atrás de nós.

"Jinki", pude ouví-la soar e me assutei ao reconhecê-la.

Virei-me em direção a ele, vendo ali o sorriso fraco daquele que um dia fora meu pai. Minha boca abriu-se, mas nenhuma palavra saiu dali. Minha surpresa era tão grande, que eu apenas olhava para seu rosto, analisando seus traços. Em seu rosto, havia aparecido mais algumas rugas e parecia mais velho. E o sorriso que sustentava sua expressão amistosa lembrava-me de todos aqueles anos calorosos em que costumávamos ser uma família.

– Onew... Esse é... ? — a voz de Key me despertou de meu transe, mas ainda mantinha meus olhos estáticos no rosto de meu pai.

– Meu pai — engoli em seco ao pronunciar aquelas palavras. — O que faz aqui?

Eu não sentia rancor, nem tristeza, muito menos raiva. Na verdade, eu não sentia nada. Estava em um torpor tão grande, que pensava racionalmente, já escolhendo as perguntas que faria.

– Seu tio me deixou informado sobre você por esses anos em que estive longe. E eu não podia perder a sua formatura. É uma data especial, não? — ele sorriu novamente, dessa vez largamente, e eu não pude deixar de acompanhá-lo. Sempre diziam que eu tinha o sorriso simpático de meu pai. E vê-lo ali, sorrindo à minha frente, era como se olhasse para um espelho.

Sem pensar muito, joguei-me sobre ele, abraçando-o forte. Ele devolveu o abraço e isso fez com que minha infância passasse inteira por meus olhos, os quais já estavam marejados e deixavam algumas lágrimas se derramarem por meu rosto.

– Estou feliz que esteja aqui — sorri ao me separar dele e enxuguei meus olhos, observando-o fazer o mesmo.

– Eu também, Jinki. Estive te observando de longe. Inclusive hoje. Meu filho se formando como primeiro da turma, com menção honrosa. E ainda vai sair daqui praticamente empregado. Estou muito orgulhoso — ele disse, sorrindo e tentando conter as lágrimas, assim como eu.

Depois de um tempo assim, percebi que apenas Key estava ao meu lado. Os outros deviam ter ido, percebendo que era um momento demasiado íntimo. Olhei para ele e depois para meu pai.

– Pai... Esse é Kim Kibum, o Key. Nosso antigo vizinho. Lembra-se dele? — perguntei, vendo-o analisar o garoto ao meu lado e me perguntei se essa era a expressão que eu possuía quando eu mesmo fazia isso com as pessoas. De fato eu era muito parecido com meu pai.

– Kibum? Como está crescido! A última vez em que te vi, ainda era um moleque teimoso — ele riu, também abraçando Key, que sorria, um pouco mais aliviado.

– É, eu me lembro, senhor Lee — Key lhe sorriu ao se afastar dele.

– Chame-o de sogro — eu proferi e os dos me olharam, arregalando os olhos, principalmente Key.

– Como? — perguntou meu pai, confuso.

– Key... Não é mais apenas meu amigo, pai. Ele é... — cheguei perto de Key e peguei sua mão, apertando-a para que ele não se soltasse de meu aperto. — A pessoa a quem amo.

Ele arregalou os olhos para nossas mãos unidas, enquanto Key corava e desviava o olhar de seu pai para o chão.

– Onew... — Key advertiu-me.

– Kibum e você... Juntos... Como... Namorados? — ele terminou a frase como uma pergunta, ainda querendo saber se essa informação era verídica.

– Sim — afirmei com a cabeça, esperando sua reação, fosse qual fosse.

Ele pareceu ponderar sobre o assunto por um tempo, ainda desconfiado de que aquilo era uma brincadeira.

– Eu desejo toda a felicidade do mundo aos dois — ele sorriu, ainda meio incerto.

Nós dois sorrimos e nos entreolhamos, totalmente aliviados.

– Eu agradeço — eu e Key falamos em uníssono, rindo de nervoso após isso.

E o resto da tarde se passou agradavelmente, conosco rindo ao lembrar de fatos ocorridos no passado. Mas eu ainda estava incomodado com algo. Sentia como se ele, meu pai, fosse evaporar a qualquer segundo para nunca mais voltar. Cada vez que ele me olhava, eu sentia que havia um adeus em seus olhos. Parecia já sentir minha falta, mesmo que estivéssemos juntos e não nos separaríamos mais... Eu acho. Porém, por mais otimista que eu quisesse ser, eu sabia que não o veria mais. Pelo menos não tão cedo.

Com o cair da noite, fomos a um restaurante, apenas eu e ele. Conversamos um pouco até que caímos sobre o assunto do qual queríamos fugir: sua própria fuga. Ele contou que queria escapar por uns tempos de todo aquele caos que se tornara sua vida desde que minha mãe morrera. Então, deu um jeito de desaparecer perante a todos, menos meu tio, que podia lhe informar sobre mim. Pegou o barco que tinha e que nos levava para passear e foi viajando pelas águas do país, conhecendo novos lugares e esfriando a cabeça. Disse que queria voltar como um outro homem, para que pudesse cuidar de mim como um verdadeiro pai, o pai que eu merecia. Ele estava sofrendo e, por isso, achou que não seria um bom pai para mim com todo aquele peso em suas costas. Porém, ele não falou nada sobre voltar para ficar e eu também não quis forçá-lo a nada. Tinha noção de que qualquer outro em minha situação faria um escândalo, porém, por tudo o que meu pai já fizera por mim e por sermos tão parecidos, eu o entendi. Afinal de contas, eu faria o mesmo que ele, sendo realmente o filho de meu pai.

Ele me levara até a academia mais uma vez e nos despedimos com um abraço ainda mais apertado que o de antes, pois ambos sentíamos que esse seria o último de um longo tempo.

De qualquer forma, eu estava feliz. Afinal, eu pude sentir naquele abraço que não era um "adeus" que ele me transmitia e sim um "até logo".

Notas finais
GALERA, ESSE É O ÚLTIMO CAPÍTULO, SÓ PRA AVISAR.
Muito bem, vamos por partes...
Primeiro: Eu não gostei muito desse lemon. Para falar a verdade, eu não gosto dos meus lemons. Sinto que ainda tenho muito a aprender. Suz está aí para me ensinar u.u
Segundo: Amém, Shisuis, Jinki se formando *u*
Terceiro: Não me matem pelo lance da mão do Jong na cintura da Sunny. Relaxem, nem eu sei se isso significa o que isso parece significar. Veremos na segunda temporada...
Terceiro: Papai do Jinki o/// Foi uma surpresa para mim que ele aparecesse, sério '-' Quando ele apareceu aí, eu fiquei tipo "MEU DEUS, O PAI DO JINKI VOLTOU ~pula~". Pois é, vocês acham que eu controlo minha história? Não, são os personagens em conjunto com o enredo '-' Ser escritor é isso -QQ
Quarto: DESCULPEM-ME DE NOVO PELO ATRASO d.d
Quinto: Eu quero agradecer a cada uma de vocês por todo o apoio. Sabe, esse é o primeiro projeto que realmente desenvolvi e consegui terminar. E isso tudo graças a vocês. Eu tenho a maldita mania de largar tudo pela metade e, agora que eu terminei essa primeira temporada, estou tão feliz e orgulhosa. Vocês nem imaginam minha felicidade. Olhem, cada um de vocês, meus 57 leitores lindos, deu-me um empurrãozinho a mais para que eu viesse até aqui. Não faz diferença se você deixou ou não review, só por ter me dado uma chance e ter apertado em "acompanhar esta história", ter começado a ler, já foi de extrema importância. Muito bem. Eu espero sinceramente que tenham gostado dessa história, mesmo com a bipolaridade dessa autora, mesmo com os diversos erros gramaticais ou qualquer outro erro, mesmo com os meus defeitos, mesmo com os defeitos da fanfic... Enfim, eu agradeço de todo o coração. MUITO OBRIGADA ♥ Espero que continuem comigo em cada novo projeto, me apoiando do mesmo jeito que fizeram comigo em "Better Living Academy". MUITO OBRIGADA MAIS UMA VEZ E DESCULPEM-ME POR TUDO.
Sexto: Talvez semana que vem, eu poste o capítulo dois de "Beyond Lines and Paragraphs", a YeWook. Será uma short fic, como já expliquei, e ao seu término, começarei com alguns fillers de BLA e com a segunda temporada da mesma. Além de terminar de escrever várias one shots que já tinha começado.
Então, gente, é isso. Até os reviews, os quais espero mais do nunca, embora que não seja de pedir. Tenho um pouco de vergonha, não sei d.d Afinal, talvez minha história não mereça reviews... Enfim, quero que isso seja critério de avaliação de vocês. Se acham que a história merece, então, por favor, estejam à vontade ^^ Beijinhos, meus bebês :*
P.S.: Quero poder abraçar cada um de vocês, mas não posso. Então vou fazer um abraço virtual. ~abraço apertado~. Pronto, sintam-se abraçados u.u E me esperem! Afinal, esse abraço não é um "adeus" e sim um "até logo" ^^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!