Notas iniciais
AISH, MAS QUE RAIVA. POR QUE EU NÃO CONSIGO FAZER POVS FOFOS? POR QUE? Olá, leitores -qq Desculpem por não ter postado ontem como prometido. Mas tive um dificuldade não esperada ao voltar ao Taemin's POV, mas dessa vez de forma direta. Foi muito difícil. Entrei em crise hoje, escrevendo. Nada adiantava e todas as ideias foram descartadas. O maior problema foi a narração dele. Ficou horrível. No início, parece um adulto falando para depois parecer uma criança. Horrível. Estou dizendo, horrível mesmo. Desculpem-me, mas, pelo visto, não consigo me colocar em uma mente tão inocente. O próximo Taemin's POV que eu fizer acontecerá apenas se for Black Taemin's POV u.u Enfim, desculpem-me mesmo por isso. Estou muito irritada nesse momento por causa da minha incompetência. Semana que vem vai ser Key's POV e vai ficar o melhor Key's POV que vocês já viram para compensar isso. Desculpem-me.

MinHo saiu da sala e eu fui logo atrás dele. Ele parecia irritado, o que me deixava apreensivo sobre a possibilidade de ele querer ficar sozinho. Mas acompanhei-o mesmo assim, pois, quando eu estava triste, ficava bem rapidinho ao estar ao lado de um amigo.

Mas... E se ele não me considerasse seu amigo?

Hesitei alguns passos ao reflexo do que pensara, distanciando-me dele, que avançava rapidamente com seus passos longos. Senti-me mal ao pensar nisso, afinal eu o considerava um grande amigo, apesar de nos conhecermos há pouco.

Aumentei o ritmo de meus pés, alcançando assim suas costas, diminuindo a distância que tinha dele. Não gostava disso. Não gostava desse abismo que parecia haver entre nós. E ele desapareceria o quanto antes, pois eu o faria me ver da mesma forma que eu o via. E, mesmo que ele não me considerasse seu amigo ainda, eu o considerava e eu sempre era fiel e ajudava meus amigos.

Como eu me aproximaria dele? Essa era uma pergunta pertinente que me fez diminuir novamente o ritmo.

O maior exemplo de amizade que eu tinha por perto além da minha e de meu irmão era a de Key e JongHyun. Estavam sempre se abraçando, se tocando de algum modo, por mais sutil que seja. Eu os admirava por isso, por seu contato tão extremo. Parecia que eles necessitavam um do calor do outro. Era extremamente íntimo, mesmo quando suave. Eu queria ter uma amizade assim e queria ser amigo de MinHo. Dois coelhos mortos com uma tacada só.

Deduzi que, para me aproximar dele, teria que ter uma relação de toque íntima. E tudo poderia começar de um abraço. Um simples abraço que significaria muito.

Aumentei meu ritmo novamente, aproximando-me ainda mais dele. A brisa leve trazia o cheiro de seus fios ondulados ao meu nariz. Arregalei os olhos e pulei de alegria por dentro.

AAAAAAAAAA, O XAMPU DELE É IGUAL AO MEU. MAIS UM MOTIVO PARA SERMOS AMIGOS PARA SEMPRE!, pensei, sorrindo e inspirando mais do odor leve.

Franzi o cenho e formei um leve bico. Aish, eu queria sentir mais daquele cheiro, que era a prova da nossa amizade!

Ele parou rapidamente para abrir a porta do quarto e eu, que estava logo atrás dele, quase bati em suas costas.

Ele entrou no quarto e entrei também, fechando a porta trás de mim.

Era agora! Esse era o momento perfeito para nos aproximarmos!

Ele ainda estava de costas, então aproximei-me sem hesitar e abracei-o por trás, cruzando os braços ao redor de sua cintura, apertando-a bastante, assim como JongHyun fazia com Key.

Enterrei eu rosto em seus cabelos, esfregando o nariz em sua nuca.

– MINHO, EU QUERO MUITO SER SEU AMIGO. VOCÊ DEEEEEEEIXA? – perguntei, manhoso, apoiando meu queixo em seu pescoço.

Ele se desvencilhou de meu abraço e se virou em minha direção. Olhei-o apreensivo. Será que eu havia ido longe demais? MinHo parecia o tipo de pessoa que não entrava em contato com as outras. Mas eu queria mostrar que queria ser seu amigo.

– T-Tudo bem, Taemin. Mas você já era meu amigo antes; não precisava disso – ele riu, seu tom sem graça e seu rosto levemente corado.

– Sério? – perguntei, arregalando meus olhos, não acreditando que fora assim tão fácil.

Sorrindo, fez que sim com a cabeça.

– AH, MINHO, EU TAMBÉM SEMPRE TE CONSIDEREI UM ÓTIMO AMIGO – falei e abracei-o novamente, sentindo seus braços envolvendo, hesitantemente, minha cintura.

Escondi meu rosto em seu pescoço, sentindo seu cheiro.

Estava tão feliz que poderia pular o caminho todo de volta ao dormitório! MinHo aceitara ser meu amigo!

De certa forma – uma a qual eu não tinha conhecimento do motivo -, era muito bom ficar perto dele. Sempre que podia, eu procurava por ele, apenas pelo prazer de sua presença. Mas agora era diferente. Era muito melhor sentir seu cheiro, sentir seu calor tão próximo. Agora eu entendia melhor Key e JongHyun.

Depois de um longo tempo, ele fez menção de separar-nos, mas eu o aprisionei.

– Aish, Min. Só mais um pouco – fiz um bico e, sem querer, toquei seu pescoço com os lábios.

Eu corpo pareceu retesar e parecia que eu abraçava uma estátua.

– MinHo? Algum problema? – perguntei, afastando-me e me deparando com seu rosto ainda mais vermelho que antes. – Oras, por que está tão vermelho, Min?

Eu ri e ele corou ainda mais.

– Err... Nada – ele sorriu.

– Então me abrace – sorri e abri os braços, esperando-o.

Ele olhou para o chão e se aproximou, hesitante. Ao chegar, pôs as mãos em minha cintura e puxou-me para seu corpo, aconchegando-me em seu peito. Mais uma vez, afundei meu rosto na curva de seu pescoço e permaneci ali. MinHo me apertava, mas era um aperto bom. Eu me sentia bem, realmente bem. Era como se, ali, aninhado nos braços dele, eu pudesse fazer qualquer coisa. Como se, preso aos braços dele, fosse livre.

Um tempo depois, suas mãos começaram a se movimentar lentamente, fazendo um leve carinho na região. Sorri contra sua pele ao toque. Era tão suave, o que me fazia lembrar de Key e JongHyun.

Também comecei a acarinhar sua nuca com os dedos, delicadamente. Sua cabeça tombou, apoiando-se sobre a minha.

Aquilo era tão mágico. E tão bom. Nunca havia sentido algo assim. Era como se, ao seu toque, eu pudesse sentir as melhores coisas que havia dentro de mim. Como se não existissem todas as coisas ruins que eu sabia que existia no mundo. Como se ele fosse perfeito como quando estávamos juntos. Nunca havia sentido isso por alguém e podia me sentir envolvendo cada vez mais em seu jeito, seu cheiro, sua mania de sempre ajeitar os óculos quando estava em minha companhia... Tudo nele era interessante e eu me sentia como um explorador e MinHo fosse o meu local de estudos.

Ele se afastou levemente e pôs a mão em minha bochecha, puxando meu rosto para cima para olhá-lo. Estávamos bem perto e sua mão ainda em minha bochecha, acariciava-a. Podia sentir sua respiração contra meu rosto. Eu olhava em seus olhos, que me encaravam também. Podia ver um brilho decidido, como se ele tivesse uma dúvida interminável e acabasse de achar uma resposta, determinando, assim, com certeza o que faria.

Aproximou-se, puxando-me pela cintura também, e tocou nossos lábios levemente. Seus olhos, automaticamente, se fecharam. Os meus continuaram abertos pela surpresa do ato inesperado. Não me afastei, pois não era desagradável. Não me mexi, procurando definir o que sentia naquele momento. Era inevitavelmente... Bom.

Sua boca afastou-se rapidamente e seus lábios puxaram o meu superior. Decidi por deixar-me levar, afinal eu me sentia completo ao seu toque, tão suave e delicado. Encostei meu lábio inferior em sua boca, puxando seu inferior enquanto ele puxava o meu superior. Fechei os olhos.

Suas mãos puxaram mais minha cintura para que eu me encontrasse em sua altura. Fiquei na ponta dos pés para que pudesse aumentar o contato de nossos lábios; queria sentir seu doce gosto.

Ficamos assim por um longo tempo, apenas um provando o gosto do outro, sem palavras para explicar o que sentíamos. Sim, o que nós sentíamos, afinal agora parecíamos apenas um e os únicos. Se antes não havia ninguém no quarto, agora não havia mesmo. Nem no dormitório, nem na escola, nem no mundo.

Ele se afastou, nem um pouco ofegante. Fora o beijo mais doce e delicado que alguém pudera testemunhar, nem suficiente para perdermos nosso ar.

– E-Eu tenho que ir estudar, Min – eu disse sem abrir os olhos, lembrando de algo totalmente idiota, mas realmente necessário.

– T-Tudo bem – agora ele e afastava e parecia ligeiramente assustado.

Olhei para o chão, corado ao extremo. Eu... Eu havia o beijado. Nós havíamos nos beijado!

Balancei a cabeça e fui até a porta. Antes de tocar a maçaneta, olhei para trás e ele ainda olhava para o ponto onde eu estava antes.

Aproximei-me dele rapidamente, beijei-lhe o rosto, corando mais e correndo dali antes que ele visse.

Corri e corri mais até chegar ao meu quarto, no qual entrei e fechei a porta atrás de mim. Encostei-me na porta e deslizei até sentar-me no chão. Meu sangue fluía, fazendo meus batimentos descompassados. A adrenalina nas veias e a descrença em minha mente.

Pus a mão em minha boca enquanto a outra permanecia no chão. Meus dedos passavam pela região onde antes estavam os lábios dele. Os lábios dele...

Eu os havia tocado com os meus, trocando segredos e intimidades que nunca poderiam ser trocadas por palavras, pois estas não expressariam com exatidão o que deveriam.

Sim... Eu havia beijado Choi MinHo.

Notas finais
Nem vou comentar sobre isso aí. Ficou horrível e pronto. Fiz vocês esperarem para isso. Para terem essa porcaria de capítulo. A única coisa boa foi o 2min, que, nem para ser narrado direito. Logo hoje, que foi um ótimo dia, foi estragado assim que escrevi isso. Tá horrível. Sem mas. Desculpem-me mais uma vez. Vão ler Laquarelle. Aquela sim é uma fanfic de verdade. Como eu ainda posso me chamar de escritora? Aish, estou com muita raiva. Mesmo. Nem vou esperar reviews. Adeus, até semana que vem. Desculpem-me mais uma vez.