Best Summer Ever

2 Capítulo 2- Welcome to the jungle


Notas iniciais
Hey... então desculpa a demora para postar o capitulo, mas ficou meio difícil decidir quem ia postar... Anyway nós já temos mais 3 capítulos prontos para postar e um quase terminando, ou seja, talvez não demoraremos muito para postar os próximos capítulo.
E por último: Esperamos que vocês gostem desse capítulo e tenha uma boa leitura :D

POV ALICIA.


Quando eu vi aquele muro, minha vontade foi de matar a Esther.


– Pelo amor de deus me diga que você não fez por querer. — eu disse, já começando a fazer as costumeiras caretas e sons estranhos, mania de quando eu estou nervosa.


– Não fiz, mas isso pode até ser bom. — ela disse sorrindo maliciosamente. Eu revirei os olhos e sibilei um "R". Ela e Thalita riram, mas as outras me apoiavam ao que parece.


– A gente vai embora agora. — disse Cassie, fuzilando elas com o olhar .


– Não mesmo, pense comigo. — disse Esther enlaçando a mim e a Cassie pelo ombro. — Tem garotos lá dentro.


– A não brinca. disse Hanna com uma surpresa absurdamente fingida. Esther revirou os olhos.


– Mas, não sei se você percebeu, isso é um acampamento militar. — eu berrei apontando para a placa em que se lia "Big Soldier" e tinha um homem de farda com postura militar.


– Sim eu percebi. E sabe o que isso significa? — disse Thalita com os olhos brilhando de malicia.


– O que? — perguntou Cassie inocentemente. É claro que eu não queria saber a resposta, mas...


– TANQUINHOOO. — ela berrou colocando as mãos na cabeça. Eu revirei os olhos. Isso era tipico de Thalita e Esther.


– Tá bom. Talvez se a gente ficar só até amanhã... — eu disse. Tá bom que eu sou meia nerd, mas eu não sou cega. E, vamos e convenhamos, um acampamento militar deve estar mesmo cheio de garotos lindos e com tanquinho.


– NÃO ACREDITO QUE VOCÊ MUDOU PARA O LADO NEGRO DA FORÇA ALY! — berrou Hanna indignada. Esther riu.


– Lado negro o caralho! Vamos entrar logo que eu to morrendo de fome. — exclamou a morena, já abrindo o portão e entrando.


– Eita que campainha é cultura. — exclamei irônica.


Quando entramos metade da minha atenção registrava os enormes muros de escalada, as cordas, as redes de lama e afins, coisa tipica de colégio militar.


A outra parte, digamos que bem mais atenta, registrava os soldados: Loiros, morenos, ruivos, olhos claros, escuros, altos, baixos. Meus bons Deuses aquilo era simplesmente um harém de perdição! E todos estavam apenas de calças de dormir. Oh céus!


E então, eu, porque sou ue, tropecei. E me segurei em Cassie, que segurou em Esther, que segurou Thalita, que caiu no chão porque Hanna deu um passo para o lado quando nos viu.


– PUTA QUE TE PARIU ALICIA! — berrou Thalita. Eu me levantei, meio rindo.


– Tinha que ser tu né pessoinha? — reclamou Cassie.


– MINHA ROUPA TA SUJA POR SUA CULPA! — gritou a outra. Revirei os olhos.


– Me desculpem, mas quem são vocês e o que fazem aqui. — perguntou um homem de fara, com expressão séria. Era bem alto (tipo 1,95) e mantinha uma postura séria, o que só o fazia mais assustador. Tinha cabelos brancos cortados bem curtos e olhos castanhos.


– A gente veio para o acampamento! — animadérrima.


– Mesmo? Isso é um acampamento militar masculino senhoritas. — ele disse, erguendo a sobrancelha. Ela me segurou por um braço e me colocou a sua frente.


– Faz tua magica intelectual flor! — ela disse e me deixou lá. Eu encarei ele com a boca aberta e os olhos arregalados. Ele me olhou, e eu dei um pigarro para me concentrar.


– Na placa diz "especializados em treinamento masculino", não "exclusivo para treinamento masculino" então você teoricamente não pode nos deixar aqui, se é que isso faz sentido. — eu disse rapido antes que eu perdesse a coragem. Ele me olhou e lentamente seu rosto passou de normal para branco, depois para vermelho e no final ele parecia um tomate de pressão (ou seja, uma mistura entre tomate e panela de pressão.)


– Vamos conversar na minha sala. — ele disse, ou melhor, rosnou para mim. Eu engoli em seco.


– Okay. — eu disse, antes de segui-lo. Ele nos guiou até uma cabana de madeira estilo caçador, tipo com um monte de bichos empalhados pendurados. Ele se sentou atrás de uma mesa e nos indicou duas cadeiras. Por mais medo que eu estivesse, a minha preguiça sempre me vence e eu acabei sentando.


– Então vocês querem ficar aqui? — ele perguntou erguendo as sobrancelhas. Eu engoli em seco.


– É por ai... — Cassie respondeu. Ele olhou para ela de um jeito muito sinistro, tipo muito mesmo.


– Por que? — ele perguntou. Olha meu amigo, eu não queria muito, mas eu tenho 2 amigas retardadas e taradas que me obrigaram a ficar aqui. Foi isso que eu pensei, mas o que eu respondi foi:


– Para crescer como pessoa. — eu menti descaradamente. Ele me olhou.


– Então tá. Vocês ficam. Mas eu dito as regras aqui. — ele disse, sorrindo vitorioso. Eu engoli em seco.


– James! Matthew! William! Charlie! Jeffrey! — ele berrou e prontamente 5 garotos, vulgo deuses gregos de farda, entraram na cabana. O primeiro era alto, tipo bastante. Tinha carinha de anjo, olhos bem verdes e cabelo loiro e encaracolados. O segundo, vulgo Matt, era alto, musculoso, olhos claros e cabelos castanhos, possuía um rosto com traços masculinos. O que se chamava William, tinha cabelos loiros escuros e olhos azuis como o céu. O quarto, Charlie, tinha cabelos pretos e olhos azuis escuros, tinha uma cara fofa, mas o corpo era de um militar. O último, Jeffrey, se parecia bastante com o quarto, porém mais alto.


– Meninas, eu apresento a vocês seus tutores! — disse o general. Eu olhei para ele com uma cara de "masoq?" e ele sorriu. — Eu disse minhas regras. James, você cuida do mini gênio aqui. — ele disse apontando para mim e o anjinho veio e se colocou atrás de mim. — William, você cuida daquela. — Esther.- Matthew daquela. — Thalita. — Charlie daquela. — Cassie.- e Jeffrey aquela. — Hanna. Cada um se postou atrás da "sua" garota.



POV CASSIE.


Alicia discutia com o diretor a um bom tempo, eu tinha pena dela e como não ter? Em questões de minutos o diretor mandou quatro caras gatos, pera, gatos é uma ofensa a eles. Eles eram perfeitos, maravilhosos, gostosos e tanquinhos e músculos e.. OMG aquilo era o paraíso! Foco, Cassie, foco.


– Anh? — perguntei, desculpa sociedade é difícil prestar atenção quando você é apresentada a um Deus grego.


– Cada uma de vocês ganhou um tutor para ajuda-las com as atividades do acampamento. Vocês não sairão de perto de seus tutores, nem mesmo para dormir, Ele disse e Thalita gritou de felicidade.


– Nós vamos ter que dormir JUNTOS? — berrei.


– Sim. — ai meu deus me ajude nessa hora de dificuldade com sua tremenda e inquestionável sabedoria! Quem eu mato primeiro? ou eu agradeço? Thalita soltou mais um grito e quase pulou em cima do pobre rapaz, Matt, eu acho.


Eu dividia um chalé com Hanna, Alicia, James, Charlie e Jeffrey. O chalé podia ser descrito como os dos filmes, na parede direita se encontravam quatro beliches enfileirados, os lençois e as fronhas em um verde mais claro que o verde musgo das cobertas. Na parede esquerda estavam alguns armários e ao fundo tinha uma porta que eu presumi ser o banheiro.


– Aqui no acampamento "Big Soldier" temos algumas regras básicas como: Não são permitidos celulares, muito meno o acesso a internet, ligações diretamente da sala do diretor só serão permitidas nas sextas. — James começou.


– Acordamos todos os dias a 5:30 da manhã, o café é servido as 6:00 e o almoço é a 1:30 pm e as 8:00 pm é servido a janta, o único dia em que a janta é servida mais tarde é sabado.


– Tudo bem que isso é um acampamento militar, mas já ta parecendo uma prisão. — Hanna falou e eu murmurei um "yeah" que foi seguido por Alicia. — Tipo sério mesmo? E o contato com o mundo exterior? Vida social, ou melhor, vida virtual? Isso é importante.


– Anjos da minha vida, flores do meu jardim eu preciso do meu bebê, vulgo, meu celular para sobreviver a esse mundo cruel. — Alicia falou, eu me afastei tentando ao máximo não ser atingida por um movimento estranho, já Hanna não teve tanta sorte, pois foi acertada por um dos braços. "Ouch" ela murmurou


– E eu preciso das minhas séries, tudo bem que a maioria ainda está em hiatus, mas a 7 temporada de Skins acabou de estrear e eu quero, necessito, sabe o que aconteceu com a... — do nada Thrift Shop começou a tocar, merda era o meu celular! Eu peguei ele, na tela tinha um aviso "Despertador 18:00" bem... nada de celulares.. hum isso é interessante 'maravilhosamente interessante' valou consciência. — Ah você quer dizer que não podemos usar isso? Acho que não. cliquei em cancelar e encostei o celular na orelha. — Alo!.... Oi mãe... Sim, esse acampamento é incrivel... Oh, wow isso é adorável. Eu ligo para você amanhã, mãe... Beijos, tchau. — isso ai Sassy Cassie is back, bitches.


"Desliguei" a chamada e guardei o celular.


– Bem eu não vou entregar o meu celular e acho que elas também não... e não é como se alguém precisasse saber sobre isso, certo rapazes? Então por favor deixe a gente fica com eles? — Hanna falou fazendo sua melhor cara de "cachorro que caiu do caminhão de mudança numa estrada de terra esburacada no meio de um forte tempestade".


– Nós não vamos permitir isso de jeito.... — Charlie começou a falar, mas foi interrompido por Jeffrey .


– Claro, isso pode até dar certo e não é como se algo ruim fosse acontecer se alguém descobrisse?


– Tirando o fato de nos expulsarem? Não nada de ruim. — James retrucou. Senti meu rosto formar um pequeno sorriso de lado.


– Ahh qual é garotos... o Jeffrey deixou. — falei.


– Por favor? — perguntaram as meninas novamente.


– Se vocês forem pegas não joguem a culpa na gente. — falou James.


– Ok. — respondemos.


O resto da noite foi um pouco menos torturante e meus sonhos estavam perfeitos até uma merda de corneta começar a tocar as 5:30 da manhã! Abri meus olhos lentamente e me esforçando para não fecha-los de novo e tomei coragem para me levantar, mas como eu tenho uma sorte incrível eu tive que esperar para usar o banheiro, então a pobre pessoinha que foi depois de mim teve o prazer de esperar longos minutos até eu ficar pronta para iniciar o dia que contava com atividades super divertidas, só que não.


Quando nós -Hanna, Alicia e eu- entramos no refeitório/cantina/sei lá como chamam isso aqui/ avistamos Esther e Thalita já em uma mesa. Caminhamos lentamente até lá, sério parecíamos zumbis, e contamos um resumo do que tinha acontecido para depois essa duas criaturas começarem a falar qual tutor teria pegada e qual era mais bonito. Eu e Hanna nos mantivemos neutra a situação, já que não somos boas com esse tipo de assunto.


Quando terminamos de comer os tutores nos levaram ao campo de treinamento básico.


– Eu to pensando seriamente em pular da janela do 8º andar de um prédio a beira de um penhasco e morrer divamente enquanto caiu no pequeno riacho, que posteriormente vai carregar o meu corpo morto para algum lugar. — Hanna sussurrou.


– What? — dane-se se aquilo era o básico.... EU ESTAVA MORTA.

Notas finais
So heyy... capítulo postado yayy e com um final tosco até porque eu, Mari, não sou nenhum Rick Riordan ou James Dashner da vida para fazer cliffhanger e plot twist legais D:
Anyway espero que tenham gostado do capitulo e ele ainda vai ser revisado.. caso eu tenha cometido algum erro e acho que é só isso. Ahh o próximo capítulo conta com o pov da Hanna.
Funfact: quando eu estava digitando esse capítulo pudi perceber como é tentar ler a letra de alguém que quer ser médica. (sério, espero que sua letra melhore. Havém.)