Notas iniciais
Oie, eu sei que vocês provavelmente querem me matar :) Então desculpem não ter postado no dia marcado ;-; Então...Esse capitulo é para as pessoas que sonham em namorar o Peter Pan...ou alguém. É Dia dos Namorados! E eu tenho uns 7 maridos :D Feliz dia dos Namorados para vocês ^^ Fofas(o) lindas(o) e cheirosas(o) :3

Quando acordo tenho uma leve impressão de que não estou em Neverland. Mas ao ouvir alguém pigarrear, isso logo acaba.

Meus olhos estavam fechados absorvendo tudo oque estava acontecendo, eu não queria abri- lós, mas iria parecer que eu sou fraca.

– Está com medo? – Essa voz eu podia conhecer em qualquer lugar, o egoísta.

– Não estou não – Eu lhe disse abrindo os olhos e vendo o como ele estava perto de mim. Minhas bochechas começaram a queimar, eu conseguia até ouvir sua respiração!

– Achava que estava morta – Peter fez uma careta. – Já iriamos até comemorar…

Minhas mãos tatearam a cama em que estava deitada e a mochila havia sumido! Fiz um olhar ameaçador para Peter Pan e ele deu de ombros.

– Esperava que eu ia ficar parado esperando você acordar? – Ele disse. Sai da cama rapidamente pronta para bater em um personagem de Contos de Fadas. Ele havia recuado.

– Me devolva aquela mochila! – Vociferei. Ele riu, esse foi só mais um erro que ele cometeu. Senti uma leve dor no pulmão mas apenas ignorei. Parti para cima daquele garoto e o prendi contra a parede. Usei toda a minha força para deixa-lo bem ali, mas eu podia perceber que ele não fazia esforço para sair, ele tinha o olhar e o sorriso de que estava gostando. Cerrei os olhos para ele.

– Vai me beijar agora? – Sua pergunta me fez queimar por dentro. Oque ele…Como pode um… Eu não sabia explicar minha reação então me mexi involuntariamente e dei uma pisada bem forte em seu pé. Ele me empurrou e fez uma cara de dor. – Você acabou de arranjar briga comigo, Ellen.

Ele sabia meu nome, e tudo isso só deu a entender que ele leu a carta que minha mãe fez para mim.

– Me devolva a carta! – Disse sentindo novamente a dor no pulmão, só que agora foi como uma picada. Peter riu.

– Acha que depois disso eu vou te devolver aquela carta dramática? – Ele rosnou.

– Que personagem mais chatinho eu tive que lidar… — Sussurrei só para mim, mas creio que não funcionou pois eu vi seus olhos me fuzilarem.

– Vou leva-la para conhecer um amiguinho – Peter contou. Neguei com a cabeça, ele não pode me controlar.

– Não vou a lugar nenhum com você – Arrisquei olhando para ele.

– E quem disse que eu quero saber se você quer ir? – Retrucou. Ele me deixava com tanta raiva que era capaz de eu voar para cima dele e daquela roupinha verde. Sentei de proposito na cama que agora percebendo era uma mistura de folhas de palmeiras e lençóis. Ouvi seu rosnado e após alguns segundos ele saiu do “quarto” impaciente. Suspirei e fechei os olhos, eu não queria ter acordado.

– Aqui – Peter voltou com a mochila e a jogou-a na minha cara. Por “quase” sorte, só havia a carta da minha mãe dentro dela. Só isso…

– C-cadê minhas roupas? – Minhas bochechas queimaram, naquele bilhete constava “ROUPAS INTIMAS”, eu estava completamente morta de vergonha!

– Estão com os meninos, eles deram para algumas criaturas comerem – Peter contou e eu arregalei os olhos no mesmo instante. – Calma, elas estão ali.

Ele apontou para o lado da cama. Por sorte elas estavam dentro de uma sacola.

– Você viu? – Arrisquei a pergunta. Ele franziu a testa.

– Por que? Está escondendo algo? – Ele foi automaticamente aonde estava à sacola. Eu também havia sido rápida, rápida o suficiente para pular em cima dele e faze-lo cair por baixo de mim. – Você é doida?!

– Um pouquinho – Confessei e sai de cima dele pegando a sacola e a escondendo por trás de mim.

– Você, só hoje, me machucou duas vezes! – Ele berrou.

– Nossa, quer dizer que o “Bebezinho” é chorão… — Comentei e ri. Era a primeira vez que ria daquela forma, talvez Peter Pan não era tão mal assim.

– O que. Você. Disse? – Ele falou pausadamente em um tom ameaçador.

– Oque. Você. Ouviu – Falei no mesmo tom e sorri convicta.

– Já pensei em várias formas de matá-la sabe, enforcar, decepar, joga-la para o crocodilo … Mas, acho que à melhor… é deixa-la viva. – Ele pegou do bolso um liquido e o jogou em mim.

– O que você jogou em mim? – Perguntei assustada.

– Tá. Eu li as duas cartas — Peter confessou. Arregalei os olhos no mesmo instante. Ele só poderia estar brincando…

– Esse não era o acordo! – Gritei quase chorando. – Eu devia estar morta!

– Por que? Por que esse egoísmo? – Peter franziu a testa irritado – Você está viva, poderá viver eternamente aqui em Neverland, e ainda cisma que quer morrer? Você é uma completa idiota.

Não consegui falar mais nada. Fiquei quieta bem ali, ele esperou por uma resposta, mas eu não queria dizer mais nada. E então, ele saiu pisando fundo.

Mas por que ele se importava?

Notas finais
Gostaram? Devem estar querendo matar a Ellen...eu sei, eu também quis mata-la enquanto estava escrevendo... Bom, espero que tenham gostado, Feliz dia dos namorados novamente :3 Beijos ^^