Bela e a Fera - O conto continua

6 Se organizando para o baile


Notas iniciais
Bem ,posso disser que o nosso casal não vai se falar muito, mas não vai faltar um climazínho...O QUE TU TÁ FAZENDO AINDA LENDO ISSO?!VAI LOGO LER O CAP!

Depois de umas horas, Beatrice acorda de seu sono profundo e vai lavar o rosto em seu chique banheiro emprestado. Depois de se lavar, sai do seu quarto e vai passear pelo castelo, não tinha coisa melhor para fazer. Ao andar uns passos do seu quarto, chega ao quarto de seus pais e bate na porta para conversar com eles. Bela abre a porta e diz feliz:

—Minha filha, dormiu bem?

—Sim. O que a senhora está fazendo?

—Eu estou vendo um vestido para eu ir no baile amanhã. E você já viu seu vestido?

—Não, mãe. Só mais tarde...

—Eu vou usar aquele traje que sua mãe me deu de aniversário, me deixa com um ar de graciosidade, entende? —Diz Fera se gabando da roupa que estava em cima da cama.

—Eu sei que o senhor vai bem chique, pai. Só não quero o vê com aquela maquiagem que Lumière te colocou no dia das bruxas! —Diz a filha dando altas risadas do pai que muda sua feição para outra dizendo “Não tem graça” ou algo do tipo.

—Beatrice, não avacalhe com seu pai. —Disse Bela se segurando para não rir.

—Também, também... Eu vou ver se os pais de Nicholas querem minha ajuda para algo e depois eu vejo meu vestido, tudo bem?

—Também, meu amor. —Diz Bela que fecha a porta e olha para o marido, meio triste—Eu só queria que tivesse um final feliz...

—Ela terá, meu amor. Tenha fé! —Diz Fera a abraçando e melhorando seu ânimo, Nicholas era sua única salvação e seu tempo estava acabando.

Enquanto isso, Beatrice chega no salão e vê todos os empregados trabalhando a mil, como se fosse o fim do mundo e os pais de Nicholas no meio da multidão. O salão estava quase pronto, só por míseros detalhes que não fariam muita diferença naquela belezura. Os dois estavam vendo uma lista com um mordomo muito bem vestido, porém param ao vê-la, a rainha a chama:

—Beatrice querida, venha cá! —Ela vai na frente dos dois—O que você acha mais bonito: Rosas brancas ou vermelhas?

—Porque vossa majestade está me perguntando tal coisa?

—É que esse baile é para comemorar que o nosso contrato deu certo, então achei melhor você escolher algumas coisas, para se sentir em casa.

—Bem, se diz. Eu escolho as brancas, amo rosas brancas.

—Pois bem então, rosas brancas. —Diz a rainha ao mordomo que se retira. —Ai, mal posso esperar para amanhã.

—Eu também, senhora.

—Querida, o Alfred voltou. —O mordomo chega na frente deles.

—Senhora, ainda temos que ver a sobremesa vegetariana e carnívora, as roupas dos guardas, a música de recepção, a música da dança, seu vestido e o traje do rei. —Diz o mordomo com uma lista gigante.

—Meu deus! Estou atrasada! Querido, pode cuidar da lista de convidados? —O marido balança a cabeça e vai embora—Vamos ver Alfred... Beatrice, se algo que eu escolher lhe incomodar, me diga imediatamente, certo?

—Sim, senhora.

As duas ficam um bom tempo escolhendo, resolvendo, decorando e redecorando o salão e os enfeites, e já estava na hora do jantar. Elas depois de terminar, vão para a sala de jantar onde todos já estavam jantando, incluindo Nicholas. Ele ao vê-las, diz:

—As senhoras demoraram tanto só para terminar com os preparativos?

—Sua mãe gosta que tudo fique perfeito. —Diz a princesa que se sentava do seu lado e começando sua refeição.

—Claro! Se algo der errado, pelo menos não foi culpa da minha organização. —Se defende a rainha, sentando do lado seu marido.

—Parece vocês duas são boas amigas. —Diz o príncipe.

—Não parece, é. —Fala princesa bebendo seu suco de uva, seu favorito.

A conversa segue normalmente, mesmo com todos sabendo do que estava havendo. Ninguém comentou sobre o assunto, achando que Beatrice era sensível, mas ela é mais forte que pensam. Depois do jantar, Beatrice volta para o seu quarto, mas não estava muito cansada pois tinha dormido quase a tarde inteira. No meio do corredor, se ouve a chamar:

—Beatrice!

Era Nicholas. Ela fica feliz ao vê-lo e o cumprimenta, mesmo sabendo dos seus sentimentos, ela não tinha motivo para não conversar com ele:

—Nicholas, o que foi?

—Nada. Só queria te dar boa noite.

—Você se não dá “Boa noite”. Se fala. —Diz a princesa virando os olhos e cruzando os braços.

—Também, espertinha. Eu não sou humano e sei dá um boa noite.

—Há é? Então me dê na mão. —Ela estende a mão esquerda. Ele tira do bolço uma cartinha e coloca na mão dela. —O que é isso?

—Abra e descubra.

Ao abrir ela lê:

Beatrice,

Você é uma princesa meridianamente chata e sem graça

Ela nem se dá a honra de ler o resto da carta e já o olha torto.

—Calma, leia o resto.

Ela para de o encarar e continua:

Mas gosto do seu jeitinho de ser, sua princesa felpuda.

Boa noite...

Seu para sempre, Nicholas.

Ela fica toda vermelha com o que estava escrito e baixa a cabeça. Ele então diz:

—Eu falei que podia te dar um “boa noite”.

—Isso não vale! —Diz ela com uma cara de perdedora.

—Vale tudo na guerra.

—Que guerra? —Umas de suas orelhas abaixa.

—Nada. Eu sei que dei um “boa noite”, mas posso de falar um?

Ela rir do príncipe e responde:

—Pode ser.

—Pois bem, boa noite Beatrice.

—Boa noite, Nicholas.

Eles se despendem e cada um vai seu quarto, felizes da vida. Ao chegar no seu quarto, não consegue se entender: Só conseguia pensar em Nicholas. Aquilo ficou lhe incomodando até que resolve ir dormi, amanhã era um grande dia.

No dia seguinte...

Beatrice estava numa posição totalmente desleixada para dormi, porém com uma paz enorme em volta do quarto. De repente, alguém bate na porta e a acorda. Ela grita:

—Quem é?

—Princesa, a hora do baile está próxima, deve se arrumar.

—É claro...Espera um pouco... —Ela se levanta, desesperada pois não tinha arrumado nenhum vestido para a festa.

Depois de revirar o seu guarda roupa, corre para a varanda e olha para o grande relógio da cidade: 13:32. Ela fica mais desesperada, pois não tinha nem tomado café, tomado banho e nem arrumado uma roupa para a celebração, e a festa seria as 17h. Tinha tempo para se arrumar, o que não tinha era o vestido certo. Então depois de ser arrumar, vai correndo para o salão onde todos estavam lá. Ela corre com a mãe e fala discretamente:

—Mãe, me diz que você tem um vestido de dança sobrando.

—Desculpa filha, não tenho. E os seus?

—Eu não achei que teria uma festa!

—Tem algo errado? —Pergunta a rainha.

—É que eu... —Suas orelhas se levantam de um jeito suspeito, Beatrice tinha tido uma ideia—Eu queria que me mostrasse sua mais rápida costureira.

—Claro, querida. Alfred, apresente a Beatrice a Natalha.

Os dois saem do salão, Beatrice estava com medo que não conseguisse seu vestido a tempo, mas acredita na rainha que a costureira era rápida. Ao chegar em uma sala, tinha uma senhorita de cabelos loiros organizando uns tecidos e Alfred as deixa a sóis. Beatrice diz a ela:

—Desculpa em pedir de repente, mas pode me fazer um vestido para hoje á noite?

A mulher a olha torto e diz:

—Se está com tanta pressa, porque só me pediu agora?

—É que tive uns imprevistos e acabei me esquecendo dos meus vestidos de baile em casa. Por favor, é minha única chance.

Ela a olha seria, mas troca seu olhar por um carinhoso e diz:

—Se temos que ser rápidas, vamos logo tirando as medidas.

E elas começaram. O vestido podia sair feio pelo prazo apertado, mas tinham que tentar.

Notas finais
Bem, aqui estamos.Vai ter mais uns caps antes de acabar essa fic e espero que n se decepcionem, o final vai ser d+!