Bela
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Como essa é a primeira Fic, com tempo farei melhorias.
Era uma vez, um reino prospero cheio de riquezas, seu principal meio de comercio era a navegação, nesse reino tinha um rapaz, de acordo com as residentes da sua cidade era o mais bonito é charmoso de todos, por onde passava havia meninas suspirando. Esse rapaz se chamava Hector irmão mais velho de Vanessa, filho amado de Karen é Antonio, sua família é a dona de uma padaria no centro cidade.
Certo dia a pequena Vanessa adoece, todos ficam desesperados pois a noticia que os médico tinha não eram nada boas, nesse tempo a medicina não era avançada como hoje, os médico disseram que somente por um milagre ela poderia melhora. O médico precisam de ervas para ajuda na febre, o pai de Hector pede para ele fica na padaria para poder pega as tais ervas, quando ele foi no quarto de sua filha fala com sua esposa, Vanessa o chama.
— Sim?- diz tentando disfarça o nó na garganta.
— Papai, me traga a rosa mas vermelha é bela que encontra, eu quero alegrar o meu quarto.- diz a pequena Vanessa forçando um sorriso.
Seu pai sobe as colina em busca das ervas, procurou com tanta dedicação pois não poderia volta sem elas, estavam perto do muro da mansão, Antonio apanha as ervas uma a uma, curioso para saber o que tinha no outro lado do muro ele entra por portão enferrujado, avista um canteiro de flores de vários tipo, menos rosas vermelhas, motivado pelo pedido da filha, procura um canteiro de rosas vermelhas mas não a encontra, mas o sol bate em algo metálico que reflete nos olhos de Antonio, olha na direção do reflexo é avista um vaso com uma rosa vermelha na janela da mansão.
Ele se aproxima aos poucos da janela, o objeto metálico que refletiu em seus olhos foram colheres de prata que estavam em cima da mesa, hesitou em pega o vaso branco com a rosa vermelha, mas decide pega vaso é sai em disparada para a saída, se arrepende do seu ato mas era algo que sua filha estava pedindo não tinha como recusa, o seu pensamento foi "levarei a rosa com o vaso, mas volto para devolver ", montou seu cavalo é foi para casa.
Chegando em sua casa foi direto para o quarto de sua filha, ansioso para mostra a rosa que tinha pego, Vanessa amante das flores amou o presente do pai. Passaram-se alguns dias Vanessa consegui se recuperar, Antonio satisfeito com a melhora de sua filha acabou se esquecendo do vaso, Karen quando estava fazendo a faxina pegou o vaso é perguntou ao marido aonde ele tinha conseguido um vaso tão bonito, Hector percebeu no momento que viu que era vaso francês.
— Pai aonde achou isto?- pergunta Hector segurando o vaso com cuidado.
— Da mansão que tem nas colinas.- diz desviando os olhos de sua esposa é filho que arregalaram os olhos.
— Pai isto é um vaso francês, é muito caro... você o roubou?- pergunta Hector incrédulo.
— Não! peguei emprestado, no jardim não tinha rosas vermelhas, a única que tinha era a do vaso perto de um janela, mas irei devolver o mais rápido possível.
Infelizmente quando Antonio subiu no cavalo no dia seguinte, acabou caindo é quebrando a perna, sem condições de continuar sua jornada Hector vai em seu lugar, subindo as colinas para chegar na mansão ele amarra seu cavalo é entra no portão que seu pai tinha dito. Hector ficou maravilhado com o jardim cheio de flores, mas decidido conserta o erro do pai, atravessa o jardim pelo o caminho de pedras até chega a janela, quando estava preste a colocar o vaso, alguém o pega pela orelha.
— Rapazinho o que pensa que esta fazendo?- pergunta Matilda governanta da mansão.
— Eu vim devolver o vaso.- diz
— Venha comigo, a dona do vaso que ter uma palavrinha com você.
Dentro da mansão Bela vestida em seu usual vestido vinho escuro com rendas pretas estava descendo as escadas quando Matilda trás o intruso, ela o viu entrando pela entrada que usava quando criança para fugir dos pais. Bela primeiro reparou seus olhos verdes vibrantes, não muito másculo, alto, ele tentava não olha em seus olhos, era vidente que estava envergonhado, seu rosto estava vermelho escarlate.
— O que estava fazendo no meu jardim.?- pergunta Bela
Hector tenta ao máximo não olha em seus olhos, algo neles o fazia sentir coisas estranhas em seu estômago, não era ruim era um sensação... boa, ele criou coragem é fitou seus olhos castanhos claros, ela tinha um pele em tom caramelo escuro, cabelo estava solto, é usava uma mascara branca que cobria metade do seu rosto.
— Eu vim devolver o seu vaso.?- diz mostrando o vaso.
— Diga-me, por que o pegou?- pergunta Bela, com tranquilidade.
Hector conta a historia deste o começa, de sua irmã doente, seu pedido ao pai, é a maluquice de pegar o vaso, Bela achou um historia bem interessante escutou tudo com a sobrancelha arqueada, mas não era a só a historia que ela reparava mas no garoto a sua frente tentando convence-la de que o pai não fez por mal, Bela interrompe a conversa levantando a mão.
— Entendi, agora entregue o vaso é saia da minha casa, nunca mais volte colocar os pés na minha propriedade nem você nem seu pai.- diz quando dá as costa seu cachorro Pulga vem correndo da cozinha, Hector dá um grito pois o buldogue mordeu sua canela, mas nesse ato deixa o vaso cair, Bela se vira, é vê o menino fica pálido encarando o vaso, que está espalhado pelo chão.
— S..Si... Sinto muito e...u.
— SABE QUANTO CUSTA ESSE VASO?- Bela explode, Matilda é Hector pulam com o seu grito, não é bem pelo o preço do vaso, mais pelo valor sentimental, esse era o vaso que sua mãe a tinha dado- Matilda chame a policia!
— Minha se...- Matilda tenta intervir
— VOCÊ É SURDA FAÇA O QUE EU MANDEI, QUERO O PAI DESSE MOLEQUE PRESO AINDA HOJE!- Diz com outra explosão de raiva.
— Eu posso pagar!- tentar Hector
— por favor, você não tem onde cair morto, como vai pagar um vaso francês!.- diz Bela se aproximando de Hector.
— Por favor meu pai já esta velho, eu posso pagar de alguma forma.- diz
— Eu não ligo.
— Ele pode pagar com serviço?- diz Matilda, quando sua patroa tem esses acessos de raiva somente um louco para se intrometer, hoje ela resolveu ser louca, Hector é Bela olham para Matilda.- Daiane pediu para ir embora eu preciso de ajuda não dou conta de tudo sozinha, o que acha minha senhora.
— Ótimo.- Diz Bela com satisfeita, Matilda acaba de percebe o que tinha feito, coitado do moleque não sabe o que espera.- você começa hoje, Matilda, mande o chofer ir com ela até a sua casa pega suas coisas.
"Não vou deixar barato, vai me paga caro por essa"- pensa Bela subindo as escadas.
Notas finais
(Cap grande de mais ahahahaha)
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