Beije-me sem Medo
3 Sem arrependimentos
Como se soubesse que ele estava ali, ela olhou sobre o ombro em um convite sedutor e continuou a ir para a água, o mesmo logo a alcançou e estavam os dois quase com a cintura encoberta quando ela finalmente se virou:
Ele perdeu qualquer forma de expressão que pudesse ter, os olhos verdes acinzentados brilhavam de alegria e o sorriso em seus lábios era resplandecente, como uma criança arteira.
— Não sei como foi que você chegou a mim, O destino é assim, Não sei quanto, mas sempre te esperei. Tal e como sonhei e hoje você está aqui, jamais te deixarei partir Marguerite. – Ele disse rouco, pois os sentimentos sufocavam sua voz.
—Venha John, me beije sem medo, com o seu coração, Me de um beijo que me leve até o Sol, Me beije sem medo, sem explicação, Me de um beijo que me encha do seu amor, Me beija sem medo…Como se fosse o último…
Ele não tinha assimilado bem as palavras ditas por ela, porem mais rápido que sua mente, foi seu corpo que pareceu compreender o que ela queria dizer. Ele agarrou sua cintura puxando a morena para perto de si, e ao mesmo tempo indo mais fundo na água. A mesma encaixou os dedos no cabelo do belo homem a sua frente, como se não quisesse que ele escapasse.
Ele deslizou as mãos da cintura dela para as curvas de sua bunda forçando a mesma a abrir as pernas e se encaixar nele, o que foi uma sensação deliciosa, para ambos. O corpo delicado dela se encaixava perfeitamente conta os músculos, e a fricção era deveras deliciosa.
Ele não queria deixar os lábios doces, porem a boca deslizou pelo queixo e depois se apossou do pescoço que de prazer se inclinou para trás. A mesma tinha os olhos cerrados tamanho o prazer que o homem lhe dava, as unhas arranhavam com força as costas do mesmo que não se importava, desejava mesmo ser marcado por ela.
Os seios que estavam ouriçados tanto de prazer como também pelos ventos do mar clamavam atenção, que o caçador tratou logo de dar. Segurou bem a cintura dela com um dos braços e com o outro ele agarrou o mamilo direito, mas ela queria mais e arqueou o corpo em direção a ele, que com a boca começou a chupar com força o esquerdo, os sons que saiam de sua boca eram alucinantes e ambos queriam mais e mais.
A mão que estava no seio direito deslizou sensualmente pela barriga da morena, indo em direção ao centro pulsante que também clamava por atenção, ela estava tao molhada que os dedos deslizaram com facilidade para dentro, dando mais e mais prazer, a mesma rebolava nos dois dedos introduzidos, como se tudo dependesse daquilo.
A lua que surgia plena e cheia subia ao céu tornando tudo mais intenso, já que na penumbra da noite os olhos brilhantes e cheios de desejo se destacavam.
— Eu não aguento mais, eu preciso de você John...- gemeu a morena no ouvido do caçador que se arrepiou.
Ele não esperou mais nenhum convite, se afundou nela de uma forma profunda e intensa, levando os dois a gemerem alto, a herdeira cruzou as pernas nas costas de roxton para trazer ele cada vez mais perto de si, os movimentos certeiros e firmes eram tao intensos que ela já nem sabia mais onde ela começava e ele terminava.
Poderiam viver ali para sempre que ela sinceramente não se importaria, e foi absurda o suficiente para pensar e cogitar viver sem esse homem, devia mesmo estar a perder o juízo.
Aos poucos as paredes internas dela, apertavam o membro mostrado quanto perigosamente ela estava perto, e ele aumentou suas investidas para alcançar o ápice com ela.
Selaram um beijo apaixonado, enquanto os corpos tremiam relaxados nas ondas do mar.
— Marguerite… eu te amo. — John disse suave sobre os lábios rosados. E ele sinceramente não precisava de uma resposta, os atos dela demostravam tudo.
— Eu sei meu amor, eu também te amo…- a surpresa no rosto dele foi tao evidente que ela começou a rir dele, pois ele não acreditava que ela tinha respondido. A alegria era tanta que ele dentro da água começou a roda-la fazendo os dois rirem alto.
Finalmente as coisas estavam no lugar.
Por mais que quisessem ficar ali, tinham que ir para casa pois os amigos iam se preocupar, não tinham hábitos de andarem a noite, mas a distância não seria longa; ao chegarem a casa da arvore os amigos os esperavam o que foi um alívio ver que todos estavam bem, tinha uma deliciosa sopa quente que agradou a herdeira que não aguentava mais os frutos secos e a carne de raptor desidratada.
Mas a melhor parte da noite toda foi John a convidar para a varanda e ela aceitar feliz beijando seus lábios na frente de todos, deixando Malone de boca aberta…
A lua que brilhava forte no céu rodeada de belas estrelas era o cenário perfeito para o casal recém assumido… ele queria tanto beija-la…, mas não sabia se ela estava pronta, ainda mais com os amigos logo ali ao lado.
A mesma percebeu a excitação do caçador e riu, ficando na ponta dos pés e enlaçando o pescoço do mesmo. Encarou a face do caçador e sussurrou:
— Vamos John, beije-me sem medo, eu juro que é algo que você não ira se arrepender…
É ele realmente não se arrependeu…
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