Behind The Red Coat
7 What really happened that night. (Part 2)
Notas iniciais
Espero que gostem muito.
Sair da casa de Spencer depois de ouvir aquilo tudo fazia Ali se sentir uma perdedora. Ela precisava dar um jeito de mostrar para sua amiga que ela era a líder e que nenhuma delas poderia seguir em frente sem ela, mas primeiro precisava fechar um acordo.
– Spencer é um saco. – Alison viu Toby aparecendo com um casaco preto. – Ela me encheu de perguntas e agora quer me tirar do grupo.
– Não vim aqui para falar dela.
– Eu sei.
– Então vamos conversar.
– Você é tão idiota. Eu estou com frio, é de madrugada.
– Tome. – Ele entregou o casaco para Alison. – Agora precisamos nos resolver.
– Oh! Acredite isso é o que eu mais quero.
– Por que você é tão irônica?
– Porque sou Alison DiLaurentis – Ela deu um sorriso. – E sou fabulosa.
Toby e Ali estavam conversando, mas logo um carro prata parou e Alison disse:
– Tenho que ir. Esse cara quer falar comigo.
– Quem é?
– Não seja curioso, Cavanaugh. – Ela deu uma risada forçada. – Nós temos um pacto, não somos amigos.
Ela andou até o carro. Toby não podia negar que o corpo de Alison era mais que atraente. Ele pensou: “Quem será o sortudo?” Logo ela entrou no carro e ele não conseguiu ver quem era o tal cara. Só quando estava voltando pra casa ele lembrou que ela estava com seu casaco.
Toby acariciou seu pulso no lugar onde Alison estava com as mãos e imaginou como seria bom tocá-la. Sem inibições e sem sentir medo do que ela diria. Ele começou a perceber que ela era muito mais que só uma vadia que ele odiava. Ela também era uma vadia que ele desejava.
Ao chegar a seu quarto ele se jogou na cama pensando em Alison. Ele começou a imaginar os dois juntos, suados em uma cama. Ele desejava aquilo, mas ele não se entregaria ao demônio. Ela fez muitas coisas ruins. E mesmo excitado pela idéia de sentir o corpo dela no seu ele jurou odiá-la para sempre. E tornar a vida dela um inferno.
E ele precisaria de ajuda para isso.
Toby estava pronto para mostrar para ela com quem ela devia se preocupar. Ele enviou uma mensagem:
“Preciso falar com você. E preciso do meu casaco.”
Aquela mensagem não foi respondida. E Toby não sabia afinal o que tinha acontecido com ela.
...
– Eu sei que você quer me beijar.
O cara gostoso e mais velho juntou seus lábios aos dela em um beijo rápido. Ela sabia que ele gostava dela, mas ele não queria deixar Melissa, e Alison não seria a outra. Não dessa forma.
– Eu preciso ir.
– Ok! – Ela sorriu tristemente. – Até logo.
– Eu te amo.
– Eu te amo também, Ian.
– Guarde nosso segredo.
– Guardarei.
Ele a beijou mais uma vez e logo Alison via apenas suas costas fortes indo embora pela floresta. Ela sorriu e pegou um atalho pra casa.
Ao passar na porta dos Cavanaugh’s ela deixou o casaco de Toby no degrau, tocou a campainha e foi para sua casa.
Jason estava deitado no chão. Provavelmente bêbado. Ela tentou acorda-lo, mas ele não se mexia. Ela viu CeCe chegando com uma roupa exatamente igual a sua.
– Oh meu Deus! – Alison sorriu nervosa. – Você me assustou.
– Por que tão tensa?
– Você sabe o porque. Você bem sabe.
– Eu sei. – CeCe passou a mão no rosto de Ali. – Posso fazer tudo ficar bem, Alison...
– Não dessa forma. Conversamos sobre isso.
– Eu falei com Melissa.
– O que ela disse?
– Você precisa ter cuidado, Ali.
– Eu sei disso. Você só tem isso pra me falar? Serio?
O telefone de CeCe tocou. Ela se virou de costas e começou a andar, ficou parada perto de um arbusto. Alison percebeu que Jason não estava mais lá.
– CeCe! – Alison chamou e quando olhou para onde a amiga estava de novo ela havia sumido. – Você ta brincando?
Seu telefone tocou e quando ela viu era uma mensagem de um numero bloqueado.
“Você sabe o que fazer? Não feche os olhos.”
Alison ficou assustada. Aquela era uma noite que ela queria esquecer, mas quem poderia esquecer um dia memorável?
“Feliz dia do trabalho, vadia. -A”
A casa dos DiLaurentis estava vazia. De repente todas as luzes da rua começaram a oscila, um relâmpago fez Alison dá um grito e tudo estava barulhento com o vento. Ela correu para a parte de trás do quintal da casa quando viu alguém lá. Achava que era Jason.
Outro grito saiu de sua garganta. Esse era mais do que um grito de medo. Era um grito de dor, uma dor forte e provavelmente letal. Seu celular piscou mais uma vez, mas ele não estava com ela. Estava na mão de outra pessoa. E a mensagem dizia:
“Esse é o seu último dia do trabalho, espero que tenha aproveitado muito mesmo. Você sabe que eu te amo. – A”
Alguns dizem que não é fácil sair da terra depois que você já está lá embaixo. Talvez sim, mas alguém realmente pode querer te dar uma mãozinha. Nesse caso, literalmente. E quando todos estiverem dormindo, os mortos estão acordando. Sonhe com a imortalidade, vadia.
Notas finais
A fanfic volta ao normal amanhã. Amo Vocês.
Comentem.
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