Behind The Peace
6 Capítulo 6 - Lado Oculto do NGL
Notas iniciais
Behind The Peace
Capítulo 6 — Lado Oculto do NGL
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— Esse ainda não é o formigueiro das quimeras. — pronunciou Kaito, num tom alto de voz. — Eles certamente não constroem seus ninhos em buracos. Eles constroem um castelo usando lamas e fezes. — Mackenzie olhou-o interrogativamente, fazendo-o continuar. — Vamos lá. Vocês vão entender quando entrarmos.
Então, o grupo prosseguiu, com a guarda levantada. Não haveria como saber de onde as quimeras iriam atacar, e Ramotto havia escondido sua presença perfeitamente bem. Aquilo chegava a ser assustador.
Ramotto era uma quimera um tanto fraca, e segundo Kaito, encontrariam mais daquele tipo. As mais fortes seriam as mais complicadas para se derrotar — além de Dante ter quase certeza de que elas não seriam tão fortes.
Naqueles pequenos buracos do local, avistaram uma entrada no final. E aquilo parecia um tanto antigo, com partes rachadas e quebradas; caixas de papelão partidas ao meio…
— Esse é o lado oculto da NGL. — concluiu Kaito. — Uma fábrica de drogas. Produz a terrível droga D² que está se espalhando pelo continente. Deve haver árvores bila por perto, que produzem seu ingrediente principal.
— Isso porque não me deixaram entrar com o casaco… — reclamou a ruiva, enquanto Dante desferia-lhe um tapa leve no ombro. — Ei! O que foi?!
— Não é hora para brincadeiras, Mackenzie! — exclamou, enquanto Killua segurava o riso.
— Desculpe. — a garota olhou para os lados, logo apontando para uma caixa com algumas armas. — Olha ali! Tem até armas aqui! — disse irritadiça, levantando o tom de voz.
— Essas armas são iguais aquelas outras que vimos aqui. — comentou Killua, aproximando-se.
— Eu creio que apenas os líderes do NGL saibam da existência desse lugar. Os outros membros se juntaram por verdadeiro amor à natureza. Eles não sabiam sobre esse lado. — explicou Kaito, com as mãos na cintura.
— Então essa fábrica é o centro do submundo do NGL. Se ela está vazia…
— Então as Formigas Quimeras limparam o submundo do NGL. E um bando de amadores armados não serão o suficiente para lidar com elas.
“Hm… isso não é bom.” pensava Dante. “Talvez elas sejam mais fortes do que eu pensei que fossem.”
— E quanto ao chefe deles?
— Ou ele escapou, ou foi devorado. De qualquer forma, isso não é bom. — Kaito deu de ombros, enquanto a ruiva já se aproximava novamente.
— Espera, espera! Você está querendo dizer que tem mais criaturas que nem aquela aqui dentro? Com armas?! — exclamou, cerrando os punhos e franzindo a testa.
— Mackenzie. — chamou Dante, num pedido de silêncio ao sentir algo ao lado.
— O quê?! — Kaito, percebendo o pedido de Dante, fez um sinal com a mão, logo murmurando:
— Silêncio. — Killua, Gon e Mackenzie se entreolharam, e o de cabelos brancos olhou para o lado, procurando o dono daquela aura. — Algumas estão próximas.
Um clima tenso formou-se no local. Os cinco olharam para as três entradas logo à frente, esperando pelo pior.
— Elas estão se aproximando lentamente pelo—
— Pelo túnel do meio. — Mackenzie interrompeu o mais velho, dando um passo para frente. O outro assentiu, continuando a olhar para aquele lugar.
— Mas… há outras pelo esquerdo e o direito.
— Até onde vocês conseguem investigar? — perguntou Killua, um tanto aflito.
— Tudo num raio de 45 metros.
— Bom… eu não sei direito, mas talvez 40 metros. — respondeu Mackenzie, enquanto Dante dava de ombros.
— 40 e 45 metros? — Gon indagou, surpreso.
— Dependendo das minhas condições físicas e mentais, eu posso aumentar em alguns metros.
— Por que você sempre tem de ser melhor do que eu, hein, Kaito? — Mackenzie perguntou num tom brincalhão, recebendo um olhar reprovador de Dante. — Er… desculpe.
— Lá vem elas.
Gritos quebraram o silêncio do local. Gritos humanos. Mais parecidos com choro, as criaturas ali se aproximavam lentamente.
A visão que tiveram deixou-os um tanto perturbados. Uma criatura aparentemente fundida com um cavalo, carregava dois humanos em coleiras, à sua frente. Os dois homens, desnorteados, pediam socorro, e a criatura os mandava ficar em silêncio.
— E vocês, quem são? — perguntou a quimera, puxando a coleira dos homens. — Como ousam invadir minha área?
— Por favor, nos ajude! — gritou o homem preso à coleira. A quimera, irritada, puxou a coleira mais uma vez, gritando:
— Cale a boca! Você é apenas a droga de um cachorro! — levantando a perna — originalmente pertencente a um cavalo —, num movimento rápido, esmagou a cabeça do humano, formando ali mesmo uma poça de sangue.
Mackenzie arregalou os olhos. Ela odiava ver cenas como aquelas, e começava a ficar com raiva. Dante colocou uma mão no ombro da ruiva, como se a dissesse para permanecer ali e não agir por impulso.
— Opa, eu não queria fazer isso. — riu amargamente, encarando o outro homem que acabara de presentear a cena de morte do rapaz. — Bem, tanto faz. Eu já me cansei desses dois. Acho que vou me livrar do Auau também. — o homem, assustado, levantou-se pronto a imitar um cachorro para agradar a quimera, que sorriu um tanto satisfeita. — Ver você implorar desse jeito me faz ter ainda mais vontade de te matar.
— Pare! — gritou Gon, logo após sendo segurado por Kaito.
— Não aja por impulso. — repreendeu o mais velho. — Há mais que apenas um inimigo. Eles querem que vocês avancem.
Na parte direita, uma mulher fundida com algum inseto saiu de lá, rindo sadicamente. Ao seu lado, outra quimera — já com braços a mais — se mostrou, rindo igualmente.
E numa questão de segundos, o homem preso à quimera por uma coleira, teve sua coluna esmagada pela pata daquela criatura. Gon desviou o olhar, sendo repreendido novamente por Kaito.
Mackenzie começou a achar aquilo absurdo. Aqueles garotos tinham apenas 12 anos. Não era certo que assistissem aquele show de horrores.
— Já sei. — começou o meio-cavalo, estreitando os olhos. — Vocês cinco vão ser meus novos cães.
— As Formigas Quimeras sempre foram agressivas. — começou Kaito. — Mas parece que ao consumirem humanos maliciosos, elas se tornam ainda mais malignas.
— Como assim?
— Fagogênese. Se não cuidarmos deles aqui, muitos outros vão morrer.
Ao dizer isso, os cinco liberaram as auras de seus corpos, preparando-se para a batalha. As quimeras dos cantos avançaram no grupo, divertindo-se com a situação.
— Não hesitem. Vocês tem que lutar para matar. Eu e Mackenzie cuidamos do que ficou para trás. Dante, Gon e Killua terão de lutar com os que estão avançando.
— Sim! — exclamaram em coro, já colocando-se nas posições.
Kaito e Mackenzie correram até a quimera cavalo, parando de frente a ele. Trocaram olhares desaprovadores, enquanto a quimera de vários braços dava socos repetidos em Gon, rindo histericamente. Gon, percebendo a falha do lado esquerdo do ataque, esquivou-se deslizando para o lado. A quimera saltou, abrindo os braços e exclamando:
— Agora tome isso! Meus Mil Socos Indefensáveis! — a quimera lançou-se no de cabelos espetados, desferindo-lhe socos.
Antes mesmo do punho da criatura acertar seu rosto, num movimento rápido, passou para trás da quimera, erguendo o braços e cerrando o punho, pronto a acertar-lhe o tórax. A quimera gritou de dor, ainda mantendo-se em pé.
— Ah, essa foi por pouco! Você tem mais força do que eu esperava.
“Esses caras são muito fortes… eles têm a casca grossa de um inseto e a agilidade humana…”
— O que está pensando agora?
Gon cerrou o punho direito, transferindo toda a sua aura para o seu punho. Ele não poderia hesitar, Kaito estava certo. Na preparação para o golpe, gritou:
— Primeiro é pedra…
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— Garotos! Decidam quem ficará com o nome Totó e quem ficará com o nome Auau! — exclamava a mulher quimera, voando pela caverna. Killua e Dante se entreolharam e logo assentiram. A mulher olhou para Killua. — Você estará latindo para a terra dos mortos rapidinho, então você será o Auau!
A quimera ergueu seu braços na direção do garoto, e num único movimento, o assassino torceu o braço da criatura e o quebrou em pedaços pequenos, naquele golpe “Despertar da Serpente”.
— Porcaria! — a quimera, ao ver os movimentos de Killua, percebeu que não importava onde ela mirasse. Os seus membros seriam arrancados com aquele golpe.
Já sem os dois braços, afastou-se da criança, exclamando um “tome isso” enquanto aproximava-se.
Killua parou de se mover, ao desviar de uma lâmina — saída de sua boca — e dar-se conta de que a quimera havia outra coisa capaz de cortar-lhe próxima à barriga, e ao ardor nas costas, percebera que estava com a guarda baixa a ponto de deixar que aquilo lhe atravessasse.
— Tolo! Esse aqui é venenoso! Qual é a sensação de ter veneno espalhando-se pelo o seu corpo? Quando eu drogá-lo o suficiente, poderá virar o cachorro humano! — Killua sentiu seu corpo tombar para o lado, e as suas pálpebras pesarem. Ou ao menos, era um bom ator.
Logo, a mulher quimera lembrou-se que havia outro garoto ali que a ameaçava. Ao olhar para o lado, não achou ninguém.
— O quê? O Totó ficou com medo e fugiu? — zombou, gargalhando. No mesmo momento em que virou para a quimera que enfrentava Gon, sentiu algo jogá-la para cima.
A mulher gritou em desespero, e ao olhar para baixo e achar Dante — com os punhos cerrados, jogando-a para o ar —, rangeu os dentes. Como ela poderia ter se esquecido dele no começo da luta?
Ao piscar os olhos, o garoto não estava mais lá.
“Tolo! Ele se esqueceu que eu tenho asas?!”
Antes dela pensar em voar, Dante saltou, cerrando os punhos e forçando-os para baixo como se a mesma fosse uma bola de vôlei, acertando a barriga da quimera; que cuspindo sangue, caiu no chão formando uma enorme esfera, enterrando-a ali.
Ao voltar para a terra, Dante impulsionou-se para baixo, enquanto concentrava a sua aura sobre os pés e acertava-lhe um chute na cabeça, esmagando-a nas últimas palavras ao tentar conformar-se da quimera.
Killua, ao perceber que a mulher estava morta, se levantou, afastando a poeira das roupas.
— Bela atuação. — comentou Dante. — Então seu corpo é mesmo imune a venenos.
— Belo golpe. E sim, é. Pra que eu mentiria sobre isso? Aliás, eu ainda preferia lutar sozinho.
— Não começa, moleque.
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— Deveríamos começar logo. — disse a quimera cavalo. Kaito cruzou os braços, enquanto Mackenzie bufava entediada.
— Vamos apenas esperar mais um pouco. — a ruiva, ao ouvir a frase, praticamente jogou-se em cima de Kaito, exclamando:
— Esperar o caralho! Estamos plantados aqui já faz tempo! Kaito! — o de cabelos brancos afastou-a, estreitando os olhos.
— A humana concorda comigo. Você não tem escolha. — Kaito suspirou, levantando sutilmente os braços.
— Fazer o quê…
Mackenzie, assim como Kaito, deixou que a aura fluísse livremente, num campo espantoso. A quimera, já um tanto assustada, deu um passo para trás.
— Por que vocês estão aqui?
— Esse é o meu castelo. — Mackenzie bateu os pés no chão, irritada com aquela criatura. — Um rei não precisa de motivos para estar no seu castelo.
— Muitas drogas aqui emitem um forte odor. Eu esperaria que vocês se afastassem desse lugar.
— Suas cópias mal feitas de insetos. — murmurou Mackenzie, abaixando ambas as sobrancelhas. Num momento normal, Kaito rira da expressão da ruiva, mas aquele claramente não era um bom momento.
— Cale a boca! Eu gosto daqui.
— O que aconteceu com o líder do NGL? Ele deveria estar aqui.
— Eu sei lá! Deve estar dentro do estômago da rainha!
— Rainha… — repetiu a garota, aflita.
— Eu vou criar o meu próprio reino a partir daqui. Então irei controlar o mundo.
— Eu não contaria muito com isso. — pronunciou a Nogushi, ja voltando a sua postura; deixando-se relaxar. — Um pedaço de merda como você criar um próprio reino… isso é impossível.
Irada, a quimera cerrou os punhos, rangendo os dentes, partindo para cima da ruiva.
No momento em que a quimera deu seu primeiro passo, Kaito saltou, levantando os braços. Mackenzie desviou facilmente do soco que o homem cavalo tentava lhe acertar, e o mais velho pulou ao lado da quimera, socando suas costas e fazendo-o cair.
Kaito e Mackenzie se afastaram, ficando um de cada lado do local. A quimera já nervosa, impulsionou-se contra a ruiva novamente, fazendo-a usar suas costas como apoio para dar-lhe um forte chute na nuca.
O de cabelos brancos aproveitou a deixa e subiu no mesmo, olhando para Mackenzie de canto de olho. Com um grito desnorteado da quimera, Kaito desceu do mesmo, invocando alguma coisa parecida com um palhaço.
— Mackenzie-san, se afaste.
— Você só me invoca quando está em apuros! – reclamou aquela coisa. — É melhor tomar mais cuidado!
— Eu não tenho tempo para conversa. Depressa.
— Aaaah… verdade? Como você é impaciente. – na boca daquele palhaço, números se formaram numa roleta e se passaram. A quimera franziu o cenho.
— Você está me insultando? Esqueça virar cachorro! Eu vou matá-lo! — o homem cavalo partiu para cima de Kaito, enquanto o número na roleta parava.
— Hm… quatro!
— Quatro? Péssimo número.
— Como é?! Eu não tenho números ruins, seu maldito!
Aquela boca de palhaço transformou-se numa enorme arma. Kaito pegou-a com facilidade, apontando para o inimigo e atirando.
Alguns passos atrás, a quimera caiu no chão. Estava morta.
Mackenzie correu até Kaito, assobiando impressionada.
— Caramba, eu não precisei fazer nada.
— Às vezes eu não sei se posso confiar nos seus impulsos. — a ruiva cerrou os punhos, sentindo uma veia saltar de sua testa.
— Como é, seu maldito?!
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— Pedra… papel…
A quimera de vários braços lançou-se contra Gon, tentando elaborar novamente seu plano. Aquilo não tinha como falhar.
Era perfeito — na cabeça da quimera.
— Tesoura! — o garoto apontou dois dedos para a criatura, e uma linha de aura formou-se sobre o corpo do mesmo, dividindo-o ao meio.
“Mas… o quê?! Era infalível! O que é isso? Uma espada? Impossível! Onde ele estava escondendo?! ...Mas isso ainda pode ser perfeito. Eu posso fingir que fui derrotado, e então esperar uma abertura para mordê-lo!”
A quimera fitou o pescoço de Gon, logo pulando em sua direção.
No caminho para mordê-lo, Kaito atirou novamente, acertando-o na cabeça. O mais velho se aproximou, estreitando os olhos.
— Você não pode relaxar depois de desmembrá-los. A cabeça e o corpo podem sobreviver um dia inteiro após serem separados. Você precisa esmagar a cabeça.
— E de preferência, acabe com eles rápido e em silêncio. – Kaito discretamente olhou para Mackenzie, como numa indireta.
— É aquela coisa que atirou na gente! — exclamaram Killua e Gon, em coro. Dante e Mackenzie se entreolharam, confusos.
— Eu tenho um caça-níqueis na minha boca! Ele varia de 1 a 9. Cada número invoca uma arma! Esse é o meu Crazy Slot! Não se esqueçam do nome!
— Vá embora de uma vez. — ao dizer isso, a arma desapareceu, e a ruiva começou a gargalhar da reação de Kaito.
— Que poder mais estranho! — exclamou, em meio aos risos.
— Ele fala sozinho? — indagou Killua.
— É o que parece.
— Se ele usa um caça-níqueis, quer dizer que você não pode escolher a arma? — intrometeu-se Gon, curioso.
— Sim, e não posso mudar ou me livrar da arma que recebi antes de usá-la. É muito irritante. — deu-lhe as costas, enquanto os garotos arqueavam uma sobrancelha.
— Nesse caso… por que você criou esse poder?
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— Nós perdemos o sinal do time do Yunju.
— Eles foram mortos?
— O sinal indicava que havia cinco inimigos! E parecia que eles eram mais gostoso que os outros!
— Eles devem ser humanos raros… e nós temos um motivo para lutar. O Yunju não estava usando aquela fábrica como base?
— Então os humanos raros devem estar por perto.
— Vamos lá! Essa noite teremos um banquete!
— Banquete!
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— Os poderes de vocês são muito mais fáceis de usar que o meu. Provavelmente, Mackenzie-san e Dante-kun têm poderes mais fáceis também.
— Comparado a essa coisa? Fala sério.
— Ainda bem que eu não criei um poder chato assim… — começou Mackenzie. — Cara! Como você aguenta esse palhaço? — Kaito riu com o comentário, logo continuando:
— Gon, parece que você incorporou habilidades do Reforço, Emissão e Transformação no seu Jajanken.
— Sim, mas a minha afinidade natural é com as habilidades do Reforço.
— O Killua usou trovão. Você é da Transformação?
— Sim. Mas não tão forte ainda, eu perco energia muito depressa.
— Você vai ter chances de melhorar. Mackenzie… eu não pude ver seus poderes. Também não vi os do Dante, ao menos ainda. — comentou Kaito. A ruiva aproximou-se com as mãos na cintura.
— Ninguém perguntou, mas eu sou da Manipulação. — sorriu, olhando para Dante. — E ele, da Transformação, eu acho.
— Sim, sou da Transformação.
— Talvez algum dia eu consiga ver os seus poderes. — o mais velhos sorriu, olhando para frente e andando um pouco mais rápido. — Vamos nos apressar. O formigueiro está próximo.
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Ramotto se levantou. Ele podia usar Nen. Dizia não entender, sentia o poder fluindo sobre ele.
“O que é isso?”
Colt acabara por receber o sinal de seu soldado, deixando Peggy por um canto qualquer do formigueiro e correndo até ele.
Ao chegar lá, teve a visão de Ramotto coberto de aura. Gritava sobre ter renascido. Sentia-se vivo de novo. Peggy chegara logo depois. “Uma energia vital impressionante”, foi o que disseram.
Ramotto havia finalmente descoberto o poder do Nen, mesmo não sabendo exatamente o que era aquilo.
Sentia-se como a formiga mais poderosa naquele momento.
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