Begin-cure
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Capitulo Um
‘’se escondam embaixo da carteira e esperem o melhor’’
O colégio Mackenzie, conhecido por seu grande índice de aprovação e também por ser o lar dos filhinhos de papai, bem, eu era um filhinho de papai, não que fosse escolha minha, nem escolha do meu pai, mas ele era rico e queria a melhor educação para o seu filhinho. Mackenzie é um colégio imenso, tem 7 andares, 8 quadras de tênis, 3 piscinas olímpicas, e tem fama de ter e melhor biblioteca estudantil do mundo, mas bem, não é isso que você quer saber não é mesmo?
Era mais um dia comum, alunos chegando, professores chegando e eu como sempre: atrasado, papai era preguiçoso, as aulas começavam 7:10 e ele queria acordar 7:30, eu sempre chegava no 2 tempo, mas esse dia, esse foi um dia esquisito, eu tenho costume de acordar cedo, umas 5:00 da manhã e fazer meu próprio café da manhã, a casa é vazia, meus dois irmãos ainda estão dormindo, minha mãe está passando os uniformes e eu aproveitando o incrível amanhecer que tem na minha cidade, nesse dia meu pai já estava acordado , ele estava no telefone, eu como bom agente secreto tentei ouvir um pouco a conversa( afinal, para o meu pai está de pé, 5:00 da manhã a parada é feia), me aproximei da parede da cozinha e ouvi isso:
-Não, não, porque tu abriu? Hã? Tu é idiota? Tu é burro? Tu sabe que a situação de risco era 75%, tu não podia ter feito isso sem um profissional, que merda! Tenta conter, da teu jeito! Se isso se espalhar, estamos no fim de tudo! E a culpa vai ser sua, estou indo para ai agora!
Eu tentei processar aquilo, papai era cientista, trabalhava no centro de controle de doenças, mas ate onde eu sei, ele era administrativo, não mexia com nada químico, mas eu entrei na cozinha, mamãe estava com um olhar devastado, papai segurava o choro, eu só vi meu pai saindo de casa as pressas e mamãe por um momento tentou voltar a rotina normal, mas alguma coisa, alguma sensação, algum pressentimento segurava ela, eu tomei meu café e voltei para o meu quarto.
Pela primeira vez no ano, já era setembro , eu cheguei cedo na escola, consegui escolher um local bom para sentar, e atualizei meus deveres, meu amigos chegaram , tinha Raphael e só, só um amigo mesmo, o resto já tinha sido meu amigo , mas bem, não é legal contar agora, porque talvez eu não tenha tempo.
O 1 tempo foi normal, mas o 2 não, o resto da turma estava estranho, era alguma coisa com seus celulares, e rumor se espalhou: Olhem o Twitter agora!
Abri o meu e fui direto para os Trends, lá estava a tag #ZumbiAtaca, ai que idiotice, mais um viral na internet, Douglas: um playboy ‘’legal’’ chamou o professor, e disse:
-Professor, olha isso, foi tirada no centro de Atlanta.
Professor Santiago pegou o celular e viu uma foto, a foto foi compartilhada para todos os celulares da sala, chegou até no meu, mostrava um homem alterado atacando uma mulher, e logo depois chegou um vídeo no meu celular, mostrava a mulher mordida atacando mais duas pessoas, e logo depois, num silencio profundo, percebemos que o Mackenzie era do lado da rua que a mulher tinha ‘’ressuscitado’’ todos nós nos levantamos da cadeira e olhamos a janela, La estava a mulher, olhando com um olhar estranho para todos nós, e ela correu, mesmo que meio lento para nossa escola, Santiago trancou a porta e gritou:
- Se escondam embaixo da carteira, isso deve ser alguma coisa relacionada a sei lá, mas vamos se esconda!
Peguei meu celular e mandei uma mensagem para minha mãe:
- o que esta acontecendo????????
Ela respondeu com um adeus.
- Um vírus, ele se espalhou, não seja mordido, vou fugir com seus irmãos, sobreviva meu filho, por favor, eu te amo!
Como assim? Ela me abandonou?
Nossa porta foi arrombada, as tias da limpeza estavam estranhas, com mordidas nos braços, elas não conseguiam me ver, mas viram Raphael e em questões de segundo ele foi totalmente trucidado por elas, enquanto elas atacavam outros alunos eu sai correndo, corri sem olhar para frente, meu celular caiu, não tive coragem de olhar para trás, algumas pessoas estavam entrando na biblioteca, eu entrei e vi um grupo de alunos e professores.
( tem um zumbi querendo atacar minha casa agora, vou tentar mata ele, se tiver tempo ou se não morrer, eu continuo)
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