Begin Again

50 Capitulo 50 - Encontrado


Notas iniciais
Meninas o fim esta próximo....entao façam como: Lizter Cullens Erla Cullen Any Santos que deixaram um comentario aqui pra autora se animar, obrigada meninas eu adorei cada um. - boa leitura PS: mana te amo e estou morrendo de saudades..

Renee

Eu acordei assustada quando alguém saiu do meu quarto quem seria? Me levantei e coloquei uma blusa estava fazendo tanto frio, sai do quarto olhei e estava tudo normal então voltei pro quarto e me sentei e vi que tinha duas chamadas não atendidas, maravilha, eu e meu sono pesado bem quem Bella diz que o mundo pode cair e eu continuo dormindo. Quem tinha me ligado tinha sido Charlie...Charlie Charlie...mas deixa pra lá, mas resolvi ligar de volta podia ser algo sobre o tal Charles, eita confusão nomes super parecidos, o telefone so tocava e ninguém atendia, estranho. Resolvi voltar pra cama, apaguei a luz e fui pra cama que não era lá essas coisas né, mas se era pra ficarmos seguros aqui então tudo bem, fechei meus olhos e nada do sono vir, ótimo a essa altura da vida eu que sempre deitei e apaguei vou ter insônia. Me sentei com raiva já, é horrível você querer dormir e não conseguir e então ouvi barulhos, tinha alguém acordado devia ser o policial, me levantei e quando abri a porta ouvi vozes na sala, uma reconheci de cara era Carlisle, mas a outra não era do policial, resolvi escutar a conversa Carlisle parecia nervoso.

– E você sabia que é crime qualquer tipo de agressão contra mulher? – Carlisle disse e estranhei.

– Sabe eu estou armado então acho bom não me irritar. – a voz desconhecida falou e senti um aperto no peito, só podia ser o tal Charles.

– Você só é homem suficiente com uma arma na mão? – Carlisle estava ficando maluco, falar isso com ele, mas e Esme em nenhum momento ela se pronunciou.

– Você não perde por esperar...esperei tanto por esse momento em que eu acabaria com sua vida doutorzinho...Liz é minha e sempre vai ser e não vai ser um desgraçado como você que vai me tirar ela.

– Posso ser ate desgraçado, mas sou um homem de verdade bem diferente de você.

– Bom chega de papo, foi um enorme prazer conhecer você ou melhor acabar com você. – ouvi so o barulho de alguém caindo no chão e logo depois um gemido.

– Adeus doutorzinho, eu avisei que não devia se meter com uma mulher casada, ainda mais casada comigo. — e então alguém saiu correndo, ele tinha matado Carlisle? Meu Deus não podia acreditar, caminhei devagar ate a sala e encontrei Carlisle de bruços no chão.

– Carlisle! – gritei e fui correndo pra perto dele, que não me respondeu, o virei com cuidado e tinha um sangramento na sua barriga que não parava de jorrar sangue. – Carlisle fica bem! Por favor! – disse já chorando e então notei que ele segurava o celular, o peguei e tinha alguém na linha – Alô?

– O que esta acontecendo ai? E a policia.

– Mandem uma ambulância e uma viatura pra ca, o Charles apareceu e atirou em Carlisle e o policial e nem Esme estão aqui também, por favor.

– Se acalme senhora já estamos a caminho. – ele disse e desligou em seguida e Carlisle estava ainda desacordado eu tinha que parar aquele sangramento, então coloquei minha mão e fiz pressão no local com um pouco de força e o sangramento foi diminuindo, mas ele já começara a suar e estava pálido, se essa ambulância não chegar logo ele não vai aguentar meu Deus. E Esme? Cade minha amiga?

Charles

Depois de jogar Liz no porta-malas fui direto na direção da cabana e então o doutorzinho estava do lado de fora da casa, se eu atirasse nele dali provavelmente o acertaria, como disse minha mira nunca falhava, mas não queria que fosse assim ele precisava saber o motivo por qual iria morrer, e como precisava, fiquei na sombra de algumas arvores ate que ele decidiu entrar e eu corri ate a casa e logo abri a porta com tudo e o coitadinho achou que era Esme, tivemos uma conversa e não é que o desgraçado quis me desafiar? Iria tortura-lo um pouquinho antes de acabar com ele, mas ouvi barulho de carro então apenas atirei e o desgraçado se virou, nem vi direito onde a porcaria de tiro pegou e ele caiu de bruços, fui ate ele e coloquei meu pe no seu pescoço e apertei com força.

– Adeus doutorzinho, eu avisei que não devia se meter com uma mulher casada, ainda mais casada comigo. – então dei apenas um chute na cabeça dele que já estava inconsciente. Corri na direção da porta o barulho de carro já estava próximo, corria na direção do carro quando senti um farol nas minhas costas, corri mais e então o carro encostou em mim me fazendo cair, olhei pra tras e tinha um senhor magrelo e pequeno vindo na minha direção, droga! Cade minha arma? Comecei olhar no chão e ela estava um pouco distante.

– Parado Charles! VocÊ esta preso. – o cara disse, eu preso? Nunca! Me arrastei pra pegar a arma e so senti o tiro na minha mão.

– Eu vou te matar seu desgraçado! – aquilo doía, mas mesmo assim alcancei minha arma.

– Eu mandei você ficar parado vagabundo! Larga essa arma ou eu atiro e dessa vez não vai ser pra brincar não. – ele disse e com minha outra mão ajuntei um punhado de terra.

– Tabom, tabom, eu me entrego. – disse joguei a arma um pouco mais pra frente.

– Isso é muito bom seu merda! – ele disse e num movimento rápido so me virei e taquei a terra na cara dele e e então peguei minha arma e corri pro carro e quando cheguei na porta só ouvi um disparo.

Charlie Swan

Sai da delegacia o mais rápido que pude e resolvi ligar pra Renee, mas o telefone so tocava e ninguém atendia, sera que ele já tinha chegado lá? Joguei o celular no banco do carona e acelerei rumo ao endereço da casa, ate que não era muito difícil encontrar e logo achei a estradinha que levava pras cabanas, acelerei mais e assim que estava perto da cabana vi a porta aberta e olhei e vi um vulto correndo pelo lado oposto, só podia ser o vagabundo, acelerei meu carro e subi na calçada passando por cima de vários matos, ate que cheguei perto o suficiente e bati o carro nele que caiu, desliguei o carro e sai e por sorte a arma dele estava mais longe, mandei ele soltar a arma e ele não obedeceu e sim foi pega-la, pelos crimes todos que ele já tinha cometido ele merecia, só atirei na mão dele que começou a sangrar na hora, mas mesmo assim o filho da mãe pegou a arma, mas o ameacei de novo e ele disse que se entregaria, não achei que seria tão fácil, mas ele soltou a arma e eu já ia na direção dele para algema-lo e ele se virou rápido demais tacando terra no meu rosto, droga!

– Eu te pego seu desgraçado! – disse e passei a mão pelos olhos e quando os abri eles ardiam e estavam embaçados, mas vi ele correndo pra um carro que estava escondido perto de umas arvores e eu só atirei e não é que pegou na cabeça, corri pra lá e senti sua pulsação estava morto, mas se bem que se tivesse ficado vivo provavelmente teria ficado com sequelas, porque o tiro fez estrago. – Vagabundo! – disse deixando seu corpo no chão – Morte merecida, coitado do capeta que vai aturar alguém como você por lá. – disse o empurrando com o pé e então ouvi um barulho no carro, olhei dentro e não tinha nada e então fui pro porta-malas e quando abri a tal Esme estava la dentro, as lagrimas escorriam por seu rosto e se debatendo, ele tinha amarrado ela e sua boca estava tampada com fita. – calma ta tudo bem agora. – disse e tirei a fita da sua boca.

– Carlisle e Renee cade eles?

– Eu não sei acabei de chegar. – disse enquanto começava a soltar as cordas.

– Você que atirou agora?

– Foi matei o vagabundo.

– Ai que alivio, mas me solta, me solta logo Renee e Carlisle estavam na casa. – ela disse afoita e começou a me ajudar a solta-la e logo deu um pulo do carro e saiu correndo na direção da casa e eu fui atras dela.

Assim que cheguei encontrei Renee segurando o ferimento na barriga do que supus ser o Carl..alguma coisa.

– Charlie. – ela disse aflita ao me ver.

– Vou pedir uma ambulância. – disse e a tal Esme estava desesperada e falava algumas coisas pro cara que estava no chão.

Esme

Eu aceitei ir com Charles, era o melhor a fazer ir sem reclamar desde que ele não fizesse nada com Carlisle ou Renee eu não ia suportar viver em um mundo que aqueles dois não estivessem, mas então ele me amarrou e me jogou no porta-malas e disse que terminaria o serviço e eu sabia o que ele ia fazer, ele me deixou ali e eu fiquei desesperada comecei a chutar a lataria do carro na esperança de alguém me ouvir, minhas lagrimas escorriam e os lugares que ele tinha me batido doía e meu nariz sangrava, estava respirando com dificuldade, mas o que mais doía era que eu passei praticamente o dia brigada com Carlisle e essa podia ser a ultima lembrança que ele teria de mim e eu dele, as coisas podiam ter sido diferentes, eu ...e devia ter ido embora enquanto ainda tinha tempo e agora estaríamos todos seguro, mas eu resolvi ficar e como sempre todos ao meu redor pagavam por ficar perto de mim e pagavam por eu ama-los, primeiro foram meus pais e agora minha única amiga e meu grande amor também.

–Meu Deus, por favor. – pedia mentalmente. As coisas não podiam acabar assim, o silencio estava me matando não ouvia nada e o tempo foi passando ate que ouvi barulho de carro e comecei a chutar a lataria do carro com mais força e então ouvi vozes, mas quem seria? Ainda estava tudo distante e o barulho ali era difícil de ouvir ate que só ouvi um disparo, me desesperei Charles tinha matado meu Carlisle, não podia acreditar, as lagrimas escorriam mais e mais dos meus olhos e eu já estava ficando sem ar, com meu nariz que não parava de sangrar. Então ouvi uma voz.

– Vagabundo! – disseram e ouvi mais uns sussurros, mas não parecia ser Charles, a pessoa estava perto do carro e então era minha única chance, chutei mais e mais, estava desesperada precisava saber de Carlisle...de Renee e então ouvi alguém mexendo no porta malas e logo abriram e me deparei com um homem que não era desconhecido pra mim, o vi uma vez numa foto com Bella.

– Calma ta tudo bem agora. – ele disse tentando me acalmar o que não adiantou, eu precisava vê-lo, jamais iria me perdoar se Carlisle...não não podia pensar assim tinha que ter pensamento positivo. Ele logo começou a me soltar e eu fiz inúmeras perguntas e ele não tinha respostas pro meu maior desespero, e então quando ele me soltou eu so corri na direção da casa e a porta estava aberta, acelerei mais meus passos e quando cheguei na porta me deparei com Carlisle no chão e Renee estava com a mão na barriga dele e só pude ver o sangue escorrer por ali.

– Não! – disse correndo e me ajoelhando ao lado do seu corpo. – Diz pra mim que ele vai ficar bem Renee. – pedi entre um e outro soluço.

– Calma Es, a ambulância já ta vindo. – ela disse e nisso logo o homem que me ajudou chegou e os dois começaram a falar, mas eu so conseguia pensar em Carlisle e no amor que eu sentia por ele, um amor que pra mim só existia nos sonhos.

– Carlisle volta pra mim, você não pode me deixar, eu te amo, te amo muito. – dizia enquanto minhas lagrimas caiam no seu rosto. – Carlisle eu prometo que se você voltar eu caso com você eu faço o que você quiser. Eu...eu te amo...

...

Logo ambulâncias e viaturas vinheram na direção da casa, os socorristas trataram de atender Carlisle que estava em estado grave e tentaram atender Esme que se recusou a todo momento sair de perto dele o máximo que deixou foi colocar algo no seu nariz que sangrava, mas de restante não tinha quem conseguisse tira-la de perto dele, então seguiram de ambulância para o hospital que Carlisle trabalhava e todos quando viam que era ele ficavam chocados, as pessoas de Forks não estavam acostumados com esse tipo de coisa. Já no hospital Renee e Charlie tiveram que segurar Esme, pois Carlisle teve que ir pro centro cirúrgico e seu caso era critico. Na sala de cirurgia o clima era tenso o medico que ali mesmo naquela sala já tinha salvado tantas vidas precisava que agora alguém fizesse o mesmo por ele, Carlisle perdeu muito sangue e durante a cirurgia já recebia uma enorme quantidade de sangue, a bala tinha pegado uma parte muito vascularizada no abdômen e por isso ele estava entrando em estado de choque, logo tiraram a bala e o costuraram, conseguiram fazer um bom trabalho, mas mesmo assim o estado era critico, muito critico.

~ Carolina do Norte – Wrightsville ~

Charlotte

O dia tinha sido muito bom, ter a família reunida não tem preço, mas ao mesmo tempo que estava feliz estava triste por Carlisle não estar aqui, é incrível como um erro seu pode influenciar no resto de sua vida, queria poder voltar no tempo e fazer tudo diferente, mas infelizmente isso não é possível.

– Vovó passa pra mim? – Alice veio saltitando com um protetor solar na minha direção e se sentou na minha cadeira de costas pra mim e eu comecei a espalhar nas suas costas, estávamos todos na piscina, pois fazia um sol quente, eu só observava meus filhos e meus netos se divertirem, a muito tempo minha casa não era tão animada.

– Prontinho amor. – disse lhe entregando o protetor.

– Você ta muito estranha hoje vovó.

– VocÊ acha?

– Sim, esta muito quietinha, eu quero minha vovó feliz. – ela disse beijando minha bochecha e eu sorri pra ela, mas na verdade não queria falar sobre o pressentimento ruim que estava sentindo.

...

No fim da tarde os garotos ainda estavam animados na piscina e Chelsea tinha ligado um radio e agora ela ensinava umas danças pras garotas que riam como loucas e os garotos e ate meu Garrett jogavam vôlei na piscina e eu resolvi entrar, tomei um banho e me peguei olhando pro telefone e porque não? Afinal de conta eu era mãe dele, disquei o numero da casa do Carlisle, mas ninguém atendia, estranhei e deixei pra ligar mais tarde e provável que ele tenha saído com a Esme.

...

Jantamos um pouco mais tarde do que o normal e ficamos de papo na mesa, eramos uma grande e feliz família, Petter ficaria feliz se visse isso aqui.

– Mãe ta ficando tarde, acho melhor eu e Vick irmos. – Garrett soltou.

– Dormem aqui, ta tarde já, vocês vão chegar la de madrugada.

– É tio dorme ae, ai agente termina aquela partidinha no vídeo game porque você sabe que não ganhou de mim, ninguém ganha de mim. – Emmett soltou.

– Só porque você não aceita perder ne moleque? – ele disse e logo os outros estavam rindo.

– E serio tia, me da os sapatos e eu prometo que mando a bolsa pelo correio.

– E se você me enrolar?

– Tia claro que não! – Alice e Chelsea discutiam e os outro estavam com suas conversas paralelas, terminamos o jantar e logo fomos pra sala onde as meninas colocaram um filme, já estava tarde muito tarde, mas queria passar esse momento com elas, ate que o telefone tocou, que seria a uma da manhã?

– Alô? – disse e todos pararam de prestar atenção no filme.

– Oi aqui é a Esme.

– Oi Esme, esta tudo bem? – estranhei por causa do horário, mas ouvi ela chorando do outro lado da linha. – Esme? – disse á aflita.

– Não, não esta tudo bem...Carlisle...Carlisle...

– O que tem Carlisle? – disse já aflita e me colocando de pé e logo todos estavam preocupados ao meu redor.

– Ele tomou um tiro e ta sendo operado, vocês precisam vir pra cá. – ela disse e eu so desabei no sofá.

– O que aconteceu com Carlisle? – Chel veio pro meu lado.

– Ele tomou um tiro...não sei direito. – disse segurando o choro e os garotos começaram a se desesperar e logo Garrett pegou o telefone que eu segurava e começou a falar e eu só conseguia pensar no meu filho, no meu bebe.

Notas finais
E então gente? Curtiram? O que sera que vai acontecer com nosso Carl? bom como sabem a fic ta no seu finzinho, no max max mais quatro caps pra finalizar bem a historia... espero que estejam curtindo, pois essa fic eu amo escrever cada pedacinho... beijokas e inte mais