Before Memories - Romanogers Fanfic
18 Capítulo 18
Dessa vez, Steve podia ver tudo muito bem. Ele correu para a cama, mas não se deitou, ele ficou de pé ao lado da cama, enquanto seus olhos pareciam descontrolados olhando para o corpo de Natasha.
Steve não conseguia se focar num lugar só, se ele olhava para o pescoço, seus olhos eram atraídos para os seios, em seguida para o umbigo, para a virilha, para as pernas, para os belos pés de Natasha.
Natasha apoiou os cotovelos na cama e usou como apoio para erguer a parte superior do corpo e olhar para Steve.
N: Agora você está me fazendo esperar e eu não gosto de esperar.
S: Desculpe, é que...
Steve olhou Natasha nos olhos.
S: Eu posso tocar em você, certo?
N: Steve, eu estou nua... Na sua cama... Eu quero que me toque.
S: Eu só queria garantir que não seria inapropriado.
Natasha riu e revirou os olhos.
N: Aonde você quer me tocar?
S: Todo lugar.
Natasha riu e jogou a cabeça pra trás.
N: Okay...
Steve sentou ao lado do corpo de Natasha e a forma ávida como ele olhava o corpo dela, fazia o estômago de Natasha doer. Não, não era uma dor, era algo diferente, que ela não sabe como descrever, mas era definitivamente uma sensação boa e proibida. Ela não gosta de se sentir desse jeito.
Steve encostou sua pesada e grande mão sobre a barriga de Natasha, ele deslizou a mão pela barriga dela como se a estivesse esfregando, mas era só porque ele queria sentir que estava tocando cada milímetro da pele dela.
Natasha soltou um pequeno suspiro ao sentir a mão de Steve a passear lentamente pela barriga dela e ela ficou séria, quando Steve chegou em uma das cicatrizes que ela tem na barriga. Ela odeia todas as cicatrizes que tem, o humor dela mudou na mesma hora, era como se ele estivesse tocando os defeitos dela.
Natasha franziu a testa e deu uma leve tossida, o que chamou a atenção de Steve, ele olhou para Natasha.
S: Algo errado?
Natasha não admitiria que se sente mal sobre qualquer coisa no corpo dela, mas ela se sente, ela apenas não admite ter inseguranças. Ela foi ensinada a não ter nenhuma.
Natasha negou com a cabeça e Steve, não se mancou com o que ela estava incomodada, como ele poderia?
Na verdade, Steve voltou a atenção, exclusivamente para a cicatriz, além de estar dedilhando com os dedos estava olhando fixamente pra ela.
S: Sinto muito que Bucky fez isso em você. Eu sempre quis dizer isso e eu sempre quis dizer que eu acho que isto é perfeito em você. Eu amo a forma como a cicatriz ficou no seu corpo, não é nada bruto, é delicado ainda. Eu sempre quis acariciar, sentir como é e a textura é perfeita como toda sua pele.
Natasha ouvia Steve, um tanto perplexa, não esperava ouvir nada daquilo e muito menos esperava o beijo que Steve deu sobre aquela cicatriz agora.
Naquele momento, as rugas que estavam formadas na testa de Natasha por ela estar incomodada, desapareceram. O rosto dela todo ficou relaxado e bem, tinha um sorriso, mais discreto do que os que ela costuma dar se formando no rosto dela. Era um sorriso tão discreto que nem ela mesma percebera que estava sorrindo.
Logo após beijar a cicatriz de Natasha, Steve beijou a pele em volta da cicatriz e viu que tinha uma pequena trilha de pintinhas pela barriga dela, que o fez continuar com os beijos até a altura dos seios de Natasha e logo após o pescoço, que Natasha esticou para que ele pudesse continuar explorando com seus beijos quentes e delicados.
Para Natasha era uma forma estranha de prazer, estava tudo muito lento, tudo muito amoroso e estranhamente prazeroso. Seus olhos se fecharam no minuto que a boca de Steve passou por entre os seios dela, depois desse momento, ela só lembra da estranha sensação no estômago aumentar.
Steve já estava com o corpo totalmente projetado sobre o de Natasha. Quando seus beijos alcançaram a ponta da orelha de Natasha, ele olhou para a expressão no rosto dela e pela forma como o pescoço dela mudara de cor para um vermelho tão forte.
Se ele pudesse parar agora para desenhá-la, ele pararia, mas como se Natasha acabara de abrir os olhos e virar um pouco o rosto na direção dele.
Já que Steve tinha parado com os beijos, ela saiu do transe temporário que estava, apenas para entrar em outro. Quando os olhares deles se encontrarão novamente, parecia que tudo estava entrando em harmonia, principalmente a respiração.
Foram tantos minutos parados, apenas olhando um para o outro nos olhos... Quer dizer, um segundo ou outro, os olhos os traíam e eles fitavam os lábios um do outro mas tornavam a fixar o olhar nos olhos.
Depois de tanto silêncio, ficou um pouco engraçado toda essa troca de olhares, Natasha foi a primeira a sorrir, na verdade foi um riso comedido, ela queria tirar a seriedade e o peso que aquele momento estava proporcionando na vida dela, ela não está preparada pra isso.
Steve sorriu depois de Natasha, mas não era um sorriso como os demais, não era um sorriso largo, era apena um sorriso de resposta para o riso de Natasha. Assim que Steve voltou a ficar sério, Natasha também desmanchou o sorriso dela, agora ela podia sentir que o peso do clima entre eles estava a esmagando e iria matar ela agora que Steve estava aproximando o rosto dela. Natasha fechou os olhos e já podia sentir a respiração dele encostar acima dos lábios dela, mas ela não quer se sentir desse jeito, ela não pode, ela discretamente movimenta a cabeça pro lado para desviar do beijo.
Steve imediatamente encaixa a mão no pescoço de Natasha e deixa o polegar acariciar a maçã do rosto dela, enquanto deixa o beijo desviar para o rosto dela, ao invés dos lábios.
Natasha abriu os olhos e olhou pra cima, em seguida para o lado.
Steve moveu a cabeça para ficar na frente do olhar de Natasha, ele quer sentir de novo o que sentiu agora pouco com ela, se ela estava sentindo e estava com medo disso, Steve estava sentindo e estava ansioso por mais.
Para evitar de se sentir assim de novo, Natasha decide colar os lábios nos de Steve, mas ela quem explora a boca dele dessa vez, sua língua passeia por dentro da boca de Steve, procurando massagear as laterais e a parte superior da língua dele.
Natasha achava que assim evitaria sentir aquela sensação no estômago, mas a sensação aumentou com o beijo, era como se ela estivesse sendo transformada numa pessoa só com Steve, não havia limites ali entre o que era o espaço dela e o dele.
Natasha não podia mais lutar contra isso, a respiração misturada dos dois não ajudava em nada. Mesmo quando as bocas deles se separaram, era como se ainda estivessem juntas, a sensação era a mesma. Eles só interromperam o beijo para que Natasha pudesse conseguir tirar o cinto da calça de Steve e desabotoar a calça dele.
Natasha não esperou nem mais um minuto, ela apenas desceu a calça dele um pouco e colocou a mão sobre o membro rígido de Steve, em seguida o introduziu dentro dela e enquanto Steve se encarregava de fazer com que o membro deslizasse pela abertura de Natasha, ela esticou os braços pela cama e segurou no lençol com certa força.
Natasha sentiu um prazer intenso e diferente de todas as vezes que transou com alguém, eles apenas começaram e ela já estava completamente molhada e se contorcendo de prazer.
Steve por um momento só ficou admirando as feições de prazer de Natasha, ele mesmo não estava fazendo basicamente nada, além de devorar ela com o olhar. Natasha teve que arranhar o braço dele e puxar, para que Steve tornasse a deitar sobre o corpo dela e iniciasse os movimentos.
Steve colocou um braço embaixo do corpo de Natasha e com o outro esticou para alcançar a mão de Natasha e segurar a mão dela.
Natasha entrelaçou os dedos com os de Steve, e enquanto ele se movia para cima e para baixo sobre o corpo dela, ela não conseguia parar de repetir o nome dele.
Cada vez que Natasha chamava o nome dele, o estimulava ainda mais a aumentar a intensidade e velocidade com que se mexia dentro dela e o prazer ficou sendo prioridade número um. Cada vez que Natasha sentia o corpo de Steve tentar penetrá-la cada vez mais fundo, ela arranhava as costas da mão dele e mordia o ombro de Steve.
Não demorou até que Natasha chegasse ao seu ápice, ela jogou a cabeça pra trás, gritou e seu corpo todo paralisou por alguns segundos. Steve tomou um pequeno susto com o grito de Natasha e pela forma como ela deixou de se mover do nada, ele freou aos poucos os movimentos e ergueu a parte superior do corpo para ver ela.
S: Você está bem?
A respiração ofegante de Natasha a impedia de dar uma resposta lógica, ela fez positivo com a cabeça.
S: Devo parar?
Natasha fez negativo com a cabeça, enquanto seu corpo começava a ganhar força novamente e sua respiração voltava ao normal. Logo em seguida, Natasha empurrou Steve para o lado na cama e ele se encarregou de logo puxá-la para cima dele novamente.
Natasha colocou o cabelo todo para o lado, enquanto se sentava sobre o membro de Steve novamente, ela soltou um gemido enquanto movia sua parte íntima para baixo lentamente, ela se deitou sobre o corpo de Steve e deu um rápido selinho nos lábios dele, depois ela tornou a deixar o corpo ereto e movimentou o quadril em círculos sobre o membro de Steve.
Steve mudou de cor, ele estava completamente roxo enquanto sentia seu membro imerso dentro de Natasha e logo ele começou a gritar, quando Natasha começou a quicar lentamente sobre o membro dele.
Steve estava tentando lembrar que ele deve se segurar o máximo para garantir mais orgasmos para Natasha, mas era difícil quando ela ficava no topo, o movimento os seios dela, a forma como o cabelo insiste em voar sobre o rosto dela, os gemidos roucos que ela solta tão baixinho, cada vez que se senta sobre o membro dele.
Natasha mesma se encarregou do seu próximo orgasmo, ela se moveu bem mais rápido, enquanto deslizava alguns dedos para sua região íntima para acelerar o processo. Assim que Natasha começou a gozar, a única reação do corpo dela foi sair de cima do corpo do Steve, deitar ao lado dele e esfregar o próprio clitóris repetidamente, enquanto gritava até acalmar o corpo dela.
Steve apenas observava tudo que ela fazia, e agora ele acaba de notar outro ponto na parte íntima dela em que ela sente prazer, ele terá que tentar para ele mesmo provocar isso nela.
Steve encostou a mão sobre a mão de Natasha que estava sobre o clitóris dela e deslizou os dedos por entre os dela para sentir o mesmo que ela estava sentindo, mas Natasha afastou a mão dele.
N: Não...
S: Por que?
N: Porque você não sabe como fazer isso ainda e eu acabei de... Eu preciso... Só...
Natasha tentava recuperar o fôlego, enquanto montava novamente sobre o corpo de Steve, mas ela estava um pouco sem força, mas não foi preciso nenhum esforço dela mais, Steve a fez se sentar sobre o membro dele e dessa vez ele se sentou na cama e a manteve sobre o membro dele.
Steve ficou com o rosto na altura dos seios de Natasha, ele não pôde evitar de passar algum tempo chupando com certa força o mamilo de Natasha, logo que soltava o mamilo, ele colocava a língua para passear pela extensão restante do seio dela, o que foi provocando Natasha novamente.
Natasha colocou as mãos no pescoço de Steve e usou como apoio para poder apoiar os pés sobre a cama e começar a quicar sobre o membro dele de novo, mas a posição era um pouco difícil para ela executar os movimentos, fora que as pernas dela já estavam um pouco bambas.
Quando Natasha começou a diminuir os movimentos, Steve que já estava perto de finalmente gozar, segurou nas coxas de Natasha e a moveu para cima e para baixo novamente para manter a velocidade.
Natasha começou a gemer novamente e encostou a testa na de Steve e enquanto gemia, o olhava nos olhos o que deixava Steve ainda mais excitado. Natasha podia jurar que ele ia gozar agora, mas tudo que ele fez foi mover o corpo pra cima do dela, a fazendo deitar na cama.
Steve ficou de joelhos entre as pernas de Natasha e manteve as coxas dela suspensas no alto com as mãos, enquanto iniciava um processo de vai e vem dentro de Natasha tão rápido que fez toda a cama começar a tremer e se chocar contra a parede.
Natasha nem estava mais contendo os gritos, ela arranhou os braços de Steve e em seguida tentou segurar na madeira do fim da cama, ela gozou duas vezes, quase seguidas até Steve dar um impulso final dentro dela e finalmente gozar, depois ele deu apenas mais duas bombeadas na abertura dela e removeu o membro se sentando na cama e deitando logo em seguida.
Natasha ficou deitada no mesmo lugar, assim como Steve, os corpos ainda estava quentes e dominados pela adrenalina da pequena maratona.
Os dois pegaram no sono, sem nem perceber, naquelas mesmas posições. Natasha deitada de ponta cabeça na cama e Steve largado com um dos braços pendurado para fora da cama.
Na manhã seguinte, Steve foi o primeiro a acordar, ele bocejou e coçou a testa, em seguida olhou pro lado e fitou o pé de Natasha e ela deitada de lado com uma perna sobre o corpo dele.
Steve ergueu um pouco a cabeça para ver Natasha, ela nunca pareceu tão linda como agora. Steve pensa se há um jeito de vê-la feia, já a viu sem maquiagem, machucada, desmaiada, pálida e em nenhum momento deixou de vê-la como a mulher mais linda que já viu.
Steve segurou o tornozelo de Natasha e acariciou, o que fez Natasha franzir a testa e gemer. Steve a olhou e ficou quieto para não acordar ela, mas já era tarde demais, ela abriu os olhos e olhou para a mobília do quarto.
Esse não é o meu quarto. Natasha pensou, enquanto se contorcia e se espreguiçava na cama, ela bocejou e depois olhou para Steve.
S: Hei...
N: Hei.
S: Bom dia.
Natasha bocejou mais uma vez e se sentou na cama, ainda se sentindo mole e sonolenta, ela suspirou e olhou Steve novamente.
S: Tudo bem?
N: Acho que sim.
Natasha estava com os olhos semicerrados por conta da claridade no quarto, ela ainda parecia estar se situando. Steve se sentou na cama e colocou o braço em volta da cintura dela, em seguida ele inclinou o rosto na direção do de Natasha e ela deu um beijo sobre os lábios dele.
S: Nat?
Natasha ergueu as sobrancelhas, esperando Steve continuar.
S: Ontem a noite... Foi...
N: Ruim?
S: Ruim? Foi ruim pra você?
Steve mudou a expressão totalmente para espantado e preocupado agora, Natasha riu e colocou as mãos no rosto dele, já esperando essa reação dramática.
Natasha deu um longo selinho em Steve.
N: Eu vou te contar um segredo, soldado Rogers... Se eu acordo assim...
Natasha segurou a mão de Steve e o fez tocar sua região íntima, ainda úmida da noite que tiveram.
N: É sinal que não foi nada ruim e que você fez um bom trabalho.
Steve olhou para mão dele e pois para Natasha.
S: Eu não sei por que eu demorei tanto pra isso, aquilo foi... Eu não tenho palavras para descrever...
N: Eu também não.
Natasha sorriu.
N: Você está com fome?
S: Não muito.
N: Ótimo, eu também.
S: Por que está perguntando?
N: Porque eu estou sentindo desejos matinais e isso não acontece com frequência, então nós perderemos o café da manhã...
S: O que? Por que?
Natasha revirou os olhos e empurrou Steve contra a cama.
N: Calado, Rogers.
Os dois tornaram a fazer amor mais uma vez naquela manhã e quando terminaram ficaram abraçados na cama por muitas horas, até alguém bater na porta do quarto.
Os dois que estavam trocando intermináveis selinhos, pararam e olharam para a porta.
Bateram novamente.
— Steve? Você está aí?
S: É a Wanda.
Steve sussurrou para Natasha.
S: Sim.
W: Nós estamos esperando você já tem mais de duas horas. Está tudo bem?
S: Oh. Sim. Me desculpe, Wanda, eu estarei lá em quinze minutos.
W: Okay, desculpe interromper.
Steve olhou para Natasha que estava sorrindo com a sobrancelha erguida.
S: Ham... Não foi nada, tá tudo bem, Wanda, eu te vejo daqui a pouco.
Steve ficou logo todo vermelho e Natasha ama vê-lo assim.
S: Será que todo mundo sabe?
N: Eu não sei, quem se importa?
S: Você não?
N: Eu devia?
Steve sorriu e fez negativo com a cabeça.
S: Então você e eu?
N: O que?
S: Nós somos namorados agora?
N: Eu não sei de nada sobre isso, ninguém me pediu em namoro do que eu saiba.
S: Nat?
N: O que?
S: Você quer ser minha namorada?
Natasha sorriu com a pergunta.
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