Becoming Sister.

1 Good (wonderful ) news!


Notas iniciais
Ol caros, amados e excelentssimos leitores, desejo-lhes uma deliciosa leitura.

Felicidade

Era a palavra que dançava dentro do coração de Severus Snape. Hermione naquela manhã acabara de lhe dar a mais maravilhosa notícia que poderia terrecebido durante o dia.

Mais cedo naquele dia:

Severus havia acabado de despertar, olhou as horas no relógio de cabeceira, ainda era cedo, poderia ficar na cama por mais alguns minutos antes de acordar Eileen para ir à escola. Tateou o outro lado da cama a procura do calor familiar, mas só encontrou lençóis embolados como se alguém tivesse saído com realmente muita pressa do lugar.

- Hermione? – chamou sentando-se na cama.

Foi quando ouviu o barulho de alguém convulsionando no banheiro do quarto. Levantando-se num sobressalto dirigiu-se à largos passos em direção ao cômodo. Tentou abrir a porta, mas a mesma estava trancada.

- Hermione, em nome de Deus! – exclamou ao ver a cena, logo depois de abrir aporta com um Alohomora.

- Severus! Volte para a cama eu posso lidar... – interrompeu a frase para voltar a se debruçar sobre o vaso sanitário. – com isso. – concluiu exausta do esforço.

- É óbvio que você não está bem Hermione, não seja teimosa. Se não estava se sentindo bem por que não me chamou? – disse já ficando nervoso com a situação.

- Eu já disse que estou bem Severus – levantou-se, com a ajuda do marido.

Severus bufou, e assistiu Hermione indo até a pia, escovando os dentes, enxaguando a boca e logo depois lavando o rosto e prendendo os cachos. Logo depois para sua surpresa, olhou para ele pelo espelho, virou-se e saiu.

- Mas o que foi agora? Hermione volte aqui.- disse alto indo atrás da esposa que seguiu em direção ao corredor. Quando a alcançou segurou em seu braço, com o olhar claro que queria uma explicação.

- Severus eu, eu realmente não queria – Hermione começou a explicar com lágrimas nos olhos que deixaram Severus visivelmente preocupado.

- Mamãe? – ele ia revidar, mas uma pequena voz fez com que olhassem ao mesmo tempo para a figura de pijamas e seu companheiro unicórnio parados no batente da porta.

- Bom dia querida! – Hermione foi ao encontro da filha a pegou no colo.

- Bom dia mamãe, bom dia papai. – disse com os olhinhos ainda pesados de sono, mas com um sorriso nos lábios.

- Bom dia Leen. Dormui bem?- Severus perguntou enquanto alisava os longos cabelos com cachinhos nas pontas.

- Sim, muito bem. Mas eu preciso ir ao banheiro – sussurrou essa ultima parte no ouvido de Hermione.

- Isso com certeza não pode esperar. – colocou a menina no chão – eu já estou indo querida, pode ir enchendo a banheira.

- Sim! Eu tenho que ficar muito bonita hoje mamãe lembra?

- O que tem hoje que você não me contou filha? – Severus interiormente se sentia traído por ser o último a saber das aventuras da primogênita.

- Ah eu me esqueci de te contar papai! Hoje na escola nós vamos fazer uma visita ao hospital, e então eu vou poder ver aquele monte de coisas legais que eles fazem lá e depois a vovó Eileen vai me buscar por que nós vamos passar o dia fazendo um monte de coisas legais, vamos andar a cavalo, tocar piano, cuidar das plantinhas do jardim e depois nos vamos visitar a vovó Molly que vai fazer biscoitos.- terminou jogando os bracinhos pro alto e uma explosão de alegria.

- Isso é ótimo querida. – Severus disse se abaixando para ficar na altura da filha. – Então é melhor se apressar, tem o dia mais cheio do que o meu hoje.

Severus viu a menina correr em direção a seu quarto para tomar o banho ordenado por Hermione.

- Será que agora você pode me explicar o que aconteceu? – disse seriamente.

- Eu não quero ter essa conversa com Eileem aqui, mais tarde conversamos.

Severus não disse mais nada, fez seu caminho em direção ao próprio quarto para se aprontar para o dia. Felizmente não trabalhava mais em Hogwarts, tinha seu próprio laboratório, então Hermione não teria desculpas para não se sentar e explicar que loucura havia se passado tão cedo. Estava decidido que nada iria adiar sua conversa, então fez algo que o faria um (provavelmente) homem morto, escreveu uma carta direcionada ao Departamento de Execução de Leis do Ministério da Magia, onde Hermione atualmente trabalhava como Primeira- Secretária, uma espécie de promotora trouxa, e na mesma a mensagem de que não iria trabalhar hoje devido a problemas de saúde.

Mandou a carta direto pelo flu, não deixaria sua pobre coruja se aventurar no frio da primeira semana de janeiro. Felizmente ele sabia que Hermione era a favorita da chefe do departamento e era provável que mais tarde sua lareira estaria abarrotada de cartões desejando melhoras.

Bufou e desceu para comer com a família como fazia todas as manhãs. Eileen já estava sentada a mesa quando ele chegou.

- Eillen onde está sua mãe?

- Ela foi trocar de roupa e disse que ia pegar um casaco mais quente pra mim.”Porque lá fora está muito frio e eu não quero que a sua bronquite ataque esse inverno” – disse numa tentativa de imitar a voz da mãe. – Pai diz para ela que não preciso, eu fico parecendo um travesseiro quando ela resolve me encher de agasalhos! -disse com os olhinhos suplicantes.

- Lamento mocinha, mas sua mãe está certa, está bem frio lá fora e você não quer ficar doente hoje não é?- Severus disse olhando por cima de sua xícara de café vendo a menina dizer “ok” mexendo desinteressadamente o mingau à frente.

- No que eu estou certa? – Hermione disse com o olhar um pouco mais suave, trazendo nas mãos um grosso casaquinho vermelho.

- Em me deixar quentinha mamãe, pra que eu não fique doente – disse a menina com o sorriso mais dissimulado que Severus já tinha visto no rosto da filha.

- Eu desisto Eileen, parabéns Severus você ganhou uma companheira de casa. – disse dando uma bronca fingida na filha.

- Eu sempre soube disso – Severus piscou fazendo a filha sorrir.

- Senhora Snape, a senhora Eileen chegou, está esperando na sala – Lyna a elfa domestica anunciou.

- Ah sim obrigada Lyna — Hermione disse depois de um gole de suco – Querida já terminou o café da manhã?

- Sim mamãe.

- Ótimo, então escove os dentes e pegue sua mochila. Sua avó está esperando.

- O que minha mãe faz aqui? Pensei que eu levaria Eileen para a escola e ela só iria buscá-la.

_ Mudanças de plano querido, resolvi passar mais tempo com minha neta, algum problema? – Eileen Prince Snape entrou pela entrada da cozinha indo em direção ao filho. – Como vai querido?

- Olá mamãe. É muito bom ver a senhora, é claro que não há problema, só não a esperava tão cedo. – respondeu devolvendo o abraço a senhora de postura aristocrática.

- Hermione querida como vai? Parece um pouco abatida – perguntou segurando o rosto da nora entre as duas mãos.

- Não é nada Eileen, é só uma indisposição matinal. – respondeu com um leve sorriso.

- Hum, aqueles sanguessugas do seu departamento estão se aproveitando de quem eles tem não é? Eu já disse Hermione, uma carta minha e você escolhe seu cargo e manda aquela bruxa da sua chefe pro...

-Vovó! – a mais nova das Snape chegou à cozinha se jogando nos braços da mais velha.

- Oh olá raio de sol! – pegou a menina no colo – Você cresceu uns bons centímetros desde que te vi pela ultima vez.

- Vovó a senhora me viu semana passada – riu

- É mesmo? Então seu pai lhe deu alguma poção de crescimento – tocou o nariz da pequena.

- Espera isso existe? – olhou com expectativa para o pai.

- Mamãe, por favor eu preciso de algumas horas de sono.

- Ok, não se toca mais nesse assunto. Está pronta?

- Sim.

- Ótimo então estamos indo. – disse puxando o casaco contra o corpo.

- Tchau mamãe, até mais papai! – a garotinha acenou e abraçou a cintura da avó.

-Até mais meu amor. – Hermione ofereceu um beijo com as mãos.

- Comporte-se Leen, e mamãe – disse atraindo sua atenção – Por favor, aparate em um lugar menos suspeito da próxima vez, não há absolutamente nenhuma maneira de explicar como uma senhora apareceu tão rápido em um colégio trouxa.

- Ora Severus, não é como se eu nunca tivesse levado uma criança para escola, não faz muito tempo que você freqüentou o primário. – revirou os olhos sabendo exatamente do que o filho estava falando.

- Mamãe...

- Não comece Severus, eu estava realmente furiosa com seu pai naquele dia.

-Mamãe...

- E também estava gripada, você sabe o quanto isso afeta a magia.

- Mamãe...

- BASTA! – Eileen esganiçou assustando os três do recinto, principalmente as duas damas que não faziam idéia do que os dois Prince falavam — Perdoe -me – desculpou-se completamente vermelha, afinal não era uma mulher de perder a classe. –Vamos logo raiozinho ou você vai se atrasar por causa das besteiras de seu pai.

E com isso girou no lugar e sumiu. Severus teve vontade de gargalhar, afinal ele era uma das poucas pessoas que sabiam tirar sua mãe de seu estado de serenidade, além do mais ele era o único que tinha as armas certas para isso.

Estava pronto para falar com Hermione quando se virou e viu que ela não estava mais no local.

- Inferno sangrento, onde foi essa mulher agora?

- Será que você pode me explicar o que é isso? – uma irritadíssima Hermione lhe questionou.

Severus estava pronto para responder que era só um caso de sua infância que ele usava para irritar sua mãe de vez em quando, se virou e viu um envelope amassado, mas com o visível selo do Departamento de Execução das Leis da Magia apertado firmemente contra seus dedos.

- “Querida Hemione, — ela começou – sinto muitíssimo por seu estado de saúde, espero que não seja nada muito grave, por favor tome o tempo que achar necessário para se recuperar, afinal, sua presença aqui é preciosissima. Felizmente tomei a liberdade de verificar seu trabalho e não surpresa vi que está bastante adiantado. – inspirou fundo – Esperando que esteja bem, Helen Boldwing.”

- Muita gentileza da parte dela lhe enviar um cartão de melhoras não acha? – Severus perguntou sadicamente.

- Eu posso saber quem lhe deu a liberdade de interferir no meu trabalho? E não negue Severus, eu sei que você tem tudo haver com isso. – Hermione estava visivelmente tentado se controlar ao máximo.

- Eu tenho toda a liberdade de fazer isso Hermione, eu sou seu marido, me preocupo com você e a senhora me deve uma explicação do que houve hoje cedo. – gritou de volta.

- Você me ouviu falando com sua mãe, foi só uma indisposição matinal, nada mais.

- Não insulte a minha inteligência Hermione, você vai me contar o que está havendo e vai me dizer já. – quando viu, já a tinha com o braço envolto por sua mão e gritado com ela.

Hermione olhou para seu braço, sabendo que ficaria marcado. E quando percebeu já tinha lágrimas nos olhos. Esperou tanto tempo para ter essa conversa tão delicada com o marido, semanas na verdade, quase um mês. Não era primeira vez que se sentia mal daquela maneira, era apenas a primeira vez que fazia isso na frente dele. Afinal, ele havia passado os últimos dias trancado em seu laboratório fazendo poções e mais poções para aqueles que lhe encomendavam, principalmente o próprio St. Mungus, graças a epidemia de gripe mágica que havia chegado junto do inverno.

- Tudo bem, me desculpe pelo jeito que eu agi mais cedo é só que – sentiu a garganta fechar e os olhos arderem em lágrimas.

- O que? – disse em expectativa.

- Eu não tinha certeza de como eu ia lhe contar, nós nunca havíamos conversado sobre isso, e foi tão de repente, eu não queria que você ficasse com raiva... – Hermione disparou falando tudo de uma maneira tão rápida, incoerente e nervosa que Severus começou a esquecer da raiva , deixando a preocupação tomar conta de si. Principalmente quando ouvi a palavra “hospital” ser dita naquela confusão de palavras rápidas.

- Shii – trouxe junto dele – Hermione por favor, esta me deixando assustado garota! – ouviu ela respirar tentando se acalmar, pegou seu rosto com uma das mãos fazendo-a olhar para ele através dos olhos inchados e vermelhos de lágrimas . – Hermione, seja lá o que aconteceu eu quero entender, e te ajudar. Mas eu preciso que você se acalme, isso, agora por favor.

Hermione respirou e tentou um fraco sorriso, bem inseguro na verdade. Trouxe suas duas mãos junto as lábios e as segurou junto ao peito, estavam próximos o suficiente para ouvir as respirações um do outro, o que foi ótimo já que a voz de Hermione não era mais do que um sussurro ao proferir a sentença.

- Severus – olhou em seus olhos – eu estou grávida.

Piscou. Uma, duas, dezenas de vezes, mais rápido do que Hermione poderia contar. Severus sentiu o sangue fugir do rosto e a pressão baixar subtamente.

- Ah meu Deus! Severus, você está bem? – Hermione perguntou abaixando-se na altura da cadeira que o marido havia sentado.

- Grávida? – repetiu ainda sem reação.

-Eu disse, eu sabia que você não... –

Tudo o que ele pode fazer foi se levantar rápido e calar Hermione com um beijo. Merlim! Onde a mulher estava com a cabeça em lhe esconder tal notícia!

- Severus, o que foi isso? Espera, você está sorrindo? – perguntou ligeiramente mais animada.

- Hermione pelo amor de Deus! É claro que estou sorrindo – deu uma gargalhada – Como eu iria ficar zangado? Você vai me dar outro filho – Ergueu-a nos braços fazendo com que seu ventre ficasse na altura de seu rosto.

- Severus, o que você está fazendo? – Hermione perguntou, mas também sorria, de alívio, de felicidade reprimida.

- Dando as boas vindas a meu filho Hermione – Beijou o seu ventre.

-Ele não tem um mês direito. –falou enquanto era delicadamente colocada no chão.

- Venha, vamos conversar no quarto...

E ali estava, no mesmo local onde recebera a notícia. Depois de passar o restante da manhã e toda a tarde em sua cama agradecendo Hermione pelo maravilhoso presente Severus se juntou a sua mãe em uma xícara de chá quando a mesma chegara com Eileen.

- Bom, ela já foi Severus, agora você pode me contar o que houve para estar de tão bom humor? – Eileen perguntou por cima da xícara com os olhos aguçados.

Sua filha havia chegado e logo queria a atenção dos pais, para contar tudo o que havia feito no dia. Hermione riu, pegou a filha pela mão e disse que ela também tinha uma novidade

Severus mal abrira a boca para responder quando um grito agudo o interrompeu junto ao som de pés descendo rápido a escada.

- Papai! Pai! É verdade? Verdade mesmo? – Eileen mal cabia em si de tanta felicidade.

- O que é verdade querida? – a mais velha quis saber enquanto olhava da neta para Severus e Hermione que havia se juntado ao marido num meio abraço.

Eileen olhou para os pais em expectativa, esperando permissão para dar a notícia. Sua mãe olhou e fez que sim com a cabeça.

- Vá em frente meu anjo, conte à vovó – Severus disse sem esconder o sorriso.

- EU VOU TER UM IRMÃO!!! – Disse pulando e batendo palmas. Fazendo com que algumas xícaras levitassem pela falta de controle da magia.

Eileen Snape I mal pode conter as lágrimas nesse momento.

- Isso é verdade mesmo?

- Sim é verdade, eu estou grávida – Hermione respondeu já sendo amassada em uma abraço.

- Oh minha querida estou tão feliz por você! Severus – o abraçou — tenho certeza de que será um pai ainda mais maravilhoso, estou to orgulhosa de você.

- Temos que contar para todo mundo Vovô e vovó Weasley, tio Ron, Tia Luna, Tio Harry, Tia Gina. Oh eu preciso contar para o James que eu vou ter um irmão também e para Roxanne e não posso esquecer do Teddy e Tia Dora e Tio Remus e...

- Acalme-se Eileen, teremos tempo para contar para todos a notícia, por enquanto a senhorita vai para cama

- Mas vovó...

- Sem mais, francamente você fez coisas demais até mesmo para uma criança hoje.

-Suba querida, vá escovando os dentes que logo nos vamos te cobrir. – Hermione disse abaixando para lhe beijar.

- Ok! Até mais vovó, eu adorei nosso dia juntas – abraçou a mais velha

-Assim com eu raio de sol, tenha bons sonhos – beijou-lhe a testa.

- Bom, eu já vou indo. Até mais meu filho e Hermione felicidades novamente e por favor descanse e me deixe a par de tudo, não quero perder nada — pediu enquanto se despedia de ambos.

- É claro Eileen, faça uma boa volta para casa — disse devolvendo o abraço.

Logo depois que sua mãe se foi Hermione foi ver Eileen e foi para o quarto se trocar para dormir, enquanto isso Severus se dirigia ao quarto da primogênita, quando ouviu algo que o fez parar no batente da porta

- Queridos papai do céu , anjinho da guarda e vovô e vovó Granger que também estão no céu, obrigada por atenderem o meu pedido, eu sei que eu pedi meu irmãozinho de Natal, mas não tem problema, talvez estivesse muito frio pra vocês colocarem ele na barriga da mamãe, mas mesmo assim muito, muito obrigada, agora eu não vou ficar mais sozinha. – Terminou e subiu na cama.

Severus estava sem palavras para o que tinha acabado de ouvir. E estava ligeiramente emocionado, mas sorriu e foi ver a pequena.

- Pronta pra dormir? – Disse cobrindo a menina que balançou a cabeça. – Boa noite querida, sonhe com os anjinhos.

- E com meu irmãozinho. – disse sorrindo

- E se for uma menina? – Severus perguntou.

- É um menino, eu sei – disse com o sorriso pretensioso herdado da mãe.

- Tudo bem então, Boa noite Leen – Virou-se para sair.

- Papai? — Eileen perguntou sentando-se rapidamente na cama.

- Sim?

- O senhor me conta uma história?

Severus riu, já não era sem tempo.

- E sobre o que vai ser a história de hoje? – perguntou ajeitando-s e ao seu lado.

- De onde vem os bebês?

O sorriso de Severus sumiu e tudo o que ele pode fazer foi chamar por salvação.

-Hemione? – Chamou sem ver a figura de pé no batente da porta segurando o riso.

- Está sozinho nessa sonserino, pergunte tudo o que quiser a seu pai querida, lembre-se de que ele é um professor. – Disse saindo sem conseguir mais segurar a risada.

“Traidora” , Severus olhou para a menina ao seu lado, olhando cheia de expectativa, esse era o tipo de pergunta que ele jamais estaria pronto par a responder para sua garotinha.

Suspirou resignado – Muito bem então, era uma vez...

Notas finais
Por favor desculpem qualquer erro, mas foi na base da loucura que postei. Ah e aproveito a oportunidade de avisar que logo logo vou atualizar as outras fics, felizmente tenho conseguido acertar a minha vida e pretendo terminar algumas que já passaram da hora de se encerrarem. Opniões são sempre bem vindas!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!