Notas iniciais
Boa Leitura!!

"Me sinto perdida, como se faltasse uma parti muito grande de mim. Não me pergunte o que é, nem eu mesma sei. Desde o dia que saí do hospital não me sinto mais pertencendo ao meu corpo. Às vezes me pego triste imaginando coisas que normalmente não lembro. Tenho sonhos, ou pesadelos, e quando acordo é como se eu estivesse apenas dormido, não consigo me lembrar. Hoje, irei para faculdade, estou nervosa e animada, mais ainda tem coisas flutuando na minha mente, gostaria simplesmente de seguir em frente, me esquecer de tudo em relação ao acidente, mais infelismente nem tudo funciona assim, terei que continuar sentindo."

Rebekah fechou o caderno azul com a caneta dentro e colocou dentro de uma das cinco malas que estava em seu quarto, iria para Nova Iorque e teria um novo começo, uma nova vida.

Já de pé no meio do quarto, Rebekah pegou a bolça que atravessava seu corpo, era de couro branca e com detalkhes dourados E desceu as escadas rumo ao hall da casa. Lá em baixo, Elijah e Klaus estavam sentados conversando, os olhares apreencivos se voltaram para ela.

– Já está pronta? — Elijah perguntou se levantando, Rebekah assentiu.

– Só pega minhas malas por favor? — Ele assentiu e subiu as escadas. — Não vai se despedir?

– No dia em que eu te encontrei na chuva naquela rua, abandonada... — Ele se pausou, se levantou e deu dois passos em direção a ela. — Foi a primeira vez que senti que tinha um coração. Depois que a Donatella morreu eu e Elijah nunca mais fomos o mesmo, então você apareceu e nos trouxe de volta ao que éramos.

– Eu te agradeço todo dia por ter me criado e me transformado nessa pessoa que sou hoje, mais preciso ir, Klaus. — Ela anúnciou, sentindo a emoção tomar conta de si e algumas lágrimas quererem começar a rolar.

– Não quero que me agradeça, quero que continue crescendo e a cada dia mais tem sua tão sonhada via humana, viva, cresça e, mesmo não querendo que isso aconteceça, morra como deve. — Rebekah assentiu, as lágrimas começaram a rolar. — Você é minha irmã Rebekah, nunca esqueça disso.

– E você não esqueça onde eu moro e venha me ver, sempre. — Ela sorriu e o abraçou, um abraço apertado, cheio de carinho e sentimento.

– Ei, também faço parte da família sabia? — Elijah surgiu da porta de entrada, já havia deixado as malas lá e voltado. Rebekah correu até ele e se tacou em seus braços, Elijah a abraçou, tão forte quanto Klaus.

– Vocês esquecem que não sou indestrutível. — Ela reclamou com o aperto, os três riram. — Preciso ir, se cuidem.

– Você é a mais nova, lembra? — Klaus falou, o sorriso irônico brilhava em seu rosto. — Se cuida, e qualquer coisa liga, nós iremos até você. — Ela assentiu e, acomapanhada dos irmãos, saiu de casa indo até o Volvo preto fosco parado na porta da casa, entrou no carro, colocou o cinto e acenou para os irmãos que estavam parados na porta. Agora as coisas mudariam, ela não seria mais a menininha criada por dois vampiros em uma cidade com bruxas, vampiros, lobos e hibridos. Seres sobrenaturais fizeram parte da vida dela inteira, mais agora poderia seguir em frente, guardando os bons momentos e esquecendo-se do resto. Rebekah deu partida no carro e foi dirigindo até pegar a estrada principal. Eram umas sete horas de carro e ela estava muito empolgada. Mal percebeu a moto que a seguia, nela o garoto de capacete preto a observava atento, cuidado do seu caminho e queria continuar assim o máximo que podia, mais não era certo, ela merecia ter uma vida normal e humana, era o certo, ela precisava disso. A moto parou no meo da estrada e viu ela continuar dirigindo até sumir em uma curva.

Notas finais
Gente comentem, mandem sugestões, uma coisa que eu fazia também era as pessoas me mandarem os personagens favoritos e eu montava a web, resumindo aceito sugestões, beijos....!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.