Because I Love You 2 .

3 Agora você vai me ouvir.


Notas iniciais
HEYYY. Adivinha quem recebeu uma recomendação maravilhosa????? Deus do ceu! Quase infarto!! A fic mal começou e voce já que me matar de felicidade ne Pandinhaw??? Deuses! Muito obrigada sua linda muito obrigada mesmo *----* e desculpa não postar o capitulo antes, e que estive sem tempo algum livre! Mas muito obrigada mesmo ! Ta mulier recomponha-se! U.u Antes que vocês pensem que essa titulo é Thalico, desistam não é :v HEUHEUEHUE. OLHA EU AQUI O/// Na correria, nem comi ainda. E to aqui postando *--* Então gostaria de me desculpar, ainda não deu tempo de responder a todos. mas vou tentar agora. Espero que gostem do capitulo e nos vemos la embaixo!

“Annabeth suspirou cansada. Odiava-se por sempre estar certa. Mas tinha acertado novamente, o modo de defesa estava mesmo ativado, e mais forte do que nunca.”

— Annabeth, será que podemos continuar nossa conversa? — Percy perguntou caminhando até ela. — Ah... E oi Thalia.

— Eae Perceu? — A menina sorriu acenando com a cabeça, então voltou os olhos ao celular mais uma vez.

— Não finja que nossa conversa acabou Thalia, você me deve explicações.

— Não. Não devo. Mas parece que o Percy sim, então conversem e sejam felizes! — Thalia desceu da mesa caminhando pelo refeitório. Annabeth suspirou.

— Olha Percy, não tenho tempo para discussões idiotas. Temos um problema mais sério á frente.

— Um problema mais sério? — perguntou incrédulo. — O que é mais serio do que nós dois, Annabeth?

— Muitas coisas devem ser, já que você não quer ao menos assumir que namoramos. — Annabeth encostou-se á mesa cruzando os braços.

— Argh! Por que você não me deixa explicar?

— Estamos conversando há uns vinte minutos, e você ainda não me explicou nada.

— Ta, okay... Então vamos lá. — Percy respirou fundo. — Quando estávamos na sua casa e vi meu pai com sua mãe, eu não falei sobre nosso relacionamento porquê...

— Todos os alunos silêncio! — Dionísio afirmou assim que entrou no refeitório, ele segurava um megafone, e gritou tão alto que quase deixara Annabeth surda. Percy praguejou. — Quíron quer trocar umas palavrinhas com vocês. — Gritou novamente, e todos os alunos levaram as mãos aos ouvidos, mas ao menos a conversa cessou.

— Muito obrigada Sr.D. — Quíron murmurou. Dionísio mexeu em sua gravata vaidoso. — Bom. Todos sejam bem vindos de volta á The Olympians! Espero que continuemos com o mesmo ritmo que estávamos antes do recesso.

— Ou ficarão conosco por mais um ano. — Dionísio acrescentou com seu megafone. Quíron apertou os olhos tampando o ouvido.

— Certo... — Concordou. — Como estava dizendo... Estamos na reta final do ano letivo, faltam apenas alguns meses até as férias chegarem. Portanto todos que estão com notas baixas, ou estão com dificuldades deverão nos procurar na coordenadoria. Pois daqui duas semanas começam as provas finais. — Os alunos murmuravam desgostosos. — É, eu sei... Provas são terríveis. Mas todos tem que fazer, então se esforcem! — Acho que Quíron esperava por gritos animados, mas não aconteceu. — Então... — Pigarreou. — Agora vamos falar de algo que vocês vão gostar, espero. Jason venha até aqui por favor. — Jason caminhou até lá. — Como todos já devem saber Jason e o líder do conselho estudantil. E tem algumas coisas para falar a vocês. Jason...

— Sim. Estou aqui para conversar com todos sobre as brigas que estão acontecendo entre nossa escola e a Roma. — Todo o refeitório explodiu em comentários, alunos murmuravam de todos os lados. — Silêncio, por favor... — Continuaram a conversar. — Silêncio...

— SILÊNCIO! — Sr.D gritou em seu megafone, que chiou fazendo um som agudo tocar por todo o refeitório.

— É... Obrigado Sr.D — Jason agradeceu, falando um pouco mais alto que o normal, seu ouvido apitava. — Bom, queria dizer que isso tem que parar. Por tanto, para que podemos aprender a conviver em paz. As duas escolas saíram em uma excursão no fim da semana de provas. — Mais uma vez o refeitório foi tomado por comentários.

— Não faremos uma excursão com eles! — Um aluno comentou lá embaixo.

— É! — Concordou o outro. — Até porque foi à escola deles quem começou!

— Não interessa quem começou. Isso tem que terminar. Antes que fique ainda mais serio.

— Não iremos!

— Ninguém é obrigado a ir. Todos os alunos que não quiserem, é claro que podem ficar aqui na escola visitando a sala de detenção todos os dias até a excursão acabar. — Quíron sorriu. — Acompanhados do Sr.D, obviamente. — O refeitório ficou em total silêncio, e todos se sentaram novamente. Só o primeiro aluno que comentara continuou em pé.

— E quanto tempo vai durar á tal excursão?

— Seria apenas três dias. Mas o acampamento nos ofereceu uma promoção. 50 % de desconto se fiássemos lá. Por. Uma. Semana. Inteirinha. — Quíron falou palavra por palavra lentamente. O Aluno engoliu o seco e começou a soar, sentando-se novamente. Acho que a idéia de ficar uma semana, preso em uma sala, com Sr.D... Bem realmente era motivo para pânico. — Alguém ai gostaria de ficar aqui ao invés de ir á excursão? — Todos ficaram sem silencio. — Ótimo! Sabia que iam entender. — Quíron sorriu virando sua cadeira de rodas em direção à porta mais uma vez. — É só isso mesmo, desejo a todos um ótimo resto de ano! — Então saiu por ela cantarolando.

— Agora todos para sala! Andem, andem! — Dionísio gritava, e aquele som ensurdecedor mais uma vez soou. Todos os alunos resmungaram caminhando imediatamente, saindo o mais rápido possível de lá.

— Então Annabeth, como estava dizendo. — Percy voltou a olhar para o lado. Mas Annabeth não estava mais ali. — Merda!

( . . . )

— Não sabia dessa tal excursão. — Piper murmurou, mas ainda assim Thalia pareceu escutar.

— Jason comentou algo durante á viajem. Mas não dei muita atenção...

— Será que a Reyna vai estar lá? — Piper perguntou com seu rosto um pouco vermelho. Thalia á encarou com as sobrancelhas arqueadas.

— Ah vamos lá, Piper! Confie mais em meu irmão, ele não deixou de falar de você um segundo se quer durante toda á viajem. Alias. Ele até comentou algo sobre “Finalmente ficar a sós com você lá”. — Ela fez aspas com os dedos. E Piper corou ainda mais. Thalia sorriu passando o braço pelo ombro da amiga. — Não precisa se preocupar, Jason gosta mesmo de você.

— Thalia. Será que pode me explicar o que estava fazendo com Leo agora a pouco? Ou você acha que eu não vi? — Jason chegou com os braços cruzados.

— Bom... Sabe eu encostei meus lábios aos dele. Ai sabe... Depois a língua e...

— Não é isso que estou perguntando!

— Ah, então o que quer saber? — Ela sorriu inocentemente.

— Por que agarrou ele de repente?

— Estava com saudade, horas. — Sorriu novamente.

— Não se beija namorados alheios só por estar com saudade Thalia!

— Ah! Deuses! Como assim ele tem namorada?! — Ela nem se esforçou para ser convincente.

— Não se faça de desentendida!

A menina suspirou.

— Olha Jason, você devia se preocupar com sua própria vida, sabe, com seu próprio relacionamento. — Thalia apontou com a cabeça para Piper. Jason franziu a testa.

— O que?

— Piper. — Thalia pigarreou. — Reyna. — Pigarreou novamente. — Insegurança. — Pigarreou mais uma vez, e Jason arregalou os olhos encarando a namorada. Piper não parecia entender do que os dois estavam falando.

— Ei vocês ai, venham logo! — Sr.D gritou.

Thalia piscou para o irmão.

Fui. — Saiu, deixando os dois á sós.

( . . . )

Calypso corria sem rumo algum em mente, só queria ir longe o suficiente para não ser encontrada por ninguém. A imagem de Leo e Thalia se beijando não saia de sua cabeça.

Sentia seu coração pesar no peito, e era como se, seu corpo de repente não tivesse mais forças. Pensou se Thalia teve aquela mesma sensação quando encontrara Nico com ela no quarto...

Sabia o que tinha feito, e sabia que de certa forma o que Thalia fez era justo, mas ainda assim doía, doía muito.

Conseguia ouvir os gritos de Leo pela escola, mas não queria encontrá-lo, só a idéia de vê-lo agora lhe causava enjoo. Correu e encontrou-se de frente a porta da escola, empurrou-a com toda sua força e desceu rapidamente os degraus enquanto passava as mãos pelos olhos tentando enxugar as lagrimas que já os molhava completamente. Por um segundo descuidou-se e escorregou no degrau, seu corpo inteiro arrepiou e ela fechou os olhos já esperando pelo impacto.

— Ei. — Um braço a segurou antes que caísse de cara no chão. — Mais cuidado ai loira.

Calypso subiu seus olhos e a vontade de chorar retornou no mesmo momento. Virou-se agarrando Nico com toda sua força.

— Ni-Nico...

— O que foi? — Perguntou preocupado abraçando-a também.

Calypso pensou em falar toda a verdade “Thalia agarrou o Leo na frente de todos!” Mas imediatamente pensou no quanto aquilo machucaria seu amigo. Ele já havia sofrido tanto por Thalia. Não queria ser a causadora de mais dor.

— Nada eu só... Se importa em ficar aqui comigo? — Fungou afundando o rosto no peito do menino, enquanto o abraçava com toda sua força.

— Claro que não. — Nico murmurou descendo aos poucos levando a menina junto, sentando-a na escada, alisando sua cabeça carinhosamente. — Não queria entrar hoje mesmo. — Sorriu. Calypso deu um pequeno sorriso também, fechando os olhos e tentando parar de chorar.

— Calypso! — A porta se abriu de súbito e um Leo com total cara de desespero saiu por ela. Mas assim que viu Nico, sua expressão mudou completamente. De desespero para raiva. — O que você está fazendo? — Perguntou enfurecido descendo rapidamente os degraus. — Solta ela!

Nico o encarou com desinteresse, voltando a acariciar os cabelos da menina.

— Não ouviu o que falei?! Solta ela agora! — Leo se aproximou mais.

— Não.

— O que?

— Não vou solta-la até ela pedir por isso.

Leo rangeu os dentes.

— Você está testando meu alto controle?

— Sinceramente, você não me assusta nem um pouco. — Nico sorriu.

— Está se vingando por acaso? — Leo cerrou os punhos, e Calypso arregalou os olhos afastando-se de Nico no mesmo momento.

— Leo já chega!

— O que quer dizer com me vingando?

— Leo! — Calypso gritou posicionando-se na frente do menino. — Já chega, vai embora daqui!

— Não Lipso, agora estou curioso. — Nico se levantou, seu olhar estava mais que assustador. — Me diga Valdez.

Leo engoliu o seco recuando um passo.

— V-você está querendo se vingar por causa da Thalia?

Nico sorriu cético.

— Do que está falando?

— Leo saia daqui agora! — Calypso gritou empurrando o peito do menino. Ele cambaleou para trás, seus olhos estavam marejados, sua boca se abriu e fechou algumas vezes, mas não falou nada. Virou as costas e subiu as escadas novamente voltando à escola.

Nico ia atrás dele, mas Calypso o impediu puxando-o pelo pulso.

— Por favor, só ignore isso. — Pediu.

Nico suspirou então voltou a encarar a menina.

— Okay... Você não vai entrar hoje vai? — ela negou. — Que tal darmos uma volta?

( . . . )

Thalia não fazia idéia de qual seria a próxima aula, mas tinha certeza absoluta de que precisava de nota. Ficara quatro meses afastada da escola por conta do acidente. Nesse momento caminhava até a coordenadoria assim como Quíron sugeriu que fizesse. Chegou em frente á porta, e bateu na mesma duas vezes. Logo uma voz gritou “Entre” e assim ela fez.

— Licença...

— Ah, Thalia! Já esperava que viesse. Sente-se, por favor. — Quíron apontou para cadeira.

— Não, tudo bem eu... Prefiro ficar de pé.

— Por favor. Eu insisto.

Thalia suspirou sentando-se.

— Okay.

— Bom, como você deve imaginar, sua situação está bem ruim... — Quíron vasculhou alguns papeis. — Mesmo que tire nota máxima em todas as provas, ainda assim não seria o suficiente para passar de ano.

Thalia parecia nervosa.

— Mas... N-não posso repetir.

— Não precisa ficar nervosa, criança. — Quíron sorriu gentilmente. — Já tenho uma solução.

— E qual seria?

— Bem, se você se juntar a algum clube aqui da escola, acho que posso lhe dar alguns pontos.

Thalia sorriu.

— Serio? Muito, muito obrigada, Quíron de verdade eu... Nem sei o que eu faria se repetisse de ano, isso atrasaria toda a minha vida.

Ele sorriu novamente.

— Não foi nada.

— Certo. Então me juntarei ao clube de basquete.

Quíron remexeu-se desconfortável.

— O que foi?

— Todos os clubes estão completamente lotados, com exceção de um. Esse que está com falta de pessoal...

— E qual seria?

— Clube de teatro.

Thalia arregalou os olhos.

— Ah não. Tudo menos teatro!

( . . . )

— Piper... — Jason caminhava de mãos dadas com a menina pelo corredor, por sorte eles teriam a primeira aula juntos.

— O que?

— Você ainda... Sente-se ameaçada quanto a Reyna?

Piper corou.

— Bom... Ela é muito bonita, sabe, e vocês parecem ser bem próximos.

Jason sorriu.

— Ela é mesmo linda, não é? — A menina apertou sua mão com força lhe lançando um olhar ameaçador. — Estou só brincando! — Jason murmurou sorrindoas ainda assim ela não parecia convencida daquilo.

— Sabe quem eu acho muito atraente?

Jason franziu a testa.

— Quem?

— O meu ex namorado. — Ela soltou sua mão.

Jason levou alguns minutos para entender o que a menina falou.

— Ei! Estou só brincando! — puxou-a pela mão novamente. — Quer dizer... Reyna é linda sim... Mas você é muito mais.

Piper sorriu.

— Mesmo?

— Mesmo... — Jason lhe deu um beijo na bochecha. — E não precisa se preocupar, quando fomos para a excursã, mesmo passando algum tempo com ela, meus pensamentos sempre estarão em você. — Piper sorriu feito uma idiota sentindo seu rosto esquentar. — Não precisa se sentir ameaçada. Okay?

Ela assentiu dando-lhe um selinho, e os dois seguiram a sala de aula.

( . . . )

Annabeth sentia-se nervosa. Precisava falar com Nico o mais rápido possível e lhe explicar a situação. Mas ele havia desaparecido.

Falando em desaparecer... Annabeth lembrou-se que deixara Percy sozinho no refeitório mais cedo. Por mais que se fizesse de durona, era difícil olhar para Percy e não poder beijá-lo, não poder abraça-lo ou ouvi-lo dizer algo idiota, ainda mais, depois de ficar tanto tempo assim longe dele.

— Calma Annabeth... — Murmurou sozinha, respirando fundo. — Você ficou um mês longe dele, pode ficar mais um, certo?

— Errado. — Percy murmurou puxando a cadeira, colocando-a ao lado dela, sentando-se ali. — Olha só! parece que temos uma aula juntos. — Sorriu de lado. — Agora você vai me escutar.

( . . . )

— Não, teatro não, eu... Não gosto de atuar.

— Não? — Quíron arqueou uma das sobrancelhas.

— Está insinuando algo?

— O que? Claro que não...

Thalia suspirou.

— Eu, não sei... Atuar é embaraçoso.

— Bem, você tem o direito de recusar Thalia. Mas se não fizer, com toda a certeza repetirá de ano.

Thalia afundou o rosto nos braços. Não podia repetir o ano, isso atrasaria sua faculdade e com toda a certeza complicaria todos os seus planos.

— Tá... Okay. — Murmurou derrotada. — Eu aceito.

Quíron sorriu animado, fazendo umas anotações.

— Ótimo! Sabia que ia entender!

— Já posso ir?

— Sim, claro.

— Okay. — Thalia se levantou caminhando até a porta. — Quíron? — O chamou.

— Sim?

— Muito obrigada. — Agradeceu novamente, então saiu da sala.

— Olha veja só... — Uma voz murmurara ao pé de seu ouvido, Thalia sentiu seu corpo arrepiar. Olhou mais que imediatamente para trás.

— Luke?

— Eu mesmo. Por que você sempre faz essa pergunta, em? Isso não é novela... Sabe se é meu rosto, quer dizer que sou eu. — Thalia revirou os olhos. — Então quer dizer, que Thalia Grace está por um fio?

— Olha, eu não sei se você soube... Mas eu sofri um acidente e tal... Fiquei em coma por algum tempo.

— Soube que você beijou o Leo.

— Poxa... Isso tem tudo a ver com o assunto. — Thalia arqueou as sobrancelhas. — E como as coisas se espalham rápido nessa escola, em? Da próxima vez falarei sobre sua tara por cosplay. — Ela sorriu, Luke sorriu também.

— E eu sobre a sua por armários.

Por um momento o olhar de Thalia ficou distante até mesmo sua expressão mudou.

— Aposto que está se lembrando daquele dia, não é?

— Qu-que dia? — Seu rosto ficou um pouco vermelho.

— Do seu primeiro beijo.

Thalia gargalhou.

— É nisso que acha que estou pensando? Desculpa mas não. Você não é assim tão importante para me recordar diariamente.

— Adoro quando você faz isso sabia... Se faz de difícil.

— Você deve ser masoquista, não é?

— E você uma sádica de primeira.

Thalia suspirou esgotada.

— Essa conversa está me cansando. Tenho aula de literatura agora.— sorriu de maneira falsa, acenando com o livro então virou-se caminhando.

— Você já sabe qual acampamento iremos fazer a excursão? — Luke gritou, mas Thalia resolveu ignorar e continuou andando. — Half-Blood, lhe parece familiar?

Mesmo de costas deu para notar que a menina estremeceu.

— Tchau Luke! — Gritou sem olhar para trás, por fim sumindo no corredor.

— Tchau Lia.

( . . . )

— E então. Por que você estava chorando? — Nico perguntou entregando um sorvete a menina, sentando-se no banco a seu lado.

Acabou que resolveram dar uma volta no parque. E gostava bastante daquele em particular, foi ali que contou a Thalia sobre sua briga com o pai, lembrava-se de seu rostinho lindo e corado quando se aproximou dela.

— Leo...

— O que aquele idiota fez?

— Digamos assim que não foi ele... Diretamente.

Nico franziu a testa.

— Então o que ele fez indiretamente?

Calypso fungou dando uma lambida no sorvete.

— Deixe para lá. Mas e você? Por que estava do lado de fora da escola?

— Esperando uma dama indefesa sair para salva-la. — Ele pisou. Calypso sorriu.

Já não se sentia tão mal quanto antes. Era bom poder falar com alguém, ainda mais alguém como Nico que era tão atencioso.

— A verdade...

— Estava criando coragem para entrar.

— Você? Precisando de coragem para entrar na escola?

Nico sorriu de lado.

— Pois é... Thalia, ela, ela está diferente.

— Eu percebi. — A menina murmurou.

— O que?

— Nada...

— Hm... — Nico encostou as costas no banco olhando para o céu. — Eu acho que ela vai mesmo seguir com a promessa de me esquecer.

— Mas e você?

— Eu? — Voltou os olhos a menina.

— Sim, você, o que fara?

— Continuarei a insistir, é claro. — sorriu voltando os olhos ao céu novamente. — Não a deixarei escapar novamente. Se lembra da promessa que te fiz? De me declarar para ela.

— Você ainda não se declarou?! — Perguntou incrédula.

— Ah sim... Mas ela estava dormindo na hora. — Nico sorriu como se a lembrança fosse engraçada.

— Dormindo?

— É uma longa historia...

— Okay... — deu de ombros encostando-se no banco também, encarando o céu.

— Ela adora o céu, sabia? — Nico falou com seu olhar distante. — Acho incrível a forma como ela é fascinada por ele. Seus olhinhos brilham sempre que comenta sobre, e é bem fácil pega-la encarando o mesmo.

— Você se apaixonou de verdade, não é?

Nico sorriu envergonhado.

— Parece que sim.

— Thalia é uma garota de sorte... — Encostou sua cabeça no ombro do menino. — De muita sorte...

( . . . )

— Agora você vai me ouvir.

— Percy, estamos no meio da aula.

— Não importa, eu não consigo mais ficar longe de você Annabeth. Isso está me torturando.

— Não pensei que se importasse.

— Da para parar com isso? Só me escuta.

A loira bufou entediada.

— Olha, meu pai. Ele... Ele nunca se envolveu com ninguém depois que a minha mãe morreu.

— Que eu saiba... Minha mãe não se chama ninguém.

Percy suspirou como se tentasse manter a calma.

— Até encontrar sua mãe... — Continuou — Bem, eu não sabia que era ela, mas ele chegava em casa todo sorridente, comentando em como sua noite foi perfeita. Meu pai ele... Não sorria daquela forma há muito tempo. Eu só fiquei com medo de estragar isso, sabe? Talvez se soubesse do nosso relacionamento eles se separassem e bem, não quero ver ele triste de novo. Mas se você quer falar sobra nós, nada me deixaria mais feliz no mundo do que assumir nosso namoro, Annabeth. — Ele sorriu.

Annabeth sentiu-se uma completa idiota, mas é claro que era algo assim! Percy nunca seria um canalha a ponto de somente usa-la e depois jogar fora. Odiava-se por não ter acredita no menino, ou ao menos escutar o que ele tinha a dizer antes.

— Me desculpa. — Murmurou com seus olhos marejados.

— Tudo bem. — Percy sorriu aproximando-se dela abraçando-a.

— Me desculpa... — A loira fungou retribuindo ao abraço.

— Onnnnw...— Toda a sala murmurou enquanto aplaudia. Annabeth sentiu seu rosto corar, olhou em volta e viu que até mesmo o professor os observava.

— Me desculpe... Eu fiz de novo, não é? — Percy perguntou, envergonhado.

Annabeth negou com a cabeça.

— Não... Eu não me importo mais. — Aproximou-se do menino, beijando-o na frente de todos... Assim como fizeram cinco meses atrás no estacionamento.

Notas finais
Então quer dizer que o Luke tem uma tara por cosplay? HEUEHUE. ( ͡° ͜ʖ ͡°) Os filhos de Atena com certeza entenderam a ligação do acampamento com Thalia e Luke u.u Percabeth tão fofo e doce que tive um ataque de diabetes aqui *-* Bom eu não sei o que falar então fico por aqui... não se esqueçam de comentar em? Até o proximo meus lindos.