Because I Love You .

52 Vai ser pela última vez.


Notas iniciais
HEEY o/ Olha eu aqui!! Sentiram saudade? Eu sei que sim u.u Bom eu queria agradecer a vocês! Chegamos a 500 COMENTARIOS!!! MUITO OBRIGADA SEUS LINDOS SEQSIS DIVOS *---------* AHHHH VOCÊS NÃO SABEM O QUÃO ESTOU FELIZ !!! E já que estou falando de comentários, gostaria de me desculpar pela demora a responder... Olha me desculpa de verdade! Ando muito sem tempo quase morri para escreve esse capitulo! Espero que gostem. AH E OUTRA! Como já devem ter notado, aqui na fic estão acontecendo muitas mudanças. - Ué quais mudanças ? Bom a que você provavelmente notaram é a capa... Que eu mudei, na verdade é a mesma só que com outro efeito e um nomezinho lá... HUEHUEH. A outra mudança e que estou reescrevendo os primeiros capítulos. SE ACALMEM! NÃO IRÃO INFLUENCIAR OU MUDAR A HISTORIA. Só estou melhorando o dialogo e acrescentando detalhes para deixa-la mais bem feita e talz... se não quiserem reler NÃO É NECESSSARIO OKAY? AHH OUTRA COISA! Depois de muito pensar e refletir, resolvi fazer uma segunda temporada mesmo. UÉ POR QUE? QUERIAMOS TUDO AQUI!! Eu também queria, mas ai a fic ficaria muito grande... AH E UMA COISA LEGAL. Nossa segunda temporada terá uma UM TRAILER!! Isso mesmo, estou me matando, quebrando a cabeça, queimando neurônios para caralho para conseguir fazer... mas ta indo HEUHEUHE. É Só isso mesmo espero que curtam o capitulo e fico por aqui o/

Thalia continuou com seus olhos fechados enquanto apreciava a proximidade de seus lábios aos de Nico, e o turbilhão de emoções que aquilo lhe proporcionava. Sua cabeça estava a mil por hora. Tudo o que havia esquecido voltou de uma só vez, cada palavra, abraço, beijo, tudo. Cada momento que ela viveu com Nico voltou como lembrança abalando-a completamente, tanto seu cérebro quanto seu coração. Esse que estava acelerado em seu peito, quase lhe arrancando completamente o folego.

Thalia queria muito que todas as memorias fossem ruins, queria que Nico tivesse sido um canalha deis de o inicio. Mas não foi assim... Só em lembra das coisas lindas que ele lhe dizia, e do jeito que se sentia segura perto dele, o jeito fofo e delicado que a tratava, só em lembrar... Fazia querer beija-lo novamente.

Quando finalmente abriu os olhos, arrependeu-se completamente do feito. Nico sorria a encarando, mas não um sorriso qualquer, um sorriso de felicidade. Thalia queria soca-lo por está feliz e por ter um sorriso tão lindo, queria gritar aos quatro vento o quanto o odiava pelo que fez. Mas não conseguia. E agora que se lembrava de tudo, sentimentos novos surgiram. Estava morrendo de saudade de Nico, só a ideia de está longe dele por pouco mais de quatro meses lhe causava angustia. Queria agarra-lo e beija-lo por horas seguidas. Mas não faria isso... Não erraria novamente, já não aguentava mais! Seu coração já fora quebrado tantas vezes, que é como se nunca tivesse sido inteiro um dia. Thalia faria como antes, não confiaria em mais ninguém, não se entregaria a mais ninguém, daria as costas ao amor. — Afastou-se do menino cortando contato visual.

— Isso, não devia ter acontecido. — Ela levou a mão contra o rosto. — Mas que droga! Por que sempre tenho que agir por impulso? — Suspirou voltando os olhos ao menino. Seu sorriso agora desaparecera completamente.

— O que quis dizer com... Não devia ter acontecido?

— Agora eu... Não consigo parar de pensar no quanto gosto de você. — Murmurou irritada. ;

Nico sorriu novamente. — Mas isso, é algo bom não? Porque sinto o mesmo. Nós vamos resolver isso juntos...

Thalia sorriu cética. — “Isso é algo bom?” “Sinto o mesmo?” “vamos resolver isso juntos?” Você só pode está brincando comigo não é? — Ela o encarou com um olhar fulminante. Nico encolheu-se. — Olha, não sei o que se passa na sua cabeça agora Nico. Mas quero que entenda uma coisa: não existe mais nós. — Ela ressaltou bem o “existe”.

— O que? Mas... Mas você acabou de dizer que gosta de mim.

— Isso não faz diferença...

“COMPATIVEI! COMPATIVEIS!” — O computador alertara novamente. Thalia lhe encarou com raiva caminhando até o monitor e empurrando-o da mesa, o aparelho se fez em pedaços no chão.

— EU SEI! — Ela gritou enquanto passava a mão pela testa nervosa. A luz verde ainda dominando a sala.

Nico estava um pouco assustado, ficou calado somente a encarando e remoendo em sua cabeça o que ela acabara de dizer “Não existe mais nós”.

— Eu não consigo okay? — Thalia falou enquanto andava de um lado para o outro pela sala. — Não consigo mais, eu confiei em você... Eu, — Ela passou a mão pelos olhos. — Droga! Eu me entreguei para você, — Os olhos da menina ficaram tomados de lagrimas. — De todas as formas possíveis... Mas, mas nem assim foi o suficiente.

Nico sentiu seu coração doer odiava vê-la daquela forma. — Foi mais que o suficiente Thalia. — Tomou coragem para finalmente falar algo. — Você é o suficiente... Ou melhor, você é mais que o suficiente, é só... Só o que preciso.

Thalia o encarou com aquela expressão vazia, Nico odiava isso, não conseguia saber o que se passava na cabeça dela. Depois de algum tempo daquela forma ela sorriu novamente, aquele sorriso cético mais uma vez.

— Se sou mais que o suficiente. — Ela zombou. — Por que me traiu?

Aquela palavra foi como um tapa em sua cara. — Thalia... Vou te falar uma coisa, eu não me orgulho disso... Mas vou falar ainda assim. — Ele suspirou. — Antes de conhecer você... Eu, bem, eu pegava muitas garotas.

— O que quis dizer com “ Antes de me conhecer”? Você continuou pegando muitas garotas Nico. Preciso te lembrar que me traiu?

Double kill.

— Não! Olha foi um erro, depois que conheci você eu... Senti algo estranho, não tinha mais a necessidade de ficar com outras garotas, só em está ao seu lado me deixava satisfeito. Eu, pela primeira vez, me senti completo.

— Poxa que bom que servi para algo. — Thalia murmurou.

Nico suspirou. — Você está ignorando tudo o que eu digo?

Ela ficou o encarando sem dizer nada, seus dedos batiam inquietos contra a mesa.

— Não consigo ignorar o que sinto por você. — Ela disse e Nico teve certeza de que Thalia estava ignorando o que ele dizia, ela conversava sozinha ali, nada que ele falasse adiantaria, nada mudaria sua opinião. Estava sendo julgado como em um tribunal, aqueles olhos azuis faiscavam analisando-o a todo o momento. Nico abriu a boca para falar mas Thalia continuou. — Eu queria muito poder de odiar, mas quando olho para você... Só consigo lembrar do passado, só consigo pensar no quanto gostava de você. E no quão sexy você está com essas roupas. — Ela mordeu seu lábio inferior.

Nico arqueou uma das sobrancelhas, aquilo inflou seu ego. Mas serio... Thalia era bipolar.

— Argh! — Ela praguejou bagunçando os próprios cabelos. — E eu sei que se ficar aqui nessa sala por muito mais tempo vou agir por impulso novamente... Mas, uma parte de mim quer isso, quer que eu perca o controle completamente e realize tudo o que eu quero a mais de um mês. — Nico arregalou os olhos, aquela conversa não estava assim tão ruim... — Mas minha outra parte, quer que eu corra daqui, quer que eu te esqueça. — Ela observou a porta, e os pensamentos de paz de Nico desapareceram no mesmo momento, ele sentiu seu coração pesar. — Mas... — Thalia voltou os olhos a ele. — Mas sei que não ficaria em paz... Não. Eu preciso terminar isso. Não posso fugir desta vez.

Nico engoliu o seco sentindo o desespero tomar seu coração. — O que quer dizer com terminar?

— Eu sei um jeito de deixar meus dois lados satisfeitos. — Thalia caminhou em sua direção novamente ignorando completamente a pergunta. Ela parou a sua frente aproximando o rosto do dele, Nico pensou que ela o beijaria, mas Thalia seguiu em frente até está com os lábios próximos a seu ouvido. — Quando sai daqui. — Ela sussurrou. — Vou odiar você, e esse meu lado que ainda te ama, vou simplesmente ignora-lo. Não vou me aproximar de você ou falar com você... Vou esquecê-lo, e meu passado com você... Vou simplesmente fingir que ele nunca existiu. — Cada palavra que Thalia dizia era amolada como uma faca, e ia rasgando e cortando o coração de Nico por completo.

— Mas... Não você, você não pode Thalia, por favor tente me ouvir. — Nico estava desesperado.

— Xiii... — Ela murmurou colocando seu dedo indicador sobre os lábios do menino. — Não adianta, não mais... — Continuou a sussurrar. — Mas como disse, vou deixar meus dois lados satisfeitos. — Thalia sorriu o sorriso mais lindo de todo o mundo. — Antes de tudo... Eu preciso disso... — Murmurou juntando seus lábios aos dele mais uma vez.

Nico estava completamente perdido. Seu coração doía, mas parecia feliz ao mesmo tempo. Os lábios da menina separam-se dos seus e ele pode ouvir sua respiração ofegante, — Como até a respiração dela podia ser tão sexy? —Thalia recuperou o folego e logo o beijou novamente, suas mãozinhas leves e delicadas, subiram segurando o rosto dele, Nico pode sentir seu corpo ser pressionado contra a parede novamente quando a menina ficou na ponta dos pés. Ele suspirou. Queria brigar com ela, queria se separar e voltar a discutir, mas aquela paz invadiu seu coração, aquela paz que só sentia ao lado dela. Todos seus problemas pareciam tão superficiais e idiotas quando estava com Thalia. Nico não pode resistir, seu corpo se moveu sozinho entregando-se completamente.

As mãos desceram escorregando por aquela cintura perfeita que Thalia tinha, ele segurou ali delicadamente enquanto sentia um sorrisinho formando-se nos lábios da menina, não pode deixar de sorrir também.

— Senti sua falta. — Sussurrou assim que se separaram.

O rosto de Thalia ficou vermelho. — Cale a boca. — Exigiu voltando a beija-lo.

Agora com mais voracidade, suas mãos seguraram forte a nuca dele, puxando ali, trazendo para perto. As mãos de Nico apertaram com mais força sua cintura e Thalia suspirou. Ele separou seus lábios dos dela por um segundo, só para desferir uma mordida nos mesmos enquanto suas mãos escorregavam pela cintura dela. Descendo por todo seu corpo até apertar com força sua coxa dando-lhe impulso para cima. Thalia entrelaçou suas pernas á cintura do menino e seus braços ao pescoço dele, voltando a beija-lo. Nico caminhou com ela alguns poucos passos colocando-a sentada sobre á mesa do professor, — Onde antes estava o monitor, — Com delicadeza. Assim que seus lábios se separaram mais uma vez em busca de ar, Nico parou para observa-la um pouco. Seus lábios vermelhos e seus olhos unicamente azuis. Como Nico sentia falta deles. Ele levou suas mãos até o rosto dela, segurando ali trazendo-o para perto e lhe dando um selinho.

— Eu sei que sentiu minha falta também. — Sorriu.

Thalia ficou vermelha mais uma vez, suas mãos seguraram a mesa do professor. — Só por hoje... — Ela murmurou cortando visual com Nico. — Eu assumo que sim.

Nico sorriu mais um vez. Podia ouvir uma musica tocar bem baixo vindo do ginásio. Era Demons, Do imagine Dragons. Ele segurou a mão de Thalia, tirando-a da mesa, e colocou sobre seu rosto, fazendo-a olhar em sua direção mais uma vez.

— Quando você sentir o meu calor, olhe nos meus olhos. E lá que meus demônios se escondem...

Thalia sorriu de lado. — Não se aproxime muito, É escuro aqui dentro.

Ele devolveu o sorriso levando a mão da menina agora a seu peito, colocando-a sobre seu coração. — Seus olhos, eles brilham tanto, Quero guardar esta luz, Não posso fugir agora... — Nico mantinha um sorriso fraco no rosto, embora seu coração doesse no peito.

— Quando as cortinas se fecharem, Vai ser pela última vez. — Thalia continuou o mesmo sorriso fraco nos lábios.

Nico encostou sua testa a dela fechando os olhos por um segundo, sabia que o que ela dizia era a verdade. Mas ainda assim a ideia de não poder ficar perto dela, lhe assustava, não poder toca-la ou se quer falar com ela... Era como uma tortura. Mas ele sabia que Thalia cumpriria sua promessa assim como fizera com Luke. Ele suspirou sentindo um nó se formar em sua garganta, a musica ainda tocava baixa vindo do ginásio.

— Vou fazê-la mudar de ideia. — Sussurrou. Seus olhos ainda fechados e sua testa ainda encostada a dela. — Vou fazê-la me amar mais uma vez, e confiar em mim...

Nico pode ouvir uma risada desdém sair dos lábios da menina, e ela descansou a testa sobre a sua também, mas não respondeu nada. Depois de alguns segundos assim abriu seus olhos novamente. Observou o rosto sereno da menina, seus olhos fechados e um sorriso doce de lado. Nem um traço de suas antigas feições que eram de tristeza e dor apareciam agora. Voltou a toca-la no rosto e Thalia abriu os olhos lentamente, Nico os observou mais uma vez, o azul brilhava como se cargas elétricas passassem por ele, não conseguia se cansar daquilo... Foi então, que a ficha finalmente caiu, não queria ficar só mais uma noite com ela, queria ficar o resto de sua vida...

— Mas por hora... — Murmurou beijando-a mais uma vez. Thalia pareceu surpresa, mas não se manifestou, retribuiu.

As mãos do menino saíram do rosto dela e desceram até sua nuca, onde ele puxou delicadamente fazendo-a lançar a cabeça para trás. Um gemido baixinho fugiu dos lábios da menina e suas mãos apertaram com força a mesa. Nico desceu uma trilha de beijos por seu pescoço, enquanto sua outra mão descia pelo corpo dela, infiltrando-se em seu vestido, apertando suas coxas com força. As mãos de Thalia apertaram com ainda mais força a mesa, a língua do menino revelou-se atrevida encostando-se a sua pele lambendo aquela área de seu pescoço, fazendo o corpo dela arrepia-se por completo.

— Vou fazer você se apaixonar por mim mais uma vez. — Sussurrou com os lábios próximos ao ouvido da menina. — Começando agora... — Desta vez Thalia não sorriu, seu rosto parecia tenso e estava mais que vermelho.

A mão de Nico desceu da nuca dela, passando por seu pescoço e tocando delicadamente seu ombro, escorregando a alça do vestido por ele. Seus lábios aproximaram-se daquela área e beijaram delicadamente ali, enquanto sua mão continuava a descer a alça do vestido. Nico pode ouvir a respiração da menina se tornar pesada, e seu coração acelerar. Sorriu discretamente e continuou o que fazia. Quando as duas alças já estavam lá embaixo, voltou a se aproximar dela, beijando-lhe os lábios mais uma vez. Thalia novamente retribuiu, suas mãos soltaram a mesa e subiram um pouco tremulas ao colete do menino, onde ela abria vagarosamente os botões.

Nico sorriu encantado. — Que fofo... Você está nervosa? — Sussurrou com a voz rouca próximo ao ouvido da menina, enquanto subia a mão pela coxa dela, tocando em uma parte bem sensível.

Thalia fechou seus olhos com força. — E-eu bem...

— Você?... — Nico voltou a passar a mão pela menina.

— Não me lembro perfeitamente do que fazer! — Ela respondeu de uma só vez, por conta de um arrepio que tomara seu corpo.

Nico parou e observou o rosto de Thalia assumir uma cor rubra.

— Minhas memorias estão um pouco embasadas ainda...

Ele sorriu mais uma vez. — Está tudo bem... Vou te ensinar novamente. — Sussurrou afastando-se um pouco dela suas mãos foram até seu colete e ele o desabotoou com facilidade, tirando-o e jogando em uma das mesas que tinha na sala, logo em seguida levou suas mãos até a camisa, desabotoando-a vagarosamente enquanto mantinha seus olhos fixos nos de Thalia, ela simplesmente observava a cena, não sabia que Demons daria uma ótima musica para striper, se bem que ela mal prestava atenção na musica. Nico finalmente desabotoara sua camisa, tirou-a lentamente de seu corpo jogando-a para trás e aproximou-se novamente da menina posicionando-se entre suas pernas, apoiando os dois braços na mesa encarando-a de perto.

Thalia observou o físico de Nico mordendo o lábio inferior. De acordo com suas lembras Nico não tinha tanquinho... Mas ela adorou a novidade. Sorriu maliciosamente inclinando seu rosto e beijando o menino, enquanto suas mãos desciam arranhando seu peito. As mãos de Nico continuaram a descer pelo corpo da menina tirando-o dela o resto do vestido, assim que o fez as mãos de Thalia soltaram a mesa e foram imediatamente contra seu seios, Nico se afastou um pouco assustado. Mas logo em seguida arregalou os olhos encarando aquilo: Thalia sentada na mesa do professor, suas pernas ligeiramente abertas e seu rosto corado enquanto segura os próprios seios... Okay, cadê uma câmera quando se precisa?

Thalia sorriu. — Por que sempre tem que me encarar assim? — Aquelas palavras o trouxeram de volta a realidade.

— Você não sabe... O quão erótico isso é.

Thalia gargalhou jogando a cabeça para trás.

— Mas que bom saber... Então disso você lembra? — Ele sorriu aproximando-se dela mais uma vez.

— Vagamente... — Respondeu dando de ombros.

— Oh vagamente?

Thalia assentiu manhosa.

— Então vou fazê-la lembrar de tudo... — Levou suas mãos até os braços dela puxando-os delicadamente para frente descobrindo seus seios.

— Há Deuses... É hoje que eu enlouqueço.

Thalia sorriu novamente. Nico aproximou seu rosto deles enquanto sentia o cheiro de Thalia por toda parte.

— Você cheira tão bem... — Murmurou passando os lábios delicadamente por eles, as mãos da menina apertaram a mesa.

— V-você acha?

— Ah sim... — As mãos de Nico escorregaram por sua cintura. — Sim... Acho. — Continuaram a descer até tocar a intimidade da garota lentamente ainda sobre a calcinha. Thalia arfou apertando a mesa com ainda mais força. — Para falar a verdade... Sempre quis saber como você cheira a morangos. — Sussurrou contra os seios da menina fazendo-a se arrepiar.

— M-Morangos?

Ele assentiu contornando-os com sua língua, enquanto sua mão infiltrava-se a calcinha da menina.

— Isso não parece me-me-meio. — Thalia parou de falar arranhando a mesa, um som agudo escoou pela sala. — Im-Impossivel?

— Tão impossível quando me amar mais uma vez? — Sussurrou enquanto seus dedos mexiam-se habilidosos acariciando a intimidade da menina.

— Isso não vai aconte-...

Nico mordeu delicadamente um dos seios dela enquanto penetrava um de seus dedos na garota. Thalia gemeu, dessa vez em alto e bom som, suas mãos apertaram os ombros do menino.

— Xiii... — Ele sussurrou tirando seus dedos de dentro dela e lhe mostrando o quão úmidos estavam, em seguida levando-os á seus lábios chupando-os e sorrindo maliciosamente para ela. — Não é isso que me parece.

Thalia mordeu o lábios inferior, seus olhos azuis ficaram quase totalmente negros tomados pelas pupilas que dilataram diante dos olhos do menino. Ela o puxou com brutalidade fazendo seus lábios se chocarem com força. Lá estava a Thalia que Nico conhecia, com seu jeito possessivo e dominante, um tanto quanto bruto, mas que ele tanto adorava. As mãos da menina desceram pelo peito dele, arranhando-o completamente durante o percurso, continuando a escorregar por seu abdômen e parando no cós de sua calça.

— Parece que se lembrou não é? — Nico provocou assim que se separaram em busca de ar. Thalia não o respondeu, levou sua atenção até o pescoço do menino, lhe mordendo ali enquanto suas mãos tratavam de tirar seu cinto. Assim que finalmente conseguiu Nico segurou as mãos da menina tirando-as dali, Thalia o encarou com a testa franzida.

— Não tenho tempo para preliminares. — Ele murmurou segurando-a pela nuca e lhe beijando mais uma vez.

Seus lábios se tocavam afobados, e suas línguas enrolavam-se uma a outra de uma forma completamente erótica. O ar se fez necessário mais uma vez, Nico separou seus lábios dos dela abrindo o zíper de sua calça e posicionando-se entre as suas pernas. Thalia o observou remexendo seu quadril inquieta. Nico apoiou-se sobre a mesa, estocando vagarosamente. As mãos de Thalia apertaram seus ombros, arranhando-os completamente.

Ele parou um tempo ali, apreciando aquilo, ainda parecia surreal, parecia um sonho... Nico nunca pensou que ficaria com ela novamente.

— Vamos... — Ela se remexeu.

Nico sorriu. — Sempre apressadinha não é Grace?

— Isso é porque você gosta de me provocar Di Ângelo... — Rebateu aproximando-se do pescoço do menino mais uma vez mordendo-o novamente, Thalia pode sentir o corpo de Nico se arrepiar. — Mas eu também sei provocar...

— Há sabe é?

— Claro...

Nico afastou-se dela, voltando mais uma vez, estocando lentamente. Thalia suspirou mordendo o lábio inferior.

— Para com isso...

— Pede direito que eu paro...

Thalia buffou revirando os olhos. — Não vou fazer isso.

Nico voltou a estocar, só que dessa vez com força, tamanha força que fez a mesa arrastar para trás. As unhas da menina arranharam suas costas e um gemido rouco fugiu de seus lábios.

— Pede... — Nico sussurrou subindo suas mãos aos seios dela. Massageando-os.

Thalia suspirou. — Por favor... Para com isso e faz as coisas direito...

Nico sorriu. Uma de suas mãos subiu a nuca da menina segurando seus cabelos puxando a cabeça dela para trás mais uma vez atacando seu pescoço novamente, com beijos, mordidas e chupões, — que com certeza deixariam marca... — Enquanto sua outra mão massageava os seios dela. Voltou a se movimentar estocando lentamente no começo, mas ia aumentando o ritmo aos poucos. As mãos da menina apertavam a mesa, seu coração estava completamente acelerado no peito, assim como sua respiração que estava cada vez mais pesada.

— Mais... — Pediu ajeitando-se sobre a mesa.

Nico obviamente fez o que ela pedia amentando à força das estocadas, a mesa fazia um barulho agudo arranhando no chão. Ele tirou as mãos da nuca dela e segurou seu rosto lhe puxando para um beijo, esse que era difícil de manter, já que sua respiração estava mesmo muito ruim, seus lábios se tocavam rapidamente dando passagem a suas línguas, e logo afastavam-se em busca de ar novamente. Nico podia sentir os gemidos que a menina soltava sendo lançados contra seus lábios, e aquilo só o deixava ainda mais maluco.

Thalia empurrou-o para longe de repente. Nico a encarou assustado.

— Eu gosto de ficar por cima. — Ela anunciou descendo da mesa, caminhando até o menino puxando-o pelos ombros e jogando-o na mesa, ela empurrou Nico até ele esta literalmente encima da mesa, e não só na beirada como a garota estava antes. Ela subiu logo em seguida, passando seu corpo sobre o dele, Nico a encarou por um segundos, os olhos de Thalia mais uma vez estavam quase que totalmente negros, ele sabia o que aquilo queria dizer. Gemeu por antecedência. A menina foi sentando aos poucos, afundando-o em seu interior, enquanto suas mãos desciam arranhando seu peito, que já estava completamente riscado e marcado por suas unhas.

Nico fechou os olhos com mais força, suas mãos foram até a cintura da menina, mas ela as tirou de lá antes que pudesse fazer algo. Nico a encarou com uma careta.

— Sempre apressadinho não é Di Ângelo? — Ela sorriu maliciosamente.

Nico buffou frustrado, seu corpo inteiro queimava, não aguentaria tortura. Era fraco? Sim. Se orgulhava disso? Não... Não queria pedir, mas sabia muito bem o ponto fraco de Thalia.

— Minha morena... Não faz isso.

Ela mordeu o lábio inferior. — Golpe baixo... — Murmurou remexendo-se sobre o menino.

Nico contraiu os lábios para conter um gemido.

— Mas o que posso fazer... Não consigo te torturar, porque estou me torturando também. — Afirmou derrotada.

Apoiou suas mãos sobre o peito do menino, enquanto remexia seu quadril, mas só o quadril, rebolando na ereção dele. Nico deixou um gemido escapar, suas mãos foram á cintura dela no mesmo minuto, ajudando-a com aquilo. Dessa vez Thalia permitiu que ele a segurasse. Entrelaçou seus braços no pescoço do menino beijando-o com voracidade, enquanto continuava com os movimentos, Thalia não se lembrava de ter feito algo como isso alguma vez, mas com toda a certeza não se arrependia de ter tentado. Sentia-se completamente preenchida daquela forma, o menino ia tão fundo e tomava-a completamente por dentro. Thalia sentiu seu corpo arrepiar, e o primeiro espasmo passar por ele.

— Nico...

— Eu já senti. — Falou em um fio de voz enquanto apertava sua cintura. — Pode vim minha morena...

Thalia fechou seus olhos com força atacando seus lábios novamente. Aumentando a velocidade e a força nas quais fazia os movimentos. Subindo, descendo e rebolando no menino.

Geralmente quanto mais ficava com uma garota, mais rápido cansava dela, mas com Thalia era completamente diferente, o sexo ficava melhor a cada vez que faziam.

Thalia sentiu seu ventre queimar, seu corpo inteiro arrepiou, ela separou seus lábios dos de Nico jogando a cabeça para trás soltando um gemido rouco, enquanto apreciava aquela sensação, seu corpo inteiro entrou em exstasse. Ela pode sentir o menino chegar a seu limite logo depois, com um gemido quase tão alto quanto o dela. Thalia voltou sua cabeça para frente, encostando-a ao ombro de Nico enquanto tentava recuperar o folego. Nico passou as mãos pela cintura dela fazendo o mesmo, ficou abraçado á menina enquanto esperava sua respiração normalizar.

— Você pode falar o que for Thalia, mas sei que não vai ser tão fácil assim me esquecer, porque sente o mesmo que eu, isso é mais que atração, maior que paixão... E mais avassalador do que qualquer sentimento que queira inventar. Isso é amor, e lamento por demorar tanto para perceber e para dizer isso... Eu amo você Thalia. — Nico falou tudo muito rápido, sentia seu coração acelerado. Ficou esperando um bom tempo por uma resposta, mas não recebeu nada. — Thalia? — Ele a balançou em seus braços. — Nem uma resposta novamente. Nico suspirou. — Não pode ser. — Afastou o rosto da menina de seu ombro, encarando-a de perto.

Thalia dormia... Isso mesmo DORMIA!

Nico começou a gargalhar. — Só você mesmo... — Murmurou colocando-a deitada na mesa e descendo dela.

Vasculhou pela sala recolhendo todas as roupar que havia no chão, vestiu Thalia novamente. — Com um pouco de dificuldade já que parava de dois em dois segundos para observa-la naquele estado. — Assim que acabou observou-a agora vestida, tão fofa e delicada ressonando sobre a mesa, como se não tivesse feito nada de errado... Tão inocente e encantadora. — Nico suspirou aproximando-se da mesa, ajoelhou-se ali e observou a testa dela. Thalia tinha uma pequena cicatriz ali, provavelmente pelo acidente... Nico só notara a existência dela agora, mas aquilo só a deixava mais linda. — Passou o dedo sobre a cicatriz enquanto tentava digerir tudo o que acabara de acontecer.

Com Thalia era sempre assim, tudo muito intenso e rápido ao limite... Nico era lerdo de mais para acompanhar. Mas ao menos uma coisa ele já entendia. Quando saísse daquela sala, tudo iria acabar, Thalia iria odiá-lo assim como prometera. Mas agora que descobrira seus reais sentimentos por ela, nem ferrando que a deixaria partir, Thalia pode ter feito essa promessa ridícula, mas Nico não desistiria, não assim.

Notas finais
( ͡° ͜ʖ ͡°) Ué? Como assim dois Hentais seguidos? ( ͡° ͜ʖ ͡°) Pois e! dois hentais seguido e se reclamar vão ser três! HUEHUEH . Brincadeira... e que bem, era necessário rolar potarias nesse capitulo. Porque como ele mesmo sugere “ Vai ser pela ultima vez” Bom eu não sei o que falar porque meus neurônios já estão torrados de tanto que me matei para escrever isso a tempo e.e A mas vamos concordar! teve potarias mas foi muito fofo *------* E ME DESCULPEM PELOS ERROS NÃO REVISEI, RELEVEM AI QUE VOU CORRIGINDO AOS POLCOS OKAY? OKAY! GENTE DO CÉU COMO ASSIM CHEGAMOS A 500 COMENTARIOS?!!! Ainda não acredito nisso u.u Gostaria de agradecer a academia... Ops quer dizer. Gostaria de agradecer a vocês! MUIT MUITO obrigada, e vou tentar responder os que faltam agora okay? Fico por aqui até o próximo o/