Because I Love You .

39 Por que não dou uma chance ao amor?


Notas iniciais
Hey povo, vocês devem ta tipo: — O que essa guria ta fazendo aqui tão cedo? E e realmente cedo e.e e que não consigo dormir ai tava no tedio, comecei a escrever umas palavrinhas, e quando fui ver já tinha acabado o capitulo e.e Bom ta ai, espero que gostem e a tia se despede por aqui, até lá embaixo o/

— Eu, me recuso a enlouquecer por ele. — Thalia falava. — Meu mais novo problema agora tem outro nome, Nicolas Di Ãngelo. . .Eu acho que me apaixonei mais uma vez.”

– Mas isso e algo bom não? Qual o problema de se apaixonar Thalia? Quer dizer, o amor abre portas, ele mostra seu melhor lado, mesmo quando achamos que ele não existe. Eu, eu já fui apaixonado. — Seu olhar ficou distante por um segundo. — Seu nome era Artêmis. Eu era completamente apaixonado por ela deis dê o primário, mas tudo aumentou ainda mais quando minha mãe morreu. Ela foi á única que ficou ao meu lado, foi ela quem me induziu a voltar a estudar. Ela foi minha salvação, meu final feliz.

Thalia sorriu. O jeito que ele falava. Era encantador. — Vocês ainda estão juntos?

O rosto de Apolo ficou completamente vermelho. — Não ouviu o que falei? Já “fui” esta no passado.

— Sei, Sei já “foi”. — Thalia fez aspas com os dedos. — Seu rosto corado me diz o contrario.

Apolo pigarreou desviando o olhar. — Como disse o amor e algo bom Thalia. . .

— Você pode ter dado sorte Apolo, mas se não prestou atenção na historia que acabei de contar. O amor nunca me trouxe nada de bom.

Apolo se remexeu na cadeira, inclinando-se para frente e olhando Thalia mais de perto. — Sim, mas pelo que vi o problema foi Luke. . .Você só escolheu a pessoa errada para entregar seu coração.

— Não da pra acreditar. . . — Thalia encarou o teto. — Você simplesmente ignorou minha historia não foi? Luke era meu melhor amigo, acho que foi a melhor escolha do mundo para me apaixonar. Ele era doce, gentil, engraçado. E cuidava de min grande parte do tempo. — Ela suspirou. — Como poderia saber que se tornaria um canalha de uma hora para outra?

Apolo permaneceu calado.

— Se não pude confiar em meu melhor amigo. Porque com Nico seria diferente? — A menina voltou os olhos ao doutor, seu olhar era triste. — Confiei em Luke, e lhe entreguei meu coração, em troca. . .Luke pisou nele. Prove que Nico vai fazer o contrario. Prove que ele não vai me magoar também.

Apolo sentiu seu coração doer. Uma raiva repentina surgiu. Quem poderia ferir o coração de Thalia? Ela era tão. . .encantadora.

— Esse tal Nico. . . Como ele é?

Thalia parou alguns segundos para pensar, e seus olhos por um momento brilharam. — Nico é. . .Diferente sabe. Diferente de todos os garotos que já conheci. Eu converso com ele a menos de uma semana, e é como se nos conhecêssemos á anos. — Ela sorriu. — Ele até me salvou na escola.

— Te salvou?

— Sim. . . Estávamos na aula de ED. Física, todos os alunos deveriam pular do trampolim mais alto da piscina. Era a minha vez, me lembro de subir um degrau por vez, estava a poucos centímetros do chão, mas minhas pernas já tremiam.

— Você tem. . .

— Pânico total de altura. — A menina sorriu. — Mais uma vez o destino tratou de ser irônico comigo, a filha de Zeus tem medo de altura. . .

Apolo sorriu também. Com seus olhos ainda fixo na prancheta.

— Bom, quando finalmente cheguei lá encima o pânico chegou a seu ápice, eu não conseguia pensar direito, não conseguia me mover direito. Os alunos começaram a grita para min pular de uma vez. Então aquilo fez com que eu olhasse para baixo. — Thalia olhou para Apolo. — Sabe aquilo que dizem nos filmes sobre “Nunca olhar para baixo” ? Pelos deuses nunca olhe para baixo ! Foi a pior decisão que já tomei em toda minha vida. Tirando Luke e claro. . .

Apolo abafou um sorriso, não poderia sorrir em um momento serio como esse. Mas Thalia não facilitava.

— Depois que olhei para baixo tudo piorou, minha visão pareceu se dividir em duas, e eu cai sobre o trampolim, mas consegui me segurar para não despencar de lá de cima. Não tinha forças nem coragem para abrir os olhos mais uma vez, nos meus ouvidos os gritos dos alunos exigindo que eu pulasse de uma vez pareciam ainda mais altos.

— Que ótimos amigos. . .

— Eu já não sabia o que fazer, estava sendo tomada pelo desespero, minha cabeça só pensava em péssimas possibilidades. Eu achei que seria meu fim, de verdade, você pode achar idiota, mas eu estava em total estado de pânico. Foi então que ouvi a voz, aquela voz linda e melodiosa que me trouxe de volta realidade. Olhei pra traz e Nico estava lá de pé, sua respiração estava pesada e ele estava ofegante. Mesmo com tanto medo, pude sentir meu coração mais leve. . . De todos que estavam lá naquele momento, ele foi o Único que fora me ajudar, foi o único que notara que eu não estava bem.

Apolo mais uma vez fez anotações.

— Nico me estendeu a mão, e pediu que eu a segurasse. Mas eu o agarrei.

O homem lhe lançou um olhar malicioso.

— Não me julgue! Estava vivendo meu maior medo, acha que eu confiaria em uma misera mão? Claro que não. Eu o abracei com toda minha força. — Thalia olhou para as mãos como se lembrasse da cena, — Ele me olhou nos olhos, e falou que ficaria tudo bem. E aquilo pareceu tão verdadeiro, eu me senti tão. . .segura. Então me perguntou se confiava nele. Eu assenti, sem nem pensar duas vezes. Nico me pegou em seus braços e em uma fração de segundos a Thalia em pânico no trampolim agora estava segura dentro da água da piscina.

Apolo a encarou sorrindo. A expressão dela era tão adorável, um sorrisinho de lado, e suas bochechas estavam levemente rosadas. — E o que aconteceu depois?

A expressão da menina mudou no mesmo memento. A memoria daquele momento lhe veio á cabeça. — Foi á segunda vez. . .

— A segunda vez? . . .

— Sim, foi á segunda vez que flashes invadiram minha cabeça.

Apolo se remexeu inquieto. — flashes?

— Sim, eles. . .eles são como sonhos, sabe? Como se eu vivesse um sonho lucido, como se sonhasse acordada.

— Como assim? O que você viu nos tais “flashes”.

— Eu. . . — O olhar de Thalia mais uma vez ficou perdido e sua cabeça doeu novamente. Ela apertou os olhos. — Eu o vi. Vi Nico, nós dois para ser mais exata. . .nadávamos um em direção ao outro.

— Mas era naquela piscina? Da escola?

A cabeça de Thalia doeu ainda mais. — Não, estávamos em uma casa. Estava á noite. . .uma festa, eu escutava uma musica provavelmente era uma festa.

O olhar de Apolo ficou serio.

Thalia notou sua mudança repentina na personalidade. — Viu ? é estranho não? Isso não e normal. E depois continuou. Sempre que me aproximava dele, minha cabeça pesava e isso acontecia. Imagens e mais imagens passavam por ela a todo o momento. Eu estou ficando louca não estou?

— Thalia isso não quer dizer que esta ficando louca. . .

— Escuto vozes também. Vozes de pessoas. . .E minha cabeça dói, isso só pode ser loucura não é?

Ele mas uma fez ficou calado.

— Me diga o que esta acontecendo, porque e isso que eu sinto. Que sempre que me aproximo dele, me aproximo também da insanidade.

— E-eu não sei ao certo, mas tente se acalmar.

— Pelos deuses você disse “tente se acalmar” isso só faz as pessoas ficarem mais nervosas. Você deveria saber disso!

— Me desculpe e só que. . .Eu não sei ao certo, qual e o nível de frequência desses flashs.

— Geralmente quando eu chegava perto dele, mas hoje aconteceu so em pensar nele, eu quase desmaiei de novo.

— De novo?

— Sim, teve uma vez, que foi pior que as outras. Quando eu segurei a mão dele. Simplesmente desabei no meio do corredor.

— Você chegou a desmaiar?

— Sim, eu perdi minha consciência por algum tempo, e durante esse pequeno intervalo tive um sonho.

— Um sonho?

— É, e Luke estava lá. Nós meio que discutíamos então eu chutei ele nas partes baixas e me lembro de falar algo como “Devo explicações ao meu amigo colorido” .

— Hm, e o que aconteceu depois?

— Eu acordei. Acordei logo depois de pegar a moto no sonho, dirigia para algum lugar, mas não cheguei a ver. Quando abri os olhos Nico estava deitado sobre min.

Os olhos de Apolo se arregalaram e ele pigarreou sem jeito. — Deitado? Tipo. . .Deitado?

O rosto da menina corou. — Não! Não daquela forma, ele só estava com o rosto sobre meus seios. . .

Os olhos de Apolo se arregalaram ainda mais, e Thalia ficou mais vermelha que um tomate. — Se-será que podemos mudar de assunto?

Ele assentiu. — Então o que você acha que esta acontecendo?

— Estou ficando louca, e a única explicação logica.

— Não acho que seja isso, tenho uma suspeita Thalia, mas faltam algumas peças se encaixarem. Acho que você não esta me falando tudo.

— Mas e claro que est. . . . — A menina parou um pouco para pensar, então estalou os dedos. — Mas e claro! O acidente!

— O acidente? . . .

— Sim, eu sofri um acidente, e fiquei em coma durante um bom tempo.

O homem a encarou incrédulo. — Pelos deuses! Como pode se esquecer de algo como isso?!

Thalia sorriu.

— Não sorria de algo como isso ! me explique direito, como foi ? O que aconteceu?

— Tai uma ótima pergunta. Eu não sei o que aconteceu. . .Sabe lembro vagamente de algumas coisas, como a chuva em meu rosto, e também me lembro de acelerar minha moto exageradamente, eu chorava também, estava distraída encarando o céu, e não vi o carro chegar, lembro até mesmo do carro me atingindo. Mas não importa o quanto tente, não consigo lembrar o porquê de chorar daquela forma.

Apolo engoliu o seco. — Eu, eu acho que sei o que pode ter acontecido. . .

— No acidente?! — A menina se levantou em um pulo do divã encarando o homem de perto.

— Não Thalia, o que pode ter acontecido com você, para estar neste estado.

Os dois ficaram se encarando por alguns segundos

— Então diga.

— Amnésia.

— O que? — Ela sentou-se no divã. — Amnésia? Mas isso não faz senti. . .

Ele sorriu sem forças. — Não faz sentido?

A menina encarou o chão em estado de choque. — Mas, mas. . .eu, como assim? — Ela o encarou mais uma vez. — Eu me lembro de tudo. Me lembro de meus amigos, da minha família. Não estou por ai descalça, sem saber o próprio nome.

— Descalça?

— Da pra parar de ligar para as loucuras que eu digo? Olha eu estou nervosa, não vou ficar calculando palavras.

— Se acalma.

— Não consigo me acalmar! Se o que você estiver dizendo for verdade, quer dizer. . .Que não me lembro da minha própria vida? E que eu nunca vou me lembrar?

— Não de toda a vida. . . Olha se só, se acalme. A amnésia geralmente e temporária.

— Mas eu me lembro de tudo!

— E Nico ?. . . — Apolo a interrompeu.

Thalia o encarou sentindo seu coração pesado.

— Você se lembra dele?

— O que esta querendo dizer? — O olhar dela era completamente perdido.

— Estou querendo dizer que é quase provável que você tenha sofrido de amnésia psicogênica.

— Mas o que diabos é isso?

— A amnésia psicogênica, é um tipo de perda de memória de origem psicológica entende? Pode acontecer após algum acontecimento muito traumático, algo que á mente não consegue lidar sozinha.

Thalia engoliu o seco e olhou para baixo apoiando o rosto nas mãos. — Acha, que ó acidente tem algo a ver com isso?

— Não sei, mas eu desconfio que não.

Ela subiu os olhos a ele, seu rosto ainda apoiado nas mãos. — O que acha que pode ter causado isso então? Um acidente e algo bem traumático.

— Mas você se lembra do acidente, Eu desconfio que a causa disso, tenha acontecido ates. . .

Thalia sentia o ar fugir de seus pulmões, sua cabeça mais uma vez doía, era muita coisa para digerir de uma só vez.

— A causa pela qual você acelerava tanto a moto. — Apolo falou e a cabeça da menina doeu ainda mais. Ela pode ouvir uma voz gritando seu nome. — A causa pela qual você chorava tanto. — Continuou o homem, E Thalia gemeu de dor. O barulho do motor da moto estalou em sua cabeça. ­— O que fez você não prestar atenção no transito e ser atingida em cheio. . . — Thalia pode ouvir o cantar de pneus desta vez. — Pare. . . — murmurou. — por favor. . .

— Tente lembrar Thalia, o que aconteceu aquela noite? Porque acelerava tanto mesmo com toda aquela chuva?

— Eu não, eu não sei. . . — Murmurou subindo os olhos a Apolo. — Não sei, mas, por favor, pare. . . — Os olhos da menina estavam banhados pelas lagrimas, sua expressão era de tamanha dor, que Apolo sentiu se coração se partir.

Ele se levantou de sua cadeira e sentou-se ao lado de Thalia no divã, passando seus braços ao redor dela, e lhe puxando para um abraço.

— Me desculpe. — Falou se sentindo a pior pessoa do mundo. — Faz parte do tratamento, mas ainda assim me desculpe.

Thalia afundou o rosto no peito do Homem. E assentiu fungando. Eles ficaram assim por alguns minutos até Thalia se recuperar. — Eu me lembro de um sorvete. . . — murmurou com o rosto ainda encostado a ele.

— Sorvete? — Ele a encarou. — Não e hora de pensar em comida Thalia.

Ela balançou a cabeça. — Não estou com fome, estou falando que me lembrei. Aquele sorvete, eu o comprei em frente a uma casa, a mesma casa que apareceu em meu sonho. . .

— Qual sonho? O de quando desmaiou?

A menina se separou dele. — Não, o sonho que tive durante o coma.

— Você esqueceu falar algo como isso?! — Ele a encarou incrédulo.

Thalia desviou o olhar. — Pare de ser grosso Dr.Harvard. Não tenho culpa de só me lembrar agora.

O homem suspirou cansado. — Okay e o que acontecia nesse tal sonho?

Quando Thalia abriu a boca para falar a atendente nojenta surgiu na porta. Seus olhares se encontraram e as duas fizeram cara de nojo, ela desviou os olhos de Thalia. — Apolo já está na hora de fechar.

— O que? Mas ainda são. . — Ele olhou para seu relógio e seus olhos se arregalaram. — 11 horas? — Olhou para janela, aquele lindo céu alaranjado de fim de tarde se fora. O céu estava completamente escuro e as estrelas brilhavam lá encima.

— Mas vocês não ficam abertos 24 horas? — Thalia os encarou balançando as pernas como uma criança.

— Geralmente, mas hoje nos vamos sair não e popolo? — A atendente agarrou o braço de Apolo.

Thalia abafou um sorriso. — Popolo?

Apolo corou. — Tudo bem Julia, pode ir descendo, eu vou fechar tudo aqui e já te acompanho.

A atendente assentiu e deu um beijinho na bochecha dele, então saltitou até o lado de fora.

Thalia o encarou com seu melhor olhar repreendedor, que para o azar de Apolo era muito bom.

— O que foi?

— O que foi? Ainda me pergunta? Por que vai sair com essa vadia? Enquanto a Artêmis?

Apolo revirou os olhos. — Quantas perguntas deuses! E Julia não é uma vadia, é uma boa garota. . . E sobre Artêmis faz muito tempo que não a vejo.

Thalia revirou os olhos frustrada. — Você me fala sobre os milhões de motivos que o amor tem para ser bom, mas não me da o exemplo. — Caminhou até a porta estava a um passo de sair, mas Apolo segurou seu braço.

— Volte aqui segunda okay? Estou realmente preocupado, quero te ajudar.

A menina assentiu. — Mas por que segunda?

— Amanha e depois estaremos fechados. . .

— Mas que raios de “24” horas e esse?

Apolo sorriu de lado. — Acabamos de mudar para cá. Estamos arrumando tudo ainda. Por isso não tinha espaço na agenda para hoje.

— Então porque me ajudou?

O rosto de Apolo corou. — Porque, você me lembra ela. . .

Thalia sorriu de lado se inclinou e deu um beijinho na bochecha dele. — Tchau Dr.Harvard. Tenha um péssimo encontro. . . — Caminhando até a porta. — Ah! E nos vemos segunda! — Gritou já do corredor. Apolo sorriu encarando seus papeis, por um momento se perdeu em seus pensamentos. . .

~ Como será que ela esta? . . .

( . . .)

Thalia já ia saindo do lugar quando se deparou com um Leo babando nas almofadas dá sala de espera.

~ Ele me esperou esse tempo todo? — A menina sorriu se aproximando.

Se ajoelhou na frente dele, e passou a mão por seu rosto, tirando a mecha de cabelo da frente do mesmo.

Aquela memoria mais uma vez veio a sua cabeça. Leo segurava sua mão com força, à dele estava completamente soada. — Thalia sorriu com a lembrança. — Ele parecia realmente nervoso. E se recusava a olhar para traz. Leo caminhou guiando a menina por entre as arvores, e a levou ao lugar mais lindo que Thalia já vira, ele tentava ajuda-la a estudar para prova, mas Thalia era realmente péssima naquilo.

Se lembrou também do que acontecera pouco minutos após ela finalmente aprender.

Leo segurou sua mão e se declarou para ela. Que por sua vez ficou completamente sem reação, Thalia não se lembrava completamente do resto, mas lembrava de recusa-lo por algum motivo. “Eu posso esperar” — O menino dissera. Mesmo levando um não, disse que não desistiria dela. — Thalia havia se lembrado disso ainda dentro da sala, mas achou que era desnecessário falar a Apolo.

“Eu acho que estou apaixonado por você.” — lembrou-se do que ele dissera e engoliu o seco, não sabia o porquê de recusar um garoto tão legal como Leo. Ele era tão meigo, gentil e incrivelmente engraçado. Já havia a ajudado tantas vezes. Hoje mesmo ficou esse tempo todo esperando até que ela saísse da consulta. — Thalia sorriu mais uma vez passando a mão pelo rosto dele e descendo a seus lábios, por um segundo ela ficou tentada a se aproximar.

Mas Nico veio a sua cabeça, e seu sorriso, e sua voz. Aquela voz rouca, que a fazia ter calafrios. Ela fechou os olhos tentando afastar aqueles pensamentos. Mas como sempre não conseguiu. Logo aqueles malditos flashes vieram a sua cabeça mais uma vez, e aqueles sonho e vozes também, Qual era a ligação disso tudo com Nico? — Ela respirou fundo. — O conhecia á tão pouco tempo, mas já estava a ponto de enlouquecer. Uma parte de Thalia temia profundamente o amor. E mandava ela se afastar de Nico o mais rápido que pudesse, mas ela simplesmente não conseguia. Mesmo temendo ser machucada.

Abriu os olhos e encarou Leo, ele não seria capaz de feri-la seria? E parecia gostar realmente dela.

~ Porque não dar uma chance? — Pensou consigo mesma. — Por que não esquecer Nico e finalmente dar uma chance ao amor? O amor que outro alguém sentia por ela, deixar de ser tão egoísta e só pensar em si. E não era nem um sacrificiu ficar com alguem como Leo. — Lembrou-se do que Apolo falou. “O amor mostra seu melhor lado, mesmo quando achamos que ele não existe”. Ela precisava urgentemente de seu melhor lado.

— Leo? — Chamou o menino, e se afastou um pouco, parando de tocar em seu rosto. — LEO? — Chamou agora um pouco mais alto e o menino acordou em um pulo.

— O que foi?!

— Calma sou só eu. — Thalia sorriu — Obrigada por me esperar aqui. Mas não precisava. . .

Ele se espreguiçou então encarou a menina. — Claro que precisava, não poderia deixar a garota mais linda do mundo ir pra casa sozinha á noite. — Falou sorrindo, mas logo notara o que tinha acabado de falar, arregalou os olhos desviando o olhar. Sentia seu rosto queimar.

Thalia sorriu. — Leo? — Ela o chamou novamente.

Ele continuava a olhar para o lado, suas bochechas estavam quentes, se recusava a olhar para Thalia. — Sim?

— O que acha de ir ao baile comigo?

Notas finais
Estou aqui para avisar mais uma vez. NÃO eu não gosto de one direction, mas esse guri ai e o Leo perfeito u.u Ta agora sobre o capitulo, eu gostei muito dele. Afinal a Thalia ao menos sabe o que tem agora, e esta consfusa sobre o Nico e tal, mas e algo bom não? NÃO HEUEHUE Vocês não contavam com esse final ne? :v Na verdade nem eu contava com esse final, surgiu assim do alem "POW! " Mas e isso ai, espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar e até o proximo o/