Because I Love You .

20 Meu Coração Pertence a Você.


Notas iniciais
Hey Gente olha eu aqui, vocês devem estar pensando, Nossa que rápido, ela sempre demora de posta, e sempre corta os capítulos nas melhores partes, Bom eu estou postando rápido porque . . . Chegamos a 100 REVIEWS !!! Eu to realmente muito feliz, queria agradecer a todos que comentaram, E que favoritaram, e estão acompanhando a fic. Por que pra falar a verdade, quando postei ela, não esperava que tanta gente lesse, e gostasse. Então estou realmente mega feliz, e esse capitulo e totalmente em homenagem a vocês. meus leitores seqsis que comentam Com frequência. E aos que não comentam também por que isso não faz de vocês menos gostosos u.u Mais ser anônimo não e legal, comentem gente. . . custa nada neh ? espero que gostem e nos vemos la embaixo.

“– Se nos conhecemos? Ele é meu namorado.”

Aquelas palavras a atingiram como balas, deixando-a completamente imóvel.

— Ex. — Nico corrigiu tirando as mãos de Calypso de seus ombros.

— Ah... Sobre aquilo? É realmente ruim, mas já superei aquilo, Nico, está no passado.

Thalia sentia seu sangue fervendo dentro das veias, borbulhando. E um mal estar revirava o estomago. Se estava com ciúmes? Sim, e muito.

— É, Nico, ela já superou! Por que não apresenta a escola a ela? — O cinismo era visível em sua voz.

— É uma ótima ideia! — Calypso sorriu largamente e novamente o abraçou. — Por que não me mostra a escola, moreno?

Thalia rangeu os dentes e cerrou aos punhos.

— Espero que aproveitem o passeio. — Girou em seus calcanhares e saiu dali o mais rápido que conseguiu, ignorando os diversos chamados que recebera vindos do menino.

Empurrou as portas da escola adentrando ao lugar novamente, ouvindo-as fechar-se com um estrondo, segundos depois. Assim que estava há uma distância segura foi como se toda aquela raiva sumisse e em seu lugar uma tristeza horrível pairasse, seu corpo ficou tão fraco quanto o Super-homem após ser exposto a Kryptonita. Era como se fosse desmoronar a qualquer momento.

— Eu falei... — Uma voz grave lhe arrancou de seus pensamentos, virou o rosto só para se deparar com Luke, de braços cruzados, encostado em um dos armários. — Falei que ele iria te magoar, só não achei que seria tão rápido.

Thalia bufou.

— Ah, cala essa boca, Luke. — Seus olhos estavam ardendo terrivelmente. — Ou prefere outro chute?

— Ei, calminha ai. Minha intenção é ajudar, não irritar. — Desencostou-se da porta e caminhou em sua direção com as mãos levantadas em sinal de rendição.

Thalia recuou alguns passos conforme Luke se aproximava.

— Você está me irritando muito fazendo isso... — Rosnou, quando suas costas chocaram-se contra os armários e o corpo de Luke parou de frente ao seu.

— Estou, é? — Os dedos dele escorregaram lentamente por seu rosto, enquanto aproximava os lábios dos dela. — Eu te incomodo porque você sente algo por mim...

Thalia nada respondeu, apenas engoliu em seco enquanto seu corpo ficava completamente tenso por conta de toda aquela proximidade, até que Luke se afastou, permitindo-a respirar novamente.

— Mas não vou forçar a barra, quando precisar estarei aqui por você. — Lhe deu um beijo na bochecha e virou-se, caminhando até sumir pelo corredor.

Thalia ainda sentia seu coração inquieto, o peito subia e descia rapidamente devido a respiração acelerada, sua cabeça estava embaçada.

Por que ficou assim tão mexida com a proximidade de Luke?

— Thalia! — Seu corpo travou quando a voz de Nico soou alta e desesperada, vinda da porta.

Por mais que não quisesse olhar, seu corpo era teimoso e o fez sem nem pedir permissão. O coração saltou no peito ao observar o quão ofegante ele estava, os olhos tomados de espanto passaram a exalar felicidade assim que encontraram os dela.

Engoliu em seco e deu as costas ordenando que suas pernas se mexessem novamente. Não queria ver Nico ali, sua cabeça e coração fraquejavam, queria fugir e foi exatamente o que fez. Correu desesperadamente pelos corredores, o que não foi muito já que os coturnos pareciam pesar o dobro em seus pés. Chegou em frente ao armário do zelador e deduziu que seria um bom esconderijo, abriu a porta e entrou de vez, rezando para que ninguém a encontrasse.

Sua oração não foi atendida.

Sentiu seu braço ser puxado e chocou-se contra o peito de Nico com força. Ele nem deixou que raciocinasse direito, já foi a empurrando contra uma das paredes e presando seu corpo contra o dela.

— Têm que que parar de fugir assim de mim, estou cansado de correr atrás de você... — Sua voz estava um tanto ofegante.

— Então devia ter ficado lá com sua namoradinha. — Thalia sentiu-se, se possível, com ainda mais raiva. Quem ele pensa que é para lhe falar algo como aquilo? — Se está cansado por que veio até aqui?

— Porque você é a minha namoradinha. — As mãos de Nico continuaram a pressionar seus pulsos contra a parede. — Eu estou com você, não com Calypso.

Os olhos de ambos encararam-se por longos minutos, as respirações pesadas se chocando e a libido aumentando aos poucos. Thalia rosnou e negou com a cabeça.

— Eu odeio você. — A voz saiu mais fraca do que gostaria, lhe entregando completamente.

Nico sorriu satisfeito.

— Não. Você me ama. — Cortou a pouca distância que ainda existia entre os dois, juntando seus lábios aos dela.

As mãos que ainda estavam sobre seus pulsos, foram folgando aos poucos e assim que teve certeza de que Thalia não resistiria mais, desceu-as de encontro á cintura dela, agarrando com possessividade. A raiva pareceu desaparecer no exato momento em que seus lábios se colaram, Thalia rendeu-se e o agarrou com força nos cabelos, trazendo-o para mais perto.

Já estava completamente imersa naquela maravilhosa sensação que era ter seus lábios junto aos dele, nem lembrava os motivos da briga, ou se tiveram uma briga, na verdade, no momento não saberia nem dizer onde estava. Mas Nico a puxou de volta a realidade assim que quebrou o contato, afastando-se repentinamente dela.

— Ei... — Thalia bufou, ainda incrédula. — Aonde pensa que vai?

Ele não respondeu, apenas caminhou até a porta que ainda estava entreaberta e a fechou, deixando o armário completamente escuro. Thalia ficou perdida, olhou em volta, mas não via nada, somente o breu. Até que um par de mãos segurou sua cintura e um hálito quente chocou-se contra seu pescoço lhe causando arrepios.

— Por- por que trancou a porta? — Sua voz saiu fraca. — Eu não vejo nada...

Mas assim que é bom. — Seus cabelos da nuca arrepiaram-se assim que os lábios de Nico encostaram-se ao lóbulo de sua orelha, onde mordeu levemente em meio ao sussurro.

E naquele momento a Thalia ninfomaníaca atacou novamente.

Virou o rosto e ficou de frente para ele, sentindo o hálito quente e refrescante agora contra sua boca, nem pensou duas vezes antes de beijá-lo da forma mais intensa que conseguia, puxando-o pela gola da camisa e prensando-o contra a parede. Pelo breve segundo em que separou seus lábios para encara-lo nos olhos, arrependeu-se no mesmo momento, aquele sorrisinho convencido e safado estava lá.

— Você me irrita tanto! — Assumiu beijando-o novamente, suas línguas se esfregando uma a outra com vontade, batalhando pelo domínio.

As mãos de Nico escorregaram da cintura de Thalia a sua barriga, entrando pela blusa, causando-a arrepios, subindo pela pele, acariciando até alcançar o sutiã, onde sutilmente apertou.

Thalia gemeu contra seus lábios, tirando de uma vez a camisa que Nico usava, jogando-a para trás sem nem se importa com seu paradeiro. Correu as unhas pelo abdome agora exposto dele, apreciando o calor da pele, sentindo-a arrepiar-se contra seus dedos.

— Depois eu sou o pervertido... — Nico sorriu em meio ao beijo, Thalia se afastou um pouco e o encarou de maneira repreendedora.

— Shh... Você realmente me deixou irritada hoje, Nicolas. — Ficou na ponta dos pés e sussurrou em seu ouvido. — E eu mereço me divertir um pouco. — Colocou sua língua para fora e sutilmente rodeou a orelha dele com ela.

O corpo de Nico tremeu e arrepiou-se, puxou-a para perto atacando sua boca novamente, tentando calar aquela vontade e necessidade louca de beija-la. Era assombroso o quanto tornou-se dependente daquele sabor, e se tinha uma coisa que adorava ainda mais, era quando Thalia ficava daquela forma, totalmente sem escrúpulos.

— Agora é a minha vez... — Murmurou assim que separou seus lábios dos dela por falta de oxigênio, descendo a atenção para o pescoço pálido da menina.

Distribuiu beijos, mordidas e chupões leves pela área, nada que a marcasse, afinal estavam na escola. Suas mãos foram à barra da blusa que ela usava e nem hesitou em tirá-la, suspirando ao encara-la só de sutiã novamente.

Era uma imagem linda, nunca enjoaria.

Abaixou um pouco o tronco e aproximou seus lábios da área, distribuindo beijinhos pela parte que ficava exposta pelo sutiã, escorregando a língua em seguida, arrancando um gemido baixinho de Thalia. Aquilo foi o estopim, aquele gemido, baixo, ao pé de seu ouvido, tirou completamente sua sanidade.

Puxou-a pela parte inferior das coxas e foi deitando-a lentamente no chão, passando seu corpo sobre o dela e voltando a beijá-la. Thalia não ofereceu resistência em nem um momento, pelo contrario, levantou seus quadris em um pedido silencioso para que Nico á livrasse das únicas peças que a mantinha longe de mais contato. E ele obviamente o fez, escorregando os shorts jeans pelas longas e torneadas pernas.

Remexeu-se um pouco e posicionou-se entre elas, Thalia rodeou as pernas contra ele e passou a remexer lentamente os quadris, fazendo-os gemerem ao mesmo tempo. Ambas as intimidades separadas somente pelo fino tecido da calcinha e a calça de Nico.

Separaram os lábios quando já não suportavam mais a falta de ar. Nico levantou um pouco e aproveitou para á observar por um segundo. Os lábios vermelhos, a respiração pesada, os cabelos grudados à testa por conta de uma fina camada de suor, os olhos azuis tomados pelas pupilas negras dilatadas. Thalia era linda.

Não resistiu, teve de tocá-la. Passou a mão por seu rosto lentamente, tentando contar a quantia de sardas salpicadas pelas bochechas coradas e nariz empinado, mesmo que soubesse que seria impossível. Thalia sorriu quando Nico apertou seu nariz e o fez sorrir também.

Ela era tão fofa, e era justamente isso que não entendia, como conseguia acha-la fofa em um momento como aquele?

— Você é linda. — Deixou escapar, fazendo o sorriso dela torna-se tímido, ainda mais fofa que anteriormente! — Não acredito que seja minha...

Thalia suspirou e rodeou o pescoço dele com seus braços.

— E você é um idiota. — Ela sorriu com a língua entre os dentes. — Mas pode acreditar, eu sou sua, completamente sua, Nico. Meu coração pertence a você.

Seu coração pareceu maravilhosamente aquecido, passando a bater completamente acelerado em uma fração de segundos. Não conseguia entender o que ela lhe causava, mas gostava e no momento realmente não precisava saber.

Inclinou-se novamente e voltou a beija-la de uma forma tão desesperada que até o assustou, Thalia sorriu sobre o beijo como se o nervosismo dele á divertisse.

Então ela achava graça?

Mordeu-a no lábio inferior enquanto escorregava sua mão pela barriga da menina, usando somente a ponta dos dedos, fazendo-a contorcer-se e arfar assim que a rodeou no umbigo.

O lábio de Thalia ainda estava entre seus dentes, os olhos abertos encaravam os seus intensamente. Fez uma pausa, um momento de silêncio total enquanto só as respirações espalhavam-se pelo lugar. Até Thalia quebra-lo com um baixo gemido quando o dedo de Nico a tocou sobre a calcinha.

Completamente molhada.

Colocou a calcinha para o lado usando o dedo mindinho e o médio e tocou-a agora diretamente com seu polegar. O corpo de Thalia deu um saltinho e mais um gemido escapou. Sorriu satisfeito antes de tomar a boca dela em mais um faminto beijo e voltar a movimentar seus dedos, agora mais rapidamente, estimulando-a precisamente sobre o clitóris.

As costas de Thalia se arquearam e voltaram ao chão, os quadris se movendo enquanto gemidos eram reprimidos pelos lábios de Nico. Queria escuta-la, queria saber o quão conseguia deixa-la louca, mas não podia correr o risco de alguém passar e notar algo acontecendo ali. Ainda estavam na escola, se forem pegos estariam ferrados.

Porem, ao mesmo tempo em que era perigoso, isso só tornava tudo mais excitante. Nunca se viu fazendo algo assim em um armário de zelador, talvez só em suas mais mórbidas fantasias. Foi então que algo cortou seus pensamentos, deixando-o profundamente desconfortável por algum motivo. Thalia tinha acabado de ter sua primeira vez, transar no armário do zelador parecia algo muito pesado para sua segunda experiência.

Afastou seus lábios dos dela e parou de estimula-la lá embaixo, recebendo um gemido em protesto. Os olhos de Thalia se abriram e seu semblante era de duvida total.

— O que foi? Por que parou?

A voz dela estava tão rouca que fez o corpo de Nico arrepiar, engoliu a saliva acumulada em sua boca e respirou fundo antes de continuar:

— Você quer mesmo fazer isso aqui?

Estava realmente preocupado, quer dizer, uma parte sua queria soca-lo por ser um idiota e deixar passar uma chance como aquela — poderia nunca mais acontecer novamente — mas ainda assim estava disposto, não queria deixa-la desconfortável, não queria magoa-la de alguma forma ou fazer algo que ela se arrependesse depois. Realmente algo em Thalia o movia de forma que nunca alguém havia feito.

O corpo de Nico arrepiou, de cima, abaixo, quando os olhos dela lhe fitaram com extrema malicia e as laterais de seus lábios subiram lentamente, revelando um sorriso deliciosamente lascivo.

— Sabe... — Thalia inclinou-se um pouco até sua boca ficar colada a orelha dele. — Eu acho que sou mesmo ninfomaníaca, porque nunca me senti tão excitada quanto agora, com a ideia de transar com você, em segredo, no armário de zelador enquanto todos estão tendo aula.

Como se respira mesmo?!

Não conseguia acreditar naquelas palavras, ela era mesmo real? Escutara mesmo aquilo? Cadê aquela Thalia fofa e envergonhada de minutos atrás? Não sabia, mas sinceramente, queria que ela não voltasse tão cedo.

Seu dedo voltou a ela novamente, sem pedir permissão alguma, penetrando-a de uma só vez. Não a machucou, era obvio, Thalia estava tão excitada que facilmente entrou. Nico mordeu o lábio inferior e fechou aos olhos gemendo junto a ela quando os dentes da menina cravaram-se em seu ombro completamente exposto.

Os quadris voltaram a se mover novamente, rebolando contra os dedos dele, enquanto as unhas desciam por suas costas. Nico estava a ponto de explodir só em tocá-la, aquilo era loucura. Thalia era uma loucura, suas expressões, seus gemidos, tudo. Tudo nela era completamente atrativo, como aquela garota poderia ser virgem até a noite anterior?

— Che-chega! — Sua voz saiu em meio a ofegadas enquanto ela segurava firmemente o braço de Nico, o impedindo de movê-lo. — Chega dessa tortura, eu quero sentir você... Dentro de mim, por completo.

Nico mordeu o lábio inferior enquanto outro arrepio dominava seu corpo, ás mãos de Thalia desceram apressadas ao cós da sua calça onde ela logo tirou o cinto, jogando-o longe e abrindo ao botão em seguida, descendo o zíper.

Thalia pretendia toca-lo, aquilo era obvio. Mas não queria preliminares, queria senti-la também, o seu calor o apertando deliciosamente, não precisava de mais nada antes daquilo. Tirou a mão dela que já ia entrar em sua cueca e ele mesmo a abaixou revelando seu membro, Thalia prendeu a respiração e mordeu o lábio inferior enquanto o encarava descaradamente.

Nico deu um pequeno sorriso e negou com a cabeça. Aquela garota não podia ser real.

Você é inacreditável. — Assumiu enquanto passava seu corpo sobre o dela, Thalia deu um sorrisinho inocente, como se não estivesse fazendo nada de errado.

As mãos o abraçaram nos ombros e os quadris se remexeram inquietos enquanto olhava para baixo, como se pedisse para que ele fosse logo. Nico posicionou-se entre as pernas dela que logo o envolveram na cintura e olhou-a nos olhos por uma pequena fração de segundos, até que os fechou para beijá-la.

Thalia o retribuiu, sem pressa, sem gana, sem malicia. O primeiro do dia. Era só um beijo de carinho, Nico sentiu seu coração esquentar de maneira maravilhosamente confortável. Moveu seus quadris lentamente e aos poucos foi escorregando para dentro dela, sendo apertado de uma maneira incrível. Fechou aos olhos e reprimiu um gemido assim que entrou por completo.

Pararam de se beijar e encararam-se, Thalia sorriu daquela maneira completamente maliciosa e Nico devolveu da mesma forma. A hora da fofura já havia passado. Moveu seus quadris para trás retirando-se quase por completo e voltou com força, recebendo um alto gemido em resposta. Nico abaixou o corpo e voltou a beija-la em uma tentativa de abafar aos gemidos, sem parar seus movimentos.

As unhas dela desciam por suas costas, subiam novamente e cravavam-se nos ombros, enquanto os quadris também remexiam-se, jogando-se contra ele. Nico tateou as costas dela até encontrar o feixe de seu sutiã e facilmente o abriu, retirando a peça de seu corpo com pressa e jogando-a longe.

Separou seus lábios dos de Thalia e sentou-se no chão, colocando-a sobre seu colo e deixando-a mover-se como bem entendesse, enquanto subia as mãos lentamente pela cintura dela, contornando suas curvas até alcançar os seios agora completamente expostos.

Nico chegou a salivar só em observa-los, passou a língua pelos lábios, os umedecendo e sem tardar mais abocanhou um dos mamilos, chupando-o com força. O corpo de Thalia deu um salto sobre seu membro e a cabeça tombou para trás, mas sem sessar os movimentos um segundo que quer.

Afastou sua boca daquele e passou ao outro seio, abocanhando-o da mesma forma enquanto aproveitava a saliva espalhada pelo anterior para acaricia-lo usando seu polegar e a palma da mão, quando não estava o apertando.

A cabeça de Thalia voltou para frente e ela o encarou enquanto mordia o lábio inferior.

Eu não aguento mais... — Sua voz estava terrivelmente sofrida.

Nico também não aguentava, estava quase no limite. Apertou-a na cintura e ajudou-a com os movimentos enquanto voltava com sua boca aos lábios dela, beijando-a com o resto de oxigênio que restava. Conseguia sentir os gemidos de Thalia contra sua boca, queria tanto os escutar, não poder ouvi-la era um saco, mas teria outras chances.

Os braços dela apertaram-se em volta de seu pescoço com uma força assombrosa e logo Nico sentiu sua intimidade o apertando mais que normal, um urro de prazer ficou preso em sua garganta enquanto movia-se mais rápido tentando aproveitar ao máximo a sensação, Thalia riscava suas costas com força, era visível que ela tentava se conter, estava com um pouco de pena.

Mais algumas estocadas fortes e o corpo dela tremeu por inteiro, convulsionando sobre o seu colo, as unhas cravando-se em seus ombros enquanto lançava um ultimo gemido contra sua boca. Nico não aguentou muito, depois daquele gemido dela era impossível resistir, chegou ao seu limite logo em seguida apertando-a com força na cintura enquanto seu corpo relaxava por inteiro.

As respirações completamente ofegantes manterem-se por longos minutos. Ainda abraçados, os corpos soados e colados um ao outro, se não precisasse voltar para a aula Nico já daria atenção ao seu corpo que voltava a esquentar só em ter os seios expostos dela contra os seus.

— Eu tô sentindo isso... — Thalia murmurou referindo-se a ereção do menino, o que o fez gargalhar.

— Desculpe, juro que não é proposital, mas é difícil controlar com você assim encima de mim.

Thalia desencostou a cabeça de seu ombro e o observou. Os olhos agora no tom natural de azul, claros e ternos, ela deu um sorrisinho e aproximou seu nariz do de Nico, roçando-o contra o dele.

Lá estava ela novamente! Sendo fofa, logo após ser a mais safada de todas.

Seu coração não aguentava daquele jeito, Thalia era dois absolutos extremos. Fechou aos olhos e moveu seu nariz também, no sentido contrario do dela, em um beijinho de esquimó.

— Quer uma segunda rodada?

Arregalou aos olhos e a encarou descrente. Como ela podia dizer aquilo com aquela expressão?

— Isso é serio?

Thalia assentiu ainda esfregando ambos os narizes com aquele sorrisinho meigo nos lábios. Nico sabia que se odiaria por aquilo mais tarde...

— Acho melhor não, ficamos o primeiro horário todo aqui, vão suspeitar de algo.

Maldito seja o bom senso.

Thalia assentiu e afastou seu nariz do dele, virando o rosto e lhe dando um selinho para em seguida se levantar. Nico fez um bico em protesto.

— Volta... — Pediu manhoso, esticando o braço pra ela.

— Ah, você acha que é o único a ficar tentado? Se eu continuar ai, não sairemos daqui antes das férias.

Gargalhou com aquilo. Thalia era inacreditavelmente perfeita. Ficou sentado lá, com cara de bobo enquanto a observava caminhar em busca de suas roupas, completamente nua.

Ai, ai...

— O que você fez com a Calypso? — Ela perguntou enquanto tateava o chão, mas para a tristeza de Nico, aquela parte estava mais escura e não conseguia ver muita coisa.

— Pedi para Leo levar ela pra dar uma volta na escola, tinha coisas mais importantes para fazer.

Conseguiu ouvir a risadinha vinda dela e não pôde deixar de sorrir também.

— Você bem que poderia me ajudar, não é? Ao invés de ficar ai me secando.

Nico sorriu e levantou-se,

caminhando até encontrar o barbante pendurado ao teto, puxando-o e logo clareando todo o lugar.

— Tinha uma luz aqui? — Thalia perguntou incrédula.

— Yep... — Agora sim conseguia vê-la perfeitamente, cada curva, cara sarda, cada marquinha que deixara em seu corpo pálido.

— Para de me olhar assim, Nicolas! — Ela repreendeu com falsa indignação.

Nico novamente sorriu e assentiu, virando-se de costas para ela e começou a buscar suas roupas também. O lugar não era muito grande, mas tinha muitas coisas por ali, encontrara sua camisa dentro de uma lata de lixo, sorte que estava vazia. Vestiu a camisa e fechou o zíper de sua calça, arrumando-se da melhor maneira possível.

— Não acredito que fizemos isso... — Thalia murmurou e Nico gargalhou ao olhar para trás e vê-la com as mãos tampando o rosto. Ela já estava vestida também.

— O que? Essa é a mesma menina que á minutos atrás sugeriu uma segunda rodada? Depois diz que não é ninfomaníaca...

Estava brincando, mas aquela era justamente a reação que temia, não queria ser o causador de algo que a fizesse se arrepender.

Thalia destampou o rosto, revelando suas bochechas vermelhinhas.

— Idiota... A culpa disso é toda sua.

— Minha?

— É! Quem manda ser essa tentação? Assim não dá...

Nico sorriu sentiu-se aliviado em ver que estava tudo bem. Negou com a cabeça e puxou-a para si, a rodeando em seus braços. Thalia era tão pequenininha que parecia perdida em meio a eles.

— Se for assim eu nunca vou te largar, porque você é a pessoa mais incrível que já vi na minha vida. Linda, inteligente, engraçada e incrivelmente sexy...

O rosto dela ficou ainda mais vermelho e um sorrisinho tímido tomou seus lábios.

— Sabe que temos que ir, não sabe?

— Eu sei... mas tá tão bom aqui. — Nico fez um biquinho que Thalia logo tratou de beijar.

— Vamos um de cada vez, okay? Para que ninguém desconfie. — Perguntou e Nico assentiu, mas quando ela virou-se para sair, puxou-a para perto novamente. — O que foi?

— E o meu beijo?

Thalia sorriu e revirou os olhos, ficou na ponta dos pés e o abraçou ao redor do pescoço, iniciando um daqueles beijos maravilhosos onde as línguas pareciam sedentas como se fosse á primeira vez.

— Tá bom agora? — Perguntou contra sua boca.

Nico assentiu enquanto a mordia brevemente.

Ótimo.

O sorriso bobo em seu rosto fez Thalia sorrir também, ela negou com a cabeça e deu as costas, saindo pela porta. Nico suspirou e olhou ao redor, observando a salinha agora vazia, seu corpo arrepiou só em imaginar o que acabara de acontecer ali.

Tratou de logo espantar aqueles pensamentos e pouco depois que Thalia saiu ele foi atrás, seguindo em passos lentos pelo corredor como se não tivesse feito nada de errado.

Mas seria difícil fazer parecer que não tinha feito com aquele sorriso o entregando.

Notas finais
E então ? Aprovaram a reconciliação deles? Gostaram do Gif? Do capitulo ? Então não se esqueça de comentar u.u Serio não se esqueça eu ordeno que comentem, E mais uma vez obrigada a todos que comentam em todos os capítulos vocês fazem essa pessoa aqui muito feliz :3 Esse capitulo foi totalmente dedicado a vocês. . .E ate o próximo o/