Because I Love You .
26 Me desculpe.
Notas iniciais
"– Estamos com medo de um possível coma. . ."
– Não. . . – Nico olhava para baixo em estado de choque. – Não. . . – Ele começa a chorar mais uma vez. Uma sensação de desespero tomou conta de seu corpo. Suas mãos começaram a tremer freneticamente.
Annabeth tampa a boca com a mão seus olhos totalmente marejados, e então finalmente cai em prantos. Percy, que estava se segurando até agora finalmente chorou, puxou a loira para seus braços a abraçando com força. Passou as mãos por seus cabelos.
Jason tremia por inteiro, suas mãos, suas pernas. Ele olhava para o doutor com os olhos sem foco. . .como se seu cérebro ainda não tivesse processado a noticia. E Então Piper se aproximou dele, parando a sua frente e o abraçando, a fixa finalmente caiu Jason chorou. Ele chorava igual uma criança, soluçava, apertando a morena em seus braços com ainda mais força. Dessa vez Piper não podia confortar ele, por que seu estado era tão ruim quanto o do menino.
Leo estava sentado afundando o rosto nas mãos.
O doutor ficou uns minutos em silêncio. – Olha. eu sei que isso deve ser terrível, mas ainda não acabou. . – Ele continua.
Todos olham para o homem com os olhos vermelhos.
– Ela será transferida de Hospital. – O doutor fala pegando uns papeis. – Seu pai, ele já encaminhou um helicóptero pra cá, vão buscar ela e levar para outro hospital.
– Qual Hospital? – Nico pergunta encarando o homem.
– Desculpe garoto, mas, eu não posso falar. Zeus foi bem claro, somente
Jason e Annabeth podem ir.
Piper olhou um pouco triste. Por que ele não deu permissão para ela ir?
– Quem ai é Jason? – O doutor pergunta olhando para todos. – e Annabeth?
– Sou eu. – Jason fala dando um passo à frente.
–É Eu. – Annie fala ficando ao seu lado.
– O helicóptero logo vai chegar, acho melhor esperarem lá encima.
Annabeth e Jason assentiram. A menina vira para Percy e toma seus lábios em um beijo, O moreno retribui. Quando se separam Percy sussurra algo em sua orelha e ela dixa um sorriso de lado escapar.
Piper puxa a mão de Jason antes que o menino ande, e o abraça mais uma vez. Ele retribuiu com força.
– Me de notícias ok? — Ela pergunta limpando uma lagrima que caia pela bochecha do loiro.
Ele assente levantando suas mãos até o rosto da garota, segura com as duas mãos, uma de cada lado, e se aproxima dela lhe dando um beijo. Piper arregala os olhos e sente suas bochechas queimarem, ela apertou com força a camiseta do menino. Retribuindo ao beijo, depois de alguns minutos eles se separam e Jason encarou seus olhos.
– Obrigado. . Por me ajudar, em um momento tão difícil.
– Não foi nada. – Ela sorri docemente, sentindo seu coração acelerado. É da um selinho no loiro soltando sua mão. O menino caminha com Annabeth para dentro das portas do Hospital, deixando Percy Piper Leo. . . E Nico para traz.
– Como assim a Thalia vai ser transferida? Pra onde?! – Nico pergunta assim que conseguiu processar tudo o que aconteceu ali.
– Desculpe garoto não tenho permissão para falar o Hospital já disse.
– Então eu mesmo descubro! – O menino caminha até a porta, mas o doutor o segura.
– Você não pode simplesmente fazer o que quer garoto. Não tem permissão para passar por aqui. Vá para casa. – O olhar do homem, era triste como se visse a dor dentro do peito de Nico. – Você deve gostar muito dessa garota. Eu posso ver isso em seus olhos. . .
Nico abaixou o olhar e soluçou o doutor ainda segurava seu braço.
– O outro hospital e melhor que esse, e só o que posso falar, lá ela vai ter um tratamento melhor, Lá a garota tem mais chances de sobrevi . . .
Nico se solta do homem. – Olha. Eu sou realmente muito grato a você, sei que fez o possível para cuidar de Thalia lá dentro, e sei que o que fez, salvou sua vida. – O olhar do menino ficou serio. – Mas não acabe essa frase. . .Thalia vai sobreviver. – Ele vira as costas para o doutor.
Então passou o olhar pela sala, encarando seus amigos, ou “EX amigos”, Piper é Percy falavam coisas para Leo, tentando confortá-lo, o menino assentia triste ainda olhando para baixo.
Nico estava sobrando ali. Ninguém se importava com o que ele estava sentindo, todos o culpavam por aquilo, e de certa forma Havia mesmo sido sua culpa.
Caminhou em direção a saída suas mãos nos bolsos, e lágrimas insistiam em cair de seus olhos. – Ninguém parecia sentir sua falta dentro daquela sala. – Caminhou até estar fora do Hospital, andou mais um pouco pela calçada. A noite estava divina, a lua brilhava dominando o céu, e o mesmo estavam cheio de estrelas. Nico pode ouvir o barulho de um helicóptero se aproximando, ele procurou pelo céu, até encontrar-lo brilhando lá encima cada vez mais próximo do hospital, até finalmente pousar no telhado. Aquele era o veículo que iria levar sua morena para longe.
O helicóptero some de sua vista por alguns minutos, mas logo levanta vôo novamente. Thalia estava ali dentro, e seria levada para outro lugar, um lugar longe dele, e Nico nem se quer sabia o maldito hospital.
O Desespero tomou conta de seu peito, ele não podia deixar aquilo acontecer, precisava ver Thalia, e se. . .e se aquela fosse sua ultima chance de ver a garota? Nico começou a correr pelas ruas de NY, em uma tentativa frustrada de seguir o helicóptero. Ele já corria há alguns minutos seu olha fixado no céu. Não percebeu uma pessoa na rua é então foi inevitável o encontrão.
– Aii! – Afirma a mulher que caiu de bunda no chão. – Seu garoto estúpido preste mais atenção! – Ela fala se levantando e tirando a sujeira das roupas.
– Me desculpe. . . – Nico fala olhando para a mulher tentando normalizar a respiração. E então volta seu olhar para o céu, o helicóptero havia sumido de sua vista.
– Eu em. . .esquisito. – Ela murmura virando para frente e voltando a andar.
Nico encara o chão, como já estava sentado ali por conta da queda, ele simplesmente afundou o rosto nos braços, se dando ao luxo de chorar mais uma vez. Era tudo que ele sabia fazer, chorar, chorar é chorar, como uma criançinha.
~ Eu sou um inútil. ~
– Ei. – Uma mão toca seu ombro.
Nico olha assustado para traz.
– calma. . Sou eu.
– Bia. – Ele levanta é abraça a irmã. – Faça parar. . . – Murmura apoiando o rosto no ombro da irmã. – Faça essa dor horrível parar.
Bianca se sentia mal em ver Nico daquele jeito.
– Vai ficar tudo bem. . – Tenta confortá-lo passando as mãos por seu cabelo. – Mio soldatino.
Deis de pequeno. . . Deis de que eles perderam a mãe. Bianca sempre estava ao seu lado. Sempre cuidando e fazendo o possível para proteger de tudo. – "Esta tudo bem mio soldatino." – Ela sempre dizia aquelas palavras. E Nico se sentia tão seguro ao ouvi-las.
Eles ficaram abraçados por um bom tempo. Bianca confortando o menino, enquanto ele caia em prantos.
– Vamos . . Eu soube que você estava sem carro e vim te buscar. Mas o que diabos você estava fazendo sentado em uma calçada do meio da noite? – Pergunta encarando o irmão.
– Eu cai. . – Ele fala.
Bianca da um meio sorriso. – Ok agora vai, O carro esta bem ali. – Ela vira e começa a andar.
Nico sente um arrepio na espinha, ao ver o amassado no capô do carro era como se, naquele momento, ele pode-se ver Thalia ali, machucada e indefesa. . . os olhos sem foco, quase se fechado, a mão esticada em sua direção. O garoto para de andar, sua respiração ficou pesada.
– Me ajude. . . – Ele escuta a menina dizer encima do capo do carro. – Segure a minha mão Nico, me ajude.
Ele encarava a cena sentindo seu coração acelerar, de certa forma, sabia que aquilo não era real, Thalia estava naquele helicóptero indo para longe agora. . .Não estava?
– O que foi Nico? – Bianca pergunta assustada.
– Thalia. . Thalia ali. – Ele aponta para o capô do carro, suas mãos tremiam.
Bianca olha para traz.
– Não tem nada ali Nicolas. – Ela fala em um tom preocupado.
Nico pisca duas vezes voltando a si.
– Mais. . Eu vi. .
– Você precisa dormir um pouco. . . Vamos. – Ela segura a mão do menino o levando para dentro do carro. Ele se senta no banco de traz. Bianca se senta na frente é da partida.Depois de algum tempo em silencio absoluto, só com seus pensamentos, Bianca estava começando a ter noção da gravidade do problema, Nico estava vendo coisas, ele disse que havia visto Thalia. . . – Então os olhos da menina se arregalaram, e só agora ela notou que estava com o mesmo carro que usava na hora do acidente.
– Como eu sou burra! – Ela pensa, se controlando para não bater cabeça no volante. – Olha para traz preocupada. Nico continuava com o olhar vazio, encarando a paisagem que passava em fleches pela janela. – Voltou seu olhar a pista se sentindo ainda pior.
Nico não conseguia tirar aquela imagem da cabeça, era tão. . .real, como se tivesse acontecendo bem a sua frente. “Me ajude. – Ela falou. – Segure a minha mão Nico me ajude.”– um arrepio passou pela espinha do garoto. Aquilo foi tão perturbador.
– Chegamos. – Bianca fala tirando ele de seus devaneios. E estacionando o carro na garagem. — Será que você pode ir comigo? . . Bom sabe o papai. . – Ela fala ainda dentro do carro encarando o menino.
– Ele não esta. – Nico fala levantando e dando de ombros. – Ele nunca esta. . . – Então caminha para dentro da casa.
Bianca apressa os passos tentando alcançá-lo.
– Você esta bem? – Ela pergunta ainda seguindo o irmão.
– Eu vou tomar um banho. . . – Fala subindo a escada.
– Não foi isso que perguntei ! – Ela grita. E Nico ignora entrando em seu quarto.
– Ok. . . Se precisar falar comigo ou algo assim estou no meu antigo quarto! – Ela grita, mas não tem nem uma resposta. – Mal educado. – Murmura subindo as escadas também e indo atre seu quarto, caminha até a frente de sua porta, e sente uma nostalgia só em ler aquelas placas que ainda estava lá, exatamente como ela deixou. . Ela abriu a porta, e um sorriso involuntário surge em seus lábios. Tudo ali era tão nostálgico, Deis de as paredes a roupa de cama, aos pôsteres, Bianca caminhou até seu armário.Todas as suas antigas roupas de banda estavam lá. Menos a . . A do GREEN DAY. Bianca arregala os olhos, e se lembra que na hora do acidente a garota, também estava com uma blusa do Green Day, caminha em passos pesados até o quarto de Nico.
Ela abre a porta com nem um pingo de delicadeza. –Não me diga que a sua namoradinha tava com a MINHA blusa do Green Day!
– Cruzes! Não sabe bater não? – Nico se enrola na toalha.
– Diga logo Nicolas. Aquela era a MINHA blusa?
– Sim era. – Ele fala frio. E Bianca se arrependeu de perguntar no mesmo momento. – Mas de certa forma você destruiu sua blusa quando atropelou minha namoradinha. – Ele fala direto, seu olhar ainda frio.
Bianca perde a fala não sabia o que falar naquela situação, sua boca se abriu e fechou varias vezes, em tentativas inúteis de falar algo. Ela virou as costas e saiu bufando do quarto batendo a porta ao sair.
O moreno suspira. Coloca uma bermuda qualquer é se atira na cama, ele não podia simplesmente odiar sua Irmã. Aquela ela era Bianca, a única pessoa que realmente se importava com ele.
O menino afundou o rosto no travesseiro se recordando, da noite anterior, e dos motivos para Thalia pega aquela blusa. Tudo aconteceu ali mesmo naquele quarto. . . Naquela cama. Um sorriso bobo surgiu em seus lábios mas logo desaparece, e então as memórias ruins voltaram.a imagem de Thalia no capo do carro mais uma vez veio a as cabeça.
– Aquilo não era real! – Ele fala consigo mesmo se levantando e batendo as mão contra o rosto. – Não era real ! não era real! . Mas por que não posso simplesmente esquecer? ! – Ele respirou fundo, enchendo os pulmões de ar e soltando logo em seguida. Precisava fazer aqueles pensamentos pararem, precisava esquecer Thalia por pelo menos um segundo, ou sentia que ia enlouquecer.
Caminhou até seu computador, colocando musicas aleatórias para tocar, então voltou para sua cama e se deitou.
– Pensamentos positivos Nico, tudo vai ficar bem. . . – Ele pensava fechando os olhos.
– “Então simplesmente durma, E sonhe, Dias melhores virão” – Ele lembrava do que sua mãe falava. Era nisso que Nico queria acreditar, mas não conseguia dormi, sua cabeça se enchia de lembranças, e de pensamentos.
Ele abriu os olhos mais uma vez agora encarando o teto do quarto, vendo como tudo é tão insignificante e frágil. Uma hora Thalia estava ali com ele, naquele mesmo quarto, naquela mesma cama. . .É outra hora. . .Ela estava em um hospital.
O menino apertou o laçou e respirou fundo, nunca pensou que a falta de uma pessoa poderia te fazer sofrer tanto, Notou que não podia não pensar em Thalia, era simplesmente impossível, Era como se Thalia fosse parte dele, uma parte que ele não poderia simplesmente apagar.
Ele ainda encarava o teto, A música estrondando em seus ouvidos, tão alta que ele não conseguia ouvir absolutamente nada. E então vencido pelo cansaço finalmente caiu no sono.
Acordou no outro dia, com um raio de sol que entrava pela janela e ia diretamente a seus olhos, levantou da cama em um pulo, será que tudo poderia ter sido só um sonho?
Ele correu descendo as escadas rapidamente, Bianca não estava lá, Nico sorriu mais largamente, se Bianca não estava ali tudo o que aconteceu com Thalia poderia ter sido sim só um sonho.
Subiu as escadas mais uma vez, voltando ao quarto pegando uma camiseta qualquer no armário, e correu para rua.
No caminho pegou seu celular em mãos, e ligou para Thalia.
– Alo? – Uma voz fala preguiçosamente do outro lado da linha.
Nico conhecia aquela voz. Seu sorriso foi incontrolável, ele passou as mãos pelos cabelos ainda não acreditando.
– Tha-Thalia? – Ele pergunta sorrindo, sua voz falhava.
– Não e a bozo. – Ela fala seca. – E Claro que é a Thalia, Já que esse e meu celular. Olha são seis da manha isso e um trote?
Nico sorriu ainda mais. – Não. Sou eu Nico. – Ele fala com receio. Esperando alguma mudança na voz de Thalia, mas a voz da menina não mudou na linha.
– Caralho Nico são seis da manha de um sábado, o que você quer?
– Nada eu só. Só queria falar com você. . .
–Esta falando. . . – ela sorri . – E então o que quer comi...
A voz de Thalia vacilou na linha.
– Thalia?
Nico só conseguia ouvir uma respiração pesada do outro lado.
– Thalia? ! ta tudo bem? THALIA ! – ele grita mas não tem resposta.
E então corre, mas ele não sabia direito para onde corria, simplesmente seguia seus instintos, e então ele finalmente chegou. Estava em frente a um grande Hospital. Suas mãos tremiam.
– Por que diabos estou aqui? – Ele pensava. – Se tudo foi um sonho, por que diabos estou aq. . .
E então a fixa caiu, poderia não ser um sonho, Thalia ainda estava no hospital. Mas ela ao menos havia acordado. Ele correu o mais rápido que pode adentrando o local. Passou pelo grande salão onde era a recepção, e seguiu correndo até os elevadores. Apertou um dos botões, ele não sabia muito bem qual era o andar, mas algo dizia que era aquele.
O Elevador parou e o menino correu olhando de porta em porta, e então só havia mais uma no fim do corredor, era a ultima que faltava. Ele caminhou até estar em frente à porta, e então respirou fundo segurando a maçaneta. E a abriu.
Quando entrou no quarto seu coração quase parou. Thalia estava ali, deitada na cama do hospital, a luz que entrava pela grande janela iluminava todo o quarto.
O olhar da menina se direcionou a Nico, e ela sorriu.
– O Que faz aqui? — Pergunta ainda sorrindo.
Nico se aproxima pegando uma das cadeiras do quarto e colocando ao lado da cama de Thalia. Ele ainda não acreditava naquilo. Sentou-se na cadeira e olhou a menina mais de perto.
– Eu vim te ver. . . – Fala sentindo seus olhos marejados. – Você esta bem ?
A menina semicerrou os olhos. – Serio isso? Eu to em um hospital sabe. . . Se estivesse bem não estaria aqui.
Nico sorri. – Sim claro, mas. . .Se sente melhor?
– Sim – Ela sorri. Mas seu sorriso some. E então sua expressão fica triste. Cheia de mágoa, seus olhos ficam marejados, e uma lagrima escorre por seu rosto.
Nico olhava sem entender. – Ei ta tudo bem ? – Ele segura os ombros da menina.
E então Thalia sobe seus olhos aos dele.
– Como pode? – Ela fala simplesmente. – Como pode fazer aquilo? . . . – Os aparelhos começaram a apitar, Nico olhou para o lado e viu o medidor cardíaco, os batimentos absurdamente altos.
– Thalia olha. .
– Você me prometeu. – Ela chorava e as luzes do lugar começaram a piscar. – Prometeu pra min. que não me machucaria Nico. Mas. . .Mas me machucou. . .
Os olhos do moreno derramavam lagrimas. ele sentia seu coração aos pedaços.

O medidor apitando, as luzes piscando.
– Me. Me desculpa Lia.
– Desculpar? – Ela olha para ele seus olhos já vermelhos. . . E então seus olhos perdem o foco.
Nico olhou a cena sem entender.
– Thalia! Thalia! — Ele gritava balançando a menina. – Alguém! Alguém me ajuda!
E então médicos invadiram o quarto.Nico só conseguia chora. Não sabia o que fazer.
Os homens foram até Thalia, e começaram a fazer vários exames nela. Os olhos da menina se abriram mais uma vez, sem força. . .quase se fechando, ela olhou para Nico, e por um momento
o menino não podia ver ou ouvir mais nada. Só Thalia, só seus olhos.
– Eu te perdôo. . . – Ela fala e sorri. E então seus olhos perdem o foco, e seu sorriso desaparece o medido cardíaco apita. . .
Os homens olham para Nico é fazem que não com a cabeça.
E Então Nico sentia o chão faltar aos seus pés. . .
Aquilo. . . Aquilo não podia estar acontecendo. .
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